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    Esse blog teve
    visitantes, desde
    setembro de 2003.

    Meu manifesto contra a gikovatização e
    empentelhamento nos blogs

    Denise | Blogosfera | Friday, 19 November 2010

    É por isso que eu não tenho escrito muito no blog.  Enrolei o dia todo e quando estava de saída pra malhar, comecei a pensar nesse post, sentei pra escrever e agora já tá tarde demais pra academia, que lota à noite (atualização: acabei indo, assim mesmo :-) ).  Mas, enfim, tava tomando meu banho pra sair, quando comecei a encasquetar com esse assunto.

    Já disse que cansei de várias coisas do mundinho blog, por isso desacelerei. Leio cada vez menos blogs, apesar de continuar gostando muito de algumas pessoas que estão por trás deles, e as visitando, de vez em quando.

    Exatamente como acontece no chamado mundo real, afinal, a gente não fala todo dia nem com a melhor amiga, como vai dar conta de visitar e deixar recado diariamente em dezenas de blogs (como chegamos a fazer, anos atrás)?

    O fato é que o que mais me irritou com essa agitada vida virtual foi a invasão desatinada da minha vida. Na adolescência era aquela agonia, com a família a querer dar pitaco em tudo, aí eu casei, tive uma filha, trabalhava e cuidava da vida, sem muitas “interações”,por anos me sentia bem livre de julgamentos (fora os maternos, que são quase inevitáveis). Eu era feliz e não sabia.

    (Continue lendo aqui)

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    Novidades no Blog

    Denise | Blogosfera | Tuesday, 16 November 2010

    Para quem gosta de compartilhar os posts do SdeE com amig@s, coloquei um link pra publicar direto em seu Twitter ou Facebook. Veja aí abaixo.

    Aproveito pra dizer que a lista de blogs vai voltar. É que estava super desatualizada, aí tirei pra dar uma faxina geral. Quem estiver sempre por aqui e quiser garantir que seu blog vai estar na lista, basta deixar o link aqui nesse post.

    E, em breve, teremos mais um sorteio  =)

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    Como vocês chegaram aqui no blog?

    Denise | Blogosfera | Monday, 25 October 2010

    comochegarem.jpg

    Queremos saber como vocês vieram parar aqui no Síndrome de Estocolmo.

    Muit@s chegam por acaso, buscando os assuntos mais diversos, no Google. Outr@s vêm de links em blogs ou recebem dicas de amigos. Já tem até quem chega aqui por indicação de seus professores ou prefessoras. Bacana, né? Se você veio parar aqui através de um mecanismo de busca, lembra qual palavra que estava procurando? Veio de outro blog? indicação de alguém? Twitter? Facebook?

    Também é uma ótima oportunidade pra os caladinhos e caladinhas se apresentarem  ;)  eu juro que li – e leio – todos os comentários, muito atenciosamente. ADORO!

    Diga aí, como chegou aqui?

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    O Aborto na História – Dia Latino-Americano pela Legalização do Aborto na América Latina e Caribe

    Denise | Blogagem Coletiva,Corpo & Saúde,Feminismo,Sexualidade | Tuesday, 28 September 2010

    munchabortion2.jpg

    Ninguém faz um aborto por prazer. É uma decisão dolorosa, mas quase sempre irreversível, porque muito mais dolorosas seriam as consequências de uma gravidez indesejada levada a termo.

    Trabalhando em comunidades marginalizadas percebi que quando a mulher não pode ter filho, ela faz o aborto de qualquer forma, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, no banheiro de casa, ou com “curiosas” que ajudam das formas mais precárias.

    Também as mulheres que têm uma situação mais privilegiada se encontram em situações nas quais não podem levar adiante uma gestação. A diferença é que essas, muitas vezes, têm condições de pagar por serviços que não colocam suas vidas em risco.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde, 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados mundialmente, todos os anos, são feitos de forma ilegal e em péssimas condições, resultando na morte de, aproximadamente, 80 mil mulheres, por ano, vítimas de infecções, hemorragias, danos uterinos e efeitos tóxicos de agentes usados para induzir o aborto.

    Quando grupos apresentam-se “pró-vida”, não estão considerando a enorme quantidade de mulheres que morre todos os anos. A criminalização do aborto é cruel, porquê não muda a situação em que essas mulheres vivem, apenas as culpabiliza ainda mais e as faz correr risco de vida, especialmente as mulheres pobres.

    É importante aprender com a história, pra entender o que se passa hoje. “Verdades” que parecem absolutas vêem sendo alteradas com o passar do tempo, mudando conforme mudam as conjunturas políticas e econômicas. Tendo sempre como principal vítima, a mulher.

    O Aborto na História.

