“Só peço a você, um favor, se puder, não me esqueça num canto qualquer…” – Meus brinquedos preferidos!
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Adorei ver esse post, da Ede, que me trouxe grandes lembranças da infância e botei na cabeça que ia fazer um post sobre meus brinquedos também.
Minha infância foi nos anos 70, não nos 80, então, achar fotos desses brinquedos é bem mais difícil e, pra preparar esse post, contei com a ajuda da minha mãe porque algumas bonecas eu não lembrava se eu tinha tido ou se queria tanto, que pensava que tinha tido uma…. hehehe…
Ontem, à noite, quase que não conseguimos ir dormir, procurando, na internet, e achando mais fotos de brinquedos e bonecas parecidas com as minhas.
Ela encontrou raridades, como a foto dessa boneca Pupi, ai acima, que ela jurava que eu tinha uma e era loca por ela, mas não lembro de nada, era muito pequenininha. E eu achei uma foto dessa boneca estranha, sentada com as perninhas pra trás e os cabelos assanhadíssimos… tinha uma igualzinha, de cabelo marrom…
Minha mãe diz que, de todas, a minha preferida era essa “Ana Paula”, mas o “bebê engatinhando” é a minha melhor lembrança e o que durou mais tempo. Essa coelha, aí acima, de vestido de veludo, também era o máximo. Em tempos melhores, ela tinha uma cestinha cheia de lã, e segurava agulhas tricotando uma coisinhas. Claro que eu desmanchei tudo, né? mas ficou a lembrança.
Aliás, também, não consegui achar foto de uma maquininha de fazer tricô de plástico rosa que eu AMAVA e vivia fazendo umas “tripas” de tricô que nunca serviram pra nada, mas era divertidíssimo.
Também tivemos Atari, claro, e até minha mãe ficou viciada em “Pacman”, uma época. River Raid, tênis… era tudo tão “moderno”…
Tinha uns bonequinhos bebês, barrigudinhos, nus, pequenos, com pernas e braços presos em elásticos que vendiam na Viana Leal (Fui longe, hein?!), sou capaz de lembrar da prateleira onde eles ficavam…eram baratinhos e minha mãe comporava sempre alguns quando a gente saia. Daria tudo pra ter guardado pelo menos unzinho…
E eu, que sempre amei cabelo grande, costumava cortar os cabelos das pobres bonecas, esperando que “crescesse mais rápido”, segundo reza a lenda…
Gente, e o “Vai e Vem”? alguém lembra? putz… aquilo era um ótimo exercícios pros braços e a gente nem percebia… hehehehe… eu era totalmente viciada. E tinha o “Cai-não-Cai” e eu, “estabanada” como sou, sempre derrubava tudo…
Meu pai adorava comprar brinquedos e bonecas, pra mim. Minha mãe também, claro, mas ela sempre foi mais “controlada” hehehe… eu fazia mesmo uma farra quando saía com meu pai.
Nesse mergulho no passado, as memórias se misturaram e, mais uma vez, eu não poderia ter feito esse post sem as orientações da minha mãe:
- “Mamãe, eu não tive uma Rockita?”
E ela dizia:
- “Não, essa foi de Bia…”
- “E um cavalinho Pinote?”
- “Também não, esse era do seu irmão, Mabuse.”
- “E a Beijoca?”
- “Essa você teve, sim…”
Eu ainda adoro brinquedos. Adoro escolher brinquedos pros pequenininhos da família ou dos amigos. E, somente há uns dois anos, me dei alta de uma persistente “Síndrome de Hello Kitty” que me acompanhou a vida toda hehehehe… Sempre adorei coisas “fofas”… mas hoje, finalmente, desisti de comprar um abajour de pelúcia cor de rosa…

Enfim… foi uma delícia lembrar dos meus brinquedos, agora, adivinhem que é esse fofíiiiiiiiiiiiiissimo aí abaixo… fácil, né? e olhem o nomezinho dele no carro!


Update:


Post publicado originalmente em 2005.





















































































