Translate to English

 RSS

      Blogs Feministas
  • A Barata
  • A Cascuda
  • A Moça do Sonho
  • À quatre pas d'ici
  • Alecrim e Sufoco Atmosférico
  • Aleitamento Materno Solidário
  • Aquelah Deborah
  • Arlequina
  • Arranque Meus Olhos
  • As Agruras e As Delícias
  • Babi Lopes
  • Bad Movie Scene
  • Beauvoir au jour le jour
  • Bidê Brasil
  • Bittersweet
  • Blog Blue Jeans
  • Blog da Glória
  • Borboletas nos Olhos
  • Bruna Provazi
  • Café Velho
  • Camaleônica
  • Caminhar
  • Caroline Bernardo
  • Casa da Gabi
  • Casa da Mulher Oito de Março
  • Chá-tice
  • Clarice Maia
  • Clibing The Clouds
  • Coffee, clear heels and random thoughts
  • Como Assim?!
  • Consciência Feminista
  • Contrabandist@s de Peluche
  • Contracultura
  • Conversa de Psicólogo
  • Cynthia Semiramis
  • Da Cerejeira
  • Desautoria
  • Dialógico
  • Diversão sem Culpa
  • Educação à Distância
  • Em Construção
  • Escreva Lola Escreva
  • Escrito em Ametista
  • Espaço B.
  • Esse Tal Climatério
  • Estou Puta!
  • Explorando Escrevendo
  • Foi Feito Pra Isso
  • Garota Coca-Cola
  • Garrafa ao Mar
  • Groselha News
  • Histórias de Menina
  • Humor Pelas Palavras
  • Inquietudes Na Maresia
  • Krasis
  • Lado D.
  • Lia de Lua
  • Lucy, La Feminista
  • Mana Mani
  • Mandinga
  • Maria Frô
  • Mary W.
  • Matizes Femininas
  • Menina de Sardas
  • Meu Jardim de Interesses
  • Meus Alfarrábios
  • Mulher Alternativa
  • Mulher Pós-Moderna
  • Mulheres em Letras
  • Mulheres Públicas
  • Nails Freak
  • Nelumbo Nucífera
  • Nem Tão Óbvio Assim
  • Nós
  • O Mundo Enlouqueceu
  • O Poeta de Ramelin
  • O Prazer do Texto
  • Ou Barbárie
  • Paisagem Estirpada
  • Paisagem Estripada
  • Para Variar, Variando
  • Pensamentos Desconexos
  • Pimenta com Limão
  • Pin Ups
  • Polivalência
  • Ponto de Fuga
  • Quem Mandou Nascer Mulher?
  • Quem o Machismo Matou Hoje?
  • Reino da Almofada
  • Reload
  • Roupas no Varal
  • Saiwalô
  • Se o poeta pra viver
  • Sem Açúcar
  • SexoAchoLegal.com
  • Solidaliberdade
  • Tempestade e Paixão
  • Tereza Não Existe
  • Todas Nós
  • Tutto Petit
  • Urbanamente
  • Who The Hell is Cely?
    • META

    Blogueir@s com Dilma

    Esse blog teve
    visitantes, desde
    setembro de 2003.

    Assim se passaram 8 anos…

    Denise | Celebrando,Ted & eu | Monday, 22 March 2010

    Hoje, eu tive uma surpresa super fofa.

    Ted chegou do trabalho com uma cesta de presente pra mim. Como eu estou meio que de dieta (e pedi a ele pra me ajudar nessa), ao invés de doces e chocolates,  ela estava cheia de coisinhas saudáveis como brócolis, cogumelos, vários tipos de queijos, castanhas e blueberries congelados.

    Eu não tinha nem idéia do motivo do presente até que ele disse: “não tem véspera de natal? a gente vai comemorar a véspera de…”  ooops… aniversário de casamento!!! lembrei!!! “só que não é amanhã, Ted, mas HOJE!!” e eu tinha esquecido completamente!