    A decisão de interromper a gravidez não é coisa de mulheres modernas, sobrecarregadas com as obrigações da maternidade, trabalho e estudos. Aparentemente, desde que o mundo é mundo, as mulheres se vêem em situações em que não desejam – ou não podem – levar uma gestação à frente. Já entre 2737 e 2696 a.C., o imperador chinês Shen Nung cita, em texto médico, a receita de um abortífero oral, provavelmente contendo mercúrio.(1)

    Também não é novidade que interesses políticos, econômicos e religiosos têm prevalecido, em relação ao direito da mulher decidir sobre o próprio corpo. Da mesma forma que se quer proibir, hoje, já se quis obrigar o aborto em diversos momentos da história.

    aphrodite.jpgNa antiga Grécia, o aborto era preconizado por Aristóteles como método eficaz para limitar os nascimentos e manter estáveis as populações das cidades gregas. Por sua vez, Platão opinava que o aborto deveria ser obrigatório, por motivos eugênicos, para as mulheres com mais de 40 anos e para preservar a pureza da raça dos guerreiros.

    Sócrates aconselhava às parteiras, por sinal profissão de sua mãe, que facilitassem o aborto às mulheres que assim o desejassem (1)

    No livro História das Mulheres – A Antiguidade, Georges Duby e Michelle Perrot afirmam que “se as mulheres desejavam limitar os partos, tinham de recorrer aos abortivos, cujas receitas são muito abundantes (…) O primeiro risco era, portanto, o da ferida de um útero ainda imaturo devido à juventude das esposas romanas; nese caso os médicos recomendavam mesmo o aborto, inclusive por meios cirúrgicos (sondas)”.(5)

    É importante lembrar que, mesmo nas sociedades em que o aborto não era tolerado, na antiguidade, não se via aí como o direito do feto, mas como garantia de “propriedade do pai” sobre um potencial herdeiro.(2)

    Mesmo no Cristianismo, o aborto não foi, sempre, uma questão tratada como nos dias de hoje, São Tomás de Aquino, com sua tese da animação tardia do feto, contribuiu para que a posição da Igreja com relação à questão fosse bem mais benevolente, naquela época. (1)

    Foi apenas em 1869 que a Igreja Católica declarou que a alma era parte do feto desde a sua concepção, transformando o aborto em crime. (3)

    No século XIX, a prática de proibição do aborto passou a expandir-se com toda força, por razões econômicas, já que a sua prática nas classes populares podia representar uma diminuição na oferta de mão-de-obra, fundamental para garantir a continuidade da revolução industrial.

    postersovietico1.jpgEssa política anti-aborto continuou forte na primeira metade do século XX, com exceção da União Soviética onde, com a Revolução de 1917, o aborto deixou de ser considerado um crime. Mas, na maioria dos países europeus, por causa das baixas sofridas na Primeira Guerra Mundial, o aborto continuava não sendo tolerado.

    Na verdade, com a ascensão do nazifacismo, as leis antiabortivas tornaram-se severíssimas nos países em que ele se instalou, com o lema de se criarem “filhos para a pátria”. O aborto passou a ser punido com a pena de morte, tornando-se crime contra a nação, a exemplo do que ocorreu em certo momento no Império Romano.

    Após a Segunda Guerra Mundial, as leis continuaram bastante restritivas até a década de 60, com exceção dos países socialistas, dos países escandinavos e do Japão (país que apresenta lei favorável ao aborto desde 1948, ainda na época da ocupação americana) (1)

    Na década de 60, em muitos países, as mulheres passaram a se organizar em grupos feministas que começaram a exercer uma pressão no sentido de permitir à mulher a decisão de continuar ou não uma gravidez.

    A primeira conquista histórica aconteceu nos Estados Unidos, há exatos 34 anos (por isso a blogagem do Naral, hoje, em celebração à data). O julgamento do caso Roe x Wade (ROE v. WADE, 410 U.S. 113 [1973]) pela Suprema Corte Americana que determinou que leis contra o aborto violam um direito constitucional à privacidade, que a interrupção da gestação no primeiro trimestre apresenta poucos riscos à saúde materna e que a palavra ‘pessoa’ no texto constitucional não se refere ao ‘não nascido’. Essas decisões liberaram a prática do aborto na América. (4)

    Hoje em dia, 26% dos países não permite o aborto legal, justamente os que têm maior número de mulheres pobres e marginalizadas. No Brasil, existem leis que garantem o direito ao aborto em casos especiais, mas sabemos que o processo é tão longo que, muitas vezes, as mulheres desistem de esperar e acabam recorrendo ao aborto clandestino.

