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    Esse blog teve
    visitantes, desde
    setembro de 2003.

    Desigualdade cai entre Nordeste e SP

    Denise | Brasil | Monday, 20 June 2011

    Para especialistas, o aumento do mínimo e o Bolsa Família ajudam a explicar a redução das disparidades na última década. De 2000 a 2010, renda média subiu 3% em cidades paulistas e 46% nas maranhenses, mas discrepâncias persistem

    ANTÔNIO GOIS e PEDRO SOARES (RJ)
    SIMON DUCROQUET (SP)

    Ainda que disparidades regionais continuem gritantes, o Brasil ficou menos desigual na década passada. A divulgação dos dados do Censo Demográfico do IBGE esmiúça como o movimento afetou as cidades.

    A comparação da renda média domiciliar per capita em 2000 e 2010 mostra, por exemplo, que municípios do Nordeste tiveram os maiores ganhos na renda por pessoa, enquanto cidades paulistas lideram a lista das que menos avançaram na década.

    Considerando apenas os municípios com mais de 100 mil habitantes -os muito pequenos são mais sujeitos a variações-, entre os 50 que mais avançaram, metade são nordestinos e um paulista (Franco da Rocha).
    Já na lista dos 50 que menos avançaram, 36 são de São Paulo. Corrigindo os valores de 2000 pela inflação acumulada em dez anos pelo INPC (indicador do IBGE), 12 tiveram até mesmo pequena queda no rendimento médio. Nove entre eles são paulistas.

    É natural que municípios mais pobres tenham margem maior para avançar mais. No entanto, isso nem sempre ocorreu num país que se acostumou com a desigualdade. Nos anos 80, por exemplo, São Paulo viu a renda média de seus domicílios subir 17%, enquanto o Maranhão avançou 7%.

    Na década passada, os domicílios paulistas registraram o menor crescimento entre todas as unidades da federação (apenas 3%), enquanto nos maranhenses a variação foi de 46%.

    Para João Saboia, professor do Instituto de Economia da UFRJ, a “melhora substancial na distribuição regional dos rendimentos” ocorreu graças especialmente ao desenvolvimento de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, e ao aumento do salário mínimo, que variou 70% na década, descontada a inflação.

    Pedro Herculano de Souza, do Ipea, explica que o Bolsa Família, apesar do baixo valor da transferência (varia de R$ 32 a R$ 242), tem impacto muito grande em cidades menores e nas quais a renda familiar é muito baixa.

    Ele lembra que a Previdência Rural, cujo benefício é vinculado ao mínimo, incide mais nessas áreas.
    Segundo Claudio Dedecca, da Unicamp, o aumento do mínimo repercute mais no mercado de trabalho das cidades mais pobres, pois um contingente maior tem rendimentos vinculados a ele.

    “A década foi marcada por ampliação da política social e crescimento de qualidade, graças à maior dispersão dos investimentos sobre o território nacional, beneficiando áreas mais pobres”, resume Lena Lavinas, da UFRJ.

    Quando se analisa o crescimento em cada município, Sonia Rocha, pesquisadora do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade, lembra que é preciso considerar, no caso de regiões metropolitanas ou aglomerados urbanos, que a renda pode ser alta em função do dinamismo de cidades vizinhas.

    Mas esse dinamismo, segundo ela, também pode ter efeito colateral. Ao atrair mais população, reduz a renda média da cidade.

    Artigo publicado na Folha de São Paulo

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    Oi-eu-aqui-traveiz

    Denise Arcoverde | Brasil | Monday, 21 February 2011

    Em Olinda, me acabando no frevo, tapioca, sol, agua de coco…

    Desculpem o desaparecimento e obrigada a todo mundo que se preocupou comigo. Tá tudo bem. Assim que der, conto as novidades.

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    Pra gente nunca esquecer

    Denise Arcoverde | Brasil | Saturday, 29 January 2011

    Na epoca das eleicoes, fui chamada de infantil, ingenua, sentimental, piegas. Se preciso ser isso tudo pra me emocionar com D. Elzita e pra reconhecer o valor dos que lutaram, morreram e foram torturados pela ditadura militar, sou isso, e muito mais.

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    Por que é que Dilma é Presidenta do Brasil?

    Denise | Brasil | Monday, 10 January 2011

    Há alguns dias, vem circulando, nas redes sociais, um belo trecho dessa entrevista de Pilar del Rios:

    Há um ano que é presidente da Fundação José Saramago…
    Presidenta!…

    Presidenta?
    Só os ignorantes é que me chamam presidente. A palavra não existia porque não havia a função, agora que existe a função há a palavra que denomina a função. As línguas estão aí para mostrar a realidade e não para a esconder de acordo com a ideologia dominante, como aconteceu até agora. Presidenta, porque sou mulher e sou presidenta.

