Translate to English

 RSS

      Blogs Feministas
  • A Barata
  • A Cascuda
  • A Moça do Sonho
  • À quatre pas d'ici
  • Alecrim e Sufoco Atmosférico
  • Aleitamento Materno Solidário
  • Aquelah Deborah
  • Arlequina
  • Arranque Meus Olhos
  • As Agruras e As Delícias
  • Babi Lopes
  • Bad Movie Scene
  • Beauvoir au jour le jour
  • Bidê Brasil
  • Bittersweet
  • Blog Blue Jeans
  • Blog da Glória
  • Borboletas nos Olhos
  • Bruna Provazi
  • Café Velho
  • Camaleônica
  • Caminhar
  • Caroline Bernardo
  • Casa da Gabi
  • Casa da Mulher Oito de Março
  • Chá-tice
  • Clarice Maia
  • Clibing The Clouds
  • Coffee, clear heels and random thoughts
  • Como Assim?!
  • Consciência Feminista
  • Contrabandist@s de Peluche
  • Contracultura
  • Conversa de Psicólogo
  • Cynthia Semiramis
  • Da Cerejeira
  • Desautoria
  • Dialógico
  • Diversão sem Culpa
  • Educação à Distância
  • Em Construção
  • Escreva Lola Escreva
  • Escrito em Ametista
  • Espaço B.
  • Esse Tal Climatério
  • Estou Puta!
  • Explorando Escrevendo
  • Foi Feito Pra Isso
  • Garota Coca-Cola
  • Garrafa ao Mar
  • Groselha News
  • Histórias de Menina
  • Humor Pelas Palavras
  • Inquietudes Na Maresia
  • Krasis
  • Lado D.
  • Lia de Lua
  • Lucy, La Feminista
  • Mana Mani
  • Mandinga
  • Maria Frô
  • Mary W.
  • Matizes Femininas
  • Menina de Sardas
  • Meu Jardim de Interesses
  • Meus Alfarrábios
  • Mulher Alternativa
  • Mulher Pós-Moderna
  • Mulheres em Letras
  • Mulheres Públicas
  • Nails Freak
  • Nelumbo Nucífera
  • Nem Tão Óbvio Assim
  • Nós
  • O Mundo Enlouqueceu
  • O Poeta de Ramelin
  • O Prazer do Texto
  • Ou Barbárie
  • Paisagem Estirpada
  • Paisagem Estripada
  • Para Variar, Variando
  • Pensamentos Desconexos
  • Pimenta com Limão
  • Pin Ups
  • Polivalência
  • Ponto de Fuga
  • Quem Mandou Nascer Mulher?
  • Quem o Machismo Matou Hoje?
  • Reino da Almofada
  • Reload
  • Roupas no Varal
  • Saiwalô
  • Se o poeta pra viver
  • Sem Açúcar
  • SexoAchoLegal.com
  • Solidaliberdade
  • Tempestade e Paixão
  • Tereza Não Existe
  • Todas Nós
  • Tutto Petit
  • Urbanamente
  • Who The Hell is Cely?
    • META

    Blogueir@s com Dilma

    Esse blog teve
    visitantes, desde
    setembro de 2003.

    Pro mundinho fashion, mulheres assassinadas são “in”

    Denise | Campanhas Publicitárias,Moda,Violência | Friday, 27 August 2010


    “O acessório perfeito pode ser a diferença entre parecer ‘blah’ ou ‘de morrer’”, Michael Kors.


    “Morte por um stiletto (sapato)? não posso imaginar melhor forma para morrer”, Brian Atwood.

    Não é novidade. Já falamos disso, várias vezes, aqui, aqui, aquiaqui, aqui e aqui.

    É a glamourização da violência contra a mulher. Essas fotos são da revista Haaper’s Bazaar de setembro, que é a edição mais importante da moda, nos EUA.

    O ensaio mostra a “consultora de estilo” Rachel Zoe sendo morta por vários estilistas famosos.  ”De morrer pela moda”. Sim, entendi o contexto e  deve ter gente que acha muito “moderno”. Eu continuo achando que, dentro de um contexto maior, as imagens são de extremo mau gosto.

    Se gostar, compartilhe:

    Nunca é “só uma propaganda”

    Denise | Campanhas Publicitárias,Moda,Racismo | Wednesday, 10 March 2010

    Melissa (2005)

    Cristófoli (1997)

    Estas duas campanhas publicitárias estão na tese de doutorado da Iara Beleli (UNICAMP), Marcas da Diferença na Propaganda Brasileira, (que está online e eu recomendo). Lembrei da campanha da Balenciaga (abaixo) quando vi essas duas fotos.

    Mas, não basta colocar corpos negros e exóticos ao serviço das campanhas publicitárias de sapatos. O extremo mau gosto da indústria de moda de luxo bota imagens africanas pra madame pisar. Tudo lamentável.

    Carregando os Balenciaga da sinhazinha

    E não venham me dizer que é “somente uma propaganda”…

    Dica da Samantha, que viu a propaganda nesse blog.

