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    Campanha do Greenpeace, retirada do ar pela Nestlé

    Denise | Campanhas Publicitárias,Consumo,Meio Ambiente | Thursday, 18 March 2010

    A Nestlé, que produz o chocolate KitKat, utiliza óleo de palma de empresas que estão acabando com as florestas da Indonésia, ameaçando a sobrevivência da população local e levando os orangotangos à extinção.

    Todo mundo merece um tempo – mas ter o nosso não pode significar o fim das florestas tropicais. Estamos pedindo à Nestlé que dê um tempo às florestas tropicais e aos orangotangos, parando de comprar óleo de palma vindo da destruição das florestas.

    Faça algo em www.greenpeace.org.br/kitkat

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    O que você gostaria de ganhar de mamãe noel?

    Denise | Celebrando,Objeto do Desejo | Sunday, 20 December 2009

    xmas9Estou mega ocupada (e ainda cansada pós-viagem), aí tive uma idéia pra um post divertido e que vocês me ajudam a escrever.

    Pensem rápido e me digam, se pudessem escolher qualquer coisa, o que vocês mais gostariam de ganhar de presente nesse natal? podem viajar no desejo!

    Mas tem que ser presente “físico” mesmo, não vale saúde, paz, harmonia etc, OK? vamos trocar figurinhas sobre nossos presentinhos preferidos  =)  pode ser caríssimo, baratíssimo, impossível, totalmente provável, tanto faz…

    Pensando rapidinho (e com frio abaixo de zero lá fora), eu queria um casaco preto, longo, dramático, levemente cinturado, com a saia godé   =)   adoro!

    ps.: gente, também não vale viagem, senão ninguém “pede” outra coisa (se pudesse viagem, eu queria ir pra Russia =)

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    Mercados da Coreia – Seoul Folk Flea Market
    Um superbrechó

    Denise | Consumo,Coreia do Sul,Fotografia | Saturday, 14 March 2009







    A Coreia tem uma enorme quantidade de mercados, antes de ir embora (nem ideia de quando, mas  espero que demore… toc,toc,toc…), quero visitar todos os que ficam em Seul.

    Esse mercado de pulgas (como são conhecidos os bazares, brechós, feiras de coisas usadas, em várias partes do mundo), fica pertinho aqui de casa, de ônibus, só uns 10 minutos, e é incrível. Às vezes, fico pensando no quanto eu sempre adorei fazer turismo em lugares como esse. Pensar que fica aqui pertinho de casa e eu posso ir quantas vezes quiser, é fantástico.

    No mercado, tem de tudo que se possa imaginar e, ao contrário do que indica o nome,  tem muita coisa nova também.

    Roupas, casacos, sapatos, quinquilharias, relógios, ferramentas, móveis, eletrônicos, artesanato, comida, medicina tradicional, vitaminas ocidentais, utensílios de cozinha, coisas do exército americano, antiguidades, raridades, obras de arte, estilingues, brinquedos, equipamentos esportivos, principalmente de golfe e outras coisinhas mais inusitadas, como artesanatos “pornográficos”, raízes-sem-vergonha e com efeitos afrodisíaco  (veja a foto dos coreanos se deliciando na catuaba local, ai embaixo) e até armas… não dá pra contar tudo, só vendo.

    O prédio tem dois andares, com uma praça de alimentação em cada um deles e um centro de informações turísticas, onde estava essa mocinha da foto acima (fazendo um V, pra variar). Eu tava só olhando pela vidraça, ela foi me buscar, mesmo sem falar inglês (!), ela mostrou os panfletos, me deu um livrinho sobre Seul e… uma toalhinha de mão, com o nome do mercado bordado, presente deles. Super gentil.

    Além do caramelo Embaré, que é facinho de encontrar em toda lojinha da cidade, chama atenção a bandeirinha do Brasil, que sempre aparece em decorações de lojas e mercados.  Como a maioria não tem nem ideia de onde fica a patriazinha, vai ver que eles gostam das nossas cores   :-)

    Muita gente reclama que os coreanos são grosseiros, mas mais uma vez, minha experiência foi ótima, bastava abrir um sorrisão e eles me deixaram fotografar, me deram desconto e tentaram se comunicar comigo… em coreano.

    Passei três horas por lá, comprei um relógio; seis latinhas de RedBull diet (que quase não existe aqui e eu ADORO), por menos de 50 centavos de dolar cada (expirou em dezembro, but who cares?!); algumas facas, de todos tipos, aqui pra casa; uma colher de pau e um ótimo tripé pra melhorar as minhas fotos.

    Quero voltar sempre.








