Translate to English

 RSS

      Blogs Feministas
  • A Barata
  • A Cascuda
  • A Moça do Sonho
  • À quatre pas d'ici
  • Alecrim e Sufoco Atmosférico
  • Aleitamento Materno Solidário
  • Aquelah Deborah
  • Arlequina
  • Arranque Meus Olhos
  • As Agruras e As Delícias
  • Babi Lopes
  • Bad Movie Scene
  • Beauvoir au jour le jour
  • Bidê Brasil
  • Bittersweet
  • Blog Blue Jeans
  • Blog da Glória
  • Borboletas nos Olhos
  • Bruna Provazi
  • Café Velho
  • Camaleônica
  • Caminhar
  • Caroline Bernardo
  • Casa da Gabi
  • Casa da Mulher Oito de Março
  • Chá-tice
  • Clarice Maia
  • Clibing The Clouds
  • Coffee, clear heels and random thoughts
  • Como Assim?!
  • Consciência Feminista
  • Contrabandist@s de Peluche
  • Contracultura
  • Conversa de Psicólogo
  • Cynthia Semiramis
  • Da Cerejeira
  • Desautoria
  • Dialógico
  • Diversão sem Culpa
  • Educação à Distância
  • Em Construção
  • Escreva Lola Escreva
  • Escrito em Ametista
  • Espaço B.
  • Esse Tal Climatério
  • Estou Puta!
  • Explorando Escrevendo
  • Foi Feito Pra Isso
  • Garota Coca-Cola
  • Garrafa ao Mar
  • Groselha News
  • Histórias de Menina
  • Humor Pelas Palavras
  • Inquietudes Na Maresia
  • Krasis
  • Lado D.
  • Lia de Lua
  • Lucy, La Feminista
  • Mana Mani
  • Mandinga
  • Maria Frô
  • Mary W.
  • Matizes Femininas
  • Menina de Sardas
  • Meu Jardim de Interesses
  • Meus Alfarrábios
  • Mulher Alternativa
  • Mulher Pós-Moderna
  • Mulheres em Letras
  • Mulheres Públicas
  • Nails Freak
  • Nelumbo Nucífera
  • Nem Tão Óbvio Assim
  • Nós
  • O Mundo Enlouqueceu
  • O Poeta de Ramelin
  • O Prazer do Texto
  • Ou Barbárie
  • Paisagem Estirpada
  • Paisagem Estripada
  • Para Variar, Variando
  • Pensamentos Desconexos
  • Pimenta com Limão
  • Pin Ups
  • Polivalência
  • Ponto de Fuga
  • Quem Mandou Nascer Mulher?
  • Quem o Machismo Matou Hoje?
  • Reino da Almofada
  • Reload
  • Roupas no Varal
  • Saiwalô
  • Se o poeta pra viver
  • Sem Açúcar
  • SexoAchoLegal.com
  • Solidaliberdade
  • Tempestade e Paixão
  • Tereza Não Existe
  • Todas Nós
  • Tutto Petit
  • Urbanamente
  • Who The Hell is Cely?
    • META

    Blogueir@s com Dilma

    Esse blog teve
    visitantes, desde
    setembro de 2003.

    Cerejeiras em Washington, DC

    Denise | Fotografia,Washington, dc | Tuesday, 30 March 2010

    Post publicado originalmente no dia 07 de abril de 2008.

    As lindíssimas cerejeiras em flor marcam a chegada da primavera, em Washington, DC. Elas estão espalhadas por toda cidade. Em 2006, fomos a Kenwood, uma espécie de condomínio de casas com cerejeiras plantadas em todas as ruas, que quase fecham a área numa redoma cor de rosa.

    Mas o lugar mais bonito é mesmo o famoso Tidal Basin (enseada) que fica no centro da cidade, bem pertinho dos monumentos mais conhecidos, museus e outras atrações de DC. Mais de 3.700 cerejeiras estão espalhadas na beira da enseada, presente do Governo japonês ao povo americano, em 1912.

    Sakura

    Em japonês, cherry blossom (ou cerejeiras em flor) é sakura (claro, palavra ocidentalizada dos símbolos japoneses). A observação da sakura é uma tradição japonesa que remonta o final dos anos 700.

    Por causa da sua curtíssima duração (cerca de duas semanas, com apenas três ou quatro dias de pico), a floração das cerejeiras ou sakura tem um forte simbolismo relacionado com a natureza transitória da vida e tem sido inspiração para diversas formas de arte, no Japão, como música, pinturas, anime, mangás.

    Na Segunda Guerra Mundial, os pilotos japoneses pintavam sakuras nos aviões ou levavam ramos delas em missões suicidas. O Governo usava essa tradição e incentivava os soldados a acreditar que suas almas de guerreiros reencarnariam nas cerejeiras em flor.