    Se gostar, compartilhe:

    Moda tem que parar de sacrificar modelos

    Denise | Anorexia & Bulimia,Moda | Thursday, 21 January 2010

    ALCINO LEITE NETO (EDITOR DE MODA) e VIVIAN WHITEMAN (DA REPORTAGEM LOCAL) – Folha

    Chegou a um nível irresponsável e escandaloso a magreza das modelos nas semanas brasileiras de moda. As garotas, muitas delas recém-chegadas à adolescência, exibem verdadeiros gravetos como pernas e, no lugar dos braços, carregam espécies de varetas desconjuntadas. De tão desencarnadas e enfraquecidas, algumas chegam a se locomover com dificuldade quando têm que erguer na passarela os sapatos pesados de certas coleções.

    Usualmente consideradas arquétipos de beleza, essas modelos já estão se acercando de um estado físico limítrofe, em que a feiura mal se distingue da doença.

    Essa situação tem o conluio de todo o meio da moda, que faz vista grossa da situação, mesmo sabendo das crueldades que são impostas às meninas e das torturas que elas infligem a si mesmas para permanecerem desta maneira: um amontoado de ossos, com cabelos lisos e olhos azuis.

    Uma rede de hipocrisia se espalhou há anos na moda, girando viciosamente, sem parar: os agentes de modelos dizem que os estilistas preferem as moças mais magras, ao passo que os estilistas justificam que as agências só dispõem de meninas esqueléticas. Em uníssono, afirmam que eles estão apenas seguindo os parâmetros de beleza determinados pelo “mercado” internacional -indo todos se deitar, aliviados e sem culpa, com os dividendos debaixo do travesseiro.

    Alguns, mais sinceros, dizem que não querem “gordas”, com isso se referindo àquelas que vestem nº 36. Outros explicitam ainda mais claramente o que pensam dessas modelos: afirmam que elas não passam de “cabides de roupas”.

    Enquanto isso, as garotas emagrecem mais um pouco, mais ainda, submetidas também a uma pressão psicológica descomunal para manterem, em pleno desenvolvimento juvenil, as características de um cabide.

    Um emaranhado de ignorâncias, covardias e mentiras vai sendo, assim, tecido pelo meio da moda, inclusive pelos estilistas mais esclarecidos, que não pesam as consequências do drama (alheio) no momento em que exibem, narcisicamente, suas criações nas passarelas.

    Para uma semana de moda, que postula um lugar forte na sociedade brasileira, é um disparate e uma afronta que ela exiba a decrepitude física como modelo a milhões de adolescentes do país.

    Para a moda como um todo, que vive do sonho de embelezar a existência, a forma como os agentes e os estilistas lidam com essas moças é não apenas cruel, mas uma blasfêmia. Eles, de fato, não estão afirmando a grandeza da vida, mas propagando a fraqueza e a moléstia.

    O filósofo italiano Giorgio Agamben escreveu que as modelos são “as vítimas sacrificiais de um deus sem rosto”. É hora de interromper esse ritual sinistro. É hora de parar com essas mistificações da moda, que prega futuros ecológicos, convivências fraternais e fantasias de glamour, enquanto exibe nas passarelas verdadeiros flagelos humanos.

    Moda tem que parar de sacrificar modelos

    Leia Mais (dica de @cinthiarocha):

    • Três artigos, essa semana, s/ hipermagreza no SPFW:
      • http://bit.ly/6YBLDz
      • http://bit.ly/5L5Ltt
      • http://bit.ly/8Tiikt

    Foto: Desfile da Iódice no SPFW.

    ALCINO LEITE NETO
    EDITOR DE MODA
    VIVIAN WHITEMAN
    DA REPORTAGEM LOCAL

    Chegou a um nível irresponsável e escandaloso a magreza das modelos nas semanas brasileiras de moda. As garotas, muitas delas recém-chegadas à adolescência, exibem verdadeiros gravetos como pernas e, no lugar dos braços, carregam espécies de varetas desconjuntadas. De tão desencarnadas e enfraquecidas, algumas chegam a se locomover com dificuldade quando têm que erguer na passarela os sapatos pesados de certas coleções.
    Usualmente consideradas arquétipos de beleza, essas modelos já estão se acercando de um estado físico limítrofe, em que a feiura mal se distingue da doença.
    Essa situação tem o conluio de todo o meio da moda, que faz vista grossa da situação, mesmo sabendo das crueldades que são impostas às meninas e das torturas que elas infligem a si mesmas para permanecerem desta maneira: um amontoado de ossos, com cabelos lisos e olhos azuis.
    Uma rede de hipocrisia se espalhou há anos na moda, girando viciosamente, sem parar: os agentes de modelos dizem que os estilistas preferem as moças mais magras, ao passo que os estilistas justificam que as agências só dispõem de meninas esqueléticas. Em uníssono, afirmam que eles estão apenas seguindo os parâmetros de beleza determinados pelo “mercado” internacional -indo todos se deitar, aliviados e sem culpa, com os dividendos debaixo do travesseiro.
    Alguns, mais sinceros, dizem que não querem “gordas”, com isso se referindo àquelas que vestem nº 36. Outros explicitam ainda mais claramente o que pensam dessas modelos: afirmam que elas não passam de “cabides de roupas”.
    Enquanto isso, as garotas emagrecem mais um pouco, mais ainda, submetidas também a uma pressão psicológica descomunal para manterem, em pleno desenvolvimento juvenil, as características de um cabide.
    Um emaranhado de ignorâncias, covardias e mentiras vai sendo, assim, tecido pelo meio da moda, inclusive pelos estilistas mais esclarecidos, que não pesam as consequências do drama (alheio) no momento em que exibem, narcisicamente, suas criações nas passarelas.
    Para uma semana de moda, que postula um lugar forte na sociedade brasileira, é um disparate e uma afronta que ela exiba a decrepitude física como modelo a milhões de adolescentes do país.
    Para a moda como um todo, que vive do sonho de embelezar a existência, a forma como os agentes e os estilistas lidam com essas moças é não apenas cruel, mas uma blasfêmia. Eles, de fato, não estão afirmando a grandeza da vida, mas propagando a fraqueza e a moléstia.
    O filósofo italiano Giorgio Agamben escreveu que as modelos são “as vítimas sacrificiais de um deus sem rosto”. É hora de interromper esse ritual sinistro. É hora de parar com essas mistificações da moda, que prega futuros ecológicos, convivências fraternais e fantasias de glamour, enquanto exibe nas passarelas verdadeiros flagelos humanos.

