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    Nós no Nanta

    Denise | Coreia do Sul,Cultura | Friday, 15 October 2010










    Faz tempo que não digo que adoro morar na Coreia, né? Pois é. Ainda adoro, sempre tem uma surpresinha boa.   :-)

    Esse ano, o Nanta, um grupo de teatro bem conhecido em Seul está fazendo 10 anos e, pra celebrar, eles convidaram os expatriados originários de países onde o grupo já esteve, para uma apresentação especial. Soubemos disso através de um site de estrangeiros na Coreia. Eles nunca estiveram no Brasil, mas passaram pela Suécia, e eu fui de acompanhante.

    O convite pedia que usássemos uma roupa típica do país, ou levássemos a bandeira. Saí com Ted procurando algo sueco, o que, por incrível que pareça não é difícil aqui. Coreanos adoram tudo escandinavo. Acho que, pra eles, é chic, tem até uma marca de roupas só com simbolos da Suécia.

    Ted comprou esse casaco (na foto aí acima) e depois acabou encontrando a camiseta de Estocolmo no fundo do armário. Infelizmente, a maioria dos convidados não deu nenhuma bola ao pedido, a não ser umas 6 ou 7 pessoas que foram fantasiadas. Acho falta de consideração.

    A gente deveria chegar com uma hora de antecedência. Foi uma delícia, conhecemos muita gente, do mundo todo, e no local, tudo estava super bonitinho, com bandeirolas, além de muito chocolates, biscoitos e cupcakes (com as bandeiras de vários países – inclusive a brasileira que eu estou mostrando na foto).

    Coreanos realmente capricham na produção de eventos para estrangeiros. Melhor que TUDO foi de graça e o show foi fantástico. Eu já queria ir há muito tempo, mas estava esperando uma boa promoção (não poderia ter sido melhor).

    A peça mostra uma cozinha, na preparação de um casamento (dois estrangeiros são escolhidos na platéia, para ser os noivos) e é uma comédia, sem texto, e com muita percussão, usando utensílios de cozinha e muita interatividade com o público. É uma mistura de Stomp com Top Chef.

    No final, foi escolhida uma pessoa de cada país para ganhar um passe que dá direito a entrar no show de graça… pro resto da vida  :-)   como Ted era o único sueco presente, garantiu o seu passe.

    A primeira foto lá em cima foi feita em Polaroid por uma pessoa da organização do evento e entregue à gente. São uns fofos.

    Os meus óculos escuros são por conta de uma alergia que tive a um rímel, que botei no dia anterior. Não ia sair com os olhos inchados e vermelhos nas fotos, né?  e um lembrete pra mim: preciso cortar o cabelo urgentemente. Esse foi um really bad hair day!

    Abaixo, um vídeo do show, que achei no You Tube:

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    Minhas fotos de um “Fashion Show”, em Seul

    Denise | Coreia do Sul,Cultura,Moda | Friday, 25 September 2009

    Fashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in Seoul
    Fashion in SeoulFashion in SeoulFashion in Seoul

    Ontem à noite, me senti a própria Nina Garcia, na primeira fila do desfile da moçada que estuda Moda na faculdade onde Ted trabalha. Não presto muita atenção ao que a indústria da moda dita, mas gosto de ver o pessoal usando a criatividade pra produzir roupas, por isso, sou viciada em Project Runway (vi todas as temporadas nos EUA, duas no Canadá, duas na Austrália e estou vendo a coreana). Make it work!

    seoulfashionshow_21Esse foi o desfile Outono-Inverno, muito bem organizado (como tudo aqui) e mostrou coleções de cerca de 20 estudantes. Claro que foi irregular, o pessoal é muito jovem, mas tinha umas coisas bem bonitas e eu AMHEY as roupas em tricô e crochê (principalmente esse “Poncho” da foto ao lado), as roupas eram bem coloridas e lembravam umas blusinhas que se vende no Mercado de São José (Recife).

    Qualquer dia escrevo sobre a moda coreana, que vivo observando nas ruas, TV, internet etc. O que posso dizer agora é que o pessoal aqui capricha pra sair de casa e não tem muita inibição pra usar roupas que, no Ocidente, poderiam parecer “exageradas” .

    Como cantava Gal, “Tudo é relativo aos bons costumes do lugar”.