    Lembrei de uma história engraçada. Nessa tabela de fotos acima, vocês podem ver, ao centro, vertical, um poster bem safadinho de uma árvore ou raiz, sei lá… coisas da natureza.

    Mas, eu não percebi nada quando fotografei. Ia passando e vi essa barraquinha cheia de homens bebendo um líquido não identificado e comendo uma coisa que parecia umas raspas de mel. Sorri pra eles, pedi pra fotografar e eles concordaram, meio sem jeito. Na foto anterior à da “porn nature”, vocês podem ver o dono do negócio rindo da situação.

    Quando cheguei em casa, foi que percebi o que era o cartaz, e entendi a razão pra popularidade do local. Era o posto de distribuição do “viagra” local. Melhor assim, senão eu teria tido vergonha de fazer as fotos… hehehehe…

    Me lembrou o Mercado de São José, no Recife.

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    Farinha láctea brasileira é retirada do mercado americano por contaminação

    Denise | Amamentação,Consumo | Tuesday, 04 November 2008

    A Nestlé dos Estados Unidos anunciou que está tirando do mercado americano a farinha láctea produzida pela subsidiária brasileira da companhia. Segundo a empresa, o cereal contém traços de um pesticida que, segundo a legislação dos EUA, não é permitido para emprego em lavouras de trigo.

    O pesticida é o pirimifós-metílico e, conforme nota da Nestlé americana, tem seu uso liberado para o grão no Brasil. A farinha láctea exportada para os EUA foi produzida na fábrica de São José do Rio Pardo (SP).

    A Nestlé do Brasil enfatizou, por meio de comunicado, que a farinha láctea será recolhida “exclusivamente nos Estados Unidos”, como medida preventiva. Na nota, a empresa no Brasil “reitera que o produto é seguro para os consumidores e atende rigorosamente a legislação brasileira e o Codex Alimentarius, programa conjunto da FAO (Food and Agriculture Organization) e da OMS (Organização Mundial da Saúde).”

    A companhia, no entanto, não soube informar se os EUA irão importar o produto de outro país ou se a unidade brasileira terá de se enquadrar nos padrões americanos para continuar com a exportação da produto.

    Fonte: G1

    Dica da Nádia (obrigada, querida!)

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    Impressões do Brasil – II

    Denise | Brasil,Consumo | Saturday, 25 October 2008

    Blogando do Shopping Center

    EN-LOU-QUE-CE-RAM!

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    Por falar em consumismo…

    Denise | Consumo,Crafts,Objeto do Desejo | Wednesday, 18 June 2008

    …esse é o meu atual objeto máximo do desejo :-)

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    Os EUA vistos daqui – I

    Denise | Consumo,EUA | Tuesday, 10 June 2008

    Não, eu não sou anti-estadunidense, meu marido, vizinhos, conhecidos e muitos outros “nativos” daqui demonstram, todos os dias, que tem muita gente boa, honesta, com preocupações sociais.

    Muitos dos estereótipos que ouço sobre “os americanos” se aplicariam direitinho aos brasileiros (que também são bons, honestos e têm preocupação social), é duro homogenizar um povo. Aqui como aí, tem de tudo.

    Mas, me deu vontade de começar uma série de posts sobre algumas coisas que acontecem aqui e que, para mim, destroem alguns mitos sobre os “americanos”, que sempre ouvi antes de mudar do Brasil.

    1. Equipamentos eletrônicos

    É verdade que a variedade é imensa, a quantidade de coisas – inúteis ou não – é enorme e é bem barato. Mas a qualidade… é chocante.

    Aliás, a idéia de escrever esse post surgiu, justamente, de um telefonema, onde a linha caía o tempo todo por mal contato do aparelho. Nós já compramos uns seis aparelhos de telefone fixos desde que mudamos pra cá, mais de 1 por ano. O primeiro custou US$ 79,00 o que eu não acho barato, era sem fio, Panasonic, moderninho, cheio de possibilidades enão funcionou mais de seis meses.

    Depois disso, começamos a comprar outros mais baratos, nenhum dura mais que isso. Um deles durou um mês!

    Da mesma forma, muitas outras coisas que compramos quebram com pouquíssimo tempo. E é tudo descartável, não tem como consertar. Um horror.

    Dia desses compramos um laptop de 2gb de RAM, 240gb de HD, super baratinho (500 dólares), mas a garantia custaria US$ 350 dólares!!! Ted já queria pagar, até que eu lembrei a ele que se o laptop quebrar daqui a um ano, um novo, bem melhor, vai ser os US$ 350 dólares que eles estão cobrando.

    Ainda assim, juntando a garantia de um ano, o anti-vírus e uma “otimização” que fizeram na hora (que desconfio não era nada que nõs não pudéssemos fazer em casa), o que era baratinho saiu por 800 dólares.