    Se gostar, compartilhe:

    Minhas fotos de um “Fashion Show”, em Seul

    Denise | Coreia do Sul,Cultura,Moda | Friday, 25 September 2009

    Fashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in SeoulFashion in Seoul

    Ontem à noite, me senti a própria Nina Garcia, na primeira fila do desfile da moçada que estuda Moda na faculdade onde Ted trabalha. Não presto muita atenção ao que a indústria da moda dita, mas gosto de ver o pessoal usando a criatividade pra produzir roupas, por isso, sou viciada em Project Runway (vi todas as temporadas nos EUA, duas no Canadá, duas na Austrália e estou vendo a coreana). Make it work!

    seoulfashionshow_21Esse foi o desfile Outono-Inverno, muito bem organizado (como tudo aqui) e mostrou coleções de cerca de 20 estudantes. Claro que foi irregular, o pessoal é muito jovem, mas tinha umas coisas bem bonitas e eu AMHEY as roupas em tricô e crochê (principalmente esse “Poncho” da foto ao lado), as roupas eram bem coloridas e lembravam umas blusinhas que se vende no Mercado de São José (Recife).

    Qualquer dia escrevo sobre a moda coreana, que vivo observando nas ruas, TV, internet etc. O que posso dizer agora é que o pessoal aqui capricha pra sair de casa e não tem muita inibição pra usar roupas que, no Ocidente, poderiam parecer “exageradas” .

    Como cantava Gal, “Tudo é relativo aos bons costumes do lugar”.

    Se bem que, obviamente, os exageros das fotos são comuns nesses eventos, afinal é um “show” de moda e tem um componente lúdico (se bem que, a maioria das roupas eram bem “usáveis”.

    ps.: Estou precisando se uma benzedeira e um pé de arruda (que pode ser virtual =) com a enorme ajuda de @lukasdarien, meu tornozelo está quase bom. Mas aí, fiquei animada, malhei muito, levantando muito peso, junto com uso intenso de computador, agora tenho uma tendinite horrível e estou tomando antiinflamatório direto. O negócio é que eu esqueço da minha fibromialgia e exagero! Dói muito, quando eu digito (principalmente no “mouse” do laptop). Vou tentar ficar mais quietinha no fim de semana, pra ver se melhoro  =(

    Se gostar, compartilhe:

    Gloria Coelho e os negros na Fashion Week

    Denise | Moda,Racismo | Wednesday, 15 April 2009

    “Na Fashion Week já tem muito negro costurando, fazendo modelagem, muitos com mãos de ouro, fazendo coisas lindas, tem negros assistentes, vendedoras, por que têm de estar na passarela?” Gloria Coelho.

    Em compensação…

    Alexandre Herchcovitch não se opõe. “Pra mim, isso (cota) não é problema. Nunca excluí modelo por causa de cor”, diz. Ele não acha que a cota pode interferir na obra do estilista. “Quando se escolhe o modelo, a roupa já está criada. Isso é o mais importante”, diz.

    É óbvio, esse papo de “interferir na criação do artista” é uma das maiores cretinices que já ouvi.

    A indústria da moda só reconhece que é um negócio, quando lhe convém:

    O mercado é quem manda.”
    Eli Hadid, da agencia de modelos Mega.

    Eu nem sei se cotas para modelos negros nos desfiles ajudariam, só sei que gente como a Gloria Coelho me dá nojo e ânsias de vômito.

    Veja materia da Folha, na íntegra, abaixo:

    Promotora quer cota para negros em desfiles
    Paulo Sampaio (Reportagem local)

    Percentual não foi definido, mas Ministério Público ameaça abrir ação contra a São Paulo Fashion Week em caso de boicote

    Desde o ano passado, a Promotoria abriu um inquérito para apurar a prática de racismo em evento de moda na cidade

    As semanas de moda de Paris, Milão e Nova York não perdem por esperar a tendência que a São Paulo Fashion Week está para lançar. De acordo com uma proposta do Ministério Público, as grifes do evento poderão ser obrigadas a cumprir cotas raciais em seus desfiles -no estilo do que já fazem as universidades públicas. Desde o ano passado, a Promotoria abriu um inquérito para apurar a prática de racismo na SPFW.