    No gráfico abaixo, podemos ter uma idéia da situação legal do aborto no mundo, atualmente:

    mapadoabortonomundo.gif
    Fonte: Center for Reproductive Rights (2007)

    Percebam que os países do Norte, a maioria mais industrializados, têm uma legislação muito menos restritiva e nem por isso existiu nenhum aumento no númro de abortos nesses países.

    O movimento feminista brasileiro tem se organizado para garantir o direito das mulheres ao aborto legal há décadas, especialmente através da Rede Feminista de Saúde e Direitos Reprodutivos, que tem tido as suas ações potencializadas pelas Jornadas Brasileiras pelo Direito ao Aborto Legal e Seguro.

    Para isso, entre muitas outras coisas, precisamos ainda, sim, e muito, do movimento feminista, que não é anacrônico, como ouvimos algumas vezes, mas que está atuando junto às questões vitais para as mulheres.

    É preciso acabar com a hipocrisia. Mulheres estão morrendo e a única forma de acabar com isso é através da descriminalização do aborto, que apenas possibilita as mulheres o acesso aos cuidados de saúde que elas merecem e necessitam. Isso é lutar pela vida.

    (1) O Aborto: Um Resgate Histórico e Outros Dados, Néia Schor e
    Augusta T. de Alvarenga, Faculdade de Saúde Pública de São Paulo.
    (2) Contraception and Abortion from the Ancient World to the Renaissance, John M. Riddle, Harvard University Press, 1992.
    (3) Abortion in History, Sunshine for Women
    (4) Roe x Wade, Suprema Corte e Brasil, Roberson Guimarães.
    (5) História das Mulheres – A Antiguidade, “A Política dos Corpos: entre procriação e continência em Roma”, Georges Duby e Michelle Perrot, pp.364-366.

    Outras leituras importantes:

    ______________________________________________________

    Palavra de Mulher

    “Foi um sofrimento terrível, que vivi, pois a hipocrisia, que ronda este universo do aborto, é que não tolero. Os médicos, alertavam, que eu não sobreviveria, mas tambem, não podiam opinar, por ser ilegal.

    Tentei, então, procurar especialistas, que me encaminhariam, a um hospital, já que eu não queria morrer aos 21 anos de idade, e com uma criança, pra criar.

    Todos os médicos fugiram…pra não se comprometer. Teve um famoso aqui…que usou esta expressão: ‘você está assim…se correr o bicho pega, se deixar o bicho come’.

    Eu estava sozinha, pois meu ex-marido, tomou uma posição passiva, de que eu teria que decidir. E eu decidi, ir fazer o aborto, numa clínica no Rio de Janeiro. Todos, com muita frieza, e claro que eu tambem corria riscos, pra fazer esta agressão….que é um aborto.

    Então, desde lá, penso, que deveria ser legalizado em vários casos…como o meu, em caso de estupros…e tantos outros, que convem a mulher decidir…”

    Juci

    _______________

    Esse post foi publicado, a primeira vez, no dia 28 de setembro de 2005, como parte da blogagem coletiva organizada pelo Nós na Rede. E está sendo re-publicado pela terceira vez. Não pude revisá-lo, avisem se tiver algum dado equivocado ou ultrapassado.

    _______________

    Imagem: (1) Edvard Munch, “Consolação”, 1907, óleo sobre tela, 89×108 cm. Munch-museet, Oslo. (2) Afrodite (Vênus) de Doidalsas (Paris, Louvre) meados do século III AC (3) Poster de propaganda soviético “What the October Revolution has given to working and peasant women”, 1920, litografia, 106×73 cm, na imagem, uma mulher mostra uma biblioteca, um clube de trabalhadores, uma escola para adultos e uma casa para mãe e bebês e (4) gráfico do Center for Reproductive Rights.

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    Festival de lanternas e aniversário de Buda, na Coreia
    e sorteio

    Denise | Coreia do Sul,Fotografia,Promoções | Sunday, 23 May 2010

    Budismo e religião na Coreia


    Como muita gente, acho que sempre tive uma imagem muito espiritual dos povos asiáticos. As imponentes imagens de Buda, Krishna ou Ganesha impressionam, assim como os templos e rituais. Mas, além do termo “povos asiáticos” ser um equívoco, já que as diferenças são enormes na região, tudo por aqui muda muito rápido, incluindo a postura em relação às religiões.

    60% dos coreanos declaram não seguir nenhuma religião. Dos 40% que sobram, pouco mais de 30% se diz budista e um pouquinho mais são cristãos. Ainda tem os que declaram o confucionismo como sua religião e os xamanistas.

