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Vocês querem mais filh@s?

Denise | Maternidade | Friday, 15 January 2010

Atualização

Sei que o post abaixo foi bem rapidinho, mas é que ainda me sinto fraca com a gripe, vou voltando aos poucos, além do mais, já falei bastante desse assunto na categoria “Maternidade”.Mas, retomando o assunto um pouco, e respondendo a algumas de vocês, vou dar mais uns pitacos.

Não acho que tem regra. Não ter filhos, só ter um ou ter um monte, vale tudo. Mas, pra mim, ter somente uma filha foi opção consciente e ADORO.

1. Não concordo com o ditado de que “quem tem um, não tem nenhum”. Eu poderia ter 10, mas Bia seria insubstituível, se eu a perdesse, nenhum outro filhos acomodaria a dor (toc, toc, toc não gosto nem de pensar nisso).

2. Fui uma mãe ansiosa (aprendi a deixar de ser, quando percebi que ela tava criada), não acho que mais filhos aliviariam, acho que multiplicariam a preocupação com febres, meningites, escolha da escola certa, vacinas, alimentação  etc.

3. Ter filho é caro e, nesse sentido, fui muito prática. Não sou rica, se eu tivesse dois filhos, mudasse  pra Suécia, depois EUA… seria tudo mais complicado, mais passagens aéreas, apartamentos maiores, mais despesas. Além disso, Bia viajou muito (aos 22 anos, foram 23 países!), se fosse dois filhos ou mais, seria muito mais difícil ajudá-los a fazer tudo que eu gostaria que fizessem.

4. Filho único não precisa ser manhoso e dependente. Bia é – e sempre foi – independente. Quando era pequena, fazia artesanato pra vender. É super econômica, detesta sair para fazer compras e shopping centers.  Hoje, trabalha duro, como já disse aqui – algumas vezes, 10 horas por dia. Estuda e se diverte. Tudo com muita maturidade, responsabilidade.

5. Nem precisa ser egoísta. Bia é generosa. Desde pequena, preciso ter cuidado pra ela não dar tudo que tem. Quando ela era pequena, nós tínhamos um motorista (eu não dirijo) e ela dizia na escola que ele era o tio dela, porque tinha vergonha de ter motorista  =)   ela é o máximo.

6. Nem sempre irmãos são companhia pra vida toda. Canso de ver casos de irmãos que, francamente, não têm o mínimo interesse em relação à vida dos irmãos e amigos muito mais próximos e solidários.

7. Bia aprendeu a conquistar amigos, porque não gosta de estar sozinha. Todo mundo adora Bia, ela fez grandes amigos por todo lado. Até aqui, na Coreia, deixou pessoas que adoraram ela e mantém contato. É uma habilidade preciosa, que vai ajudá-la, por toda vida.

Enfim, não estou dizendo que é melhor só ter um filho, mas que, se essa for sua opção, não ligue pro que dizem os outros – o povo adora dar palpite – ter apenas um(a) pode ser gratificante e funcional   =)

Sobre ter mais filhos, de vez em quando adoro aperrear Ted, dizendo que quero adotar um coreanozinho. Ele entra em pânico, mas é só brincadeira, me arrepio só de pensar em ser responsável por outra criaturinha… já fiz o que tinha de fazer, agora só curto filhos dos outros!

_________________________________________________________________________

Ainda estou me recuperando da gripe (A e fortíssima), por isso, os posts vão devagar, quase parando. Pra não parar, pensei em compartilhar um assunto que andei matutando depois que vi uma leitora falando que está tentando engravidar, aos 42 anos.

Vocês, com mais de 40 anos, de qualquer idade, andam com vontade de ter (mais) filhos?

Por que eu, AMO minha filha, mas depois dela, nunca tive vontade de engravidar, novamente e, hoje em dia, jamais pensaria em cuidar de criança, adotada ou não. Foi muito bom ter Bia, curti muito todas as fases, não me arrependo de uma noite sem dormir, mas  nem imagino a trabalheira novamente. Agora, só os netos!

E vocês?

Abaixo-assinado pela reabertura da Casa de Parto de Realengo

Denise | Maternidade | Wednesday, 10 June 2009

A única Casa de Parto do RJ (SUS) foi fechada por lobby do CREMERJ que não aceita um modelo de assistência ao parto normal que não seja acompanhado por médicos e sim por enfermeiros obstetras (graduados e especializados em obstetrícia), e que segue um modelo de parto humanizado para gestantes de baixo risco.