    A ideia das cotas é da promotora Déborah Kelly Affonso, do grupo de atuação especial de inclusão do Ministério Público.

    “O percentual de modelos negros no evento [em torno de 3%] é bem menor que o de brancos. O objetivo da Promotoria é fazer um acordo de inclusão social. Estabelecer um número mínimo de modelos negros a desfilar”, afirma ela.

    No Brasil, 49,7 % da população é composta por negros e pardos, segundo o último censo do IBGE (de 2007).

    Apesar da perspectiva de estar na vanguarda mundial da moda, nem todos os estilistas brasileiros, agentes de modelos e produtores parecem felizes com a exigência de usar um percentual -ainda não estabelecido- de modelos negros.

    “Acusar a Fashion Week de racismo é um absurdo. O mercado é quem manda. Você acha que alguém seria idiota de dispensar uma negra que fatura milhões?”, pergunta o empresário Eli Hadid, da agência Mega, que diz ter cerca de 13% de negros em seu casting.

    A estilista Glória Coelho é da opinião que “a cota pode interferir na obra do estilista”. “Nosso trabalho é arte, algo que tem de dar emoção para o nosso grupo, para as pessoas que se identificam com a gente”, diz.

    Para Glória, “na Fashion Week já tem muito negro costurando, fazendo modelagem, muitos com mãos de ouro, fazendo coisas lindas, tem negros assistentes, vendedoras, por que têm de estar na passarela?” (Continue lendo aqui)

    Se gostar, compartilhe:

    Resposta da Gloria Coelho, deixada aqui no blog

    Denise | Discriminção,Moda | Wednesday, 15 April 2009

    Gloria Coelho
    marketing@gloriacoelho.com.br

    Caros,

    Venho aqui esclarecer a matéria publicada no último domingo, 14 de abril de 2009, no caderno Cotidiano, do jornal Folha de São Paulo, sobre as cotas de negros na São Paulo Fashion Week.

    Fui procurada pela Folha, através do jornalista Paulo Sampaio, via celular, para expressar minha opinião sobre as cotas do desfile.

    Acho que a própria cota é preconceituosa. É um assunto que deve ser discutido com muita inteligência. Por que não fazer cota de japoneses, de árabes, judeus etc?

    O que disse ao jornalista é que não tenho problema nenhum em relação a negros e não teria problema nenhum em realizar um desfile só com negros. Já tive e tenho negras no meu casting, disse que colocaria sim mais negras, desde que as agências enviassem meninas que se adequassem ao perfil do desfile (cada desfile tem um tema).

    Quanto a preconceito, não posso ter preconceito com negros, mesmo porque tenho avô negro.

    Não acredito em cota, acredito em mérito. Se você é inteligente, você entra em uma faculdade. Se você é especial, você desfila, independente da cor.
    Peço desculpas se meu comentário foi mal interpretado e estou a disposição para maiores esclarecimentos.

    Obrigada,
    Gloria Coelho

    _________________________________

    Pelo menos, a equipe dela se dignou a tentar consertar a bobagem que ela fez. Não sei vocês, mas pra mim, a emenda foi pior que o soneto.

    Se gostar, compartilhe:

    Coisas da Coréia

    Denise | Coreia do Sul,Moda | Tuesday, 30 December 2008

    Vivendo em Seul, sinto que estou me encaminhando pra uma intoxicação de fofura, de cuteness. Mas não, garanto que não me renderei a esses chapeuzinhos, que deveriam ser proibidos para maiores de quatro anos de idade… (naaaaah… que nada, usa quem quer e eu acho uma gracinha as adolescentes daqui, com um ursinho na cabeça. Just be happy.)

    Tava vendo esse post no feetmanseoul e, pelo jeito, essa moda pegou por aqui, no inverno passado, quando a Paris Baguette (famosa padaria-confeitaria), distribuiu esses chapeuzinhos ai abaixo, no natal. Aí, lembrei de perguntar se vocês já viram disso em algum outro país – ou é mesmo exclusividade “nossa”?

    Se bem que, pra dizer a verdade, são mais as crianças, mesmo, que usam esses bichinhos, que são danados de quentinhos e confortáveis!   :-)

    “Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso…”

    Fotos: Popseoul e Feetmanseoul.

    Se gostar, compartilhe:

    Corean@s no Coex

    Denise | Coreia do Sul,Moda | Sunday, 14 December 2008

    Vocês já devem ter percebido que esse blog anda bem visual. É que ando sem tempo e sem muita disposição pra escrever, então, vou deixando as imagens falando por mim.  Hoje queríamos sair, mas não para um lugar aberto (por causa da “poeira amarela, sobre a qual eu escrevo depois), então decidimos ir ao COEX, uma espécie de shopping center enorme, comprar uns livros (ma-ra-vi-lho-sos) e almoçar.

    Aí lembrei desse post, que adorei fazer com fotos das mulheres que passavam num shopping center de Mbabane (Suazilândia). Sentamos num banquinho e fotografei os coreanos que, como vocês podem ver, ADORAM uma produção – e uma sainha curta mesmo com a temperatura em torno de zero graus.