    Aqui é assim, pra ter garantia de 3, 4 anos, você tem que pagar quase o valor do que você compra e tudo tem taxas e despesas extras ( sem falar em mais 6% de imposto, em cima desse valor, que a gente sempre esquece de calcular antes de pagar).

    2. A qualidade dos celulares

    Claro que só tivemos celulares que vêm de graça com a conta ou que custaram 30 dólares (se bem que o de Simon custou mais de 100). Todos eles sempre foram de baixíssima qualidade (sempre foram Motorola ou LG, é raro uma companhia que ofereça Nokia, o que eu gosto mais).

    No Brasil, eu também tive apenas celulares que ganhava das companhias, jamais gastaria meu dinheirinho com aparelhos sofisticados, ainda assim, no Brasil eu sempre recebi Nokia e nunca, jamais, tive um décimo dos problemas que a gente tem aqui. A bateria durava mais, nunca tive um que tigvesse quebrado totalmente.

    Os nossos aqui, não só tem bateria com curtíssima duração desde o primeiro dia, como eles quebram fisicamente, o meu e de Bia já quebraram a tampa traseira (que nós perdemos, claro) e estão assim, nuzinhos.

    E a conexão, então? Meu Deus! nunca tinha experimentado nada igual. Não lembro de um lugar em Olinda/Recife em que meu celular não funcionasse! aqui, começamos com Cingular (atual AT&T), que era uma piada. Quando eu ia ao meu médico, pra telefonar de lá, tinha que sair do prédio, e não apenas isso, tinha que me afastar da marquise, senão não tinha cobertura.

    Funcionava em alguns cômodos do apartamento, mas não em todos, era quase totalmente inútil, na maioria das (poucas) vezes em que precisei dele.

    Aliás, uma coisa que é interessante nesse país do “capitalismo competitivo” é o monopólio de empresas em algumas áreas. Aqui em Washington apenas a Verizon tem direito a cobertura no metrô (que só funciona nas estação, se estiver a caminho, em velocidade, a ligação morre). Bom, mas já é um avanço e, por causa disso, mudamos pra Verizon.

    Ilusão. O serviço é melhor, mas ainda assim, quase tão ruim quanto. Já tentei ligar pra o celular de Ted com ele do meu lado e a ligação nem aparece no celular dele (não é que ele não ouve, não, simplesmente recebo o sinal de “chamando”, mas não tem o menor sinal de ligação.

    3. Preço das mensagens de texto

    Não sei como é em outros lugares, mas aqui, eu acho um absurdo. A gente paga 35 centavos por cada mensagem de texto. Como Bia tem umas 500 por mês, ela tem um contrato à parte, para o qual ela paga 5 dólares por uma quantidade máxima (acho que uns 200 sms, não tenho certeza), depois disso, tem que pagar um a um.

    Fiquei curiosa pra saber, como é o serviço de telefonia celular onde você mora? funciona direitinho?

    Update: Estamos adorando ler sobre os serviços de celulares nas suas cidades, continuem escrevendo!

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    Comprinhas no Eastern Market

    Denise | Consumo,Washington, dc | Monday, 26 May 2008

    Eu sou quase incontrolável em flea markets, garage sales, thrift stores, brechós, bazares. Adoro comprar coisinhas baratas e, muitas vezes, totalmente inúteis mas imprescindíveis. Tenho tentado me controlar, até porque, a essa altura, preciso é vender o que já tem aqui mas, às vezes, não consigo resistir.

    Ontem de manhã fui ao flea market de Eastern Market (mais fotos do finde, em breve) pensando em não comprar nada, mas saí de lá com essas coisinhas:

    1. Quatro livros, uma linda edição em litografia de 1947 de Existencialismo de Jean-Paul Sartre (que vai ser presente pra Bia), uma biografia de Edgar Allan Poe (adoro seus livros), O Leopardo de Tomasi de Lampedusa (tenho o livro em Português, comprei em inglês para Ted) e um livro com escritos de Rainer Maria Rilke sobre “a vida”, que eu comprei porque quando era adolescente adorava “Cartas a um Jovem Poeta”. Tudo por menos de 30 reais.

    2. Esse carneirinho de louça custou uma doleta.

    3. Isso não é interessante? são slides enormes, de vidro, muito antigos, a maioria de secretarias de educação (esses são de Nova York). Entre milhares, encontrei esses dois do Brasil, o preto e branco mostra um seringueiro e outro de uma foto de 1915 da Pan American, num porto de Manaus. Estou pensando em fazer uma daquelas “night light”, para colocar na tomada, com eles. Cada um, custou um dólar!