    O fato é que, como no Brasil, o sincretismo impera por aqui. De certa forma, xamanistas são quase todos. Existe um profundo culto aos antepassados e mortos, mesmo os que se dizem não-religiosos. Um dos sinais da forte influência xamanista na Coreia são as inúmeras tendas e cafés com cartomantes que estão quase sempre ocupados. Seja em shopping centers ou cinemas, sempre tem alguém pra ler o futuro e, dependendo da fama, a fila de espera é enorme (custa cerca de 5 dólares).

    Infelizmente, o fato é que o budismo, que era a religião predominante no país está perdendo muito espaço para católicos e protestantes, o que já provocou manifestações calorosas de monges budistas.

    Uma amiga coreana me disse que a igreja católica é muito mais tolerante com o budismo e na família dela, toda convertida, muitos ainda seguem alguns rituais como meditação e são vegetarianos. Mas os evangélicos – que já são maioria entre cristãos – são radicais e, segundo ela, já tentaram botar fogo em vários templos budistas. Ay, ay…

    Talvez por causa dessa perda de espaço, os budistas estão buscando levar suas palavras a mais pessoas e o Festival de lanternas, que acontece no aniversário de Buda é o mais popular entre estrangeiros que vivem aqui, não somente pela sua beleza, mas também por ser extemamente “amigável” para quem não é daqui. Tem muito material de divulgação em inglês, cadeiras reservadas para estrangeiros na parada e até uma oficina apenas pra gente fazer nossas próprias lanternas, antes da parada.

    Festival de Lanternas


    Na Coreia, o aniversário de Buda é celebrado de acordo com o calendário lunissolar, e esse ano caiu no dia 21 de maio. A festança mesmo entre os dias 14 e 16, acho que para que, no dia 21, seus rituais e orações pudessem ser realizados com mais tranquilidade e privacidade.  Nesse dia, os templos distribuíram alimentos e reuniram mais os seguidores da religião.

    Abertura: Exibição de lanternas no templo Bongeunsa (6a. feira)

    O Festival começou na sexta-feira, dia 14, com a exposição de lanternas feitas de papel tradicional coreano (hanji), no templo Bongeuns, que foi fundado no ano 794 (depois destruído e reconstruído várias vezes). Fui ao templo com uma amiga coreana, Eugenie Lee, artista coreana, que trabalha com artes tradicionais.


    As cerejeiras, ainda em flor, deixaram o templo ainda mais bonito. Quando estive lá, na primeira vez, era inverno e ainda tinha até  neve em algumas áreas, o que dava outro tipo de beleza ao lugar.



    A estátua do Buda pode ser vista de quase todo lugar do templo e é reverenciada com 108 “ajoelhamentos”  pelos fiéis. E a gente achava que o senta e levanta na missa da  igreja católica era um sacrifício  :-)


    Esses garotos me pediram pra repetir a pose do Buda, com eles. Fofos.

    Essa fonte tem água limpa, mas todo mundo compartilha o mesmo “copinho”. No lado direito, a chegada ao pátio principal onde fica a imagem do Buda, das escadas, vê-se as lanternas e o teto é um espetáculo.

    À esquerda, uma das lanternas gigantes, na frente do templo, essa era feita de seda pintada. Ao lado Eugenie, queridíssima, que estudou fashion design em Nova York. Estou aprendendo muito sobre a cultura coreana com ela. que morre de rir das minhas teorias sobre os gringos em terras do kimchi (depois conto aqui).


    Dentro de uma das salas do templo.




    Lanternas vermelhas acesas no pátio do templo



    Exposição de esculturas-lanternas

    Lanternas no Cheonggyecheon (sábado)













    Festival de Lanternas no templo Jogye e parada (domingo)



    Acima, o templo no dia da festa de rua e a parada. São milhares de lanternas cobrindo a área aberta e formando a bandeira da Coreia..


    Voluntári@s preparando as lanternas pra distribuir para a parada (cada pessoa recebe duas em um suporte) de graça. As lanternas são feitas manualmente, de papel reciclado, durante meses, por voluntári@s.



    Na foto da direita, minha amiga Karin Moon, de Hong Kong, fomos juntas pro festival, nesse dia e ela está segurando minhas lanternas  :-)

    Mais fotos do Festival, em breve… dá MUITO trabalho redimensionar e organizar todas essas fotografias!

    SORTEIO

    Vou sortear uma lanterna igualzinha a essa que estou carregando na foto da parada do ano passado. Pra participar, basta deixar um comentário NESSE POST.  Vou fazer o sorteio no próximo domingo (30 de maio), 9 da noite (hora de Brasília), usando o site random.org.

    Quem for sortead@, por favor, mande uma foto pra mim com a lanterna, quando recebê-la, pra publicar no blog     :-)   boa sorte!