    Se bem que, obviamente, os exageros das fotos são comuns nesses eventos, afinal é um “show” de moda e tem um componente lúdico (se bem que, a maioria das roupas eram bem “usáveis”.

    ps.: Estou precisando se uma benzedeira e um pé de arruda (que pode ser virtual =) com a enorme ajuda de @lukasdarien, meu tornozelo está quase bom. Mas aí, fiquei animada, malhei muito, levantando muito peso, junto com uso intenso de computador, agora tenho uma tendinite horrível e estou tomando antiinflamatório direto. O negócio é que eu esqueço da minha fibromialgia e exagero! Dói muito, quando eu digito (principalmente no “mouse” do laptop). Vou tentar ficar mais quietinha no fim de semana, pra ver se melhoro  =(

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    Hongdae

    Denise | Coreia do Sul,Cultura | Friday, 28 August 2009

    hongdaesmall

    Estou voltando. A questão é se vocês ainda vão aparecer    =)

    Estou preparando um post sobre nossa viagem pro Camboja, é que quero escrever um pouco sobre a história  do país, pra entenderem por onde andamos. Enquanto não rolarem os posts da viagem, vou colocando outras coisinhas aqui.

    Semana passada, fomos – eu e Ted – para Hongdae, um bairro onde fica a “cena underground” de Seul. Até o final do mês, tem o “Fringe Festival”, de arte, com performances, artes plásticas, música. É lá  onde ficam os clubs e bares, designers independentes, é uma região universitária. Foi MUITO divertido.

    Claro, tive saudades de Bia, porque ela estava sempre lá com os amigos que conheceu aqui, mas ganhei muito carinho e beijinhos do marido e ele me fez esquecer rapidinho  =)

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    Visita a Icheon – Cidade das cerâmicas, a Tracunhaém coreana

    Denise | Coreia do Sul,Cultura,Turismo | Saturday, 27 June 2009

    Icheon
    IcheonIcheon
    IcheonIcheon
    IcheonIcheonIcheon
    IcheonIcheonIcheon
    IcheonIcheon
    IcheonIcheon
    IcheonIcheon
    IcheonIcheon
    IcheonIcheonIcheon

    Na sua tentativa de colocar a Coreia no mapa do turismo mundial (francamente, tem quem viaja 20 horas somente pra conhecer Bangkok, mas Seul é só escala), uma das ações que eu mais admiro por aqui são os “hands-on experience” ou oficinas, onde em uma ou duas horas, você experimenta algum aspecto da cultura local, pode ser tocar um instrumento, fazer lanternas de papel, bordar ou esculpir peças de cerâmica. Tenho uma lista enorme de coisas que ainda quero fazer antes de mudar daqui.

    Na quarta-feira, eu, Bia e Ted fomos numa mini-excursão, oferecida pela faculdade onde Ted trabalha, aos professores estrangeiros (foram apenas três, mais as famílias) para Icheon, que é uma cidade a uma hora de Seul, conhecida pelas cerâmicas (como Tracunhaém, em Pernambuco).

    O calor por aqui está de matar. Enquanto estávamos no micro-ônibus, com ar condicionado, tudo bem, mas o clima da cidade estava fazendo jus aos 350 kilns (fornos de cerâmica).

    Independente do calor, o passeio foi ótimo, não só pela experiência de meter a mão no barro e até criar uma coisinha feia mas bem intencionada (essa esculturazinha de amamentação), mas pela oportunidade de conhecer outras pessoas da universidade e estreitar os laços com outras num fantástico almoço típico coreano.

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    Aprendendo a tocar o janggu

    Denise | Bia,Coreia do Sul,Cultura | Friday, 12 June 2009

    jonggu

    Estou morta de cansada de tanto bater pernas com Bia. Mas, claro, feliz da vida. Quando tiver um tempinho, mostro as fotos e conto as coisas fantasticas que temos visto por aqui. Por enquanto, fiquem com a foto de Bia num workshop, aprendendo a tocar o janggu. Saudades do maracatu…

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    Um clip musical que não precisa de tradução para dar uma idéia da “soap opera” coreana

    Denise | Coreia do Sul,Cultura | Thursday, 28 May 2009

    Mudando de assunto, pra relaxar, umpouco da cultura contemporânea daqui, num vídeo da MTV.