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    2 dólares…

    Denise | Consumo | Sunday, 27 January 2008

    fleamarket1.jpg

    … foi quanto eu gastei numa “thrift store” (brexó), ontem, pra comprar esse baralho espanhol pra coleção de Mabuse & Haidée e esse pratinho esmaltado com desenho holandês. Adoro comprinhas como essa…

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    Objeto do Desejo – 1

    Denise | Objeto do Desejo | Sunday, 27 January 2008

    odd1.jpg

    O vermelhinho não é uma graça? quero aprender a fazer bijouteria em acrílico. Adoro.

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    Dia das Crianças, boicote à Mattel, livros e opção de boneca educativa

    Denise | Consumo | Friday, 05 October 2007

    children_reading.jpgRecebi um email da Renata com uma dica do boicote que a Ana Cláudia Bessa está lançando pro Dia das Crianças (nem lembrava mais desse dia!). A proposta é dar livros aos filhos, ao invés desses plastificados, e às vezes até perigosos, brinquedos da Mattel.

    Eu acho uma idéia genial e dou todo apoio. Eu sempre comprei muitos livros pra Bia e estamos colhendo os frutos, agora. Livros, livros, livros, para crianças, sempre!

    Boneca Mariana – uma outra opção

    bonecamariana_nenem.jpgMas, vou aproveitar pra sugerir mais um outro presente para o Dia das Crianças… as bonequinhas Mariana que amamentam e fazem parto natural, feitas pelas mulheres do Grupo Chama Viva, uma comunidade de baixíssima renda do Recife.

    Nós trabalhamos há 20 anos com esse grupo, que começou a produzir as bonecas há 15, com nosso apoio e de outras entidades como a Casa da Mulher do Nordeste. Além das bonecas, o grupo também apóia a amamentação na comunidade.

    Toda a renda de venda vai pro grupo, nós apenas divulgamos e apoiamos o lindo trabalho delas.

    As bonequinhas são lindas, passam por um controle de qualidade e vêm com um “sling” para carregar o bebê.

    E tem também o pai, André, ambos são “anatomicamente completos” e você ainda pode escolher com ou sem pelos púbicos :-)

    As bonecas Mariana já foram símbolo da Semana Mundial da Amamentação em 1999, quando apareceram impressas em cartazes usados no mundo todo, incluindo chinês! também são vendidas para dezenas de países e devemos começar a vender, em breve, na Austrália.

    Se quiser comprar as bonequinhas, elas custam 25 reais (consulte o valor do frete). Como o tempo é curto, façam os pedidos logo. Quem tiver interesse, pode mandar um email pra telma.arcoverde@gmail.com e a minha mãe telefona pro grupo, repassando os dados da encomenda.

    Lembrem que, comprando a boneca Mariana, você vai ajudar as mulheres do Grupo Chama Viva, que estão precisando muito de ajuda. É um presente duplo.


    O parto natural de Mariana

    Fotos: (1) Gettyimages, (2) Edilauzir (Nenem), uma das líderes do grupo, quando me encontrou na última visita aos Brasil, pra entregar as bonequinhas que levei pra Austrália. Nenem está no Grupo desde 1988 e é uma batalhadora que é a provedora de uma casa com 7 pessoas (cinco deles homens, que não trabalham!). Nenem é uma das mulheres mais admiráveis que conheci. (3) cartazes da Semana Mundial da Amamentação de 1999, em francês e Inglês, (4 e 5) as bonecas são multi-étnicas e (6, 7 e 8) parto de Mariana, só natural!

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    Compras na China

    Denise | China,Consumo,Viagens | Sunday, 08 July 2007

    hong_qiao.jpg

    Atendendo a vários pedidos, vou contar sobre minhas experiências de compras na China. Pega um cafezinho que o post é longo… (importante: 1 dolar vale 7.5 rmb – ou yuan)

    Antes, deixa dizer que, no geral, a China é, sim, um país barato. Pode-se comer bem com pouco dinheiro, com uma boa negociação, as diárias de hotéis podem ser bem baratas e o taxi e metrô são quase de graça. Às vezes, existem passagens de NY pra Beijing por 400 dólares, sei que na Europa também tem boas promoções.

    Quem puder ir, vá. Acho que vale mais do que a pena, por que, se você gastar pouco na passagem, a viagem tá garantida, é possível ficar lá gastando pouquíssimo, por dia e ainda renovar o “guarda-roupa”.