    Morremos de rir do nosso completo  ”desligamento”  (ele só “lembrou” porque colocou a data – errada hehehe –  num daqueles sites que avisam a gente, por email).

    É que o casamento foi somente um detalhe, uma coisa pequenininha, em comparação com tudo que vivemos, com o que somos hoje. O casamento não é nada, o que interessa é que somos companions, soulmates, falamos bobagens, rimos muito, não fazemos cena, nunca tratamos o outro com rispidez ou grosseria, gostamos de fazer tudo juntos.

    Somos melosos, dengosos, chameguentos, beijoqueiros, totalmente cheesy. Às vezes, estou no quarto e ele na sala e ficamos mandando emoticons de coraçãozinho e beijinhos, um pro outro, pelo Skype. E ainda fico feliz ao vê-lo de longe, me esperando com toda paciência do mundo, no lugar combinado. Saber que ele está ali faz a vida mais suave e gostosa, como uma xícara de chocolate quente no inverno coreano. Quase dez anos depois, somos desavergonhadamente apaixonados.

    Acho que o segundo casamento é sempre mais fácil, aprendemos muito e se soubermos pôr em prática toda tolerância e lições adquiridas a duras penas, já começamos com uma vantagem. Também fui muito apaixonada pelo meu primeiro marido e fomos felizes, enquanto durou. Mas, agora sou uma mulher mais madura, mais calma e tranquila, isso ajuda muito.

    Seja como for, me sinto uma privilegiada por viver um amor assim,  por ter um companheiro que me faz sentir, todos os dias, admirada, respeitada, desejada e segura. Sem dúvidas, sem complicações, apenas com a certeza de que tudo que eu quero é estar sempre com ele.

    Sim, querid@s, casamento pode ser muito, muito bom.  =)

    Se gostar, compartilhe:

    A cirurgia foi otima e um alivio!

    Denise | Familia, Familia,Ted & eu | Tuesday, 16 June 2009

    Ha’ muitos anos, Ted tem dor nas costas. Aos 20 ele ja sofria e ia semanalmente ao quiroprata. Como eu ja’ disse num post anterior, em janeiro a gente comecou a malhar numa academia perto de casa e eu fiz a bobagem de mostrar a ele uma maquina de massagem (pensando em ajudar a diminuir suas dores).

    Ele usou a correia da maquina pre-historica massageando na vertical, do ombro para a cintura, e isso era tudo que ele NAO podia fazer. O movimento forcou os discos ja danificados e fragmentos migraram atingindo nervos e acentuando enormemente a hernia. Ele ficou uns dias morrendo de dor, tomou uma injecao na coluna e umas seis semanas depois que comecou essa crise, melhorou.

    Ha’ duas semanas, ele voltou a sentir as mesmas dores, so’ que com maior intensidade.  Na primeira consulta, nao quis fazer a ressonancia magnetica (achou que nao precisava) e o medico nao quis passar nenhum medicamento forte para dor, porque eles sao super cuidadosos (pelo menos aqui nesse hospital), com abuso de medicamentos controlados.

    O pobrezinho passou varios dias sofrendo muito, sem conseguir dormir, ate’ que na quinta-feira passada eu disse que ele nao poderia continuar assim e tinhamos que voltar ao hospital, ele fez uma ressonancia, mas disse que nao poderia se internar porque precisava terminar de preparar as provas finais da faculdade (que foram aplicadas por seu aluno assistente). Imagina, preparar provas morrendo de dor!

    Como combinado, anteontem, voltamos pro hospital. Ainda de manha, tivemos consulta com seu medico (que e’ professor de neurocirurgia na universidade e chefe do departamento no hospital e fala ingles muito bem). Ele nos mostrou a ressonancia magnetica e o resultado era assustador. A hernia estava visivelmente muito pior, e ele disse que seria preciso operar.