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    KARA e minha primeira experiência com o K-Pop

    Denise | Coreia do Sul,Cultura | Monday, 25 May 2009

    kara

    Concerto em SeulConcerto em Seul
    Concerto em SeulConcerto em Seul
    Concerto em SeulConcerto em Seul
    Concerto em SeulConcerto em SeulConcerto em Seul
    Concerto em SeulConcerto em Seul
    Concerto em SeulConcerto em Seul
    Concerto em SeulConcerto em SeulConcerto em Seul
    Concerto em SeulConcerto em Seul
    Concerto em SeulConcerto em Seul
    Concerto em SeulConcerto em Seul
    Concerto em SeulConcerto em Seul
    Concerto em SeulConcerto em SeulConcerto em Seul
    Concerto em SeulConcerto em Seul

    Não fazia nem idéia, mas pelo jeito o k-pop (pop coreano) chegou ao Brasil e já faz um bom tempo. Não que seja uma grande vantagem pra terrinha, afinal a musiquinha é ruim, ruim, mas gosto de ver mais uma conexão entre “meus dois países” (incorporo mais um na maior facilidade, perceberam? hehehe…).

    Esse ano, a universidade onde Ted trabalha está completando 70 anos e a festança não para, todo dia tem novidade. Segunda-feira, fomos convidados especialíssimos pra um show, que foi a minha primeira experiência com uma multidão de jovens coreanos e, apesar do barulho ensurdecedor, eu adorei.

    Na verdade, já sai de casa bem tarde, porque sabia que minha paciência não daria, jamais, pra mais de duas horas. Quando cheguei, o clima na universidade estava ótimo. Muitos jovens felizes da vida (alguns, felizes até demais depois de boas doses de soju).

    breakdancekrJá na  estação de metrô, um garoto com a farda do exército (aqui é obrigatório, todo mundo vai), dava um show de “break dance” que é super popular por aqui. 

    A caminho do palco principal, um grupo tocando “samul nori” (lembram?), parecia a garotada olindense quando se reúne pra tocar maracatu,  despretensiosamente. Foi o melhor de tudo (foto 3).

    A gente ficou em uma tenda, na frente do palco (foto 2), com comidinhas, bebidinhas e toda mordomia, mas o barulho… era de matar. Sem contar que, entre uma atração e outra, a gente tinha que ouvir loooooooongos papos em coreano. Os meninos e meninas iam ao delírio, gritavam, balançavam bandeiras e balões e a gente lá com aquela cara de “não tô entendendo”.

    Nas fotos 5 a 9, o show d@s “cheerleaders” da universidade com um modelito paquitas e paquitos infame, e com um líder que parecia personificar um Elvis coreano e caprichou na apresentação, deitando no chão, se contorcendo… tudo engraçadíssimo…. pra gente, né? os coreanos adoraram.

    Na foto 10, a professora Ae-Son Om, do departamento de Moda, que organizou o evento, uma mulher lindíssima e super chique. Na foto seguinte (11), nosso querido amigo Bradford, americano, professor do curso de administração.

    Não sei o nome dessa boy band, das fotos 12 a 16, mas sei que nunca ouvi tantos gritos na vida, como quando eles olhavam pra câmera e o close no telão mostrava aquele ar sexy, com olhar apertadinho. As meninas ficavam indóceis! percebam a luva branca Michaeljacksoniana.

    Nas fotos 17 e 18, Ted e nossa também querida amiga Karen (de Hong Kong), professora de Moda, tricotando no intervalo e um close nos bolinhos de arroz.

     KARA

    Daí pra frente, as fotos são da atração principal, o grupo de meninas KARA, que são muito famosas, por aqui. Achei até esse site, no Brasil, com vários posts sobre elas, pelo jeito tem fã-clube até por aí.

    Mesmo com chuva, no final, elas mandaram direitinho e todo mundo cantou com elas o refrão que era algo como “honey, honey, honey!”. Vejam no vídeo acima, mas cuidado que a musiquinha além de ruim gruda na cabeça como chiclete!

    Resumindo, foi uma experiência interessantíssima. Algumas observações:

    • tudo foi super organizado e pontual;
    • impressionante como havia um grande espaço entre o público e o palco e nenhuma pessoa arriscou invadir, mesmo quando as super estrelas chegaram;
    • brasileiros adoram achar que são os únicos que sabem se divertir mas, em todo lugar que fui, vi jovens se divertindo MUITO. Cada um ao seu jeito. Pode parecer estranho pra gente, mas eles pareciam muito felizes da vida;
    • não quer dizer que eles não aprontam, aliás bebem MUITO por aqui, principalmente estudantes universitários;
    • engraçado como coreanos são muito tímidos, mas se tem um microfone na mão, se soltam… o karaokê está no código gentético;
    • Ted e Bradford ficaram perplexos com cerveja sendo vendida pelos próprios estudantes em barraquinhas, sem pedir identidade (parecia o Alto da Sé);
    • perceberam a mocinha de roupa laranja, na platéia, formando um coração com os braços? ahhhhh…adoro esses coreanos, totalmente cute.