    Mas, esse simbolismo depende do ponto de vista de quem vê. Como os oficiais Japoneses costumavam plantar cerejeiras para determinar sua área de domínio, nos países colonizados por eles, na Coréia, por exemplo, elas são um símbolo de dominação e as cerejeiras do Palácio Gyeongbok foram cortadas, no aniversário de 50 anos de independência do Japão.

    Elas duram bem pouco mesmo, pra vocês terem uma idéia, chegamos no Tidal Basin mais ou menos às 11 da manhã, era o pico da floração. Às 4 da tarde, quando saímos, uma ventania tinha já derrubado muitas das frágeis petalazinhas e, certamente em poucos dias, não haverá mais sakuras por lá. Ano passado, nem chegamos a ir até lá porque um temporal fez com que desaparecessem logo.

    (Continue lendo aqui)

    Se gostar, compartilhe:

    Happy Halloween!

    Denise | Carpe Diem,Fotografia,Washington, dc | Saturday, 31 October 2009

    Post publicado no Halloween de 2005, quando morávamos em Washington, DC. No Madam’s Organ, em Adams Morgan.

    Se gostar, compartilhe:

    Aqui em DC, nesses dias de sumiço

    Denise | Me myself and I,Washington, dc | Sunday, 16 November 2008

    • Está chovendo bastante aqui em Washington, DC. Eu acho lindo as cores do outono na chuva (a foto é da janela de Bia), só que eu odeio andar de guarda-chuvas e peguei uma chuvarada na ida e na volta da Universidade (onde estava vendo o Tim Gunn, lembram?). Acordei ontem super resfriada, mole, com dor de garganta…
    • Fiquei arrumando minhas coisas de manhã e saí ao meio dia, fui devagar, passei num shopping perto da casa de Bia pra ver uns casacos – comprar roupa em Seul é impossível, mas achei tudo muito caro, pro meu orçamento.
    • De lá, para minha antiga vizinhança, Friendship Heights. É muito estranho estar “em casa” sem ter mais a “sua casa”. Me deu ciúme de quem está vivendo no meu antigo ap e uma sensação estranha de pensar que nunca mais entrarei lá. Sou nostálgica com a casa, mesmo, mas passa.

    (Continue lendo aqui)

    Se gostar, compartilhe:

    Ateístas contra-atacam no natal

    Denise | Celebrando,Espiritualidade,Washington, dc | Thursday, 13 November 2008

    Por que acreditar em um deus? seja simplesmente bom/boa pela bondade em si.”

    A Associação Americana Humanista acabou de lançar essa campanha, que circulará nos ônibus de Washington, DC até o fim de dezembro.

    “Lançamos a campanha nesse período porque existe um número enorme de agnósticos, ateístas e outros tipos de não-teístas que se sentem sozinhos durante as festas por causa da sua associação com a religião Os posters vão incluir um link para o site da organização, que procura conectar e organizar os que pensam da mesma forma.tradicional”, explica Fred Edwords, porta-voz da organização.

    Segundo ele, o objetivo não é discutir a existência de Deus, ou tentar mudar a opinião de alguém, “nós estamos tentando plantar uma semente de pensamento racional e crítico nas mentes das pessoas.”

    Calma, D. Telma, não estou fazendo nenhuma declaração ou apologia ateísta, mas o que gosto nessa campanha é a idéia de que ter ações bacanas não deveria ter nada a ver com as nossas crenças.

    Ser uma pessoa legal e decente como forma de comprar um ingresso no céu, de garantir um bom karma ou outras “benesses”, nessa vida ou em outra, é, pra mim, uma atitude mercenária. Ter uma fé deveria ser outro departamento.

    _________________________________

    No mês passado, foi a associação britânica que anunciou, com apoio do professor Richard Dawkins, a sua campanha, que será veiculada nos ônibus de Londres, com a seguinte frase:

    “Provavelmente, não existe nenhum deus. Agora, pare de se preocupar e aproveite sua vida.”

    Fontes: AP – Humanist holiday ads say just be good e BBC – ‘No God’ slogans for city’s buses.


    O que vocês acham?

    Se gostar, compartilhe:

    Pôr do Sol sem Photoshop

    o sol já vai caindo, e o seu olhar parece acompanhar a cor do mar…”

    Se gostar, compartilhe:

    Alerta de calor excessivo em DC

    Denise | Washington, dc | Friday, 06 June 2008

    heat2008O inferno começou. Ontem, pela primeira vez no ano, sai de casa com uma calça jeans e senti que ela ficava colada no corpo, sabe aquela humidade e calor? vixe. Odeio.