    Ted nao teve duvidas, pediu pra marcar a cirurgia o mais breve possivel. Foi internado imediatamente, durante todo o dia ele fez todos os muitos exames necessarios (nuam rapidez e eficiencia impressionantes) e, pra nossa surpresa, ontem antes do meio dia ja’ estava se operando.

    Eu sei que existem historias bem cabeludas de erro medico, aqui na Coreia, e’ dificil saber se sao, realmente, mais que no Brasil e EUA (onde tem, sim, casos de arrepiar), porque tudo que acontece com as comunidade estrangeira e’ amplificado pra gente, ja’ que nao somos tantos assim e a rede de informacoes via blog e foruns e’ movimentada.

    O fato e’ que Ted nao teve nenhuma duvida nem desconfianca em relacao a competencia da equipe que faria a cirurgia. Acho que eu ainda fiquei um pouco mais preocupada que ele, mais pela questao de infeccao hospitalar, depois do que vi em minhas experiencias por aqui. Se a gente pensar bem, deve ter muito estrangeiro que acha que nao e’ seguro se operar no Brasil. E’  tudo muito relativo.

    Enfim, Ted nem pensou duas vezes e confiou na equipe e nao se arrependeu. Quando vi que Ted ia mesmo se operar, na consulta, eu disse ao medico: “estamos confiando muito no senhor, estamos totalmente tranquilos”. Acho que isso foi muito bom para estabelecer uma relacao de confianca com ele.

    Quanto as questoes praticas, atendimento no hospital, o quarto, custos, e outros detalhes, depois escrevo mais e faco umas fotografias do hospital (estou sem a memoria da camera). Agora, estou voltando pra casa pra arrumar e limpar tudo pra estar bem seguro quando ele voltar amanha.

    ________________________________

    Obrigada pelo carinho e pelas  good vibes!

    Se gostar, compartilhe:

    Rapidinha… muitas coisas acontecendo por aqui

    Denise | Ted & eu | Tuesday, 16 June 2009

    Eu e Bia fomos pra um show de musica e danca coreana lindo, a parada coreana foi maravilhosa e tenho fotos legais dos dois pra mostrar, mas…

    Ted se opera amanha, da coluna. A hernia de disco piorou muito, ele estava tendo dores terriveis, nao tinha outra opcao, vai abrir para fazer uma descompressao. So que pra complicar, peguei um resfriado fortissimo. Ja’ estava no hospital de mala e cuia pra dormir com ele e o resfriado foi piorando… decidimos que era melhor voltar pra casa, porque tudo que ele nao precisa e’ de um resfriado agora.

    Ele se opera amanha, terca-feira, ao meio dia (meia noite de hoje ai), mas o pior e’ que eu nao vou poder ajudar em nada no hospital. Damn!

    Nao estou escrevendo mais porque o resfriado me derrubou (e o cabo do meu laptop quebrou, so’ tem o de Ted, que esta’ com ele no hospital).

    Torcam pra que de tudo certo com a cirurgia, Ted esta’ super tranquilo e confiante, mas sempre da’ um medinho.

    Se gostar, compartilhe:

    Seis anos – “Garantem os Orixás…”

    Denise | Celebrando,Ted & eu | Sunday, 22 March 2009

    Sábado passado saímos com amigos – fomos almoçar juntos, depois a um museu e depois ainda fomos ao cinema – um deles disse que temos muita sorte e que é raro ver um casal tão feliz e harmonioso como nós, depois de seis anos de casados (o casório foi no dia 22 de março de 2003, em Estocolmo).

    Uma coisa é certa, é muito, muiro raro a gente brigar e quando isso acontece, é uma discussão rápida, com todo respeito. Isso é fundamental. Se tem uma coisa que eu aconselharia a qualquer jovem casal, seria não aceitar, desde o primeiro dia, que o outro levante a voz (nem faça o mesmo, claro), até porque é aí que pode começar a violência dentro de casa.