    Feito o sorteio (às 11 da noite, desculpem o atraso  =)

    A sortuda foi a Conceição Oliveira do blog Maria Frô . Querida, mande seu endereço pra eu enviar sua lanterninha e depois quero foto com ela, ok?

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    Resultado do Sorteio do Relicário da Alice

    Denise | Promoções | Wednesday, 12 May 2010

    Gente, desculpa, mas esqueci completamente do sorteio, no sábado!

    Acabei de sortear o número 106, no site random org (vejam acima). A sortuda é a Luisa Alves do blog Pernoquitas e ela escolheu o relicário n° 3. Luísa, mande seu endereço pra eu enviar o presentinho  =)

    E teremos sorteio novo na próxima semana (adoooro!).

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    Sério que eu preciso dizer isso, DE NOVO?

    Denise | Blogosfera | Tuesday, 11 May 2010

    Uma coisa muito cansativa, na vida de blogueira, é a cobrança pela coerência e perfeição.

    Quando você conhece alguém na sua rua ou na faculdade, não analisa a vida toda e todos pensamentos da pessoa, para cobrar que ela atenda às suas expectativas. Se fosse assim, ninguém se relacionava com ninguém.

    Então, por que é que nós, blogueiras, temos que ser sempre perfeitinhas, senão sempre vai ter um(a) mala pra reclamar do menor deslize? O povo não tem coisa mais séria pra se preocupar, não? já estamos em ritmo de eleições, a Globo fazendo a cabeça das pessoas, a Folha manipulando opiniões e a criatura fica histérica porque eu falei mal dos republicanos dos EUA? vamos canalizar essa energia toda?

    Sério que eu preciso, de vez em quando, escrever um post como esse, dizendo que não, não sou perfeita? Sim, tenho preconceitos? Sim, sou incoerente? Não, minha vida não é um mar de rosas? Preciso deixar isso num disclaimer permanente, ao fim de cada post?

    Não consegui ser perfeita nem pra minha filha, não tem mais nenhuma chance de euzinha ser perfeita pra desconhecidos.

    Nada contra deixar um comentário discordando do que escrevi, é bom ter o feedback. Mas me dá uma preguiça enorme, cada vez que eu recebo um comentário (às vezes num post antigão) de alguém dando um verdadeiro chilique porque eu tenho, por exemplo, “preconceito contra Xuxa” (!!!). E a criatura ainda exige resposta.

    Sim, tenho preconceito contra  Xuxa (se é que se pode chamar isso de “pré-conceito”) e também contra gente grosseira, contra elitistas, tucanos, demos etc etc etc. Posso ser muito chata, incoerente, contraditória (como todo mundo).  Se você não consegue conviver com isso, basta deixar de ler o blog, opções não faltam.

    É como no mundo real, a gente vai se aproximando de quem gosta, de quem tem afinidade… e nem por isso precisa dar patada nos que nos desagradam, certo? é tudo uma questão de educação. As pessoas precisam só se perguntar se falariam com a vizinha no tom que escrevem nas caixas de comentário. Muita chatice seria evitada.

    Nas pouquíssimas vezes em que ainda leio alguns comentários em artigos de revistas ou jornais, fico horrorizada com o baixíssimo nível e festival de grosserias. Por isso é que aqui, não.  Vão rodar a baiana em outra freguesia.

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    Sorteio Relicário de Alice

    Denise | Brechó,Promoções | Saturday, 01 May 2010


    Em breve, estaremos lançando uma coleção de bijoux com o tema da Alice, em imagens bem antigas, no brechó. Esses relicários têm espaço para 2 fotografias e vêm com corrente folheada de prata de 45 cms. Fantasi (“fantasia”, em sueco) é o nome da  linha de bijouxs cheias de imaginação, do nosso brechó.

    Num pré-lançamento, vou sortear UM desses relicários aqui no blog.  Para participar, basta deixar um recado aqui nesse post, com seu nome, um email válido e o número do relicário que você quer receber, se for sortead@.

    _____________________________________

    O sorteio será feito no sábado de manhã (10h, hora de Brasília), usando o site random.org.

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    Visita de Idelber, crise de coluna e sorteios

    Denise | Blogosfera,Corpo & Saúde | Friday, 30 April 2010

    Pessoal, estou no meio da pior crise de coluna que já tive na vida. Acho que só senti tanta dor quando tive pedra nos rins, 23 anos atrás. Eu fiz uma ressonância magnética há dois anos, nos EUA e outra aqui, e tenho uma estenose cervical, escoliose, degeneração na coluna muito avançada pra minha idade (45). Enfim, além, de carga genética, estou pagando pela minha PÉSSIMA postura, ao sentar, toda a vida.