    Mas a palavra não existe!
    Porque é que entre uma mulher e um animal tem primazia o género do animal? Porque dizem “Vêm os dois” se é uma mulher e um cão quem vem? Em vez de dizerem que não se pode dizer presidenta, mas ministra sim, solucionem essa injustiça e canalhice. Que os doutos académicos resolvam um conflito que tem séculos porque não têm sensibilidade para apreciar a questão ou nem se aperceberam. Por isso, justificam com leis gramaticais ou simplesmente silenciam e riem-se das pretensões da mulher porque se acham superiores. Em quê?

    Muito bom.

    Apesar do assunto já ter saturado (e eu estar muito ocupada, pra escrever mais), me deu vontade de dar meu pitaco. Eu gosto de Presidenta. Nem vou falar em questões gramaticais, Sírio Possenti (professor do Dep. de Linguística da Unicamp) fez isso brilhantemente nesse artigo aqui (vale muito a leitura). E não me interessa se escreveram “presidente” na Constituição. PRESIDENTA existe e tá certo.

    Acho boba é a resistência de algumas pessoas em dizer uma palavrinha tão simples: PRESIDENTA. Dilma já disse que é como quer ser chamada. Então, né? ela é a presidenta. E não é bobagem, falta de assunto, nem é “só uma letrinha”, como sempre, a forma como se usa o idioma é uma questão totalmente política e deve ser tratada assim.

    Nunca tive problemas em dar o nome certo aos bois. Basta dizer como quer ser chamad@ e eu incorporo ao meu vocabulário. Me cansa o discurso enfadonho dos que acham que a vida ficou “chata” depois que se passou a pesar o que é “politicamente correto”. Essa conversa é coisa de quem tem preguiça de pensar e má vontade para colocar o respeito acima dos seus mau hábitos pessoais.

    Presidenta é bacana. É legal. É uma celebração às mulheres. Quem reclama, parece mais é que está com mimimi porque perdeu a eleição.  Já foi.

    Relaxem e curtam o prazer de dizer bem alto: nós temos uma (ótima) PRESIDENTA da República.

    Desde o dia 01, eu dou um sorriso, toda vez em que  penso nisso  :-)

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    Só digo que ontem foi um dos dias mais emocionantes da minha vida

    Denise | Brasil,Eleições | Sunday, 02 January 2011

    Pena de quem perdeu a oportunidade de viver esse momento histórico, plenamente.

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    Le Monde: Dilma herda conquistas de Lula
    com desafio de superá-lo

    Denise | Brasil,Eleições | Saturday, 01 January 2011

    Artigo no jornal francês Le Monde de hoje (via UOL):

    Um operário, uma mulher. Pela segunda vez, a democracia brasileira, outrora violentada, hoje vibrante, inova com felicidade. No sábado, 1º de janeiro, o ex-metalúrgico Luís Inácio Lula da Silva cederá sua poltrona a sua sucessora, Dilma Rousseff, a ex-guerrilheira que se tornou economista e tecnocrata, eleita há dois meses a primeira mulher presidente do Brasil.

    Dilma, como todos a chamam, chega ao cargo supremo em um contexto bem mais invejável que o de 2002. Não tem necessidade, como então, de acalmar os meios empresariais que o sindicalista barbudo ainda assustava, apesar de suas promessas tranquilizadoras. Graças ao pragmatismo de Lula, nunca desmentido em oito anos, os capitais hoje afluem à Bolsa de São Paulo, para se investir ou especular.

    A nova presidente se beneficia da herança de seu antecessor. Uma democracia consolidada, livre da inflação, com uma riqueza multiplicada pelo aumento da cotação das matérias-primas. Crescimento, emprego, consumo, moeda: os grandes indicadores do Brasil estão com sinal verde. Principalmente com um fabuloso tesouro petrolífero que dorme ao largo de suas costas.

    Ao realismo econômico acrescenta-se uma relativa ousadia social. Graças ao ambiente de dinamismo e a uma série de ajudas familiares, 15 milhões de brasileiros nos últimos oito anos escaparam do desemprego, integraram a economia formal e deixaram de ser pobres ou muito pobres. Eles se uniram ao crescente exército das classes médias, ávidas por possuir, consumir e viver melhor.