    Acho que as pessoas pensam que o “normal” é brigar, que é inevitável, mas eu acho que dá pra discordar, ter suas posições definidas, tudo com todo respeito, sem brigas. Eu acho essa história de que brigar é bom pra depois fazer as pazes é uma enorme burrice. Bom mesmo é viver em paz.

    Logo que mudei pra Suécia, tivemos uma pequena discussão (por causa de um controle remoto) e Ted ficou mais irritado, falou mais grosseiramente, e minha reação foi imediata: “nunca mais fale comigo nesse tom, eu não admito e vou embora da próxima vez que isso acontecer”. Depois disso, ele nunca mais falou rispidamente comigo – nem eu com ele. Acho que esse é um dos nossos segredos, pra funcionar tão bem.

    Somos felizes porque mantemos sempre o respeito e admiração um pelo outro; não pegamos no pé por picuinhas; não nos irritamos com as coisas pequenas e chatinhas da vida; valorizamos cada momento juntos; namoramos muito; se alguma coisa incomoda, falamos logo, antes de virar um problemão.

    Também prestamos muita atenção nos desejos e preferências do outro, pra que as vontades de nenhum dos dois prevaleça (se bem que isso é difícil, porque Ted sempre quer fazer tudo do meu jeito).

    Enfim, acho que só depois dos 40 comecei a perceber que o negócio é sério, a vida é MESMO muito curta e eu detestaria a idéia de disperdiçá-la, vivendo sempre irritada ou magoada. Por isso, não poderia estar melhor do que está hoje.

    Happy anniversary, baby!

    ps.: Fiz o post sem nem dar uma revisada, mas é que estou de saída, às pressas, sem tempo nenhum pra escrever nada mais “elaborado”, mas não podia deixar o dia passar em branco.

    ps2.: Veja aqui a mesma música (linda) com Chico e Nara Leão.

    Se gostar, compartilhe:

    Uma curiosidade…

    Denise | Ted & eu | Wednesday, 08 October 2008

    É só meu marido ou os maridos, namorados e namoridos de vocês também têm total incapacidade de achar alguma coisa que está na cara deles? estou colocando etiquetinhas em todas as gavetas e prateleiras, porque não aguento mais Ted perguntando “where is…?”

    Se gostar, compartilhe:

    Pôr do Sol sem Photoshop

    o sol já vai caindo, e o seu olhar parece acompanhar a cor do mar…”

    Se gostar, compartilhe:

    No Nome e na Pele

    Denise | Bia,Familia, Familia,Ted & eu | Thursday, 08 May 2008

    bia_simon_tatoo.jpgSao quase tres da manha e nada de conseguir dormir. Acabei de ver essa foto de Bia (com Simon, o namorado) no Fotolog dela e sabe que fiquei emocionada? de uma forma bem piegas mesmo.

    Lembrei que ela tem essa tatuagem com meu nome num coracao, cheio de estrelas. `As vezes a gente vai vivendo e nem lembra dessas coisinhas tao significativas.

    Ted tem medo ate’ de injecao, imagina se faria tatuagem… mas ele tambem deu uma linda prova de amor, mudando o seu nome, pra incluir o meu, mesmo tendo que mudar todos seus documentos, e ate’ hoje tem problemas por causa disso. Ficou Theodore Herman Arcoverde Greiner. Nao e’ lindo? e eu pretendo incluir o Greiner tambem, mas nunca registrei nem o casamento (que foi na Suecia) no Brasil, preciso fazer isso…

    Minha familia nao encontra formas muito fofas de dizer o quanto gosta de mim? eu adoro os dois e, uma dia vou fazer uma tatuagem com os nomes de Bia e Ted, tambem :-)

    Se gostar, compartilhe:

    Cinco Anos – Você é meu caminho, meu vinho, meu vício

    Denise | Ted & eu | Saturday, 22 March 2008

    “Onde o que eu sou se afoga
    Meu fumo e minha ioga
    Você é minha droga
    Paixão e carnaval”

    O começo foi complicado. Eu tinha um trabalho que eu adorava, no Brasil, tinha um nome reconhecido, achava que meu trabalho fazia alguma diferença e não queria deixar isso tudo pra trás. E, principalmente, estava claro que eu jamais deixaria Bia e mudaria de país sozinha e ela não queria sair do Brasil, de jeito nenhum. Então, como ele não podia mudar pro Brasil, decidimos acabar tudo.