    Comentários:

    • Corean@s adoram ser vestir muito bem e se produzem antes de sair de casa, mais do que em qualquer outro país que já visitei (nunca fui ao Japão!). Nem sempre o conceito deles de ”vestir bem” é compartilhado pelos ocidentais, mas… who cares? a  gente é que está no país deles – pagando impostos ou não - somos nós os convidados da festa.
    • Apesar do Coex não ser um shopping center de luxo, é verdade que nem toda coreana se veste assim, em todo lugar (e, claro, eu escolhi as melhores fotos). Principalmente, é mais raro ver a coreana do povão, meia idade ou mais velha (ou, “em idade para casar”, como dizem aqui), chamada de ajumma (não gosto do tom pejorativo da palavra), tão “bem vestida”… mas não é assim em qualquer lugar do mundo?
    • Às vezes, tem algumas com um gosto bem duvidoso (pra gente, claro), se vestir bem custa caro, mas ao contrário do que a gente lê em muitos blogs de estrangeiros, aqui tem, sim, muitas mulheres muito bem vestidas, como dá pra ver nessas fotos
    • Esses sapatos de salto altíssimo são lindos!
    • Adoro a ousadia delas, principalmente quando saem pra balada.
    • Só não vou dizer que “as coreanas são lindas”, porque eu acho que isso é uma bobagem, tem mulheres lindas em todo lugar, no Brasil, na Suécia, nos EUA e aqui também tem mulheres belíssimas.
    • Engraçado ver que, em poucos meses vivendo aqui, já não acho que “são todas iguais”, de jeito nenhum. 
    • Acho que a maioria das coreanas têm pernas muito bonitas e bem torneadas e adoram mostrá-las (as jovens, claro). Mas mostrar o colo e os braços é tabu.
    • Li em algum lugar que uma das diferenças entre os coreanos, chineses e japoneses, é que tem mais coreanos altos. Realmente, não são todas, mas não é raro ver coreanas bem maiores que a média asiática.
    • Olhem essa quinta foto… é comum aqui ver os rapazes carregando as bolsas das namoradas. ADORO isso.
    • De qualquer forma, eles usam umas bolsas tão femininas, que eu e Ted ficamos tentando adivinhar se eram deles mesmo ou das companheiras.
    • Sim, coreanos são ultra metrossexuais, tendem para um tipo mais feminino, adoram sair “vestidos para matar”, usam mil cremes e têm um tipo físico bem diferente do padrão de “preferência brasileira” de homem “com cara de homem”, com barba que arranha, como a gente diz, mas já estou começando a achar muitos deles bem bonitos (e, ando me perguntando qual o fundo sociológico dessa nossa preferência por homens com cara de “grosso”). 
    • Tem coreanos que usam ternos metálicos, qualquer dia fotografo um pra vocês verem. incrível.
    • Mas, tem uns meninos altos e bem sarados, o que, junto com as feições delicadas, dá uma bela mistura..
    • E a nova geração de pais – como em outros países – é bem mais participativa, a gente vê muitos pais canguruzando seus filhos, babando de orgulho. Esses dois pais adoraram posar pras fotos mostrando suas crias.

    • Aliás, já perceberam como os bebês são enormes? são lindos, fofos, riem das minhas gracinhas, dá vontade de morder as bochechas e levar pra casa… mas a obesidade vai ser um problema por aqui, no futuro (na verdade, já começou a ser, apesar de ainda estar longe do quadro americano e brasileiro).

    Vejam também:

    O ótimo blog FeetManSeoul mostra não só a moda “oficial” coreana, com seus desfiles e estilistas, mas também tem muitas fotos da moda nas ruas, que são bem interessantes de ver, como essas daqui e daqui.

    “있잖아..다리가 아름다운건 아니야…단지 그걸 어떻게 해야 하는지를 아는거야.”
    “Darling, the legs aren’t so beautiful, I just know what to do with them.”
    Marlene Dietrich (1901–1992).  Via FeetManSeoul

    Se gostar, compartilhe:

    Tim Gunn, do Project Runway… “make it work!”

    Denise | Moda,Televisao | Friday, 14 November 2008

    (Vim almoçar com Bia, na faculdade onde ela estuda, e vi um cartaz anunciando um encontro com Tim Gunn, que eu a-do-ro. Apesar do show estar sold out – há quase um mês – a chefe de Bia (que também trabalha por aqui) conseguiu um ingresso pra mim e aqui estou eu, sentada no chão, na fila…  carry on…)

    Tem algum(a) fã do Tim, por aí?

    Amhey!!!!!!!!

    Fazia anos que não ia a um evento em uma faculdade. Adoro a excitação da garotada, me dou muito bem com jovens, gosto daquela energia toda, sem muitas “travas”. Lembro da sensação – aos 20 anos – de que o mundo estava ali, à minha frente, e eu poderia fazer ou ser o que bem quisesse.

    Enfim, como tinha tempo, sentei logo no comecinho da fila, que se tornou quilométrica atrás de mim. À minha frente, uma garota dava retoques num boneco de pano de Tim, que ela pretendia dar a ele (e acabou virando o “mini-me”, nas mãos do star).

    Já comentei, várias vezes, aqui, que eu adoro o Project Runway. Desde o primeiro, nunca perdi nenhum episódio. Mas nada no programa é melhor que Tim Gunn, que é uma espécie de mentor dos participantes, uma figura de uma finesse (como disse a Lucia Malla) de dar inveja.