    PS.: antes que venham cobrar… não, a Coreia não é perfeita, nem todo mundo é fofo, nem tudo é organizado etc etc etc (igualzinho ao Brasil, aos EUA, a Suécia etc.)… mas eu me diverti muito nessa situação específica e o post é sobre isso, OK?   :-)

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    Festival de Lanternas Budista de Lótus – Dia 2 – Domingo
    Atividades antes da Parada (Atualizado!)

    Denise | Budismo,Coreia do Sul,Cultura,Fotografia | Tuesday, 28 April 2009

    Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009

    Eu subestimei a capacidade dos coreanos de fazer uma SUPER festa de rua, que me fizesse aguentar das 10 da manhã às 9 da noite. Só fui, no domingo, à uma da tarde e me arrependi profundamente, mesmo que eu tivesse chegado lá de manhã cedo, ainda teria muita coisa pra ver e pra fazer.

    Ted e Bradford (nosso amigo americano) ficaram corrigindo provas e se juntaram a mim somente à noite, para a Parada. Eu cheguei lá mais ou menos uma e meia da tarde, vi que tinha festa na rua, mas fui direto para o templo, onde tinha sido armado um palco e estavam acontecendo apresentações de gente de toda idade.

    Destaque pras crianças, claro, sempre super fofas, meio envergonhadas, mas abalaram; para a cerimônia do chá, com uma bailarina ao fundo (ok, kitsch, mas é a Coreia…  hehehe) e umas senhorinhas de meia idade a cantar uma música que é sucesso aqui e que gruda na cabeça da gente como chiclete (juro que estou até agora tentando me livrar dela).

    Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009
    Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009
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    Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009

    Saindo do templo, passei por uma barraquinha com livros budistas (em coreano, claro) pela metade do preço e uma fila quilométrica para conseguir um autógrafo de um monge que deve ser uma celebridade local. Fiquei boba com a quantidade de estandes, eram mais de cem, com uma variedade enorme de atividades.

    Lantern Parade Seoul, 2009
    Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009

    Tinha tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que eu nem sabia por onde começar. Mas me empolguei tanto fotografando, que passei de duas da tarde às sete da noite pulando de estande pra estande, sem parar em nenhum, porque não conseguia parar de fotografar.

    Acima, a primeira foto dá uma idéia geral da rua; na segunda, mulheres se preparam pra ensinar como é a cerimônia do chá e na terceira foto, algumas estrangeiras fazendo lanternas. Só aí, eram 12 estandes, com 50 pessoas que se inscreveram com antecedência pela internet, era um tipo de “concurso” de lanternas só pros imigrantes (existem muitas iniciativas governmentais pra facilitar a integração de quem vem de fora, por aqui). Eu não sabia, mas no próximo ano, eu não perco. Detalhe, tudo, inclusive o material, era gratuito.

    Os outros estandes eram coordenados por ONGs que atuam na defesa de direitos humanos ou eram de ordens budistas coreanas ou de outros países como Bangladesh, Sri Lanka e Tibete. Para participar das oficinas, pagava-se um valor quase simbólico, um,dois dólares, com todo material gratuito.

    Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009

    Nas fotos acima, meninos e meninas aprendem a fazer bijouteria (pulseira ou colares budistas). Olhem o tamanhinho da mão daquele menininho da foto da direita, tentando colocar uma conta num fio de nylon. Não é lindo demais? e não é super bacana que a criançada tenha essa oportunidade?
    Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009

    Como a arte em cerâmica é muito tradicional e uma parte importante da cultura, aqui na Coreia, tinha vários estandes onde meninos e meninas (e adultos, se quisessem,claro) podiam fazer peças de barro. Nas fotos, mães e avós babando nos meninos e esse “benzadeus coreano”  era uma gracinha, superpaciente com a garotinha. benzadeus.

    Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009

    Acima, mãe e filhos aprendem os passos de uma cerimônia de chá. Centenas de pessoas, como essas duas moças acima, fizeram as suas lanternas nos estandes, para carregar na parada, que começaria em algumas horas. Tinha um estande enorme em que era tudo completamente gratuito, com material de várias cores. Não, infelizmente, eu não tive tempo de fazer a minha, porque não consegui parar de fotografar (não parei nem pra comer, foram cinco horas batendo perna nessa rua!). Na foto da direita a coreana fofa fazendo um boneco de barro.
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    Claro que eu adorei essa foto da esquerda, meninos e meninas, coreanas e estrangeiras costurando e bordando. Na outra foto,  dois monges fazendo uma mandala de areia colorida. Esse é um dos ensinamentos mais difíceis do budismo, pensar que nada dura e que essa obra de arte vai voar pelos ares com poucos minutos… ouch…
    Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009
    Essas fotos são o máximo. E olha que a sociedade coreana é machista, mas o que diríamos da latina? ainda bem que, pelo menos,por aqui eles estão muito pouco preocupados com os tradicionais estereotipos de gênero ocidentais. Na primeira foto, um menininho empenhadíssimo na produção de um boneco de pano e na segunda, um pai e seu filho fazem um chaveirinho todo decorado com micro pedacinhos de flores secas.

