Primeiras fotos do casamento indiano do enteado =)


Mais, em breve!

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Mais, em breve!

Hoje, eu tive uma surpresa super fofa.
Ted chegou do trabalho com uma cesta de presente pra mim. Como eu estou meio que de dieta (e pedi a ele pra me ajudar nessa), ao invés de doces e chocolates, ela estava cheia de coisinhas saudáveis como brócolis, cogumelos, vários tipos de queijos, castanhas e blueberries congelados.
Eu não tinha nem idéia do motivo do presente até que ele disse: “não tem véspera de natal? a gente vai comemorar a véspera de…” ooops… aniversário de casamento!!! lembrei!!! “só que não é amanhã, Ted, mas HOJE!!” e eu tinha esquecido completamente!
Morremos de rir do nosso completo ”desligamento” (ele só “lembrou” porque colocou a data – errada hehehe – num daqueles sites que avisam a gente, por email).
É que o casamento foi somente um detalhe, uma coisa pequenininha, em comparação com tudo que vivemos, com o que somos hoje. O casamento não é nada, o que interessa é que somos companions, soulmates, falamos bobagens, rimos muito, não fazemos cena, nunca tratamos o outro com rispidez ou grosseria, gostamos de fazer tudo juntos.
Somos melosos, dengosos, chameguentos, beijoqueiros, totalmente cheesy. Às vezes, estou no quarto e ele na sala e ficamos mandando emoticons de coraçãozinho e beijinhos, um pro outro, pelo Skype. E ainda fico feliz ao vê-lo de longe, me esperando com toda paciência do mundo, no lugar combinado. Saber que ele está ali faz a vida mais suave e gostosa, como uma xícara de chocolate quente no inverno coreano. Quase dez anos depois, somos desavergonhadamente apaixonados.
Acho que o segundo casamento é sempre mais fácil, aprendemos muito e se soubermos pôr em prática toda tolerância e lições adquiridas a duras penas, já começamos com uma vantagem. Também fui muito apaixonada pelo meu primeiro marido e fomos felizes, enquanto durou. Mas, agora sou uma mulher mais madura, mais calma e tranquila, isso ajuda muito.
Seja como for, me sinto uma privilegiada por viver um amor assim, por ter um companheiro que me faz sentir, todos os dias, admirada, respeitada, desejada e segura. Sem dúvidas, sem complicações, apenas com a certeza de que tudo que eu quero é estar sempre com ele.
Sim, querid@s, casamento pode ser muito, muito bom. =)

Imagine a vertigem da mãe, ao ver onde a filha foi parar, com Petras. Mas, ainda bem que ela já voltou inteirinha pra Brasília e, em breve, voa pra Washington, DC. A menina sabe aproveitar a vida =)

(Ela vai me matar quando souber que publiquei isso, mas resolvi correr o risco, porque estamos do outro lado do mundo… e até que eu não tenho corujado muito aqui no blog.)
Essas foram as notas de Bia, na faculdade, em 2009. Tudo nota máxima. GPA é o conjunto total das notas no curso, que vai até 4.0 e é o que ela tem até agora. É pra ficar orgulhosa, ou não? Eu sei o quanto custa a ela, muito, muito estudo (e ela faz isso tudo ainda trabalhando, pra se manter, com nossa ajuda, claro). Grande Bia.
Ela vai se formar em Sociologia, com honras, numa ótima universidade dos EUA (onde estudaram vários ganhadores de prêmio Nobel e Pulitzer… e um dos fundadores do Google =) no meio do próximo ano (e já com cidadania americana), vai voltar imediatamente pro Brasil, porque é o que ela mais quer na vida.
Se alguém souber de trabalho nessa área, a partir do segundo semestre de 2010, pode me avisar =)) não somente ela é uma mulher antenada, politizada e comprometida com uma luta por uma sociedade mais justa, como é acostumada a trabalhar muito, sem reclamar. Uma grande aquisição, para qualquer equipe. (Momento propaganda da filha =)
ps.: Lisa, Ela quer fazer mestrado e doutorado, provavelmente na Europa, mas antes quer viver e trabalhar uns dois ou três anos no Brasil =)