    Foi divulgado um alerta de calor excessivo para o final de semana, começando amanhã e indo até a segunda-feira. Bia tá feliz da vida.

    Eu sei que tem muita gente que adora o calor, o sol no rosto, mas eu nunca gostei, nem quando era adolescente. E estou ficando cada vez mais intolerante. a gente fica suada, a roupa gruda… defnitivamente, nessas horas eu queria muito mudar de volta pra Suécia, cujo calor também anda forte, mas pelo menos melhor que esse inferninho que fica DC no verão.

    Já estava planejando a minha hibernação no apartamento geladíssimo (eu sei, estou contribuindo pra esquentar o planeta ainda mais, mas pelo menos não temos carro!), quando lembrei que temos um jantarzinho delicioso amanhã, na casa de amigos, e eu prometi levar pão de queijo pra o povo experimentar, então vou sair agora pra comprar – longe de casa – antes que o calor piore.

    Depois desse jantar, acho que minha saídas serão cada vez mais raras. Uma ursa ao avesso.

    Se gostar, compartilhe:

    Filme bom e de graça nos EUA

    Denise | Cinema,Washington, dc | Friday, 30 May 2008

    filmclub

    Uma ótima dica, se você mora em uma dessas cidades:quired

    Visite o site do Landmark Film Club – http://filmclub.landmarktheatres.com e preencha o formulário. Membros do clube não pagam nada e recebem emails avisando sobre sessões com diretores dos filmes e ainda concorrem a entradas gratuitas para advance screening (pré-estréias).

    Eu pensava que essas coisas não funcionavam, mas eu sempre mando e já ganhei entradas pra uns 10 screenings (são sempre para duas pessoas), acho que não deve ter muita gente que sabe do clube e “concorre” às entradas dos filmes. Agora mesmo, recebi uma pra o filme Bigger, Stronger, Faster*, sobre a cultura do esteróide dos EUA e lembrei de deixar a dica aqui.

    Os filmes são quase sempre ótimos, de cineastas independentes, muitos documentários, coisas que a gente não vê nos Multiplex da vida. Essas pré-estréias acontecem no Landmark E Street, que é da mesma empresa de cinemas onde Bia trabalha, mas nesse a gente não pode ir de graça e passa filmes diferentes, então, sempre ajuda.


    Sessão com diretor do filme

    thefall

    Aproveitando o post, acabei de receber um email do Landmark Film Club avisando que no próximo sábado, 31 de maio, o diretor indiano Tarsem Singh de The Fall, estará no Landmark Bethesda às 19h e no Landmark E Street às 22h para uma sessão de perguntas e respostas.

    Em The Fall (que foi filmado em 18 países) uma menina imigrante está em um hospital em uma área pobre de Los Angeles, em 1915 e um dublê de filmes, na cama ao lado, conta uma história fantástica sobre 5 heróis mitológicos, misturando personagens do mundo real dos dois. Dizem que as imagens são incríveis.

    Tarsem é um cineasta que começou a carreira fazendo clips pra MTV e fez a turnê do REM. O primeiro filme foi The Cell, que não vi, mas com Jennifer Lopez… sei não, não boto fé… mas pode ser que The Fall seja melhor, a idéia e execução, pelo menos, são interessantes.

    Se gostar, compartilhe:

    Comprinhas no Eastern Market

    Denise | Consumo,Washington, dc | Monday, 26 May 2008

    Eu sou quase incontrolável em flea markets, garage sales, thrift stores, brechós, bazares. Adoro comprar coisinhas baratas e, muitas vezes, totalmente inúteis mas imprescindíveis. Tenho tentado me controlar, até porque, a essa altura, preciso é vender o que já tem aqui mas, às vezes, não consigo resistir.

    Ontem de manhã fui ao flea market de Eastern Market (mais fotos do finde, em breve) pensando em não comprar nada, mas saí de lá com essas coisinhas:

    1. Quatro livros, uma linda edição em litografia de 1947 de Existencialismo de Jean-Paul Sartre (que vai ser presente pra Bia), uma biografia de Edgar Allan Poe (adoro seus livros), O Leopardo de Tomasi de Lampedusa (tenho o livro em Português, comprei em inglês para Ted) e um livro com escritos de Rainer Maria Rilke sobre “a vida”, que eu comprei porque quando era adolescente adorava “Cartas a um Jovem Poeta”. Tudo por menos de 30 reais.

    2. Esse carneirinho de louça custou uma doleta.

    3. Isso não é interessante? são slides enormes, de vidro, muito antigos, a maioria de secretarias de educação (esses são de Nova York). Entre milhares, encontrei esses dois do Brasil, o preto e branco mostra um seringueiro e outro de uma foto de 1915 da Pan American, num porto de Manaus. Estou pensando em fazer uma daquelas “night light”, para colocar na tomada, com eles. Cada um, custou um dólar!