    Lá em Pernambuco se diz de um arrogante que “come galeto e arrota peru”, não sei se é um ditado nacional, mas eu acho muito engraçado e sábio. Tim Gunn é um pop star, mas que não demonstra nem um pinguinho de arrogância e se comporta com uma gentileza chiquérrima.

    Ao ser anunciado e entrar na sala, o público (98% de mulheres) foi ao delírio, morri de rir com os gritinhos das moças…

    Se gostar, compartilhe:

    Impressões do Brasil III – De olho nos preços
    e meu vestidinho lindo e barato

    Denise | Me myself and I,Moda | Monday, 27 October 2008

    Eu não compro coisa cara. Ponto. Nem é que eu seja “pirangueira” (avarenta, no dialeto pernambucano, que eu adoro), eu até confesso que gosto de comprar umas coisinhas, mas eu (1) detesto fazer papel de consumidora otária, (2) não tenho dinheiro sobrando e (3) mesmo que fosse rica, eu tenho prazer mesmo é em descobrir uma boa pechincha.

    Os preços, no Brasil não estão dentro de nenhuma normalidade. Eu sei que sempre existiram as lojas mais caras e essas das fotos no post anterior, obviamente, são mais caras que o geral, mas gente, fora a Maria Bonita, todas as outras são marcas desconhecidas. São lojas carésimas que nem existiam há pouco tempo (que eu saiba).

    Mas, mesmo as lojas mais caras, “de marca”, como se diz, há alguns anos, tinham preços que eram possíveis para alguns pobres mortais, como nós. Eu nunca dei a mínima pra etiqueta na roupa, mas por serem coisas muito especiais, cheguei a comprar, por exemplo, uma calça Triton (que é bem boca-de-sino, eu adoro e até coube em mim novamente  :-) ), não lembro o preço, mas se eu comprei não era nada nem parecido com os preços de hoje.

    Bia usou muita roupa da Colcci, ela tinha sapatos, muitas camisetinhas e vestidos. Apenas há uns dois ou três anos, minha mãe deu um vestidinho pra ela super bonitinho (que está à venda no brechó) e que custou cerca de R$ 150,00, caríssimo, na minha opinião mas, hoje em dia, esse é o preço das camisetinhas mais baratas e a loja tem shortinho minúsculo, de jeans, que custa quase o dobro.

    Eu lembro de garota que trabalhava no Grupo origem e comprou um vestido de formatura numa loja que se chama Flor de Maracujá. O preço era caro, mas totalmente viável (inclusive pra funcionária de uma ONG minúscula!), hoje, os vestidos de festa custam sempre mais de mil reais, muitos custam dois mil, três mil… tenho certeza absoluta que ela não comprou nada numa faixa de preço equivalente a isso.

    Pra terminar, as lojas populares (onde eu realmente perco meu tempo garimpando coisinhas baratas), estão com preços igualmente proibitivos.

    Minha mãe me deu um vestidinho lindo, longo, preto, tomara-que-caia, que eu escolhi na Riachuelo. Custou R$ 89,00. Isso são uns US$ 45.00. Gente pra uma loja como essa, é MUITO caro. Aí, eu fui na C&A e fiquei boba com os preços. Vestidinhos por R$ 105,00… R$ 79,00… eu lembro muito bem que um vestidinho custava, no máximo, uns US$ 20,00 por lá. E isso quando o dolar era mais ou menos o valor de hoje. R$ 40,00, R$ 45,00 era o preço que eu imaginava um vestido por aqui.

    Finalmente, consegui comprar três vestidinhos lindos de jersey (adoto o tecido, é confortável, e estou louca por estampas e nos EUA e Coréia não tem nada igual a esses daqui). Um deles é o das fotos aí acima, que eu comprei numa loja que sempre foi super barata, Coliseum (dos mesmos donos da Cenarium). Eles custaram uma média de R$ 45,00, cada. Preço razoável, mas o detalhe é que… estavam com 50% de desconto. Portanto, numa loja popular, um vestidinho de malha custava US$ 50.00!

    Sei não, eu estou mesmo perplexa com esses preços. A gente sempre soube que muitos brasileiros adoram ostentar marca, na verdade, adoram se diferenciar dos outros, através de roupas de griffe, mas fico besta em ver a que ponto essa paranóia por status pode chegar.

    Antes de mudar de Washington, eu comprei na loja Ann Taylor Loft uma blusinha idêntica a essa – que vi aqui por R$ 599.00, numa loja “de marca” desconhecida. A minha blusa é mais bonita, tem um acabamento impecável, é feita numa seda lindíssima, super delicada (vou fotografar em breve). Não lembro quanto paguei, mas sei que foi em promoção. Mas, mesmo se não fosse, o preço normal dela seria US$ 44.00. Não tem absolutamente nenhum motivo pra esse pedaço de pano custar US$ 300.00, no Brasil.

    E nem adianta dizer que a blusinha da AnnTaylor é made in china, porque a maioria daqui também é e quando não é, a produção é feita por pessoas que tem um salário e condições de trabalho bem parecidos com os amigos orientais. O excedente no custo não é imposto de importação, transporte, é ganância muita mesmo.

    Repito, há alguns anos, não existiam, nos shopping centers da vida, blusinhas que custavam US$ 300.00, isso era coisa que a gente ouvia falar na nojentinha Daslu.

