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    Novidade para dor em Fibromialgia

    Denise | Fibromialgia | Monday, 13 November 2006

    fibro1.jpgEntre os dias 8 e 15 de novembro, aconteceu, aqui em Washington, DC, o encontro científico anual do American College of Rheumatology, e nesse evento, foi divulgado um estudo realizado pela Universidade do Kentucky, sobre a eficiência do uso do medicamento pregabalin (Lyrica) (usada em epilepsia e dores neuropáticas) para aliviar as dores na fibromialgia.

    Foram oferecidas, a 1.051 participantes com fibromialgia, três doses da droga por seis semanas. No começo do estudo, eles tinham um grau de dor de 78 numa escala até 100.

    Segundo os autores do estudo, mais de 60% dos participantes afirmaram ter tido uma grande diminuição de 50% na dor. Numa segunda fase, os pesquisadores selecionaram 566 desses pacientes num novo estudo de 26 semanas (um dos mais longos conduzidos até hoje), desenvolvido de forma a determinar a duração do alívio da dor, com o uso do medicamento. Metade recebeu o medicamento, metade recebeu placebo.

    Um quarto dos pacientes tratados com pregabalin teve piora nas dores já no sétimo dia do estudo, comparado com os que receberam o medicamento e cuja piora só aconteceu no 34o dia. No final desse segundo estudo, pesquisadores constataram que 61% dos que receberam placebo tiveram a dor de volta, em comparação com 32% dos que tomaram pregabalin.

    Os efeitos colaterais mais comuns, no uso do pregabalin são tontura, sonolência, sinusite, dores nas articulações e ansiedade.

    Eu não tomo nenhum analgésico. Fibromialgia é uma condição crônica, tomar um medicamento agora, significa que com o tempo ele perde o efeito e precisa aumentar a dose, então, prefiro evitar e só tomar se, um dia não houver outra forma de controle da dor. Mas, é muito bom saber que existem possibilidades no mercado.

    O que me faz bem mesmo é manter o bom humor, não me sentir “doente”, reconhecer o que existe de bom na vida, não pensar nas dores, tomar minhas vitaminas, me alimentar muito bem e tentar me exercitar o máximo que posso. Sei que a acupuntura ajuda muito, também, mas estou guardando como opção para quando precisar de um tratamento mais forte.

    Com isso, acho que tenho mantido as dores sob controle. Algumas vezes dói mais, mas sei que é uma “crise” e que vai passar, acho que estou muito bem, em relação ao que vejo por aí.

    Pregabalin Proves Durable Pain Relief Option For Fibromyalgia

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    Fibromialgia e Sono

    Denise | Fibromialgia | Monday, 28 August 2006

    sleeping_gail.jpg

    Ontem, estava lendo alguns depoimentos de membros da comunidade “Eu Tenho Fibromialgia”, no Orkut. Eles falavam sobre como identificaram a síndrome e percebi que todos têm, em comum, anos de problemas de saúde, sem causa identificada, até encontrarem um(a) bom médico(a) que fez o diagnóstico.

    Como todas as pessoas que relataram suas histórias, eu comecei a ter vários pequenos problemas desde uns 6, 7 anos atrás. Comecei a brincar que estava virando “hipocondríaca”, porque sempre tinha alguma coisa acontecendo: dor nas costas, nos pés, dor nos joelhos, nos pulsos, olhos secos, visão dupla, uma crise de dor na mandíbula… isso tudo já era um quadro bem característico de fibromialgia e eu nem imaginava.

    Dia desses, alguém escreveu aqui que seu médico tinha afirmado que a fibromialgia é uma “doença psicossomática”. Esse é um grande engano, que vem prejudicando o tratamento de muita gente e criando um estigma em relação ao problema. Essa é uma condição que existe por razões muito concretas e não está “na cabeça” de quem sofre as dores.