    Se gostar, compartilhe:

    Ana em DC

    Denise | Amig@s,Washington, dc | Sunday, 06 January 2008

    Ana Lúcia é uma das amigas que eu fiz na blogosfera, que nunca tinha encontrado, mas de quem eu já gostava como se tivesse conhecido “ao vivo”, há anos.

    Ela está aqui, pra um congresso, e nós marcamos um encontro na sexta-feira, mas como não somos figurinhas fáceis, tinha que ter dado alguma complicação. Combinamos de nos encontrar no elevador do metro do zoológico. Só que eu fiquei esperando lá embaixo e ela lá em cima, na calçada, congelando. Quando subi pra dar uma olhada, ela já não estava mais lá.

    Até que – uma hora depois da combinada – liguei pra Ted, pedi pra ele entrar no meu email e tinha uma mensagem da Ana dizendo “Cadê você?” hehehehe…

    Mas ontem, sábado, finalmente nos encontramos no metrô Dupont Circle e tudo deu certo. Tão certo que passamos sete horas conversando… sete horas!

    Ana é linda e inteligente, exatamente como eu já imaginava. Temos muitos interesses em comum, já trocamos muitas figurinhas por email, por isso, desde o primeiro momento, nos sentimos como se não fosse a primeira vez que nos víamos, totalmente confortáveis uma com a outra.

    Nos encontramos às 11:30h e pegamos logo um metrô e um ônibus (lembrem, não tenho carro, nem sei dirigir!) e fomos pra Anacostia, o bairro mais pobre de Washington, com a maioria de habitantes formada pela comunidade de afro-descendentes.

    Fomos lá visitar o Museu Comunitário de Anacostia, que tinha um exibição contando a história da região (fotos 1 a 3). Apesar de pequeno, o museu é bem organizado e a exposição tinha fotos maravilhosas. Sem falar que fomos atendidos por uma senhorinha que era a “coisa mais querida” (como diz a gaúcha Ana Lúcia). Andamos um pouquinho pelos arredores, onde encontramos essa galeria (foto 4), uma loja que tinha uma fachada bem colorida, mas não estava aberta.

    Eu sempre quis ir a Anacostia, mas eu e Ted acabamos ficando mesmo pelos museus mais próximos de casa, então, quando soube que Ana vinha pra cá, achei que era uma oportunidade de ver um pouco do outro lado da cidade, onde os índices de mortalidade infantil e expectativa de vida são mais próximos de países africanos.

    De lá, pegamos o metrô e seguimos pra U Street, que é o meu lugar preferido na cidade.

    U Street é um bairro de belas casas vitorianas onde, no período de segregação racial, a comunidade afro-americana se concentrou e fez história e por onde andaram Billie Holiday, Nina Simone, Dizzie Gillespie, Martin Luther King e outras feras. Já escrevi sobre o bairro e alguns dos seus prédios mais importantes aqui. Apear do processo de gentrificação, que empurra os históricos moradores pra fora da área, ainda é uma região importante pra comunidade afro e afro-descendente.

    Paramos em um dos vários fantásticos restaurantes etíopes e tivemos um super almoço, que durou algumas horas de ótima conversa sobre a vida real e virtual. De lá, ainda andamos pelos arredores – onde Ana fotografou o Memorial construido para lembrar os soldados afro-descendentes que lutaram na guerra civil.

    O papo continuava ótimo e essa cidade tem coisa demais pra se ver, pra gente ir pra casa cedo… então pegamos o metrô pra Chinatown, onde a gente deu uma olhada rápida na rua – inclusive no arco chinês, que estava lindo à noite, e paramos na descolada Urban Outfitters, onde tudo nos pareceu muito “veranil” pra época. Seguimos pro Museu de Arte Americana, que só fecha às 19 horas (e, como quase todos os outros, tem entrada gratuita).

    Lá, nos concentramos na interessantíssima sala de folk art. Passeamos por todo o primeiro andar do Museu (que é enorme, com três andares), mas, a essa altura – 18:30h – já fazia sete horas que a gente tava batendo perna e Ana tinha que terminar a apresentação que ia fazer hoje de manhã.

    Nos despedimos no metrô, já com saudades, porque foi um dia agradabilíssimo e, ainda que o papo por email seja bom, nada como um encontro assim, cara a cara.

    ps.: A segunda foto, com um arranjo de frutas é um dos símbolos do Kwanza, uma forma de celebração do natal africano, fotografado no Museu Comunitário de Anacostia.