    Ainda bem que a  cise só apareceu após a visita de Idelber Avelar, com quem passei oito horas de conversa – 80% do tempo, sobre nossas impressões em relação à Coreia (que ele foi embora adorando) e as diferenças culturais em cada país. Ele e Ted também se entenderam super bem, fomos jantar num lugar que eu e Ted vamos sempre, e Idelber adorou descansar um pouco de tanto kimchi e pimenta =)

    No dia seguinte, as dores apertaram e como o mais grave é a estenose, as piores dores são no pescoço, cabeça, ombros e nos braços, digitar é quase impossível, as dores ao movimentar os braços, são terríveis. Quando melhorar, eu volto pra contar mais como foi que essa dor apareceu e o que tem acontecido por aqui.

    Enquanto isso, vou divulgar já já o resultado do sorteio do cartaz do Festival de Cinema, aí abaixo, e fazer outro sorteio para amantes de ALICE =)  guentaí que vou fazer uma foto do prêmio e já volto.

    Resultado do sorteio

    A sorteada para o cartaz foi a Irene Lobo!  Querida, mande seu endereço para sdeestocolmo@gmail.com!

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    Pode ir armando o coreto e preparando aquele feijão preto…

    Denise | Blogosfera | Thursday, 25 March 2010

    O Síndrome de Estocolmo já existe há mais de sete anos e eu nunca estive tão bloqueada pra escrever.

    Sempre adorei comentar tudo o que vinha pela minha cabeça, blogava todo dia, pouquíssimas vezes me arrependi do que escrevi, fiz grandes amig@s, lembro de todo mundo que passou por aqui. Mas também tive que aturar muitos malas.

    Não são as críticas eventuais que incomodam – as discordâncias sempre foram aceitas e discutidas – mas, aquelas criaturas que só escrevem pra ser “do contra”. Nunca comentam nada bacana, mas ficam na espreita pra detonar assim que encontram uma brecha. Isso, sem falar dos grossos e mal educados mesmo.

    Dia desses, no Twitter, fiquei sabendo do post feito por Eduardo Guimarães, sobre o ataque feroz de trolls no blog dele (o UOL não dá link específico por post dele, mas vá até o blog dele e o post a que me refiro fica lá embaixo, “O fim dos trolls”, do dia 15 de março).  Eduardo tinha escrito sobre a recusa de Lula em homenagear o pai do sionismo  e estava arrasado com a reação dos trolls:

    … tive que ficar “peneirando” comentários para não deixar essas aberrações humanas atacarem até minha filha doente desejando-lhe a morte ou perguntando quanto é que minha filha que está na Austrália está cobrando por um “programa” por lá…

    Horrível, mas o nível é esse mesmo. Quanto mais gente visita o blog, pior a coisa fica.

    E nem precisa falar de Lula. A dinâmica é a seguinte…. se você diz que está feliz, é porque você está querendo criar uma personagem, uma vida irreal. Se você fala dos seus problemas, você é louca, exibicionista, está se expondo. Se você tem uma dor, é porque quer fazer drama e chamar atenção. Se não tem dor nenhuma, quer passar uma imagem irreal, invencível. Não tem como acertar.

    Aí, se você responde, é porque é uma blogueira que “não aceita críticas” Sabe como é? você tem que ler o que dizem, publicar e ficar calada. Até moderar comentários foi algo que comecei a fazer recentemente, achava que tinha que dar a cara a tapa.

    Por que eu levei tantos anos pra deixar isso me afetar tanto? acho que nunca pensei muito no que isso significava, ia apagando os comentários desagradáveis, comecei a moderar quando a coisa piorava. Mas por mais que a gente tente não ler tudo – dá pra desenvolver uma técnica de apagar nas primeiras palavras, sem precisar ir até o fim – aquela energia negativa toda passa pra você.

    E pra quê? sinceramente, estou feliz. Muito. Provavelmente mais que nunca na vida. Tenho uma vida tranquila, longe de perfeita, mas dentro dos meus valores, é exatamente o que eu gostaria que fosse. Pra que me contaminar com tanta amargura e mau humor?

    Mas, a verdade é que passei a ficar muito mais auto-consciente do que eu escrevo e do que isso representa pra minha “imagem”. A brincadeira perdeu a graça, porque sempre escrevi de primeira, sentava e fazia um post, muitas vezes sem reler, sem revisar. Claro que sempre tive um filtro, nunca me expus mais do que achava que devia. Se ler tudo que publiquei, não me envergonho de nada.

    Quando encontrei o super blogueiro e amigo E.S. em Recife, ele me disse que achava que eu não me expunha, mas que ia até onde eu sabia que dava pra ir, sem exageros. Era o que eu pensava.