    Mas, claro que isso é pra quem sabe se descolar e buscar as coisas e lugares certos. Como em todas grandes cidades do mundo, existem lojas carésimas. Se a pessoa for mané de fazer compras na Guess, H&M, C&A, Sephora, Victoria Secret…. aí vai pagar o que se paga no mundo todo, tem que sair do circuito mainstream

    Eu viajei com a ilusão de que conseguiria comprar pouquísismo, já que estou com pouco dinheiro e já tínhamos gastado demais com minha passagem (por ser 3 cidades diferentes na China) e meu espírito estava para descobrir o país, não sacolar. Mas, conseguir manter esse comportamento anti-capitalista, na China, é maya, ilusão… hehehehehe…

    Guangzhou (Cantão)

    Cada cidade, foi uma experiência diferente, mas todas têm uma coisa em comum: os contrastes. Em Guangzhou (Cantão), a rua de pedestres, Xiajiu Lu e mais Beijing Lu e Changsou Lu, formam a principal região de compras, outdoors luminosos e telas gigantes dão um tom meio “times square”, com lojas por todo lado, com esculturas espalhadas pela praça, representando vendedores e personagens de século passado.

    Adorei essa região da cidade. Foi onde eu fiz essas fotos que vocês viram, hiper coloridas, lembram? são dezenas de prédios com vários andares de lojinhas, em corredores minúsculos lotados de jovens.

    Como essa não é uma cidade turística, os produtos são feitos pro público local, tudo pequenininho e de um gosto bem duvidoso, pra mim. Não me interessei por nada. As jovens,seguem uma linha meio anime, meio boneca (que Bia já gostou, mas agora, aos 20 anos ela já está adulta demais) e as mulheres mais velhas, todas usam uma blusinha estampada meio sem graça.

    Aí, o que eu encontrei mais interessante foram relógios. Chanel, Prada, Guess, Louis Vuitton, Omega, Swatch etc. Já vi muita cópia, mas nunca tinha visto tanta variedade (alguns lindos mesmo), tão perfeitos e baratésimos (não vou contar quanto porque trouxe vários para dar de presente, né?!).

    No mais, em Guangzhou, comprei apenas uns baralhos e jogos de tabuleiro pro meu irmão (que coleciona) e uma boneca chinesa pra minha mãe. Fora os relógios, os preços não eram muito bons e não tinha nada tão interessante, pelo menos por onde eu andei. Como tive que descobrir as coisas sozinha, posso ter perdido bons lugares.

    Shanghai

    Shanghai é totalmente diferente de Guangzhou. É muito maior, mais rica, mais sofisticada, mais cara e, na minha opinião, menos interessante.

    Mas, o contraste também está lá. Talvez até maior. Todas essas fotos aí acima foram feitas em um shopping center, Super Brand Mall, que fica na frente do nosso hotel e onde íamos, de vez em quando, por ser mais prático mesmo.

    A minha foto preferida é essa primeira, que mostra uma propaganda luminosa enorme da Sephora, que é uma hiper loja de cosméticos americana, com a imagem de uma mulher ocidental com enormes olhos azuis e, à frente, o pequeno altar budista.

    Muitas pequenas lojas, na China (como em outros países asiáticos), têm esses altares, geralmente pequenos, pobrezinhos, e foi bem interessante ver – como sempre – o contraste do que eles consideram modernidade, da invasão ocidental, do capitalismo e a resistência cultural representada pelo altarzinho, que tava lá, marcando ponto.

    Ao contrário de Guangzhou, Shanghai é uma cidade turística, muito rica, com muitos lugares sofisticados e caríssimos. Nesse shopping, Ted queria uma comprar uma camisa de manga curta e, numa loja que entramos, ela custava 300 dólares. Fui, rapidamente, a outro shopping com a esposa do nosso amigo chinês e as lojas eram todas Versace, Chanel, tudo original e incrivelmente caro. Obviamente, não compramos nadinha por lá.

    Conseguimos comprar algumas coisinhas interessantes e mais baratas naquela water town que fomos, lembram? ela tinha várias ruazinhas, cheias de todo tipo de tranqueira. Os preços eram razoáveis, mas era preciso pechinchar, sempre, e o calor estava terrível, nosso amigo tinha um compromisso com hora marcada e não dava pra passar o dia discutindo cada preço.

    Ted comprou umas moedas “antigas” e várias gravatas de seda, a um dólar cada, para dar de presente; eu comprei minha sombrinha vermelha linda por 3 dolares; uma bolsa quase igual a da Cameron Diaz (preferi uma com a imagem de Mao, ela foi mais discreta, levando a da estrela e, mesmo assim, parece que irritou os peruanos), que diz “Serve the People”, por 4 dólares… acho que só.