    Se gostar, compartilhe:

    Últimas imagens de 2007

    Denise | Carpe Diem,Familia, Familia,Washington, dc | Tuesday, 01 January 2008

    Penúltimo dia

    Último dia

    Já volto…

    Se gostar, compartilhe:

    A vida por aqui…

    Denise | Celebrando,Washington, dc | Wednesday, 12 December 2007

    1 e 2. Adoro essas folhas pelo chão. Foto na volta da academia.

    3. Parar para pedestres, nas ruas menores é lei. Mesmo sem sinal (ou farol).

    4, 5 e 7. Festinha de hannukah (celebração judaica) no shopping onde fica a minha cademia de ginástica.

    6. Bolinhos que já vem prontos, basta colocar manteiga, ovos e leite. Ficaram gostosinhos.

    8. Rabanada… hummmm… adoro… não quero nem contar as calorias.

    9 e 10. Entrada do meu prédio. Gosto muito desse ecumenismo, tradições cristãs e judaicas.

    Presentinhos

    É sempre complicado, pra mim, escolher os presentes da família de Ted, porque não conheço o pessoal tão bem assim. Então, esse ano tive essa idéia. Ted escaneou fotos deles, quando crianças, e montamos esses porta-retratos. Para os dois cunhados (casados com irmãs dele), imprimimos fotos delas bem fofas, quando adolescentes, e colocamos num marcador de livro de couro, chiquérrimo. Não ficou tudo lindo?

    Se gostar, compartilhe:

    Thanksgiving com Margot

    Denise | Celebrando,Cinema,Washington, dc | Sunday, 25 November 2007

    Anteontem, Dia de Ação de Graças, decidimos aproveitar que seria um dia calmo e fomos ao cinema onde Bia trabalha (ela ganhou mais pra trabalhar num dia em que os “nativos” todos querem folgar). Quando saímos daqui, o clima tava agradável, não precisava de casaco e eu detesto sair carregando coisas, preferi arriscar.

    No metrô, Ted comentou: “vamos lembrar desse momento como um sinal do aquecimento global, é a primeira vez que vejo um homem de bermuda em pleno Thanksgiving!”.

    O metrô até tinha um bocado de gente circulando, pra visitar os familiares, mas as ruas da cidade estavam vazias, parecia uma ghost town. Aqui é um feriado tão sério que a maioria das lojas fecha (o que é raríssimo). Acho que foi a primeira vez que vi a livraria Barnes and Nobles fechada.

    Por sorte, tinha um restaurante indiano aberto, como tínhamos só 15 minutos, compramos 4 samosas e levamos pra comer no cinema. Lá, praticamente vazio. Ainda ganhamos pipoca e refrigerante e fomos ver Margot At the Wedding (Margot no Casamento) que estava sendo lançado naquele dia.

    Margot é um filme perfeito pro Thanksgiving, que é uma data conhecida, aqui, por ser o momento das famílias lavarem as roupas sujas (alguém viu o episódio de Friends sobre Thanksgiving? é mais ou menos aquilo.)

    Eu estava louca pra ver esse filme, não por Nicole Kidman, de quem não sou muito fã, mas porque eu adoro o diretor, Noah Maumbach, que também dirigiu o ótimo A Lula e a Baleia e escreveu o roteiro pra A Vida Marinha com Steve Zissou.

    Também tava curiosa pra ver Jennifer Jason Leigh (que é casada com Noah), 20 anos depois (acho que o último filme que vi com ela foi “Mulher Solteira Procura“). Ela, que é a cara dos anos 80 pra mim, tá ainda mais bonita, gostei de vê-la sem o botox – que tira a expressão da Kidman, ela mal consegue franzir a sobrancelha – com olheiras, ruguinhas na testa, corpo arredondado, linda, linda.

    Resumindo o filme, há muitos anos que Pauline (Jennifer Jason Leigh) não vê, nem fala com a irmã Margot (Nicole Kidman), mas agora Pauline vai casar com Malcolm (o maravilhoso Jack Black) e Margot vai pro casamento (com seu filho sensível e precoce).

    Margot é uma escritora sofisticada, bem sucedida, metida a moderna na relaçao com o filho e que analisa todo mundo, diagnosticando autismo pra maioria. Eu jamais leria nada dela.

    Pauline me lembra muito algumas moças que tenho visto em blogs de crafts (artesanato), fofa, acolhedora, um pouquinho hippie, vive numa casa de frente pro mar (herdada da mãe), sempre com uma bela luz, uma colcha de crochê e uma caneca de chá nas mãos. Ela vai casar com um músico desempregado, imediatamente desprezado pela chique Margot.