“Acordei bem cedinho pra ir com Bia pro aeroporto. Papo casual no caminho, mantendo a cabeça a mil pensando em muitos planos que pretendo realizar agora, quando terei mais tempo pra mim (com ela aqui, ficava tudo “on hold”). Foi tudo tranquilo, check in, café da manhã, compramos um livro pra ela e os jornais pra mim. Baqueei no maldito portão de embarque, beijo e abraço quentinho, dei uma chorada rápida, ela riu, me chamou de “gafanhota”. Ela entrou e eu nem olhei pra trás. (…)”
Assim começava um longo e choroso post que escrevi hoje à tarde. Antes de publicar, Ted chegou, me deu colo e muitos beijinhos e resolvi não postar. Deixa quieto. Sim, estou com MUITAS saudades de Bia, mas ela está muito feliz e eu também, vamos continuar assim, só que à distância
não foi pra isso que a criei? pra ser independente? estamos colhendo os frutos.
Ag0ra que ela foi cuidar da vida dela, eu vou poder me dedicar mais aos meus trabalhos, estudar coreano, malhar (numa nova academia que estou adorando) e voltar a escrever no blog. Ainda vou contar tudo sobre o Camboja e muitas outras coisinhas.
Deixem só o meu coração se “acomodar” mais e eu volto (com o sorteio da SM de Amamentação!).

























Estou saindo agora, mas deixo as fotos com um resumo do primeiro mês da Bia aqui. Ela já aprontou bastante. Depois conto mais.
Ha’ muitos anos, Ted tem dor nas costas. Aos 20 ele ja sofria e ia semanalmente ao quiroprata. Como eu ja’ disse num post anterior, em janeiro a gente comecou a malhar numa academia perto de casa e eu fiz a bobagem de mostrar a ele uma maquina de massagem (pensando em ajudar a diminuir suas dores).
Ele usou a correia da maquina pre-historica massageando na vertical, do ombro para a cintura, e isso era tudo que ele NAO podia fazer. O movimento forcou os discos ja danificados e fragmentos migraram atingindo nervos e acentuando enormemente a hernia. Ele ficou uns dias morrendo de dor, tomou uma injecao na coluna e umas seis semanas depois que comecou essa crise, melhorou.
Ha’ duas semanas, ele voltou a sentir as mesmas dores, so’ que com maior intensidade. Na primeira consulta, nao quis fazer a ressonancia magnetica (achou que nao precisava) e o medico nao quis passar nenhum medicamento forte para dor, porque eles sao super cuidadosos (pelo menos aqui nesse hospital), com abuso de medicamentos controlados.
O pobrezinho passou varios dias sofrendo muito, sem conseguir dormir, ate’ que na quinta-feira passada eu disse que ele nao poderia continuar assim e tinhamos que voltar ao hospital, ele fez uma ressonancia, mas disse que nao poderia se internar porque precisava terminar de preparar as provas finais da faculdade (que foram aplicadas por seu aluno assistente). Imagina, preparar provas morrendo de dor!
Como combinado, anteontem, voltamos pro hospital. Ainda de manha, tivemos consulta com seu medico (que e’ professor de neurocirurgia na universidade e chefe do departamento no hospital e fala ingles muito bem). Ele nos mostrou a ressonancia magnetica e o resultado era assustador. A hernia estava visivelmente muito pior, e ele disse que seria preciso operar.
Ted nao teve duvidas, pediu pra marcar a cirurgia o mais breve possivel. Foi internado imediatamente, durante todo o dia ele fez todos os muitos exames necessarios (nuam rapidez e eficiencia impressionantes) e, pra nossa surpresa, ontem antes do meio dia ja’ estava se operando.
Eu sei que existem historias bem cabeludas de erro medico, aqui na Coreia, e’ dificil saber se sao, realmente, mais que no Brasil e EUA (onde tem, sim, casos de arrepiar), porque tudo que acontece com as comunidade estrangeira e’ amplificado pra gente, ja’ que nao somos tantos assim e a rede de informacoes via blog e foruns e’ movimentada.
O fato e’ que Ted nao teve nenhuma duvida nem desconfianca em relacao a competencia da equipe que faria a cirurgia. Acho que eu ainda fiquei um pouco mais preocupada que ele, mais pela questao de infeccao hospitalar, depois do que vi em minhas experiencias por aqui. Se a gente pensar bem, deve ter muito estrangeiro que acha que nao e’ seguro se operar no Brasil. E’ tudo muito relativo.
Enfim, Ted nem pensou duas vezes e confiou na equipe e nao se arrependeu. Quando vi que Ted ia mesmo se operar, na consulta, eu disse ao medico: “estamos confiando muito no senhor, estamos totalmente tranquilos”. Acho que isso foi muito bom para estabelecer uma relacao de confianca com ele.
Quanto as questoes praticas, atendimento no hospital, o quarto, custos, e outros detalhes, depois escrevo mais e faco umas fotografias do hospital (estou sem a memoria da camera). Agora, estou voltando pra casa pra arrumar e limpar tudo pra estar bem seguro quando ele voltar amanha.
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Obrigada pelo carinho e pelas good vibes!
Eu e Bia fomos pra um show de musica e danca coreana lindo, a parada coreana foi maravilhosa e tenho fotos legais dos dois pra mostrar, mas…
Ted se opera amanha, da coluna. A hernia de disco piorou muito, ele estava tendo dores terriveis, nao tinha outra opcao, vai abrir para fazer uma descompressao. So que pra complicar, peguei um resfriado fortissimo. Ja’ estava no hospital de mala e cuia pra dormir com ele e o resfriado foi piorando… decidimos que era melhor voltar pra casa, porque tudo que ele nao precisa e’ de um resfriado agora.
Ele se opera amanha, terca-feira, ao meio dia (meia noite de hoje ai), mas o pior e’ que eu nao vou poder ajudar em nada no hospital. Damn!
Nao estou escrevendo mais porque o resfriado me derrubou (e o cabo do meu laptop quebrou, so’ tem o de Ted, que esta’ com ele no hospital).
Torcam pra que de tudo certo com a cirurgia, Ted esta’ super tranquilo e confiante, mas sempre da’ um medinho.