    Quando fomos a Puxi (eu, Bela e Simone), área antiga e hiper turística de Shanghai, deu pra ver que lá deveria ser o lugar ideal pra fazer compras de bugigangas. Mas eu queria mesmo era conversar com as meninas, dei uma olhada rápida nas coisas e decidi que, no dia seguinte, voltaria com Hi, a minha amiga chinesa, pra tentar conseguir uns precinhos melhores. Ficamos horas no Yu Garden papeando, o que é priceless… (não tem preço!)

    Bom, acontece que, no meu último dia por lá, eu disse a Hi que queria comprar um vestido chinês pra Bia, mas ela não entendeu bem o que eu queria e me levou pra uma espécie de shopping de confecções, muuuuuuuuuito longe, onde quase tudo era ocidental e ou era bem feinho, ou era minúsculo.

    Meu vôo era no mesmo dia, então desisti de comprar qualquer coisa em Shanghai e voamos pra Beijing com a mala bem levinha.

    Beijing

    Como sempre, ao chegar em Beijing, planejei minha programação. Mas, no primeiro dia, estava tão exausta que só fui sair do hotel quase às 5 da tarde, como já contei aqui. O templo, que acabei visitando depois, estava fechado, então, resolvi visitar o “Pearl Market” (Mercado de Pérolas), que fica do lado (bom, uma maneira de dizer, porque tive que andar uns 15 minutos, arrodeando o muro do templo até chegar lá).

    No meu imaginário romântico, o tal Mercado de Pérolas era um lugar ao ar livre, onde as pessoas vendiam sedas, pérolas e artesanato. Confesso que tive um certo choque ao ver que era um prédio enorme, de vários andares e, ao entrar, dei de cara com centenas de estandes vendendo todo tipo de bugugangas eletrônicas.

    bonequinha_chinesa.jpgPassei direto pelos iPod “falsiê”e caí numa verdadeira visão do paraíso… hehehehe… centenas de barraquinhas vendendo roupinhas chinesas e scarves (xales, cachecóis, lenços) de pashmina, mas uma pashmina como nunca tinha visto, nem na India, lindos e de uma qualidade incrível (pelo menos até a primeira lavagem… a dica é não lavar). Aí foi quando eu tive meu primeiro contato com o que é pechinchar na China.

    Eu já pechinchei muito, em muitos países, mundo afora, no Peru, na India, na Malásia, na Tailândia… geralmente todos têm o mesmo sistema. A vendedora (que não fala – ou fala pouco – inglês), digita um preço estratosférico numa calculadora e lhe entrega a calculadora pra você aí digitar o seu preço… é um jogo que pode durar séculos (especialmente se o calor for de matar).

    Mas, nunca vi nada igual à China, em termos de variação no preço. Um exemplo, na minha primeira compra, um belo scarf de pashmina preto, ela me pediu 350 RMB. Eu disse que só dava 35 (US$ 4.5), ela reclamou, eu me virei pra sair, ela concordou na hora. Eu saí com a impressão de que o preço real devia ser uns 20 RMB. Depois disso, entendi o sistema.

    Lá, eu comprei o tal vestido chinês pra Bia. Como em todo lugar, a idéia é que elas não querem deixar você ir embora sem comprar, porque sabem que, mais à frente, outra pessoa vai concordar em lhe vender pelo preço que você pedir. A negociação começou com a moça dizendo (nesse mercado, quase todas falam um pouco de inglês): “eu gostei de você, se você fosse americana eu iria cobrar (aí mostra na calculadora) 2.800 RMB pelo vestido. Mas como tô vendo que não é, vou cobrar somente 1.200 RMB”… eu dou uma gargalhada e já vou saindo. Ela me puxa (literalmente) pelo braço e pergunta qual o meu preço.

    Como eu sei bem o quanto essa lenga-lenga pode render, decidi ser radical – apesar de culturalmente isso ser uma ofensa pra elas – e dei sempre o valor máximo que aceitaria pagar. Nesse caso (que ela pediu 1.200RMB, eu disse logo que não dava mais que 80RMB). Vocês podem imaginar que, pra gente é meio estranho pedir uma redução tão brutal de preço, mas a lógica é essa mesmo e, não precisa sentir culpa, se ela nao tiver nenhum lucro, ela não vai lhe vender. Depois de muita conversa concordei em pagar 100RMB (US$ 13.30), Comprei aquela blusinha azul por 50RMB e mais uma boa quantidade de tranqueiras bem baratinhas.

    O próximo mercado que fui, era bem parecido com esse, e se chama “Slik Market” (Mercado das Sedas) e é o que está nas fotos acima. Era mais organizado que o Mercado de Pérolas e tinha muito mais coisas que me interessavam. Fui uma vez sozinha e voltei depois com Ted, mais duas vezes (fica aberto de 8 às 20h).

    bolsaslvchloe.jpgFazer compras no Silk Market é uma experiência difícil de transcrever aqui (quem já foi lá, pode me ajudar!), mas vou tentar. Segundo Ted, parece que você está passando por uma câmara de tortura… hehehehe… eu me acabava de de rir (e ouvi várias chinesinhas a perguntar: “porque ela está tão alegre?” hahahahahaha). Como a concorrência é braba, a agressividade de venda das moças é fisica mesmo, não sei porquê, especialmente na área das bolsas.