    Eu não tive irmãs, mas imagino que deve ser uma relação muito complicada e cheia de competitividade, especialmente quando a diferença de idade é pequena. Tendo uma árvore que cai-não-cai como metáfora, Margot chega pra meter o nariz em tudo, rolando o maior barraco na casa de Pauline.

    Eu sei que muitos críticos não gostaram do filme. Eu gostei muito, mas é aquela coisa da “Lula e a Baleia”, é relativamente lento, é pretensiosamente intelectualizado, precisa gostar do estilo e ter boa vontade. Ao mesmo tempo achei leve, com cenas engraçadíssimas e uma fotografia linda.

    Depois de ter assistido, no avião, a bobagens como Licença para Casar (License to Wed, que só vi por causa do fofo John Krasinski) e Sem Reservas, com Zeta-Jones e Aaron Eckhart, assistir a Margot At the Wedding foi consumir biscoitos finíssimos, em pleno dia de peru.

    Na saída do cinema, o frio estava inacreditável. Cerca de 2 graus, mas com o vento muito forte que espalhava as folhas por todo lado e as levantava até a altura dos nossos olhos, a sensação térmica deveria ser bem abaixo de zero.

    E eu só tinha um sweaterzinho de cashmere, levinho, sem cachecol… Ted queria me dar seu casaco, mas a gente tem que pagar pelas nossas bobeiras (e, afinal, estávamos os dois resfriados, não seria justo com ele), resultado, o meu resfriado piorou e eu tô aqui de cama, como já contei aí abaixo.

    Ainda assim, só tenho a agradecer pelo ótimo dia ao lado do meu fofo ;-)

    Veja o trailer de Margor at the Wedding aqui.

    PS.: Percebam as cores deslumbrantes das fotos, foi o dia de outono mais bonito do ano, pra mim.

    Se gostar, compartilhe:

    Cinema nos gramados de DC

    Denise | Washington, dc | Monday, 16 July 2007

    screen_on_the_green.jpgUm dos problemas de viajar no verão é que eu perco quase todos os (muitos) eventos que estão rolando lá na área de Washington DC. Na próxima segunda começa o festival anual Screen on the Green (Telão no Gramado), que é a exibição de filmes em uma tela gigante no National Mall, aquela praça comprida que fica no centro de Washington. Os filmes começam ao anoitecer, lá pelas 8:30h e 9h da noite, mas tem que chegar bem antes, pra garantir lugar na grama. Muita gente faz picnic, leva cadeiras, é divertido.

    Ano passado a programação foi fraquinha, mas esse ano, tá bem bacana. O primeiro filme é Annie Hall (Noivo Neurótico, Noiva Nervosa) de Woody Allen com Diane Keaton, que deve ser o filme que mais vi na vida e que eu adoro!

    Ainda chegarei a tempo pro último, Casablanca, lindo, que também já vi mil vezes… e vou ver mais uma vez (com calor e tudo!), grudadinha em Ted, pra gente celebrar, antecipadamente, nossos aniversários (14 e 15 de agosto!).

    Programação do Screen on the Green, pra quem estiver por DC:

    July 16: “Annie Hall” (1977)
    July 23: “The Thing (From Another World)” (1951)
    July 30: “Wait Until Dark” (1967)
    Aug. 6: “All the King’s Men” (1949)
    Aug. 13: “Casablanca” (1942)

    Vejam aqui outros festivais de cinema ao ar livre, no verão de DC.

    Se gostar, compartilhe:

    Arte em Dupont Circle

    Denise | Artes Plásticas,Washington, dc | Saturday, 02 June 2007

    Dupont Circle é um bairro muito interessante em Washington. Já foi área rural, reduto de milionários e agora é o bairro mais “gay” da cidade, alegre em todos os sentidos, com várias galerias de arte, ótimas lojinhas, livrarias, restaurantes.

    Hoje, depois de malhar quase duas horas (eu, claro, Ted ficou em casa dormindo), fomos aproveitar o Dupont-Kalorama Museums Walk Weekend. A partir da pracinha central (O “Dupont Circle”, foto 1), a cada 30 minutos – hoje e amanhã – , sai um micro onibus que leva a gente a vários museus e galerias da região, que têm entrada gratuita. Esperamos uns 15 minutos, por esse transporte, mas os organizadores do evento tinham garrafinhas de água pra distribuir, o que facilitou a espera (foto 2, esse “biquinho” de Ted era muuuuuuuuuuuuito calor).

    Parece que o verão chegou de vez, mesmo, e eu continuo sem entender a alegria do povo em ficar esturricando ao sol. Pra mim, o calor de hoje estava beirando o insuportável. Ainda assim, foi um ótimo sábado, principalmente quando a gente estava dentro de prédios com ar condicionado…

    Escolhemos apenas três museus, para ter tempo de ver tudo com calma. O primeiro, foi Meridian International Center, que tinha uma exposição da nova arte iraniana, com pinturas e algumas instalações com vídeo (fotos 5 a 12).