    No meu outro blog “A Dor e a Delícia de Ser o Que É”, escrevi sobre algumas hipóteses levantadas em relação ao que pode desencadear essa condição em algumas pessoas. Existe uma linha de pesquisas que considera que existe um forte fator genético e uma pesquisa mostrou até que as meninas nascidas de mães que sofreram estresse na gravidez podem ter maior risco de desenvolver fibromialgia.

    Sono

    Os distúrbios de sono são sempre considerados um fator importante e, no meu caso, pode ter sido uma das causas mais prováveis do desenvolvimento da fibromialgia, segundo meu médico.

    Sempre me lembro de ter dormido muito mal, tinha muitos pesadelos quando era criança e, na adolescência, comecei a ser sonâmbula, andar à noite, sentar na cama, conversar. Sempre brinquei que era tão hiperativa que até dormindo tinha que estar fazendo alguma coisa. Mas acabei descobrindo que, um sono perturbado não tem graça nenhuma.

    Foi piorando, passei a ter apnéias e a acordar cada vez mais cansada. Fiz um estudo de sono que mostrou que eu tinha 12 episódios de apnéia (interrupção da respiração dormindo) a cada hora. Estudos mostraram que algumas pessoas (como eu) não conseguem entrar no nível “delta”, de sono profundo e restaurador. E não coincidentemente, 80% das pessoas com fibromialgia sofre de apnéia.

    Eu sempre achei que não tinha nenhum “distúrbio de sono” porque nunca tive insônia. Na verdade, dormia muito rápido, quando ia pros congressos, as amigas brincavam que eu estava conversando num minuto, no seguinte já estava dormindo. Hoje sei que isso acontecia porque meu sono era tão “leve” e agitado, que não descansava nunca.

    Algumas substâncias químicas importantes pro funcionamento do nosso organismo, como o hormônio de crescimento, são secretados pelo corpo durante essa fase profunda do sono. Se o sono é constantemente interrompido, como o meu, o corpo produz menor quantidade desse hormônio o que, especula-se, pode acabar virando ao mesmo tempo causa e consequência da fibromialgia, já que as pessoas com essa síndrome têm mais dificuldade para dormir.

    Portanto, se cuidem…

    Enfim, existem vários aspectos fascinantes da fibromialgia e tenho lido tudo que posso pra entender seu funcionamento. Mas, pensei em escrever, hoje sobre sono porque é um aspecto importante e desvalorizado.

    Se você conhece pessoas que têm dificuldade para dormir, ou se você é uma delas, procure ajuda médica. Eu sempre achei que era apenas um “aspecto da minha personalidade”, ser tão agitada até dormindo, se soubesse que deveria ter tratado disso desde cedo, poderia, eventualmente, ter evitado esse quadro de fibromialgia atual.

    Quando Bia era pequena, dormia muito mal, fez uma cirurgia de adenóide e amigdalas e, hoje em dia dorme como um anjinho. É importantíssimo checar o sono das crianças, também.

    No mais, nem se preocupem, que estou muito bem. Para mim, as dores da fibro não são insuportáveis, todo dia dói um pouco em algum lugar mas eu “faço de conta que não é comigo”, não penso nas dores, não tomo nenhum remédio (apenas vitaminas e complementos), nem analgésico, apenas pras dores de cabeça eventuais, como sempre tomei. Vou começar acupuntura e estou bem animada.

    Outro dia falo sobre meu “tratamento” para fibromialgia, mas já garanto que o melhor, de cara, é não se ver como uma pessoa “doente”, mas lidar com cada problema de cada vez. Para irritação de muitos, continuo achando que nunca fui tão feliz como hoje, com cansaço, dores e tudo mais :-)

    Pintura: Patty Gail

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    Algumas dicas para viver melhor com a fibro (ou sem!)

    Denise | Fibromialgia | Sunday, 18 June 2006

    massageador1.jpgFiz um post no meu blog “A Dor e a Delícia de Ser o que É” sobre algumas coisinhas, que eu tenho descoberto, para viver melhor com fibromialgia. Muitas delas, são dicas que todas nós deveríamos incorporar ao nosso dia a dia, como prevenção e forma de viver melhor, principalmente que sofre com dores nas cotsas e tensão.