    Enfim, como as meninas disseram, se tá na loja, tem quem compre. Uma pena, é uma distorção no país que está melhorando em tantas outras áreas mas, Infelizmente, essa é uma característica do mercado brasileiro, basta rolar um pouquinho mais de dinheiro e os predadores avançam com tudo, capitalismo selvagem é aqui.

    Desabafem também, amig@s…

    Se gostar, compartilhe:

    Seoul Fashion Week começou ontem

    Denise | Coreia do Sul,Moda | Sunday, 26 October 2008

    Coloridinhos, esses…

    Adorei o vestido, podia ser brasileiríssimo. Estou apaixonada por vestidões estampados, pena que quando voltar vai ser outono, inverno… vou demorar a usar os vestidinhos que comprei por aqui.

    “I’m bad, I’m bad”… hehehe…

    Leia mais no Korea Times

    Fotos Feet Man Seoul

    _____________________________

    Ted num Fashion Show na Coréia

    Alguns dias antes da minha vinda pra cá, Ted me chamou pra ir com ele a um desfile de modas que o Departamento de Artes e Design da universidade onde ele trabalha estava organizando. Infelizmente, estava super ocupada e não tive tempo pra ir.

    Ele disse que foi um espetáculo coreano, com toda pompa, coreografia, gelo seco e até direito a seio desnudo. Como sempre, ele achopu as roupinhas meio esquisitas, mas era tudo super profissional.

    Ao chegar, ele recebeu luvas brancas e uma orquídea para colocar no bolso do paletó. Coisas da Coréia (saudades…)

    Se gostar, compartilhe:

    Madrid Fashion Week – Spring 2009

    Denise | Comportamento,Moda | Wednesday, 24 September 2008

    Que coisa mais terna…

    Via NYP

    Se gostar, compartilhe:

    Pagar tanto, pra quê?

    Denise | Moda | Tuesday, 24 June 2008

    Como estou completamente sem tempo pra escrever mais e estamos numa fase tão “fashion”, vou mostrar umas fotos que eu fiz, quando estava indo pra minha academia de ginástica.

    Essa roupa aí acima, que deve custar uma fortuna (não entrei pra perguntar o preço em nenhuma loja), eu achei a coisa mais feia. O vestido é um saco, até parece melhor na foto, ao vivo,  o drapeado menos do que parece, é muito feio. Eu entendo que quem tem dinheiro demais, gaste em belos vestidos, mas esse daí… nem na C&A.

    Esse eu até achei bonito, parece super bem feito, bem estruturado, apesar de ser meio conservador demais, mas pelo menos vale o dinheirão. A boilsa é OK, mas nada demais.

    Adorei essa bolsa, a cor e o modelo. Linda. Foi a única que gostei em toda a rua.

    Essa é uma piada. esses dois modelitos poderiam estar muito bem na vitrine da Marisa, baratinho e aposto que nem ia vender bem. Mas, estava numa loja Barney’s, para jovens, caríssima.

    Francamente, essa rodela de ouro, a gente encontra bem parecida lá na Rua do Rangel.

    Sobre essa bolsa, nem vou falar, cansei de ver igualzinha no centro do Recife.

    E a idéia de que se paga pela “qualidade” também não me convence. Acho que paga-se mesmo é pelo custo de promoção das peças, pelo “status” que se tem por usar uma marca identificada com ricaços.

    tsc, tsc, tsc… ainda prefiro meu jeito pobre de ser!

    E o blog volta ao normal, assim que der conta da minha montanha de trabalho…

    ______________________

    Vale tudo

    Toda vez que eu escrevo um post assim, rapidinho, só pro dia não passar em branco, porque estou super ocupada, ele acaba rendendo mais, porque simplifico muito e surgem várias dúvidas. Então, cá estou eu pra explicar melhor.

    Já cansei de dizer que, em termos pessoais, individuais, pra mim, vale-tudo, inclusive dançar homem com homem e mulher com mulher. Não estou aqui fazendo patrulha de ninguém, nem tenho nada contra quem quer usar seu dinheiro comprando essas coisas carésimas e maravilhosas ou carésimas e banais.

    Quem trabalha, junta seu dinheiro, deve fazer o que bem entender com ele. Nunca fui do tipo de amiga que sai com outra e fica dizendo: “Mas você vai comprar isso???”. pelo contrário, se lhe faz feliz, vá fundo.

    Por coincidência, quando comecei a escrever essa “atualização”, recebi o comentário da minha queridíssima amiga Carla, falando da sua bolsa LV hehehehe… eu estava, exatamente, escrevendo sobre ela.

    Carla é uma das pessoas que mais gosto nesse mundo, amiga querida, que conheço desde que tínhamos 11 e 12 anos e ela me detonava jogando “queimado” na praia (eu era molenga).

    Mantemos bastante contato hoje em dia, por email, aqui no blog e de vez em quando por telefone. É bom saber que alguém gosta de você do mesmo jeito depois de mais de 30 anos.

    Pois, essa fofa deu 800 dólares numa bolsa LV, há anos atrás. E, de vez em quando, ela me encomenda umas maquilagens carésimas e eu morro de rir dela comprar um estojinho de sombra especial, por quase 70 dólares. Eu NUNCA daria tanto dinheiro numa coisa dessas (esse é meu esírito de pobre).