    Acertamos em escolher o Meridian, pra começar. Eles tinham uma mesa com muito pão pita, hommus e outras comidinhas árabes maravilhosas (foto 11). Além de uma mesa com refrigerantes e água. Tudo de graça… logo depois da minha aula de power dance, morrendo de fome, não podia ter nada melhor.

    A segunda parada foi no Fondo Del Sol Visual Arts Center (12 a 20), um centro dedicado à divulgação da arte latina. Numa casinha pequena, esse foi o museu (ou centro de artes) mais estranho que já vi. Tudo caótico, ninguém para dar nenhuma informação e as peças pra lá de surrealistas.

    Trouxe alguns folhetos, quando tiver um tempinho tento explicar um pouco dessas obras aí acima. Mas, dá pra perceber o alto grau de eroticidade de uma delas (fotos 15 e 16)… hehehehe… parece uns bonecos de madeira que vendem no Alto da Sé, em Olinda. Como bom americano, Ted não consegue entender essa mistura de religiosidade e sacanagem do nosso surrealismo latino-americano.

    Adorei o grupo de música mexicana (foto 13), que ficava tocando na porta do Fondo Del Sol. Pra lá de kitsch, e me lembrou El Mariachi e Desperado de Robert Rodriguez, que revemos ontem, em sessão dupla. (Saudades do Mexico).

    A última parada foi no primeiro museu de arte moderna dos EUA, o Philips Collection, que eu sempre quis visitar, mas nunca tinha tido oportunidade. MA-RA-VI-LHO-SO.


    Entrada
    do Museu

    Entrada
    do Museu

    The
    Sun and the Moon
    , Elizabeth Murray

    Luncheon
    of the Boating Party
    , Renoir

    Girl
    with Plant
    , Richard Diebenkorn

    Two
    Grils
    , Berthe Morisot

    Entrance
    to the Public Garden
    , Van Gogh

    The Garden at Les Lauves
    , Paul Cezanne

    The
    Blue Room
    , Pablo Picasso

    After
    the Bath
    , Degas

    The
    Red Sun
    , Miró

    Studio,
    Matisse

    Figure
    Oriental Theater
    , Klee

    The
    Way to the Citadel
    Paul Klee

    Succession
    Wassily Kandinski

    Tree
    Nursery

    Paul
    Klee

    Hide
    and Seek
    , William Merrit Chase

    Melancholy,
    Degas

    The
    Seer , Adolph Gotlieb

    Lyric
    Colors Room

    É por causa de iniciativas desse tipo, que eu adoro morar aqui. Infelizmente, pouca gente aproveita o que, realmente, vale a pena nessa cidade, os museus estavam bem vazios…

    Se voces quiserem ver essas (e outras) fotos da Phillips Colection, ampliadas, visite o album com as fotos que fiz no museu.

    Raquel, eu tirei todas as fotos. Aqui, em todos museus, nós podemos fazer as fotos (sem flash, claro), desde que não sejam exposições especiais, nesse caso, as obras são emprestadas e aí não dá pra fotografar.

    Se gostar, compartilhe:

    Dia das Mães para a Paz

    Denise | Celebrando,EUA,Washington, dc | Tuesday, 15 May 2007

    “Stop the Funding, Stop the War – Mothers Say, Not One More.”
    (Pare o financiamento, pare a guerra – Mães dizem, nenhum (filh@ mort@) mais”

    (Vejam todas as fotos, aqui.)

    Desde a quinta-feira passada, até ontem, segunda-feira, o CODEPINK, organização de mulheres que tem sede aqui em DC, organizou eventos que contaram com a participação de feministas importantes como Gloria Steinem; Cindy Sheehan e até o famoso médico Patch Adams (que virou filme, lembram?).

    Como eu ando ocupadíssima, não tive tempo nem de participar, nem de escrever sobre esse belo movimento, antes do Dia das Mâes. Mas, não poderia perder essa passeata, que aconteceu ontem, entre o meio dia e cinco da tarde.

    A passeata de mães pela paz foi organizada pelo CODEPINK, e convocada por Cindy Sheehan, símbolo da campanha contra a guerra desde 2004, quando seu filho morreu no Iraque. Nas duas primeiras fotos acima, estamos eu e Rhadica (namorada de Felix), com Cindy. Ela é uma mulher maravilhosa, extremamente gentil, conversamos um pouco com ela, que ficou feliz por ter uma brasileira e uma indiana na mobilização.