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    Na primeira foto, mais peças de barro. E aminha preferida detodas, apesar da má qualidade técnica da foto. Um casal está fazendo colares e pulseiras junto, enquanto a filhinha dorme nas costas da mãe. Adoro a forma como carregam as crianças aqui, antes que remetam ao “peso nas costas da mãe”, digo logo que já vi homens com as crianças jogadas nas costas também. Filhos aqui são integrados “organicamente”  à vida cotidiana.

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    Uma gracinha o garoto distribuindo panfletos, hein? e na segunda e terceira foto, coreanos (e alguns estrangeiros) penduravam papeizinhos com seus desejos de boa sorte nesses fios amarrados a um balão.

    Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009

    Claro que tinha artes marciais

    Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009

    E alguns estandes de medicina oriental, onde você podia se consultar (desde que tivesse um tradutor de coreano!) e o medicamento era feito e entregue na hora. Nesse estande, umtratamento com pedaços de cera queimando, colocado nas mãos dos corajosos. Parecia pedacinhor de cigarro ainda acesos… ui…

    Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009

    Fazendo chapéus de palha. Menininha ganha um brinde por responder uma pergunta corretamente (em coreano) e o stand da Ashoka tinha café moído e preparado na hora. Divulgando projetos de comércio justo.
    Música

    Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009
    Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009
    Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009

    A música tradicional coreana é,basicamente, de percussão. Eu A-DO-RO, é tribal, dá aquele transe de repetição e me lembra maracatu, Olodum. Esse grupo era de Samul Nori. Samul significa “quatro instrumentos” e Nori, “tocar”.  São eles: kkwaenggwari, jing, janggu e buk. Alguns dos passos dos músicos chegam a lembrar o frevo, dê uma olhada nesses vídeos aqui, aqui e aqui.

    Lantern Parade Seoul, 2009

    Essa mocinha também mandou ver muito bem no janggu.

    Resumindo:

    Não, a Coreia não é um paraíso e nem tudo é perfeito por aqui – como também não é no Brasil, nem na Suécia, nem nos EUA – mas se a gente abre bem os olhos pra ver o que tem de bom nesse país, dá pra se divertir MUITO.

    I HEART KOREA

    obs.: Ainda falta contar sobre a super organização de tudo e,principalmente da parada, volto em breve, agora preciso cuidar da vida!

    Ah e assim que puder, coloco todas essas fotos e muitas outras em tamanho ampliado, no meu album do Flickr. Aguenta aí!

    __

    E atenção, tem SORTEIO!

    Pegando o embalo, pra gente celebrar o niver de Buda, aqui no blog também, decidi sortear um kit com uma lanterninha cor de rosa, uma pulseirinha e um botton do festival, entre as pessoas que deixarem comentários nos três últimos posts. O sorteio será domingo e amanhã coloco uma foto dos presentinhos.

    Atualização:

    FINALMENTE, FIZEMOS O SORTEIO! A ganhadora foi a Vivien Morgato do blog A Casa da Mãe Joana, mais detalhes e fotos, em breve.

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    Festival de Lanternas Budista de Lótus – Dia 2 – Domingo
    A Parada

    Denise | Budismo,Coreia do Sul,Fotografia | Monday, 27 April 2009

    A Parada das Lanternas no Centro de Seul
    Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009

    As lanternas simbolizam o enlightenment, iluminação, despertar de Buda.
    Segundo o Venerável Unsan, monge chefe da ordem Taego:

    “Budistas devem acender as lanternas da sabedoria e compaixão para clarear o mundo. Nós precisamos viver como a flor de lótus, que não perde sua pureza, mesmo crescendo na lama.”

    Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009
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    Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009Lantern Parade Seoul, 2009

    AINDA TEM MAIS!!!   ;-)

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    Festival de Lanternas Budista de Lótus – Dia 1 – Sábado

    Denise | Budismo,Coreia do Sul,Cultura,Fotografia | Sunday, 26 April 2009


    Desde que comecei a ler sobre a Coreia, antes mesmo de vir pra cá, já estava sonhando em participar desse festival, que é um dos maiores e deve ser o mais bonito daqui. O Festival de Lanternas de Lótus reuniu coreanos e estrangeiros, nesse final de semana,  para uma celebração adiantada do aniversário do Buda histórico, Sidarta Gautama (que só vai ser mesmo no dia 2 de maio, quando tem mais festa :-) ).

    Ainda bem que, mesmo com toda chuva, eu decidi ir ao Jogyesa (templo da principal ordem budista coreana), no sábado. Como pouca gente arriscou uma saída, tava vazio e foi bem mais tranquilo pra fotografar o templo e os arredores.

    As lanternas, penduradas pelo teto são uma imagem fantástica. Cada uma delas foi confeccionada manualmente e tem um papelzinho enrolado com um pedido.

    Um dos rituais mais bonitos que eu vi no templo, foi o de molhar a cabeça do Buda menino um chá, pelo que soube, isso também é feito no aniversário de Buda no Japão, talvez em outros países também.


    O salão principal do templo é lindo, eu gosto da arquitetura coreana que consegue ser coberta de dourados, mas ao mesmo tempo elegante e equilibrada.

    Nas fotos acima, os monges fazem a chamada para a cerimônia. as fotos estão bem ruins porque fiz de dentro do templo, pela janela, com uma super zoom, mas achei que valeria  a pena o registro esse ritual é muito bonito.

    Quando eu estava lá sentadinha na almofada cinza, dentro do templo, só curtindo a cantoria, uma senhora coreana veio falar comigo, ela sabia algum inglês, perguntou de onde eu era, conversou um pouco e, me deu um bolo feito de arroz e feijão, que eu agradeci e disse que ia levar para comer com meu marido em casa (mas, confesso que não somos muito chegados a essas comidinhas não).

    Não é bacana demais esse carinho com uma pessoa desconhecida? dia desses, uma outra senhora queria me dar metade do prato que ela estava comendo em pleno  vestiário da academia. Aqui, é de péssimo gosto comer em público e não compartilhar. Faço muita ginástica pra conseguir escapar.


    Essas esculturas (carros alegóricos, feitos de um tipo de plástico forte mas bem flexível) abaixo foram exibidas no domingo, mas quando eu cheguei no sábado, estavam bem posicionadas, pedindo pra ser fotografadas  :-)


    Mesmo chovendo a cântaros, teve uma mini-parada, preview do que aconteceria no domingo. Essas meninas aí abaixo estavam em fila pra começar o desfile, mas quando viram minha câmera, tiraram as capas pra posar pras fotos. Até que uma monja chegou e botou todo mundo pra correr…


    Imagens da parada-prévia, debaixo d’água:


    Aguardem, em breve, as fotos ampliadas na minha conta do Flickr.

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    Festival de Lanternas Budista de Lótus

    Denise | Budismo,Coreia do Sul | Sunday, 26 April 2009

    Acabei de chegar de uma das coisas mais bonitas que já vi, apesar da chuva.  Mas, depois, ainda saímos pra jantar fora com amigos, cheguei morta de cansada e de sono, amanhã mostro outras fotos (e publico uma boa atualização pro post anterior, que está rendendo…).

    Bom finde!

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    Estereotipos de genero e os metrossexuais coreanos

    Denise | Coreia do Sul,Cultura | Wednesday, 22 April 2009

    Boys Before Flowers

    Os meninos aqui, como voces devem saber, tem tracos delicados, nao sao muito sarados, alguns ate’ sao bem altos, principalmente para o padrao asiatico, mas, enfim, sao homens que aparentam ser mais “frageis”.

    Lee Jun-kiOs mais jovens se vestem com bastante liberdade, sem medo do cor de rosa, super produzidos, sobrancelha feita, pele bem tratada. Adoro ve-los carregando as bolsas das namoradas e mesmo suas bolsonas parecem com o que chamamos de “femininas”.

    Nao vou nem entrar no merito de que e’ fundamental respeitar e entender as diferencas culturais. Claro que muitos homens estrangeiros adoram ridicularizar os homens coreanos, dizer que sao todos gays (!!), nao deixa de ser uma forma de se sentir superior, na casa dos outros… mas estou mesmo e’ pensando em outra coisa.