Estou morta de cansada de tanto bater pernas com Bia. Mas, claro, feliz da vida. Quando tiver um tempinho, mostro as fotos e conto as coisas fantasticas que temos visto por aqui. Por enquanto, fiquem com a foto de Bia num workshop, aprendendo a tocar o janggu. Saudades do maracatu…

Daqui a umas 8 horas sairemos de casa pra buscar Bia no aeroporto. Confesso que estou como há 22 anos, ansiosa, arrumando a casa e seu quarto, comprando tudo que eu acho que ela pode precisar. Parece grávida. E por isso, meu sumiço, não tenho tempo nem cabeçla pra mais nada mas, em breve, tudo vai voltar ao normal
Bia vem passar exatamente 78 dias aqui. Vai fazer dois cursos de verão na universidade onde Ted trabalha, que além de interessantíssimos (um é sobre cultura e sociedade coreana e o outro é prático, como fazer documentários com abordagem multicultural) ainda vão ajudá-la a se formar no meio do próximo ano.
Quando ela era pequena, eu adorava levá-la pra ver pecinhas de teatro ou cinema e observar sua reação. Estou curiosíssima pra perceber suas impressões sobre Seul. Aposto que ela também vai adorar.
Enfim, por enquanto, posts mais elaborados estão suspensos
Mas, para quem não me segue, eu deixo aqui alguns todos meus últimos tweets:

Eu estava separando umas fotos da nossa última viagem à Suécia, pra mandar pro pessoal, e encontrei essa aí acima que achei muito linda. Ted e Kasper, alimentando Lea e Elsa numa vez que saímos para um parquinho que fica dentro de uma loja. Os dois são dois superpais e companheiros maravilhosos. Aí lembrei de comentar uma coisa aqui, com vocês.
Conversando com Agne, a nora de Ted, comentei que nós temos “sorte”, porque Ted e Kasper são tão companheiros e fiéis. Sou acostumada com homens brasileiros que não podem ver um rabo de saia e tem de dar a “conferida”. Nas vezes que saí com Ted – e seus filhos, Kasper e Felix – nunca os vi olhando pra outras mulheres, dessa forma, e olha que prestei muita atenção. Sei que isso não quer dizer muito, mas é uma indicação e, pelo que eles conversam com Ted, eles nem pensam em outras mulheres, são mesmo muito comprometidos com seus relacionamentos, apesar de jovens (e muito bonitos).
A reação de Agne foi interessante, e mostrou o quanto nós somos condicionadas pela sociedade em que crescemos, por mais que a gente queira remar contra a maré. Ela ficou surpresa e disse: “como assim? mas nós estamos casados, temos um compromisso, uma família, é o que eu espero dele, não é sorte, é natural que se comportem assim, o contrário é que iria surpreender”.
Ainda que eu saiba que infidelidade existe em qualquer país – e, em algumas situações é quase inevitável e não faço julgamento moral de ninguém-, a verdade é que esses compromissos muitas vezes são tão desvalorizados no Brasil, que a gente inverte as coisas e ter um companheiro que leva o casamento e fidelidade a sério vira “uma sorte”. Pois é.
Estou fora do Brasil há anos e, na verdade, como fiquei casada 15 anos, não tive tanta experiência com vários namorados, mas vocês acham que as coisas estão melhorando, tá na mesma ou até pior? vocês acham que, no Brasil, a fidelidade num relacionamento é norma ou exceção?