    Ted tinha comprado uma bolsa de couro pra laptop “Giorgio Armani”, lindíssima, mas ela acabou sendo muito pequena e tivemos que voltar pra trocar. O diabo era achar a loja novamente. E como tínhamos que passar várias vezes pelos corredores tentando achar a loja, as moças achavam que éramos presa fácil, puxavam pelo braço, empurravam a gente pra dentro das lojas, puxavam pelas sacolas que estávamos carregando e eu e Ted quase morrendo de rir. Câmara de tortura… hehehehe…

    Van-Van (e quase todas leitoras desse blog), por lá, iam enlouquecer… tinha todas as bolsas que vocês puderem imaginar, das marcas mais sofisticadas e modelos mais recentes, numa cópia perfeita, ainda assim, eu não conseguia gostar de nenhuma…

    Interessante é que todas ficavam expostas, menos as Louis Vuitton, que eram oferecidas em catálogos. Eu tinha a incubência de comprar uma bolsa dessa marca (que eu odeio), pra minha mãe. Por causa da fiscalização seríssima que está sendo feita pela LV, a venda é uma operação secreta. Primeiro, elas mostram o catálogo, você escolhe e elas ligam pra alguém que traz numa sacola escondida. Você meio que tem que se enfiar embaixo de um balcão pra ver a bolsa e decidir se quer levar… hehehehehe… pirataria braba…. os preços cobrados, inicialmente, são ridículos, na faixa de 1000RMB, você diz que só paga 100 ou 150, vira as costas e elas concordam.

    minhas_bolsas.jpgPra mim, comprei apenas uma bolsinha e uma mochila ambas da “Diesel”, de lona, bem simplezinhas. Cheguei à conclusão que não gosto mesmo de “bolsa de adulto”, não, elas são desconfortáveis… hehehehe… cheguei a comprar uma “Chloé”, que achei super bonita, mas saí com ela um dia e detestei, achei incômoda e passei pra minha mãe.

    Na seção de sapatos, comprei três fofíssimos, um Vans, pra Bia que ficou grande demais e dois tenis pra mim, bem levinhos, meio estilo “sketchers”. Cobraram 850 cada, paguei 80RMB, pouco mais de 10 dólares. Também compramos algumas calças compridas pra mim e Ted e muitas camisas masculinas pra Ted, os filhos e Simon, tudo Armani, tudo bem baratinho e, aparentemente, de ótima qualidade (vamos ver depois da lavagem).

    Finalmente, comprei coisinhas como marcadores de livros, vidrinhos de perfume, leque, uma estatuazinha fofa de uma menininha budista, alguns daqueles joguinhos de chopstick, bolsinhas de seda para colocar jóias e bijouterias, enfim, um monte de coisas bonitinhas. A vontade era levar muito mais mas, mesmo baratíssimo, o dinheiro não dá e não tem mais espaço nas malas (tivemos que comprar mais duas, por lá!)

    Enfim, em termos de compras, o paraíso é Beijing. Ainda bem que não comprei muita coisa nas duas cidades que fui antes, porque senão teria me arrependido.

    Claro que a gente pensa que é tudo tão barato porque tem muita mulher e criança sendo explorada na produção dessas coisas com as quais a gente se delicia. Não esqueci disso, não. O fato é que, hoje em dia, é quase impossível não comprar alguma coisa “made in china”, em Beijing, Recife ou Washington. Então, se é pra comprar, que pelo menos seja mais barato e direto do produtor.

    Além do mais, a pechincha não é exploração, ela é cultural, esperada mesmo. Os preços que eles dizem, no começo é irreal e “se colar, colou”. E eu vi muito gringo pagando a metade achando que estava se dando muito bem… hehehehe…

    Enfim, essa foi minha aventura de compras na China. Se tiverem mais curiosidades, sobre isso, basta perguntar.

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    Observação: Estou em Olinda, me empanturrando de tapioca, bolo de rolo, coxinha de galinha, pão de queijo, só descansando e batendo papo com minha mãe, meu irmão, cunhada e sobrinhos. Quando puder, volto a blogar normalmente…

    E atenção: não são só vocês, não, nem eu aguento mais ouvir falar na China… hehehehe… mas ainda vai ter um último post esclarecendo as dúvidas das amigas e amigos… depois a gente vira o disco, tem mil outras coisas que tenho pensado em comentar.