Caso haja alguma complicação a gestante é transferida de ambulância em 8 minutos para uma maternidade de referência. Esse modelo é utilizado em muitos países e desde 1999 vêm sendo implantado no Brasil (existem algumas casas de parto nesse modelo em SP), com ótimos resultados e grande satisfação por parte das mães.

Mais informações aqui.

Quem concordar com a reabertura da casa, por favor, assine! A meta é atingir 10000 assinaturas até domingo.

(Texto deixado no blog pela Katiuscia Barreto, obrigada querida, prometo lhe escrever sobre o Príncipe amanhã  :-) )

Sobre as mulheres que não querem ou não podem ser mães

Denise | Maternidade, Televisao, Vídeo | Friday, 22 May 2009

Logo depois do “imbróglio MM”, eu assisti a dois episódios da série de TV (HBO) “In Treatment” que me deixaram muito emocionada. Aí, não resisti e editei pra vocês os trechos que achei mais importantes (veja a tradução abaixo, feita muito gentilmente pela Maffalda). É doloroso, mas é um bom exemplo do quanto tudo que a gente NÃO precisa é de mais pressão por casamento e maternidade, para todas.

Ainda tem umas coisinhas que eu quero escrever sobre o caso Maria Mariana, principalmente sobre o que ela e algumas outras mães stay at home estão dizendo pra justificar as bobagens da entrevista. Mas, como já disse, agora é impossível, estou ocupadíssima (editar o vídeo já foi uma loucura!), fica para breve.

Tem gente que tem uma vidinha toda arrumadinha, mas vamos dizer a verdade, nem todo mundo encontra um companheiro (ou companheira) com quem valha a pena viver a maternidade. Se encontra, muitas vezes a gravidez não rola. Ou o casal não quer. Ou a mulher não quer.  Ou está na hora errada. A vida não cabe nesses livrinhos de auto-ajuda.

E aí eu fico com muita, muita raiva das pessoas que dizem que quem não casa – ou não é mãe – não é uma mulher completa, não evolui, é egoísta. Tenho várias amigas que não casaram ou não tiveram filhos e elas não merecem ouvir essa aberração. São mulheres maravilhosas, generosas, felizes e que estão vivendo uma vida plena e completa.

A pressão por que passa Mia, do seriado é o que muitas mulheres vivem. E pior é que se o objetivo da mulherada é valorizar a maternidade, está fazendo tudo errado, porque acaba dando mais vontade de ser do contra.

Tradução do vídeo

Mas, isso foi na semana passada, agora tudo mudou.
Como? Por que isso?
Porque estou grávida.
Isso… Isso… é uma grande novidade!
20 anos atrás você estava tendo sua primeira criança e eu estava perdendo a minha.
Você tem pensado sobre aquela época?
É diferente. É diferente desta vez. Eu sei que todo mundo diz, sabe, você fica grávida e tudo muda, mas sabe, é verdade mesmo!
Meu corpo está diferente e eu parei de fumar. Tem essa pré escola no meu quarteirão que eu sempre evito porque, sabe, tem mães, com suas caminhonetes e carros de bebê atravancando todo mundo, como se tivessem privilégios porque procriaram… agora eu passo sorrindo…

Então voce foi de invejosa a se sentir como parte do clube?
(…)
E como se sentiu?
Eu me senti transformada por algumas semanas, como se eu tivesse um propósito real, e fosse uma pessoa diferente… Mas era eu. Uma pessoa tem um bebê e as pessoas param de fazer perguntas. “O que há de errado com ela?” “Ela é tão ambiciosa, patética, ou estranha”. É fácil, ela é uma mãe, isso responde um monte de perguntas.
Parece que você mesma tinha um monte de perguntas semana passada.
Ok, talvez tenha fraquejado, mas eu ainda queria ter um bebê. O ridículo é que agora eu posso fumar e eu nem quero.
Então talvez você tenha mudado.
Boa tentativa.
Sabe, Mia, tem outros jeitos de ser mãe, se é o que você realmente quer.
Você diz competir por um casal de suburbanos jovens, o bebê de uma grávida adolescente? Eu não consigo me imaginar escolhendo esperma de universitários num catálogo, para descongelar e espirrar.
Você não quer adotar, não quer um doador, no entanto você tem certeza de que você queria um bebê. Não é só ser uma mãe como você disse a semana passada, você também queria ter o futuro perfeito.
Eu fiquei esperando conhecer o cara certo, mas ele não apareceu…