    São coisas práticas como massageadores, banhos, meias, tipo de vitaminas consumidas, medicamentos para dor, além do meu mantra fundamental: “viver cada dia, sem se preocupar com as dores de amanhã”.

    Para visitar o post, cliquem aqui. Também vou adorar ler as suas dicas para relaxamento e em busca de mais bem-estar!

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    A dor e a delícia de ser o que é. Vivendo com Fibromialgia.

    Denise | Fibromialgia | Tuesday, 06 June 2006

    munch_jpg.jpgQuerid@s, já faz tempo que queria escrever sobre isso, aqui, mas estava me preparando porque não queria escrever quando estivesse me sentindo muito mal, como há algumas semanas atrás, mas apenas quando tivesse conseguido superar o choque inicial e me sentisse mais fortalecida. Agora, estou ótima e prontinha pra trocar idéias sobre o assunto.

    Lembro de ter visto uma matéria na televisão, há alguns anos, sobre mulheres que sofriam de dores crônicas e ter pensado: “Eu não aguentaria nunca!”. Impressionante como vai acontecendo com a gente, sem a gente nem perceber.

    Eu e meu médico achamos que tudo pode ter começado há uns seis anos, quando me separei. Só quem passa por uma separação sabe como é. Mesmo que você queira e saiba que é a melhor solução, se desgarrar de alguém com quem você viveu 15 anos é doloroso, sempre ficam as inevitáveis culpas pelo fracasso da relação. Na época, tive muita falta de ar e dores pelo corpo. Levei quase um ano pra me recuperar totoalmente.

    Depois disso, de vez em quando apareciam algumas dorezinhas em vários lugares do corpo, que eu sempre achava que eram resultado da minha má-postura, no computador. Nos últimos anos, meus pés doiam muito, fiz até uns exames pra ver se seria diabete, mas não deu nada.

    Quando saí do Brasil, teve todo estresse da adaptação pra Bia, afinal, foram duas mudanças (Suécia e EUA). Quando cheguei aqui, há dois anos, comecei a ter mais sintomas estranhos, que complicaram no último ano.

    Tive uma crise de ATM (dor na mandíbula), minha tensão pré-menstrual passou a ser quase insuportável. Sempre dormi mal, mas estava cada vez pior, tinha bastante apnéia, acordava me sentindo inchada, e mais cansada do que fui dormir. As pernas pareciam sempre pesadas, dormentes, formigando.

    Meus olhos e boca ficaram extremamente secos. Também piorou a visão dupla (uso óculos o tempo todo, agora) e nos últimos meses eu, que sempre tive uma excelente visão, só consigo ler com aqueles óculos especiais, senão fica tudo “nublado”.

    Quem acompanha o blog viu que, por duas vezes, fui parar no hospital com dores no peito, achando que era um enfarte. Ainda que um médico tenha encontrado uma arritmia, ela não causaria dor. Fiz todos os exames cardiológicos e ninguém conseguia entender o motivo da dor no peito. Mas eu jurava que ela tava lá.

    Claro que meu médico achava que era ansiedade, tensão, depressão. Mas eu não me sentia nada deprimida, apenas cansada e frustrada por ter tantos problemas de saúde e não entender as causas.

    Aí tive aquela pleurite, seguida de uma dor terrível numa perna, com inchaço no tornozelo. Pela primeira vez, um médico da emergência do hospital juntou tudo isso e disse que podia ser fibromialgia.

    Eu já desconfiava, porque quando colocava todos meus sintomas no Google, sempre aparecia essa palavrinha.

    Há algumas semanas fizemos todos exames para descartar outras possibilidades, como lúpus ou artrite. O diagnóstico da fibromialgia é feito assim. Por exclusão. Não existe um exame para fibromialgia, especificamente. Depois de meses de exames que não apontavam nenhum problema específico, meu médico assumiu o diagnóstico. Eu tenho fibromialgia.