    Nos re-encontramos na Africa, em 2002 e não nos largamos mais. De lá já fui direto pra Estocolmo e “joguei um verde” pra Bia. Escrevi dizendo que estava decidida a mudar pra Suécia e se ela não fosse, eu ia sozinha (claro que era mentira… hehehehe…). Ela topou e, há exatos cinco anos, eu e Ted nos casamos num dos lugares mais lindos do mundo.

    Além do trabalho e da filha, tinha mais. Eu conheci Ted no trabalho, portanto, já sabia que tínhamos muito em comum e nos encontramos muitas vezes até o dia do casório, mas quem namora à distância (e hoje em dia, com globalização e internet, muita gente sabe o que é isso ) tem sempre aquele medo de não conhecer a pessoa suficientemente bem, afinal, não é um namoro muito tradicional.

    Encontrar sempre em situações especiais favorece um eterno clima de romantismo e sedução. Mas, será que no dia a a dia seria a mesma coisa?

    No meu caso, foi muito melhor do que eu poderia imaginar. Se soubesse que seria tão bom, mas tão bom como é viver com Ted, teria vindo antes!

    Happy Anniversary, again, sweetie!

    Querid@s, obrigada pelas mensagens carinhosas, estamos muito felizes, sim e desejamos tanta felicidade pra todo mundo! beijos! :-) ))))

    Se gostar, compartilhe:

    Para Viver um Grande Amor

    Denise | Literatura,MPB,Música,Ted & eu | Thursday, 22 March 2007

    beijoca_em_ted.jpg

    Hoje fazemos quatro anos de casados. Parece pouco, mas é que, até eu decidir sair do Brasil, levou alguns anos de encontros pelo mundo afora. Essa foto foi feita há uns seis anos atrás, quando tudo começou.

    Ontem eu perguntava a Ted se ele não tinha medo de estar tudo tão bem e cada vez melhor. Ele achou graça na minha formação católica-cristã aflorando na culpa de ser tão feliz. Como bom americano-prático-ex-protestante ele acha que é assim mesmo, e só vai melhorar.

    Não tenho nenhuma receita pra ser tão feliz, mas acho que ajuda o respeito e admiração pelo que o outro é; a paciência e tolerância pra não brigar por cada coisinhas chata que acontece na vida; nunca, jamais, de forma alguma um levantar a voz pro outro; ter bom humor e tentar achar graça nas piadinhas totalmente sem graça que eles contam; ter muita tesão e vontade de estar junto; cultivar a capacidade de ser feliz com o que se tem, agora, sem ficar sempre querendo mais.

    Como meu amor é vegetariano eu nunca fiz nenhuma galinha com uma rica e gostosa farofinha, mas já fizemos muita lentilha temperadinha com curry, um pro outro :-)

    Para Viver um Grande Amor

    Vinícius de Moraes

    Ouça aqui.