    A gente vive reclamando dos estereotipos femininos, mas e os masculinos? nao e’ dureza pra os meninos ter de segui-los tambem? e eles interessam a quem? a gente quer um “novo homem”, que seja companheiro,  sensivel, gentil, mas ao mesmo tempo o padrao de beleza ocidental masculina e’, no geral, truculento, e’ o famoso “tem pegada”. Isso nao e’ esquizofrenico?

    A Coreia e’ um pais machista e aqui tambem tem violencia domestica, mas eu vejo esses jovens muito mais companheiros, gentis com a namorada, acho que a nova geracao – como em tudo – esta mudando, tanto que os unicos saradoes que a gente ve aqui sao completamente influenciados pela cultura hip hop americana.

    Sera que essa androginia nao ajuda a quebrar estereotipos de macho violento? sera que a gente nao precisa rever nossos conceitos?

    Sei la’… so’ umas coisas que estao passando pela minha cabeca, desordenadamente, o que voces acham disso?

    ps.: Opinião pessoal, tem uns coreanos bem bonitos aqui, principalmente os altíssimos e hiper bem vestidos, na casa dos 30, 40.

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    Nossa experiência com “alimento de templo budista”
    em Gyeongju

    Denise | Comida,Coreia do Sul,Cultura,Turismo | Sunday, 19 April 2009


    Já estamos de volta a Seul. Ontem (sábado), fomos parar em Gyeongju, ainda mais ao Sul da Coreia. Lá, só tivemos tempo mesmo de visitar o Museu Nacional de Gyeongju (depois coloco umas fotos aqui) e, decidimos que, ao invés de correr pra ver mais tumbas e templos, deveríamos, dessa vez, priorizar uma experiência nova, pra gente.

    Aceitamos a sugestão da guia do museu e (com ajuda dela) pegamos um taxi pra o 바루 (Baru) um restaurante tradicional, que serve comida dentro dos preceitos dos templos budistas (temple food), ponto de encontro do mundinho-monge local.

    O Baru fica do lado das tumbas do King Muyeol (esses 4 morrinhos mais baixos na segunda foto, acima) e existe há mais de dez anos. Quando chegamos estava quase vazio e o ambiente era agradabilíssimo, mas o clima ajudou, não estava  muito quente. O atendimento, como quase sempre acontece com a gente por aqui, foi excelente. Não tem muitos turistas na cidade, somos uma curiosidade a mais.


    Nós já tínhamos provado temple food em Seul, mas sempre em buffet (geralmente preferimos porque a gente pode escolher somente o que quer), então, não tínhamos nem idéia do que nos esperava. No geral, além de, obviamente não ter nenhuma carne, a temple food não tem alguns ingredientes que podem atrapalhar a concentração, como alho, alho-poró, cebolinha, cebola e uma erva muito usada aqui que se chama dhalae (ou rocambole selvagem).

    Uma explicação para a comida de templos coreana:

    “O livro sagrado Mahaparnirvana Sutra afirma que ‘comer carne e peixe destrói as sementes da compaixão’, já o Lankavatara Sutra explica que pássaros e animais podem ser a re-encarnação de seus pais, irmãos e amigos, de vidas passadas. Também, esses ‘intoxicantes’ distraem nossos sentidos e atrapalha o caminho para a sabedoria, o que pode resultar em ações equivocadas e muitos erros. Essas são as principais razões para essas proibições. Além do mais, no Surangama Sutra está escrito que esses cinco vegetais (citados acima) com sabor apimentado, quando frescos, afetam nossa capacidade de pensar e nos levam a pensamentos obcenos e, quando cozinhados, estimulam nossa raiva. Todos esses obstáculos podem atrapalhar a prática (da meditação). A princípio, a comida de templos parece ser a mesma de qualquer alimento vegetariano, apenas excluindo os cinco elementos. A maior diferença é que a comida de templo é considerada um importante meio para encorajar a prática espiritual.

    ps.: acho que o que experimentamos não era tão ortodoxo, porque acho que vi umas cebolinhas no prato. Vai ver, tem opções para seguidores e não-seguidores.

    A bebida era chá verde, muito bom, mas confesso que sinto falta de uma bebida estúpidamente gelada nas refeições por aqui. Os pratinhos começaram a chegar, e parecia que não iam parar nunca. Difícil dizer o que comemos, muitas verduras, temperos inusitados (pra gente).


    Algumas vezes, a moça que estava nos atendendo vinha explicar como a gente deveria comer, como colocar os montinhos de verdura e enrolar a mini-panquequinha verde, molhando no tempero. Ou avisava que a gente não podia comer a folha onde o arroz veio enroladinho. Dicas fundamentais para ignorantes sobre as delícias da comida budista coreana, como nós dois. Sem falar que sou um desastre pra comer com os pauzinhos,né?