    Mas, não faço nenhum julgamento em relação a minha amiga, só morremos de rir e eu digo que ela é “doida”. Ela é quase meu oposto, sempre foi mais conservadora e assume isso na boa, adora uma marca… e eu adoro ela, do jeitinho que ela é.

    Portanto, gente, não leve as coisas tão a ferro e fogo. Só tô falando bobagem, pensando alto, pra isso é que serve blog, não estou falando de VOCÊ, mas de umas tendências que eu acho meio malucas. Realmente continuo sem entender porque alguém dá tanto dinheiro numa coisa tão feia como a LV, mas isso sou eu, não significa que estou “certa”, repito, tô só jogando conversa fora.

    Além do mais, eu reconheço que a qualidade dessas bolsas luxuosas é mesmo melhor que as vendidas na China, elas duram muito mais (apesar de serem produzidas também por trabalhadores escravos, não vamos esquecer). Ainda assim, acho que uma boa bolsa da Ann Taylor ou da Guess (aqui nos EUA, não sei mais quais são as boas marcas no Brasil), fazem o mesmo efeito, pra mim. (que não compro nem essas hehehe)

    Quanto à Louis Vuitton, aí, tenho questões ideológicas, acho que essa marca é predadora, acabou com várias pequenas e tradicionais marcas de luxo (que também não me interessariam, diga-se de passagem). Representa o que existe de pior no mundo da moda, pra mim. acho a cara da Paris Hilton, acho brega, mas não tenho NADA contra quem usa, cada tem seus motivos e usam seu dinheiro como acham melhor. Vale tudo.  Até usar LV.

    Ah e tem mais, não fiz nenhum voto de pobreza, não. Gosto de algumas coisas bem bonitas, especiais, originais, de boa qualidade e até luxuosas, a questão é que nem sempre (ou quase nunca) luxo é sinônimo de disperdício. Já comprei coisas sofisticadíssimas em brechós e antiquários, por um centésimo do que custaria numa Neiman Marcus da vida. Meu jeito pobre de ser é que é um luxo  :-)

    PS.:

    • a bolsa LV preta com colorido lá em cima custa R$ 3.353,00,
    • a outra, essa bolsa Frankenstein medonha parece ser a mais cara do mundo, custa R$ 74.194,87;
    • mas essa pochete horrorosa custa “somente” R$ 1.1122,00.

    Tá bom? tem “qualidade” que realmente valha esse preço?

    Se gostar, compartilhe:

    Glória Kalil e as tendências para a primavera e o verão

    Denise | Moda,Televisao,Vídeo | Monday, 23 June 2008

    Adoro vestidos. Principalmente curtíssimo ou compridão, cheios de pano, coloridíssimos, estampados e também cintura alta.

    Babados, gente? acho bonito, mas tão difícil de usar. E macacão está voltando?

    Os maiôs com ágata, cheios de recorte são lindos.

    AMO pantalonas e calças boca de sino… eu queeeeeeeeeeeero!!!!!!!

    Sandálias Gladiador

    E as sandálias gladiador? vocês concordam com a Leiloca que quem inventou essa moda deveria ser fuzilad@?

    Deixa eu dar minha opinião. Quando vi a primeira vez, achei horrível e ainda acho a da Sarah Jessica Parker (foto), e a da Nicole Ritchie muito feias (parece que quanto mais cara, pior). Mas acho que as que parecem com a da Michelle Williams, são bonitinhas, principalmente para quem tem pernas grossas, as pernas mais finas me dão a impressão de que a sandália fica meio “sambando” no pé.

    Mas acho que entendo o que a Leila quis dizer. No Brasil, quando uma coisa é moda, tem tanto que enjoa. Aqui, nos EUA, essas sandálias são super moda, mas pelo menos aqui em Washington, DC, a gente não vê todo mundo usando, nem ela nem coisa nenhuma. Quando fui ao Brasil, ultima vez, por exemplo, fiquei impressionada com tanta batinha. Aqui tinha e eu comprei umas, mas nas ruas, nos museus, nos parques, não estava todo mundo igual.

    Uma curiosidade, aí no Brasil, o povo tá usando as botas gladiador?

    Esqueci de dizer uma coisa, eu jamais usaria essa sandália, porque sou calorenta e gosto de ter o mínimo de roupas ou sapato encostando em mim, e meus pés estão ultra sensíveis, precisava ser uma pelica muito confortável pra eu suportar tantas tiras. Duvido que exista.

    Se gostar, compartilhe:

    São Paulo Fashion Week

    Denise | Anorexia & Bulimia,Corpo & Saúde,Moda | Thursday, 19 June 2008

    Chamada de capa do UOL, hoje de manhã:


    Chamada de capa do UOL, hoje de tarde:


    Modelos brasileiras estão gravemente desnutridas, revela estudo – Meninas reconhecem necessidade de dieta balanceada, mas preferem passar fome. Elas têm deficiência de músculos, proteínas, vitaminas, ferro e cálcio. (Continue lendo aqui)

    Não é uma incrível falta de consistência na linha editorial dessa empresa?
    Além de muita hipocrisia, é claro.


    E mais…

    Se gostar, compartilhe:

    .