Nada a ver com o post, mas não resisti a corujar um pouquinho nossas “netinhas” bochechudas. Como já contei aqui, ambas, foram exclusivamente amamentadas ao seio por seis meses e continuam mamando, com um ano e três meses
Hoje, “conversamos” com elas pelo Skype, com vídeo, e elas olhavam pra gente com uma cara engraçadíssima, de surpresa. Adoro as duas. Esperamos viver um tempo na Suécia, daqui a alguns anos, para conviver mais com elas.
Veja também:
Em Washington, DC. Às cinco e meia da tarde. Um grupo de garotos de cerca de 15 anos, com faca. Eles gritaran “diñero, diñero”, levaram o Ipod e quase 100 dólares. Ela tá bem, a polícia foi até o apartamento dela, ela disse que ficou até tranquila… já a mãe dela quase teve um troço ao saber. A idéia de que eu estava dormindo quando uma coisa dessas acontecia com minha filha é assustadora.
Vejam o post anterior, sobre como vai a vida por aqui. No geral, eu tô bem tranquila em relação a ela mas, horas antes disso acontecer, comecei a me sentir angustiada, querendo ela por perto. Será somente coincidência, TPM ou as mães tem mesmo essa conexão misteriosa com suas crias?

22 anos. Primeiro que passamos separadas, mas eu e ela estamos muito bem. Ela ganhou uma viagem pra Califórnia do namorado, no final de semana. Portanto, está como gosta, solta pelo mundo (na foto acima, ela está no Marrocos). Isso é o que interessa.
Pensei em escrever um monte de coisas… mas sabe o quê? se eu parar pra pensar, vou ficar triste, ter saudades, cair no choro, então é melhor deixar quieto.
Não falei? só de escrever isso, as lágrimas já começaram a cair, pela primeira vez hoje. Gabi, Van, Leila, Bibi e todas amigas e amigos que ainda têm filhote em casa, dêem um aperto neles por mim. Esse tempo passa muito mais rápido do que vocês podem imaginar.
Te amo, Bia… e não se preocupe, é que o dia é especial, mas você sabe que estou muito bem aqui com meu Ted, nesse país completamente louco
e estamos esperando você aqui, em breve (ela chega dia 04 de junho!).
Sábado passado saímos com amigos – fomos almoçar juntos, depois a um museu e depois ainda fomos ao cinema – um deles disse que temos muita sorte e que é raro ver um casal tão feliz e harmonioso como nós, depois de seis anos de casados (o casório foi no dia 22 de março de 2003, em Estocolmo).
Uma coisa é certa, é muito, muiro raro a gente brigar e quando isso acontece, é uma discussão rápida, com todo respeito. Isso é fundamental. Se tem uma coisa que eu aconselharia a qualquer jovem casal, seria não aceitar, desde o primeiro dia, que o outro levante a voz (nem faça o mesmo, claro), até porque é aí que pode começar a violência dentro de casa.
Acho que as pessoas pensam que o “normal” é brigar, que é inevitável, mas eu acho que dá pra discordar, ter suas posições definidas, tudo com todo respeito, sem brigas. Eu acho essa história de que brigar é bom pra depois fazer as pazes é uma enorme burrice. Bom mesmo é viver em paz.
Logo que mudei pra Suécia, tivemos uma pequena discussão (por causa de um controle remoto) e Ted ficou mais irritado, falou mais grosseiramente, e minha reação foi imediata: “nunca mais fale comigo nesse tom, eu não admito e vou embora da próxima vez que isso acontecer”. Depois disso, ele nunca mais falou rispidamente comigo – nem eu com ele. Acho que esse é um dos nossos segredos, pra funcionar tão bem.
Somos felizes porque mantemos sempre o respeito e admiração um pelo outro; não pegamos no pé por picuinhas; não nos irritamos com as coisas pequenas e chatinhas da vida; valorizamos cada momento juntos; namoramos muito; se alguma coisa incomoda, falamos logo, antes de virar um problemão.
Também prestamos muita atenção nos desejos e preferências do outro, pra que as vontades de nenhum dos dois prevaleça (se bem que isso é difícil, porque Ted sempre quer fazer tudo do meu jeito).
Enfim, acho que só depois dos 40 comecei a perceber que o negócio é sério, a vida é MESMO muito curta e eu detestaria a idéia de disperdiçá-la, vivendo sempre irritada ou magoada. Por isso, não poderia estar melhor do que está hoje.
Happy anniversary, baby!
ps.: Fiz o post sem nem dar uma revisada, mas é que estou de saída, às pressas, sem tempo nenhum pra escrever nada mais “elaborado”, mas não podia deixar o dia passar em branco.
ps2.: Veja aqui a mesma música (linda) com Chico e Nara Leão.
(Atualizado)