    Como todo empreendimento inacabado, o de Lula inclui sua parte sombria, onde Dilma Rousseff enfrentará seus maiores desafios. A educação continua medíocre e desigual. O sistema de saúde funciona em duas velocidades. A violência e a insegurança gangrenam as metrópoles. A corrupção e o nepotismo corroem a vida pública em um país onde a política é muitas vezes vista como um simples meio de enriquecer. As infraestruturas exigem um rápido desenvolvimento para enfrentar principalmente o desafio da Copa do Mundo de Futebol em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016.

    Lula deixa para a nova presidente um país escutado e respeitado na arena internacional. O Brasil tornou-se um ator maior, que atrai muitos elogios e já algumas críticas, por exemplo sobre sua aproximação do regime de Teerã. Nesse campo, Dilma começou a fazer ouvir sua diferença, exprimindo com força sua preocupação pelos direitos humanos, em particular os das mulheres, no Irã e em outros lugares.

    Rousseff deve seu destino glorioso ao apoio inflexível de seu mentor, do qual ela não possui nem o carisma nem os dons de tribuno, realmente ímpares. Ela terá sem dúvida intenção de emancipar-se aos poucos dessa tutela benfazeja. Professor de otimismo, Lula inflamou o moral da nação. Essa confiança coletiva beneficia sua protegida. Mais de quatro em cada cinco brasileiros preveem que Dilma governará tão bem quanto ou melhor que o presidente mais popular da história do Brasil. Cabe a ela não os decepcionar.

    Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

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    Popularidade de Lula é recorde MUNDIAL

    Denise | Brasil | Thursday, 30 December 2010

    Camila Camparenut, UOL Notícias

    A popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que encerra oito anos de governo com 87% de aprovação, é a maior do mundo, afirmou nesta quarta-feira (29) o presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Clésio Andrade.

    Segundo Andrade, Lula está à frente da ex-presidente chilena Michelle Bachelet, que tinha 84% de aprovação quando deixou o governo, e do ex-mandatário uruguaio Tabaré Vázquez, que teve 80% ao final do mandato.

    O presidente da CNT também comparou o desempenho de Lula com líderes mundiais históricos, entre os quais o primeiro presidente negro da África do Sul, Nelson Mandela (82% de aprovação), o ex-presidente dos EUA, Franklin Delano Roosevelt (66%), e o general francês Charles De Gaulle (55%).

    Andrade não especificou a fonte dos dados mundiais divulgados por ele nem se a  metodologia dos outros países é comparável à da CNT/Sensus.

    Fernando Henrique Cardoso (PSDB), antecessor de Lula, tinha 26% de aprovação após dois mandatos, segundo levantamento da CNT/Sensus de 2001.

    Levantamento

    A avaliação da popularidade de Lula divulgada hoje é resultado da 110ª edição da pesquisa CNT/Sensus, para a qual foram entrevistadas duas mil pessoas, em 136 municípios de 24 estados, entre os dias 23 e 27 de dezembro de 2010. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

    Segundo o levantamento, a aprovação do desempenho pessoal do presidente está em 87%, contra 80,7% da pesquisa anterior. Cerca de 10,7% dos entrevistados desaprovam o presidente e 2,4% não responderam.

    A pesquisa da CNT/Sensus traz também a opinião dos entrevistados em relação à situação de emprego, renda mensal, saúde, educação e segurança pública nos últimos seis meses e as expectativas a respeito dos mesmos temas para o próximo semestre.

    Foto: Eu que fiz, na visita de Lula a Seul   :-)

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    Com 9 mulheres, Dilma supera ‘cota’ de Lula, FHC,
    Collor, Itamar e Sarney

    Denise | Brasil,Eleições | Tuesday, 28 December 2010

    Miriam Belchior, Tereza Campello, Izabella Teixeira, Ideli Salvati, Luiza de Bairros, Ana de Hollanda, Maria do Rosário, Iriny Lopes e Helena Chagas são as mulheres escolhidas por Dilma para o primeiro escalão

    Ao longo da história recente, a cota de mulheres sofreu oscilações.

    O segundo mandato de Lula (2003-2006) começou com 4 mulheres no primeiro escalão, mantendo um espaço maior que o reservado em governos anteriores.

    No primeiro mandato, Fernando Henrique (1995-1998) entregou apenas o Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo para uma mulher: Dorothéa Werneck. Quatro anos depois, tomou posse para o segundo mandato (1999-2002) com três ministras em sua equipe: Anadyr de Mendonça Rodrigues (Controladoria-Geral da União), Cláudia Maria Costin (Secretaria de Estado de Administração e do Patrimônio) e Wanda Engel Aduan (Secretaria de Estado de Assistência Social).

    No governo de Itamar Franco (1992-1994), a única mulher a assumir de fato uma pasta foi Luiza Erundina, que comandou a Secretaria de Administração Federal por 5 meses após a saída de Osiris de Azevedo.