    Para viver um grande amor, preciso
    É muita concentração e muito siso
    Muita seriedade e pouco riso
    Para viver um grande amor

    Para viver um grande amor, mister
    É ser um homem de uma só mulher
    Pois ser de muitas – poxa! – é pra quem quer
    Nem tem nenhum valor

    Para viver um grande amor, primeiro
    É preciso sagrar-se cavalheiro
    E ser de sua dama por inteiro
    Seja lá como for

    Há que fazer do corpo uma morada
    Onde clausure-se a mulher amada
    E postar-se de fora com uma espada
    Para viver um grande amor

    Para viver um grande amor direito
    Não basta apenas ser um bom sujeito
    É preciso também ter muito peito
    Peito de remador

    É sempre necessário ter em vista
    Um crédito de rosas no florista
    Muito mais, muito mais que na modista!
    Para viver um grande amor

    Conta ponto saber fazer coisinhas
    Ovos mexidos, camarões, sopinhas
    Molhos, filés com fritas, comidinhas
    Para depois do amor

    E o que há de melhor que ir pra cozinha
    E preparar com amor uma galinha
    Com uma rica e gostosa farofinha
    Para o seu grande amor?

    Para viver um grande amor, é muito
    Muito importante viver sempre junto
    E até ser, se possível, um só defunto
    Pra não morrer de dor

    É preciso um cuidado permanente
    Não só com o corpo, mas também com a mente
    Pois qualquer “baixo” seu a amada sente
    E esfria um pouco o amor

    Há que ser bem cortês, sem cortesia
    Doce e conciliador, sem covardia
    Saber ganhar dinheiro, com poesia
    Não ser um ganhador

    Mas tudo isso não adianta nada
    Se nesta selva escura e desvairada
    Não se souber achar a grande amada
    Para viver um grande amor!

    ___________________________________________

    I Will

    Beatles

    Ouça aqui.

    Who knows how long I’ve loved you
    You know I love you still
    Will I wait a lonely lifetime
    If you want me to–I will.

    For if I ever saw you
    I didn’t catch your name
    But it never really mattered
    I will always feel the same.

    Love you forever and forever
    Love you with all my heart
    Love you whenever we’re together
    Love you when we’re apart.

    And when at last I find you
    Your song will fill the air
    Sing it loud so I can hear you
    Make it easy to be near you
    For the things you do endear you to me
    You know I will
    I will.

    Happy Anniversary, sweetie!

    Se gostar, compartilhe:

    O amor nos tempos do Skype

    Denise | Ted & eu | Thursday, 08 March 2007

    papo_skype.jpg

    (Ele já tinha saído pra reunião)

    Se gostar, compartilhe:

    Chat

    Denise | Ted & eu | Tuesday, 06 March 2007

    E já que esse blog tá muito meloso mesmo, vou botar um trecho da minha conversa – muito profunda – com Ted, agora há pouco, enquanto ele me lembrava de tomar todas as minhas vitaminas, que eu tinha esquecido (como são umas 25, eu detesto tomar, fico enrolando):

    chat_ted.jpg

    Se gostar, compartilhe:

    Love is in the Air…

    Denise | Celebrando,Ted & eu | Wednesday, 14 February 2007

    “Você sempre viu o melhor em mim, e não prestou atenção no que existe de pior, amou minha alma e fez de mim um homem feliz. Não poderia pedir nada melhor do que ser casado com você”

    Esse foi o cartão lindo, que Ted me deu de Dia dos Namorados e ainda escreveu mais num português quase perfeito: “E eu não poderia dizer isso melhor. Ti amo sempre. Seu Tedje”

    Desculpem o alto nível de açúcar desse blog, nesse Valentine’s Day (Dia dos Namorados, por aqui), mas não teve jeito :-) Eu adoro celebrações e, ao contrário de muita gente, acho que essas datas – apesar de toda carga comercial – podem ser significativas, se a gente quiser.

    Como eu já disse aqui, eu demorei pra me decidir a mudar de país e viver com Ted. Tinha medo de deixar a vida profissional, que construí no Brasil e ter de começar tudo de novo; não queria afastar Bia do pai dela e nem passava pela minha cabeça viver sem minha filha. Quem teve que viver essa decisão sabe como é difícil.

    Mas, além de tudo, eu tinha um medo que eu acho que todo mundo que vive um relacionamento à distância tem: de que era tudo bom demais pra ser verdade… como seria no dia a dia? o quanto Ted iria mudar?