Esse jantar foi bem misturado. Estavam lá Kasper, Felix (filhos), Elsa (neta) e Stina (ex-esposa de Ted), suecos; Agne (esposa de Kasper), lituana; Radhica (esposa de Felix), indiana com origem nepali e eu, brasileiríssima. Só faltaram Lea – que estava dormindo – e Bia, longe lá em DC.
Stina fez uma torta de rúcula e pães bem suecos, maravilhosos. Radhica fez um grão de bico com batatas e couve flor bem indiano – sublime – e eu fiz um camarão… bem, que tem “origem” brasileira.
Como sou um desastre na cozinha, adoro fazer camarão, porque não tem como errar, principalmente depois que a Cris me explicou o segredinho de não deixar cozinhando por horas, como eu fazia. Só que não consigo seguir receita (esse é meu segredinho pra quase sempre errar na mão), quero sempre mudar alguma coisa. Então, fiz uma adaptação da moqueca de camarão.
Primeiro, deixei o camarão marinando em sal, basílico e limão, por mais ou menos uma hora e meia. Fiz o famoso refogado, com cebola e tomate (não tinha coentro). Quando estava bem fritinho, coloquei cogumelos frescos em pedaços e o camarão. Mexi bem, deixei cozinhar um pouco e coloquei umas duas colheres de pesto. Pra finalizar, leite de côco, umas duas colheres de sopa de creme de leite fresco e queijo ralado na hora.
Sucesso absoluto. Eu sei, passa longe da tradicional moqueca, mas Radhica, que já tinha comido uma moqueca que eu fiz em Washington, com a receitinha como deve ser, achou que minha versão estava ainda melhor
Para sobremesa, Agne fez uma piña colada que foi a melhor que já provei. Com leite de côco, suco de abacaxi, suco de laranja e uma essencia de rum sem álcool. Divino.
As bebidas foram vinho e sidra sem álcool (que eu aaaaaaaaaaamo).
Já viram que eu vou precisar malhar muito pra queimar todas as calorias que estão sendo agregadas ao corpinho nessa viagem, né?
Mas, além da ótima comida, a reunião da família foi bacana, tranquila, ótimo papo. Eu adorei a primeira foto, eu e Radhica fofocando, pelas costas de Felix (literalmente).
Hoje vai ser “girl’s day”, vamos sair daqui a pouco, eu, Radhica e Agne, pra bater perna no centro de Estocolmo, conhecer uma galeria nova e tomar um café especial com semla. Enquanto isso, os rapazes ficam tomando conta das gêmeas.
Meninas, o idioma do jantar era inglês mesmo
Obrigada pelos elogios ao vestido, também acho que ele é lindo e adoro colocar um brochezinho no decote, pra dar mais um charme e ficar um pouco menos escandaloso para os olhos gringos.