    Fernando Collor (1990-1992) escolheu 2 mulheres. No Ministério da Ação Social assumiu Margarida Maia Procópio, enquanto no Ministério da Economia, Fazenda e Planejamento esteve Zélia Cardoso de Mello.

    Mas foi nos cinco anos de governo de José Sarney (1985-1990) que as mulheres tiveram a mais baixa representação. Apenas Dorothéa Fonseca atuou como interina no Ministério do Trabalho.

    Fonte: G1

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    Denise | Brasil,Racismo | Saturday, 04 December 2010

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    Ouça a entrevista de Lula a rádios comunitárias

    Denise | Brasil | Thursday, 02 December 2010

    Nunca antes, na história desse país… um presidente valorizou tanto a chamada imprensa alternativa. Muito legal.

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    Confesso que os zoinho ficaram marejados

    Denise | Brasil | Thursday, 02 December 2010

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    Pra Globo-SC, os acidentes no feriadão são culpa de Lula:
    “Hoje, qualquer miserável tem um carro”

    Denise | Brasil | Wednesday, 17 November 2010

    O ódio não é só contra nordestino, é também ódio de classes. Em Santa Catarina, jornalista da Globo diz que a culpa dos acidentes no feriadão é da “popularização do automóvel, resultado desse governo espúrio que popularizou pelo crédito fácil o carro pra quem nunca tinha lido um livro”.

    O Brasil reaça desatinou de vez.

    Via Paulo Henrique Amorim

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    Desculpaê, gente, mas é igualzinho a alguns leitores do blog
    (minoria, claro!):

    Denise | Brasil | Tuesday, 16 November 2010

    SENSACIONAL!

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    Eu, Lula e Dilma, aqui em Seul =)

    Denise | Brasil,Eleições | Friday, 12 November 2010

    Morri de rir quando recebi essa foto, que foi feita pelo fotógrafo oficial de Lula. Ele pegou bem a hora em que eu estava falando com Lula e tentando segurar o choro de emoção, mas não consegui. Nem que quisesse esconder, a foto ia entregar meu choro.

    Disse a Lula que sou uma petista pernambucana e que trabalhei pra sindicatos (na ECOS – Equipe de Comunicação Sindical), ao dizer isso, desabei, pensando na foto que fiz dele há 25 anos, na época ele era líder sindical… e agora estávamos os dois ali, do outro lado do mundo. E ele é nosso presidente, com recorde de aprovação. Ao lado – depois de uma campanha brutal – a nossa primeira PRESIDENTA (o fotógrafo não conseguiu pegar a imagem quando falei com Dilma, Lula estava na frente). Muita emoção.

    Levei um bom tempo pra voltar ao normal. Acho que o “exílio” deixa a gente assim, ainda mais emocional. Ou é uma boa desculpa.

    Hoje, passei o dia todo tentando consertar meu blog e outros sites que hospedamos no nosso servidor que estavam “quebrados” desde a invasão de um cracker. Agora dá pra deixar comentários, sem problema.

    Mas mexer em códigos do WordPress me deu uma super dor de cabeça, preciso descansar, amanhã faço o post prometido, sobre o encontro com Lula e posto mais fotos. Adorei essas. É um fofo!

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    G20 – Brasileir@s em Seul

    Denise | Amig@s,Brasil,Coreia do Sul | Wednesday, 10 November 2010

    Desde o domingo, tenho encontrado alguns brasileiros muito legais, que vieram preparar o caminho pra chegada de Lula e Dilma no G20. Primeiro encontrei o queridíssimo Jorge Cordeiro (foto acima) que faz o Blog do Planalto e que “conhecia” há muitos anos da blogosfera. Eu e Ted fomos almoçar com ele, Sonja e Magno, passamos pelo Coex, onde acontecerá o G20 e fomos dar uma caminhada pelo templo Bongeul (fotos abaixo).

    Depois, o grupo foi aumentando e visitamos alguns mercados e ruas imperdíveis aqui de Seul. Foto abaixo.

    Foi o mínimo que pude fazer para a galera que está lá no Brasil, ajudando Lula a mudar o país =)

    Com a chegada dos “chefes” e começo do G20 o pessoal não vai mais ter tempo pra nada, mas aproveitamos bastante.

    Eu queria muito um abraço e uma fotinha com Dilma ou Lula, mas os coreanos estão isolando a área dos hotéis e centro de convenções, fecharam a estação de metrô, desviaram ônibus, não se chega nem perto sem crachás. Tudo bem, estou feliz por saber que estão aqui e vão fazer um ótimo trabalho representando a gente na reunião =)

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