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    Trabalho escravo na China… e na Indonesia, na Suazilândia, nos EUA, no Brasil…

    realwomen.jpg

    A Isabella deixou um recado que me deu a deixa pra falar um pouco mais sobre essa questão de não comprar produtos falsificados por causa dos trabalhadores que têm péssimas condições.

    Claro que a gente não vê nada, por lá, é tudo escondido e em áreas industriais, mas todo mundo sabe que a China tem trabalhadores escravos, pessoas que vivem em péssimas condições, meu irmão até comentou sobre um navio em que as pessoas vêm da China produzindo os sapatos no caminho, é o cúmulo da exploração.

    Pensei nisso, ao chegar lá, mas cheguei à conclusão de que não comprar produtos por serem falsificados ou feitos na China (ainda mais estando na China) é uma grande bobagem. Como disse à Bella, não é só na China que existe trabalho escravo e, infelizmente, estamos sempre comprando produtos feitos por pessoas que são exploradas.

    Dia desses, vi uma matéria sobre fábricas clandestinas, em São Paulo, onde bolivianos são praticamente escravizados e produzem roupas que todo mundo usa sem culpa.


    ‘Morrer antes que viver como escravos’. Este é o lema da Bolívia, cantado no refrão do Hino Nacional do País. No entanto, é como ‘quase’ escravos que cerca de 50 mil bolivianos trabalham em fábricas de roupas em São Paulo.
    Leia a matéria aqui.

    Assisti a um filme – Real Women Have Curves (foto) – com a ótima America Ferrara, que mostra uma fábrica onde imigrantes mexicanas costuravam, dia e noite, em péssimas condições de trabalho, vestidos que eram vendidos por 10 vezes mais na Macy’s. Vocês acham que as roupas que são vendidas na Banana Republic, Gap ou H&M são feitas nos EUA, com todos direitos trabalhistas assegurados? não, mesmo.

    A questão não é nem o produto ser original. Todo mundo sabe da exploração da força de trabalho na Indonesia, por parte de grandes empresas como Nike ou Adidas.

    Se você não faz como a maravilhosa Maffalda, que decidiu reduzir drasticamente seu consumo de tudo, não tem como, hoje em dia, comprar coisas que não explorem, de alguma forma, mão de obra barata, em péssimas condições. Triste, mas é verdade.

    Enfim, de qualquer forma, eu não dou absolutamente nenhum valor, nem respeito essas Prada da vida, na verdade, desprezo algumas delas, pelo que representam. Compro uma bolsa apenas por que ela me agrada e por ser barata, sem me preocupar com marca (se bem que, algumas delas, como a Louis Vuitton eu não usaria nem que me pagassem).

    Pensando bem, talvez seja até bem mais “transgressor” comprar e espalhar as cópias pelo mundo afora, e assim ajudar a popularizar essas marcas, coisa que elas morrem de medo que aconteça…

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    Atenção – Vendo Câmera Digital

    Denise | Consumo | Thursday, 24 November 2005

    finefuji.jpg

    Antes que eu esqueça… estou vendendo a minha câmera digital FujiFilm FinePix A330 3.2 mp, que ganhei no dia 14 de fevereiro. dia dos namorados (é que em agosto ganhei uma outra, mais potente, de aniversário, por isso quero vender essa aí).

    Ela tá bem novinha (foi usada apenas entre fevereiro e agosto) e acompanha um cartão de memória XD de 256 mb (e um de 16mb).

    Procurando na Internet, o preço mais barato, que eu achei, no Brasil, para a câmera foi R$ 650,00 e o cartão de memória de 256mb, R$ 149,00, ambos no Mercado Livre (na Etronics, a câmera custa R$ 819,00 e o cartão de memória custa R$ 195,00!!!).

    Estou vendendo a câmera com os dois cartões de memória (256 e 16mb) por R$ 440,00. Quem tiver interesse, deixe um recado aqui.

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    Bonequinhos de Computador

    Denise | Consumo | Tuesday, 07 June 2005

    bonequinhos.jpgEsses dois eu comprei em IKEA, na Suécia, mas deve ter em qualquer loja IKEA do mundo. Ficam em cima do meu monitor e o cavanhaque do menino lembra meu irmão… acho tão “muderninhos”…

    Você também tem bonequinhos no computador? que tal uma blogagem coletiva? poste uma foto do seu bonequinho… ou, se for uma “sem-blog”, mande pra mim e eu coloco aqui…

    Comentários comentados

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    Aqui…

    Denise | Consumo | Saturday, 04 June 2005

    something_wild.jpg…alguns dos meus objetos do desejo.

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