    O que é Fibromialgia?

    doresdafibro.jpgNão é uma doença, mas uma “síndrome crônica”, cuja causa ainda não está definida, mas acredita-se que algumas pessoas têm mais tendência a desenvolver esse problema.

    Geralmente, existe um evento catalizador, como uma separação, morte de alguém próximo, acidente de carro, cirurgia etc. Aos poucos, escreverei mais sobre fibromialgia e as especulações em relação às suas causas.

    Uma coisa interessante é que, por causa das dores, as pessoas sempre pensam na fibro como uma doença reumática e é, realmente, o reumatologista quem trata, na maioria das vezes, mas ela é uma condição de origem neurológica, e parece que está mais relacionada ás formas de recepção da dor.

    Cerca de 5% da população – 6 milhões de pessoas, só aqui nos EUA – principalmente mulheres, entre 20 e 50 anos, desenvolvem fibromialgia. Ela aparece bastante em pessoas que, como eu, sempre dormiram mal (portanto, os que roncam, andam e falam dormindo e têm apnéia se cuidem o mais breve possível). Parece que existe uma relação com a falta de sono reparador e o desequilíbrio do organismo.

    A fibro caracteriza-se, principalmente, por um cansaço sem explicação e dores que vão pipocando pelo corpo, aleatoriamente, mais especificamente nos pontos que aparecem no desenho acima. Geralmente, as pessoas levam, em média, entre 4 e 6 anos para diagnosticar o problema.

    Outros sintomas dessa desordem, que eu já identificava em mim, são uma dificuldade de suportar temperaturas extremas (por isso, eu gosto mais do frio, quando posso usar roupas que me aqueçam, do que do calor, quando não há muito o que fazer); fotofobia; mãos e pés frios; dores de cabeça; sensação de inchaço, pela manhã e problemas de concentração e memória (conhecido como “fibro fog”).

    O único sintoma de fibromialgia que ainda não tive foi a síndrome do intestino irritável. Toc, toc, toc…

    Como tratar?

    Fibromialgia não tem cura. Uma vez instalada, é crônica e incurável. Mas, isso não significa que tem como tendência piorar sempre, nem deixa sequelas. Ao contrário das artroses, pro exemplo, a fibro não traz nenhuma deterioração muscular, óssea ou de órgãos, também não é fatal.

    O meu médico disse que em sua experiência de muitos anos, o que ele observa é que, com o envelhecimento, a tendência é melhorar. Na verdade, uma parcela das pessoas diagnosticadas com a doença (25% aqui nos EUA) pode até ter uma remissão quase completa, apenas com uma mudança radical no estlo de vida.

    Não existe um remédio para a fibro. Os analgésicos comuns não ajudam quase nada na dor, e os opiáceos ajudam mas, claro, causam uma profunda e perigosa dependência. Então a idéia é retardar ao máximo, ou evitar totalmente, o uso de analgésicos. Aprender a viver com dor.

    Para alguém, como eu, que sempre tomou um remédio na primeira dorzinha é uma aprendizado e tanto. Aliás, tudo tem sido uma grande aprendizagem e acho que estou conseguindo tirar coisas boas até dessas dores…

    Pelo que tenho pesquisado, a única coisa que funciona mesmo, no tratamento da fibromialgia, é uma mudança radical no estilo de vida. Menos estresse, mais exercício, alimentação equilibrada, yoga, tai-chi, meditação, tudo aquilo que eu sempre disse que era o mais difícil de fazer. Desacelerar. Voltar às raízes.

    E, mais importante de tudo, ter uma visão positiva em relação a tudo que está acontecendo. Nisso eu sou boa e o médico ficou impressionadíssimo comigo. É que eu pude sentir, na primeira semana, quando soube do diagnóstico, o quanto a gente pode cair num buraco sem fim.

    Durante uma semana, entrei em profunda depressão. Lembro de estar num carro, olhando pra rua e ver as pessoas andando e me perguntar “por que eu?!” e ter inveja delas não sentirem esse cansaço enorme e essas dores pelo corpo. É fácil entrar num processo de auto-piedade.