    Quem namora à distância só tem o melhor dos mundos, quando a gente se encontra é sempre bom, não existe rotina. Ted sempre foi absolutamente maravilhoso (e acho que também sou maravilhosa pra ele, claro ;-) Nossa compatibilidade é quase total, rimos muito, nos divertimos, quase nunca brigamos, mas será que seria assim morando junto?

    Se eu soubesse que seria tão bom, tinha decidido antes. Viver com ele tem sido muito, muito melhor do que eu imaginava. Temos provado que se pode viver “em paz, brigas nunca mais”. E isso é o que me faz mais feliz. Não é que a gente não discorde, mas nas poucas vezes em que isso acontece, resolvemos com carinho, com atenção, sem grosseria. E se existe uma irritação, ela não dura mais que um dia.

    A vida é muito curta. Meu objetivo é aproveitar cada dia com tranquilidade, prazer, vivendo bem com quem está ao me redor . E é muito bonito ver a relação de Bia e Simon, o namorado, seguindo o mesmo caminho. Os dois quase não brigam, têm uma relação madura demais pra idade deles. Acho que nosso exemplo bem que ajuda.

    valentine2007.jpgEnfim, apesar do Valentine’s Day ter sido ontem, queria deixar uma mensagenzinha pra todos os apaixonados. A gente não precisa viver em pé de guerra, resolver as diferenças com carinho e respeito desde o primeiro dia de namoro, é o segredo pra uma relação tranquila.

    Aquela história de que é bom brigar pra depois fazer as pazes é um grande equívoco, na minha opinião, porque isso vai minando a relação. Chega um ponto em que ficam só as brigas e o tal tesão da reconciliação desaparece. Sem falar que é aí que começa a violência doméstica.

    Respeito, admiração, carinho, paciência e tesão… é uma boa mistura e eu desejo tudo isso pra vocês.

    Enfim, desculpem a pieguice (sempre se tem a opção de nem ler o post, lembrem disso!), mas é que estou me sentindo assim… mais apaixonada que nunca e cada vez mais :-)

    Em breve, o blog volta a “normal”…

    Veja “My Funny Valentine” com Matt Demon, pro ótimo “Talentoso Mr. Ripley”.

    PS.: As fotos estão totalmente fora de foco, não queria usar flash, mas dá pra ter uma idéia :-)

    Se gostar, compartilhe:

    Consta nos astros…

    Denise | Ted & eu | Friday, 11 August 2006

    niver2006_1.jpg

    niver2006_2.jpg

    Hoje, celebramos nossos aniversários, antecipadamente. O meu é dia 14 e o de Ted, dia 15 de agosto. Mas ele viaja amanhã, bem cedinho, pra Toronto e só volta no dia 18.

    Fomos jantar com Felix e Bia e, quase meia noite, Simon chegou aqui em casa com esse bolo de sorvete maravilhoso (bolo de sorvete de chocolate suiço e cookies’n cream, com pedacinhos de biscoito de chocolate na cobertura lateral! Imagina a quantidade de calorias…

    Ele é gerente de uma sorveteria bem tradicional daqui e foi ele mesmo quem fez esse bolo, depois do expediente, com nossa foto “impressa”. Que presente delicioso, hein?! Meu “genro” não é prendado, uma gracinha e super atencioso?
    :-)

    ________________________________________________________

    Comentários comentados

    Se gostar, compartilhe:

    saudade – saudade – saudade – saudade

    Denise | Cinema,Ted & eu | Wednesday, 14 June 2006

    Piscina do meu prédio

    Na piscina do meu prédio, agora há pouco. ‘Tava uma delícia, água quentinha, pôr do sol magnífico (fica no 18o andar, e lá embaixo, somente árvores, por todo lado). Me deu uma sensação de paz e tranquilidade. Mas também muita, muita saudade de Ted, o que deixou a paisagem mais melancólica. Tudo fica tão mais sem graça quando ele não está por perto…

    No começo é até interessante. É mais tempo só pra mim, posso agilizar meus “frilas” que estão sempre atrasados, faço arrumações detalhadas nos armários da casa, vou pra ginástica e yoga a qualquer hora.