    Mas, agora, a cada um dos mais de dez posts que eu comecei, e não publiquei, fico medindo o que vão dizer, como vão reagir. Se estou sendo piegas, se estou parecendo que quero agradar, se sou coerente, se estou ofendendo alguém, se parece que é uma indireta (odeio isso!), se parece post de auto-ajuda, se é pseudo-intelectual. Com tantas variáveis, acabo cansando e desisto.

    Não foi o Twitter que me fez sumir, nem é porque minha vida tá muito boa (tá mesmo, toc toc toc), mas blogar deixou de ser algo leve e divertido, só isso.

    Estou escrevendo esse post e já pensando que vão dizer “ela quer ouvir o pessoal pedindo pra ela não parar de blogar, é fake etc.”. Saco. É o oposto. Quero re-começar uma nova fase aqui. Ou eu blogo como sempre, sem me preocupar tanto com o que escrevo, sem me preocupar com as conclusões que tiram sobre mim, sem procurar aprofundar e explicar cada linha, ou paro de vez, mesmo.

    Como não pretendo parar. Espero que esse post seja uma catarse pra minha volta à nossa pracinha (o anterior já foi um chute no balde, quem não gostar do meu amor piegas que vá procurar um blog mal humorado pra se divertir.)

    Vou tentar postar mais frequentemente, o que quiser, como era antes e os malas, continuarão sendo bloqueados e espero que decidam cantar em outra freguesia, afinal, se não gostam de mim, nem do que eu escrevo, pra que vir aqui?

    E sei que não sou a única. Muitas amigas blogueiras acabaram desistindo de blogar por não aguentar a encheção de saco desses vampiros emocionais que vivem apenas pra sugar nossas energias.

    Não vou reler esse post,  nem revisar, pra não desistir de publicar, como fiz com os outros  =)

    Beijocas e obrigada pela paciência.

    PS.: os comentários de vocês me fizeram ter vontade de voltar, é incrível pensar em tanta gente que vem aqui há tantos anos e que viveu tanta coisa comigo. Mas o que a Sil escreveu ontem, foi particularmente bacana:

    “Engraçado, achei seu site ha uns 5 anos atras, no alto de uma crise de fim de casamento, momentos muito dificeis para mim. Ali me sentia em casa, com um mundo mais vasto enquanto mulher.
    Passado todas as crises, e a separaçao e pós separaçao, hoje ja faz 2 anos que estou com uma pessoa muito espcial para mim. E há 1 mes resolvemos morar oficialmente juntos, ainda estou pisando em ovos, pois pensei nunca mais querer isso, mas lendo seu post de hoje, percebi o quanto tambem estou feliz nesse momento, e mais amadurecida.”

    Obrigada Sil e todos meninos e meninas que acompanha o SdeE, é muito legal ver que estamos amadurecendo e aprendendo junt@s. Não quero perder isso.

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    Cheguei de Estocolmo e trouxe um
    presente, pra sortear com vocês =)

    Denise | Fotografia,Promoções,Suécia | Monday, 22 February 2010

















    Chegamos em casa. E estamos naquela fase chata de jetlag. Na verdade, acho que está melhor que quando voltei do Brasil, porque de Estocolmo são “apenas” 8 horas de diferença. Mas com o resfriado que ainda esta me pegando, fica mais dificil me acostumar.

    Apesar de ter ficado resfriada quase o tempo todo, a viagem foi maravilhosa. Eu AMO Estocolmo no inverno, é magica.  A cidade estava mais linda que nunca. Deixa eu “acordar” que eu tento contar mais  =)

    SORTEIO

    Trouxe uma lembrancinha pra sortear aqui no blog. Essa luva (pegador de panelas) super fofa da foto abaixo (eu tenho um igual), em algodão com o famoso cavalinho sueco (Dala) na estampa.

    Para concorrer, basta deixar um recado nesse post aqui. Pode ser uma pergunta sobre a Suécia ou sobre as fotos acima, sugestões, o que você quiser. O sorteio será feito no domingo, às 9 da noite, horário de Brasilia  =)

    Resultado do sorteio

    Desculpem o atraso de algumas horas, mas é que ontem à noite eu e o marido tivemos maratona de filmes até tarde e acabei acordando depois da hora  =)

    Mas, aí vai o sorteio:

    A sorteada, comentário de número 19, de cima pra baixo, foi a  foi a Thaís M M.

    Aguardem o próximo, todo mês farei um sorteiozinho por aqui  =)

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    Lembram do sorteio do estojinho? olha a sortuda aí…

    Denise | Blogosfera,Promoções | Thursday, 04 February 2010

    “Recebi hoje o meu presentinho. Estou muito feliz! Adorei tudo, o envelope, o embrulho, a caixinha que é lindaaaaaaaaaa!!!!!!!
    Muito, muito, muito obrigada.”     Débora

    PS.: O sorteio da caixinha do brechó está atrasada, mas faço em breve!