    A passeata foi linda, uma mistura de alegria por estarmos juntas (e juntos), celebrando a paz, a força das mulheres e a maternidade, com momento de muita emoção e dor, quando as mães que têm filhos no Iraque falaram do medo que sentiam cada vez que a campainha da porta toca ou quando uma mãe disse que seu filho voltou pros EUA e está sendo convocado para a guerra, mas ela não deixará, de jeito nenhum que ele volte.

    Principalmente, foi doloroso ouvir o depoimento de mães, quase da minha idade, contando o que é perder um filho nessa guerrra estúpida, mostrando suas fotos, contando como sobrevivem à perda.

    Caminhamos até o Capitólio, gritando que os congressistas devem parar de financiar essa guerra e trazer as tropas de volta pra casa agora.

    sendo_presa_2.jpgNa frente do Capitólio, um grupo de 40 pessoas sentou no meio da rua, amarrados a uma bandeira dos EUA. Logo chegaram os policiais e durante cerca de uma hora houve pedidos para que se retirassem o que, claro, não aconteceu voluntariamente. Tod@as foram pres@s.

    Foi emocionante, cada vez que uma pessoa (a maioria mães e avós) era presa, havia muitas palmas e gritos de que Bush e Chenney é que deveriam ser presos, não as mães que estavam ali defendendo a paz. Cindy foi a primeira a ser levada pela polícia, mas ela já tã tão acostumada que já saiu rindo (veja a foto aí acima). Claro que tudo era esperado, e faz parte das ações para chamar atenção da imprensa para a mobilização, mas não deve ser nada agradável parar na prisão e dava pra perceber muita tensão no grupo..

    Algumas coisas que eu percebi, na passeata: quase todas eram mulheres brancas, poucas afro-americanas, poucas de outras etnias, elas precisam encontrar estratégias de mobilizar outros grupos, até porque acho que a maioria dos soldados no Iraque são afro-americanos ou latinos, suas mães precisam ser integradas.

    A polícia foi extremamente cuidadosa, teve uns poucos mais truculenbtos, mas tudo foi feito com muita calma, fiquei imaginando que, se fosse no Brasil, todo mundo lá levava porrada… ma,s mais uma vez, é preciso considerar que era um movimento de classe média, não sei se seria o mesmo se fossem jovens afro-americanos.

    Enfim, sem dpúvida, foi um “Dia das Mães” inesquecível.

    Resgatando a História do Dia das Mães

    Em tempos antigos, gregos e romanos já celebravam a maternidade. Os cristãos celebravam as mães no quarto domingo da quaresma.

    Aqui nos EUA, em 1870, a poeta Julia Ward Howe, pacifista, feminista, defensora do voto para as mulheres, que foi militante pacifista na guerra civil americana, resolveu organizar as mães em defesa da paz, lançando a Proclamação do Dia das Mães para a Paz. Veja trecho abaixo:

    “Da voz de uma Terra devastada uma voz emerge com nossa própria.
    Ela diz: “desarmem-se! Desarmem-se! A espada do assassinato não é o equilíbrio da justiça.” Sangue não apaga desonra. Nem a violência indica posse.
    Assim como os homens freqüentemente deixaram de lado o arado e a bigorna ao chamado da guerra
    Que as mulheres agora deixem tudo que pode ter restado de um lar. Para um grande e sincero dia de aconselhamento.
    Que elas se encontrem primeiro como mulheres, para chorar e celebrar os mortos.
    Que elas solenemente se aconselhem umas com as outras como meio
    Para que uma grande família humana possa viver em paz…”

    (Veja a Proclamação, na íntegra, em inglês, aqui)

    Nada mais adequado para os tempos de guerra em que vivemos hoje. Por isso, as organizações pacisfistas e de mulheres estão resgatando essa proclamação e retomando a idéia do Dia das Mães como uma data para que as mães americanas se mobilizem pela paz.

    Como material de campanha, os grupos CODEPINK, No More Victims e Bravenew Foundation fizeram esse belíssimo vídeo (abaixo), com mensagens de paz por artistas como Felicity Huffman, Alfre Woodard e Vanessa Williams; além do ícone do movimento feminista Gloria Steinem e Fatma Saleh, militante do movimento muçulmano, entre outras.

    Vejam mais:

  • Forty Arrested Protesting War as Part of ‘Mother of a March’
  • Mothers For Peace Arrested on Capitol Hill
  • Vídeo da prisão d@s manifestantes (baixa resolução)
  • Mother’s Day for Peace
  • Volta à origem anti-guerra do Dia das Mães – post da Leila, que também escreveu sobre isso, no Dia das Mães.
  • Se gostar, compartilhe:

    .