    Cada vez que eu lia os depoimentos terríveis das pessoas que vivem com essa desordem, eu piorava mais. Existe uma comunidade super bacana no Orkut, mas a tendência de quem tem fibromialgia, às vezes, é reforçar as dores, o cansaço, o drama que é essa situação. Cada vez que lia mais, mais me desesperava.

    Um dia, li alguém dizer que “em dez anos nunca tinha acordado um único dia sem dor” e essa foi minha gota d’água. Senti que, ou eu fazia alguma coisa ou ia ser assim comigo o resto da vida e eu não ia deixar que isso acontecesse, de jeito nenhum.

    Comecei a pensar que, afinal, eu era a mesma “Denise” de antes, que tinha que recuperar minha identidade e parar de pensar em mim como “alguém com fibromialgia”. Sim, porque quando se tem uma condição dessas, ela toma conta de você e se deixar, vira seu foco principal na vida.

    Recomecei a fazer exercicios (ainda que exausta e dorlorida), já tinha cortado tudo que me fazia mal na alimentação, fui pra yoga, estou tomando todas as vitaminas que preciso (depois publico a lista) e mais que tudo, resolvi parar de ler qualquer depoimentos obre a vida com fibromialgia que só falasse em dores e tristeza.

    Não foi uma negação, muito pelo contrário. Mas decidi que iria conviver com um problema a cada dia, uma dor a cada dia e não com o fantasma da fibro me transformando em outra pessoa.

    Melhorei impressionantemente. Ainda tenho umas dorezinhas chatas todos dias e, agora, por estar na TPM, existe uma piora considerável (acontece com toda mulher), mas sei que é temporária e que vou melhorar de novo em alguns dias. Nunca mais me senti tão mal como no início e acredito que isso não vai mais acontecer.

    Parei de ter pena de mim. Uma vez, no metrô, conversando com Bia, ela disse que todo mundo tem alguma dor ou algum problema, Simon, por exemplo, tem dores nas costas todos os dias. Além das físicas, comecei a pensar que, afinal, todo mundo tem suas dores, que também podem ser emocionais.

    Eu tenho minhas dores físicas, mas tenho uma vida super feliz, gosto do que eu faço todos os dias, tenho um marido maravilhoso, uma relação fantástica com minha filha, sou uma pessoa bem humorada, apesar de tudo. Quantas pessoas têm saúde, mas não tem esse privilégio? não sou nenhuma coitadinha, tenho muitas coisas pra me sentir feliz. E é assim que vou superar esse problema.

    Enfim, eu poderia falar sobre isso por horas e horas, mas como eu não pretendo transformar ese blog num espaço apenas sobre o assunto, criei um novo blog: “A Dor e a Delícia de Ser o Que É – Vivendo com Fibromialgia”.

    Nesse novo blog falarei sobre minha experiência, reflexões, trocarei idéias e traduzirei tudo de novo que vou lendo aqui nos EUA sobre tratamentos alternativos, novos medicamentos etc.

    Desculpem o tamanho do post, mas não dá pra se falar em algo que revoluciona a vida da gente em poucas palavras e, precisava compartilhar com vocês, o que está acontecendo porque daqui pra frente poderei citar com mais facilidade minhas limitações e explicar porque nem sempre posso estar tão presente, como antes.

    Mas, quero reafirmar que estou muito bem, feliz, tranquila e confiante que tudo que estou fazendo pra melhorar meu equilíbrio físco e emocional vai refletir na melhora do meu quadro de fibro, sem precisa ennhum medicamento. Essa síndrome é apenas mais um desafio que estou pronta pra assumir!

    E só pra fechar… voltarei a escrever um post apenas sobre o assunto, mas já vou adiantando… se você toma aspartame, jogue fora o que tiver em casa, não é brincadeira, não. Depois explico melhor!

    Se tiver curiosidade, leia mais no meu outro blog sobre as conclusões que tirei sobre a doença.

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