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    Denise | Blogosfera | Friday, 08 January 2010

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    Sorteio de Natal no Síndrome de Estocolmo

    Denise | Blogosfera,Celebrando,Promoções | Thursday, 24 December 2009


    Eu já fiz dezenas de sorteios no blog, desde o início, há mais de sete anos atrás, mas dessa vez, queria escolher algo muito especial. Porque completamos mais de 3 milhões de visitas, porque o blog está cada vez melhor e mais participativo, porque estou muito feliz aqui na Coreia, e queria mandar um pedacinho bem especial, daqui, pra vocês.

    Sempre amei madrepérola e a Coreia é o paraíso na arte de usar esse material. Passei horas procurando, escolhendo e achei que essas duas caixinhas de metal são especialmente bonitas. Adoro a que tem a imagem das mulheres tomando banho no rio Han. É uma imagem clássica, reproduzida por muitos artistas coreanos. Elas têm um espelhinho dentro e podem ser usadas para colocar cartões de visita, lencinhos de papel, fotos, ou o que você quiser.

    Como agradecimento pela presença de vocês (sem sua participação, nos comentários, esse blog não seria nada!) por mais esse ano, vou sortear UM desses estojos (quem ganhar, escolhe qual dos dois prefere).

    Para participar, basta deixar um comentário nesse post (só vale nesse post!).

    Pode escrever qualquer coisa, sugestões de post, críticas (construtiva, por favor!), votos de boas festas pra todo mundo, perguntas pra mim, o que quiser. Mesmo se essa for a primeira vez que você está chegando por aqui, pode deixar seu recado e concorrer a essa  lindeza.

    O sorteio será feito no dia de natal, 25 de dezembro, às 22 horas (horário de Brasília).

    ___________________________________

    Resultado do sorteio


    Eu fico torcendo por todo mundo, mas a sortuda dessa vez foi a Débora Santana, de São Paulo (coloquei 142 comentários, porque tirei um, que foi o meu).  Pra quem não ganhou, fica pra próxima e eu desejo um lindo 2010 pra todo mundo!

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    Como vão as coisas por aqui,
    o blog e seus 3 milhões de entradas

    Denise | Blogosfera | Tuesday, 08 December 2009

    blogging

    Como eu estou

    Me sentindo um zumbi. O jet-lag daí pra cá é sempre pior e estou em “petição de miséria”, como se diz. Cheguei ontem (domingo), às 10 da noite. Só dormi hoje (segunda) às 10 da manhã e acordei às 7 e meia da noite (agora são duas da manhã da terça). Além disso, a viagem foi super cansativa, cheia de sustos.

    Agora, de madrugada, estou aqui acordadíssima, mas sem poder fazer barulho pra não acordar o marido e ainda com as malas pra desarrumar e muita coisa a fazer. Com saudades da tapioca, recomecei a jornada, fazendo cuscuz marroquino e comendo chocolate Sonho de Valsa. Perdoem, se nada que eu escrever fizer sentido, estou MUITO cansada, mesmo.

    O blog

    No avião, eu assisti ao filme Julie & Julia (que é bonzinho) e me deu muita vontade de blogar com mais frequência. A coisa boa de voltar pra casa é a energia para por os planos em dia.  Não gosto dessas listinhas de projetos de fim de ano, mas dessa vez estou com algumas idéias…

    Uma coisa que tenho percebido é que a minha exigência para escrever posts completos e bem fundamentados tem atrapalhado a minha blogagem. Acabo começando vários posts e não termino nenhum. Então, pretendo começar a fazer posts mais curtos, mais simples, mas que passam o meu dia a dia e minhas reflexões sobre tudo, sem grandes pretensões, como sempre foi.  Quem sabe, assim, eu volto a postar diariamente?

    Também pretendo revisar a lista de blogs, incluir muita gente bacana que conheci via Twitter e retirar os links para blogs que não existem ou com os quais não interajo mais. Isso tudo requer tempo, vamos ver se começo o ano com tudo organizadinho =)

    3 Milhões

    Enquanto eu estava no Brasil, o blog ultrapassou as 3 milhões de entradas e eu deixei passar sem nem uma notinha no post.  São mais de 4 milhões de páginas vistas, 2.062 posts e 55.599 comentários, numa média de 21.36 comentários por post. Bacana, né?  nunca pensei que meu bloguinho chegasse a atingir tanta gente. Obrigada, pessoal! sejam sempre benvind@s à nossa pracinha  =)

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    Ilustração:   “A gente tem conversado… e todos nós achamos que está na hora de você atualizar seu blog

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