    Tem a sessão-dondoca, de banhos de banheira longuíssimos, leio a hora que quero, vejo os filmes e programas que quero, sem precisar conciliar… enfim, penso só em mim.

    Mas, logo, logo, tudo isso enjoa e eu quero mais é o meu Ted comigo e o mais rápido possível, porque nossa vida é tão divertida, rimos tanto, somos tão felizes juntos! Hoje, estou particularmente saudosa… e ainda faltam 13 dias para ele voltar…

    Filmes de Hoje

    Então, pra pensar em outra coisa, peguei três filmes interessantíssimos, que pretendo ver ainda hoje, todos documentários:

    The Celluloid Closet (O Armário de Celulóide)

    celluloidcloset.jpg

    Esse filme, de 1995, analisa a imagem como os gays e lésbicas têm sido mostrados no cinema hollywoodiano, começando em 1895, com um filme de Thomas Edison que mostra dois homens dançando juntos. Entre os filmes comentados estão Spartacus, Festim Diabólico e Thelma & Louise. Tem depoimentos e entrevistas com Gore Vidal, Tom Hanks, Whoopi Goldberg, Susan Sarandon, entre outros. Vou ver agorinha, estou morta de curiosidade! depois conto o que achei!

    Hearts and Minds (Corações e Mentes)

    coracoesementes.jpg

    Vi esse filme, a primeira vez, há mais de 20 anos no cinema de arte do AIP, no 13o andar, em Recife. Inesquecível. Um comovente relato da guerra do Vietnam, chorei até desidratar. Estava louca para revê-lo, mais madura e entendendo melhor o que foi aquela guerra horrível (como são todas as guerras!).

    Regret to Inform (Lamento Informar)

    regrettoinform.jpg

    Nesse filme, de 1998, a cineasta Barbara Sonneborn volta ao Vietnam, onde seu marido foi morto, junto com a também viúva da guerra Xuan Ngoc Nguyen. Juntas as duas exploram o sentido das perdas humanas, entrevistando americanos e vietnamitas.

    “Santa Netflix“! só lá pra eu encontrar esses tesouros!

    Se gostar, compartilhe:

    Não Vá Embora

    Denise | MPB,Música,Ted & eu | Sunday, 19 February 2006

    necklace_azul2.jpg

    Marisa Monte

    Ouça aqui.

    E no meio de tanta gente eu encontrei você
    Entre tanta gente chata sem nenhuma graça, você veio
    E eu que pensava que não ia me apaixonar
    Nunca mais na vida

    Eu podia ficar feio só perdido
    Mas com você eu fico muito mais bonito
    Mais esperto
    E podia estar tudo agora dando errado pra mim
    Mas com você dá certo

    Por isso não vá embora
    Por isso não me deixe nunca nunca mais
    Por isso não vá, não vá embora
    Por isso não me deixe nunca nunca mais

    Eu podia estar sofrendo caído por aí
    Mas com você eu fico muito mais feliz
    Mais desperto
    Eu podia estar agora sem você
    Mas eu não quero, não quero

    Por isso não vá embora
    Por isso não me deixe nunca nunca mais
    Por isso não vá, não vá embora
    Por isso não me deixe nunca nunca mais

    ___________________________________________

    Achei essa foto meio estranha, mas Ted fotografou de brincadeira e ela congelou um momento bem bacana, aí quis colocar no blog com essa música pra ele. Agora, dá licença que vou traduzir pro meu gringo… :-)

    E lembrem que, pra puxar a música pro seu computador, basta clicar com o botão direito do mouse no link e escolher “salvar como”…

    Se gostar, compartilhe:

    .