(Atualizado) Nós somos madeira de lei que cupim não rói…
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Bom, agora deixa eu explicar a farra, o local, o vestido e as comidinhas.
Nós estudamos no Colégio de São Bento de Olinda, algumas de nós (eu, Marta e Sandra) estudamos juntas até antes de lá, no Colégio Imaculado Coração de Maria (hehehe… haja religião!).
Eu era muito amiga de Marta e de Sandra, mas nunca fui muito próxima das outras, apesar de admirá-las, à distância. Kátia Valéria, a negra linda de sorriso arrasador, jogava basquete (depois mudou pra São Paulo e chegou a fazer parte da seleção brasileira de basquete). Ela sempre foi linda, tinha um corpo de atleta escultural, era excelente aluna, ams acho que está muito mais bonita, ainda, hoje. Morgana e Jacqueline (como eu e Marta) ficaram amigas próximas até hoje e são engraçadíssimas.
O bacana desse encontro foi que fomos além. Decidimos fazer reuniões menores que as formais onde tem 40 pessoas e ninguém consegue, de verdade, ficar perto e íntimo de ninguém (como foi na última vez, em 2005). Dessa vez, nos descobrimos não apenas como as amgas antigas, mas novas pessoas e gostamos ainda mais do que somos hoje.
Bom, depois do último encontro, decidimos repetir a dose e Marta sugeriu o Marola. Eu fiquei só esperando minha mãe dizer: “Aaaaaaaaaaaffffffffffffffeeeeeee Mariaaaaaaaaa, mas é muito perigooooooooooso!!!!!!!!”.
O Marola é um bar tradicional, antigo, fica bem no começo da orla de Olinda, num lugar que, convenhamos, é mesmo bem perigosinho, porque é preciso passar por uma rua estreita pra chegar lá, fica numa área bem escura e, segundo minha mãe, duas vezes já entraram lá e assaltaram todo mundo que tava no bar… mas, a minha sorte foi que ela não ligou “o nome à figura”, pensou que fosse outro bar e, assim, não buzinou muito no meu ouvido os riscos da gente se encontrar lá.
Eu sou cuidadosa, mas não deixo de ir nos lugares, não. A gente saiu de lá mais de uma da manhã, quando estavam fechando (era uma quinta-feira), eu reconheço que a saída me pareceu bem perigosa, mas se a gente for pensar nisso, o tempo todo, no Brasil, não sai nem de casa.
O bar foi extremamente agradável, eu não gosto de barzinho de música ao vivo, mas o rapaz cantava muito bem e só coisas que a gente gostava, fechando com Leão do Norte, que foi de matar os expatriados (eu e Katia, que vive em São Paulo) do coração….,
A gente comeu arrumaidnho, que tá na foto, que é arroz, feijão verde, carne de sol, uma verdurinha frita e farofa. E, nessa cumbuca de barro, tinha o melhor de tudo: sururu!!!!!!!! que eu não comia há muitos, muitos anos e quero repetir hoje! adoro sururu!!!!
E nós fomos a alegria do bar, segundo um rapaz, que tirou algumas das fotos em que estamos todas juntas, no final o garçom ainda veio pedir pra gente voltar no dia seguinte, que tinha forró… mas tem que ir com calma, outra dessa só… na próxima terça-feira
Quanto ao meu vestido, é o seguinte, meninas… comprei lá nos EUA, onde as moças são muito mais recatdas e usam com uma blusinha por baixo, o que faz com que ele fique bem mais discreto.
Acontece que o calor tá grande (mesmo em pleno inverno) e eu gosto de um bom decote, mas .não tinha pensado o quanto o decote é grande, e como em muitas fotos eu estou inclinada pra frente, o “decote” ficou mais ainda, mas, enfim, como no Brasil, se não aparecer a aréola, ninguém se escandaliza… foi tranquilo
além do que, pra sorte minha, minhas amigas também estavam decotadérrimas… hehehehehe…
Hoje eu prometo tirar uma foto do Marola pra vocês terem uma idéia de como é por lá… e não podem deixar de ir, se vierem ao Recife/Olinda e foram muito corajos@s como nós
Denise, Fernanda, Jackie, Jane, Kátia, Marta, Morgana, Nilson, Sandra Suely cantando “Madeira de Lei que Cupim Não Rói”, de Capiba.
E se aqui estamos, cantando essa canção
Viemos defender a nossa tradição
E dizer bem alto que a injustiça dói (mas)
Nós somos madeira de lei que cupim não rói
Ouça aqui a versão original, com um coral de profissionais.
Faça o download do vídeo acima aqui.
E ainda tem AQUI um micro vídeo com o Leão do Norte e uma antológica lembrança do Nilson…
Perdoem a péssima qualidade do vídeo, o que vale é a intenção
e pra quem não sabe, basta clicar com o botão da direita do mouse e escolher “salvar como”, pra puxar os vídeos pro seu computador.
Identificando a mulherada, na quinta foto, onde estamos todas, da esquerda pra direita: Morgana, Kátia, Jacqueline, Marta, Jane (atrás da gente), eu, Sandra Suely e Fernanda.
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Sinto muito pelos que não têm nenhum interesse por nada disso, mas pra mim, esse é um momento de revival total… o blog volta ao “normal” em breve, quando passar a ressaca…




































































