Vocês querem mais filh@s?
Atualização
Sei que o post abaixo foi bem rapidinho, mas é que ainda me sinto fraca com a gripe, vou voltando aos poucos, além do mais, já falei bastante desse assunto na categoria “Maternidade”.Mas, retomando o assunto um pouco, e respondendo a algumas de vocês, vou dar mais uns pitacos.
Não acho que tem regra. Não ter filhos, só ter um ou ter um monte, vale tudo. Mas, pra mim, ter somente uma filha foi opção consciente e ADORO.
1. Não concordo com o ditado de que “quem tem um, não tem nenhum”. Eu poderia ter 10, mas Bia seria insubstituível, se eu a perdesse, nenhum outro filhos acomodaria a dor (toc, toc, toc não gosto nem de pensar nisso).
2. Fui uma mãe ansiosa (aprendi a deixar de ser, quando percebi que ela tava criada), não acho que mais filhos aliviariam, acho que multiplicariam a preocupação com febres, meningites, escolha da escola certa, vacinas, alimentação etc.
3. Ter filho é caro e, nesse sentido, fui muito prática. Não sou rica, se eu tivesse dois filhos, mudasse pra Suécia, depois EUA… seria tudo mais complicado, mais passagens aéreas, apartamentos maiores, mais despesas. Além disso, Bia viajou muito (aos 22 anos, foram 23 países!), se fosse dois filhos ou mais, seria muito mais difícil ajudá-los a fazer tudo que eu gostaria que fizessem.
4. Filho único não precisa ser manhoso e dependente. Bia é – e sempre foi – independente. Quando era pequena, fazia artesanato pra vender. É super econômica, detesta sair para fazer compras e shopping centers. Hoje, trabalha duro, como já disse aqui – algumas vezes, 10 horas por dia. Estuda e se diverte. Tudo com muita maturidade, responsabilidade.
5. Nem precisa ser egoísta. Bia é generosa. Desde pequena, preciso ter cuidado pra ela não dar tudo que tem. Quando ela era pequena, nós tínhamos um motorista (eu não dirijo) e ela dizia na escola que ele era o tio dela, porque tinha vergonha de ter motorista =) ela é o máximo.
6. Nem sempre irmãos são companhia pra vida toda. Canso de ver casos de irmãos que, francamente, não têm o mínimo interesse em relação à vida dos irmãos e amigos muito mais próximos e solidários.
7. Bia aprendeu a conquistar amigos, porque não gosta de estar sozinha. Todo mundo adora Bia, ela fez grandes amigos por todo lado. Até aqui, na Coreia, deixou pessoas que adoraram ela e mantém contato. É uma habilidade preciosa, que vai ajudá-la, por toda vida.
Enfim, não estou dizendo que é melhor só ter um filho, mas que, se essa for sua opção, não ligue pro que dizem os outros – o povo adora dar palpite – ter apenas um(a) pode ser gratificante e funcional =)
Sobre ter mais filhos, de vez em quando adoro aperrear Ted, dizendo que quero adotar um coreanozinho. Ele entra em pânico, mas é só brincadeira, me arrepio só de pensar em ser responsável por outra criaturinha… já fiz o que tinha de fazer, agora só curto filhos dos outros!
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Ainda estou me recuperando da gripe (A e fortíssima), por isso, os posts vão devagar, quase parando. Pra não parar, pensei em compartilhar um assunto que andei matutando depois que vi uma leitora falando que está tentando engravidar, aos 42 anos.
Vocês, com mais de 40 anos, de qualquer idade, andam com vontade de ter (mais) filhos?
Por que eu, AMO minha filha, mas depois dela, nunca tive vontade de engravidar, novamente e, hoje em dia, jamais pensaria em cuidar de criança, adotada ou não. Foi muito bom ter Bia, curti muito todas as fases, não me arrependo de uma noite sem dormir, mas nem imagino a trabalheira novamente. Agora, só os netos!
E vocês?






A única Casa de Parto do RJ (SUS) foi fechada por lobby do CREMERJ que não aceita um modelo de assistência ao parto normal que não seja acompanhado por médicos e sim por enfermeiros obstetras (graduados e especializados em obstetrícia), e que segue um modelo de parto humanizado para gestantes de baixo risco.
Quando eu vi a entrevista na 


Deu na Folha de São Paulo, de hoje

O ótimo blog
Médicos podem estar subestimando nível de dor em bebês. Um estudo conduzido por pesquisadores britânicos sugere que bebês recém-nascidos sentem mais dor do que se pensava.
Não que a minha babação tenha diminuído, pelo contrário, cada vez admiro mais a minha filha. Uma mulher responsável, seríssima, com uma impressionante força pra conseguir o que quer (já disse várias vezes, aqui, que ela estudava de manhã e depois da faculdade ainda ia trabalhar por mais 10 horas – agora está de férias).
Quando ela tinha uns 8, 9 anos, criou uma “empresa”. Sério. Tudo da cabeça dela. Ela juntou um grupo de amigos, Henrique, Ana Cláudia e Ana Carolina para fazer caixinhas, porta fósforos e outras coisas mais de palito de picolé (veja esse porta fósforo, que está na cozinha da minha mãe até hoje, 11 anos depois!)
Encontros do mundo real X virtual I