    Quando estávamos na quinta ou sexta rodada, houve uma parada de alguns minutos e achamos que era só. Estávamos mais que satisfeitos. Que nada.  Ted pediu a conta e a moça chocada fez um sinal de que ainda tinha mais.

    Aí foi que chegou o prato principal. O da penúltima foto.

    Foi uma experiência que não vou esquecer nunca. No começo, a comida era um pouco estranha pra nosso paladar bitolado aos mesmos alimentos e temperos (no meu caso,curry,curry, curry), mas tinha coisas deliciosas e surpreendentes.

    Ao lado, meu pratopreferido, esses bolinhos que me deram saudade de bolinho de inhame ou de macaxeira. Essa geleia em cima desse bolinho marrom era canela. Delicioso.

    Saímos satisfeitos, mas leves, essa é a principal diferença de um “banquete” oriental e um ocidental, a gente não sai do restaurante se arrependendo dos excessos.

    Se algum dia, alguém se aventurar por essas bandas, o restaurante fica em Gyeongju (874-3, Seoak-dong, Gyeongju-si 054-774-5378), de ônibus, fica a uma hora de Daegu e uma hora de Busan. Basta pegar um taxi na rodoviária e dar esse nome pro motorista: 바루.

    A refeição para dois custou 30 mil wons (cerca de 50 reais) e o taxi foi mais uns 6 reais.

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    Namsangol Traditional Folk Village

    Denise | Coreia do Sul,Cultura,Fotografia,Turismo | Tuesday, 14 April 2009



    No sábado de manhã, fomos – eu, Ted, Bradford (professor americano da Universidade e ótimo amigo) e Tom (americano que vive há 30 anos na Suécia, ex-vizinho de Ted) que estava hospedado aqui em casa até ontem – para a Namsangol Traditional Folk Village, uma espécie de museu-vivo, complexo de casas que mostra como viviam os coreanos e fica bem no centro de Seul, fácil acesso por metrô.

    Bradford é casado com uma coreana- que ainda está nos EUA – e disse que a casa dos pais dela, no interior da Coreia, é bem parecida com essas mostradas aqui. Eu adoro sentar no chão e ter móveis baixinhos, me daria bem numa casinha dessas.

    Na Korean House, que fica bem do lado da Namsangol Village, e por onde a gente entrou, estava sendo esperado um casamento de verdade (tem uma encenação de um, na Village como vocês vão ver abaixo),  e convidados e parentes chiquérrimos circulavam pelo local (se bem que, no geral, coreanos adoram andar de terno e gravata, com ou sem casamento).

    Tive a sorte de encontrar os noivinhos tirando as tradicionais fotos nos jardins, eles foram super fofos, posaram com muitos risos e dedos em “V” pra mim. Toda felicidade pros dois!





    A Folk Village tem uma área para crianças, com brincadeiras e jogos tradicionais. Bem bacana. As crianças são centro da família aqui, apesar de ser um país muito machista (ou, eu diria, mais explicitamente machista que os outros), a gente vê muitos pais brincando e cuidando dos filhos.

    Lembrei do meu irmão, que coleciona jogos de tabuleiro e é um superpai.

    Percebam o super sol e “calorão” que já chegou aqui. O sol estava tão forte, com tanta luz que consegui pegar algumas fotos interessantes,  como as varetas soltas no ar na foto maior (Yut) e a menininha pulando na gangorra.







    Essas fotos são da encenação de um casamento da época da dinastia, que acontece todos os dias, às 2 da tarde (entrada gratuita!). Apesar da narração resumida em inglês, em alguns momentos foi um pouco monótono, mas valeu a pena esperar (foi logo depois que assisti àquela dança de leques abaixo). E mais um show de percussionistas que não consegui fotografar, mas ainda volto pra filmar tudo.

    Após o casamento, a dança e a percussão, tem uma parada, todo mundo segue os noivos até a avenida principal (onde estavam meus três companheiros de passeio que não viram nada e prefeririam ficar fazendo uma boquinha na Paris Baguette).

    Foi um super sabadão. No domingo, não consegui sair de casa, exausta, mas com as energias recarregadas.

    Boa semana pra todo mundo!

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    부채춤 – Buchaechum – Dança de leques coreana

    Denise | Coreia do Sul,Cultura,Fotografia,Turismo | Monday, 13 April 2009







    Agora, há pouco, na Namsan Hanok Folk Village. Para ver essas e outras fotos ampliadas, clique aqui.

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