Ele fez uns testes e me disse que… eu não perdi o bebê porque eu nunca estive grávida. E eu contei a ele sobre (?) e ele disse que eu provavelmente nunca ficaria. Depois ele continuou e disse que ele vê esse tipo de coisa uma vez por semana. Mulheres como eu, bem sucedidas, sem crianças, minha idade, vêm convencidas de que estão grávidas e ele tem que dizer a elas que elas… não estão.
Então. Então você não fez o teste antes.
Não.
Por que não?
Não sei. Eu pensei que ia esperar, eu tinha uma consulta pra esta semana, então meu médico.. eu tinha tanta certeza! Eu estava errada, e você está errado, eu não tenho que ficar de luto por uma criança que eu nunca tive.
Mia, a semana passada, você falou sobre a nova vida que você sentia dentro.
Não estava lá.

De certa maneira estava. A força, o desejo de criar vida nova.

ps.: Se  não conseguirem ver no blog, tentem esse link direto no You Tube.

Maria Mariana e os problemas com seu castelinho de areia

Denise | Amamentação, Literatura, Maternidade | Wednesday, 13 May 2009

Quando eu vi a entrevista na Folha, tentei ignorar porque, pra mim, as barbaridades que essa moça diz e escreve são só jogada de marketing pra vender livro. Tudo muito bem planejado pra polemizar e ter seu nomezinho esquecido de novo na mídia. Me deu muita preguiça e vontade nenhuma de botar mais água no feijão.

Mas depois eu  recebi a entrevista que ela deu à Época (que tem o título “Deus quer o homem no leme”) numa lista de discussão sobre amamentação (e via email, de muitas amigas, obrigada, queridas) e percebi que muita gente estava incrivelmente bem impressionada com o que ela disse.

Aí, a coisa muda, eu não dou a mínima pra o fato de estar “promovendo” o livrinho irresponsável em questão, a gente tem de parar pra pensar e discutir o que significa o que ela disse. Sei que muita gente boa já fez isso (veja links abaixo), mas agora eu também quero dar meu pitaco. Desculpem o longuíssimo texto, talvez um dos meus posts mais longos, mas eu poderia ficar aqui escrevendo sobre isso por dias…

O problema das bobagens que a Maria Mariana disse não está nos detalhes, não é a cueca jogada no chão (aqui quem deixa a calcinha sou eu e é Ted quem apanha, na boa), isso não tem importância, mas é a monumental arrogância de mulher privilegiada financeiramente que se acha no direito de dizer o que as outras devem fazer e a defesa de uma filosofia de vida arcaica, que não pode trazer nada de bom pra ninguém, nem pra mulher, nem pra os filhos, nem pro seu companheiro.

Claro que é fundamental, acima de tudo, que toda mulher tenha direito de decidir o que é melhor pra ela e, sem dúvidas, parar de trabalhar e ficar em casa, cuidando dos filhos, é uma opção que deve ser respeitada. Adoro ver blogs de mães com bebês pequenos e lembrar dessa época. Francamente, no primeiro ano de Bia, nada, NADA, me interessava mais que ela. E foi muito bom. Mas é uma fase.

Acho que a entrevista dela faz tanto sucesso, em alguns meios, porque existe mesmo uma certa falta de compromisso de algumas pessoas (pais e mães) na criação dos filhos. Não vou escrever sobre isso agora, mas existe uma tendência a procurar o caminho mais fácil para a paternidade e maternidade. O problema é que a solução que a Maria Mariana oferece é retrógrada e coloca toda a responsabilidade nas costas da mulher.  Quem ganha alguma coisa com isso, além dela que está vendendo seu livrinho?

(Continue lendo aqui)

Mãe de Filha Única

Denise | Maternidade | Monday, 11 May 2009

eu_e_bia_praia.jpg

(Vim procurar, aqui no blog, o que eu estava fazendo há três anos pra postar na meme do Twitter, e acabei encontrando esse post que decidi re-editar, já que temos pensado tanto em maternidade, ultimamente – e pleeease, não riam da minha cabeleira bem 80s  hehehehehe…)

Escrito originalmente no dia 15 de maio de 2006

Meu Dia das Mães passou meio enrolado, com várias atividades, por isso nem pude vir aqui deixar um post pra minha mãe, nem visitar as blogueiras mamães. Mas todo mundo tá cansado de saber da admiração enorme que tenho pela minha mãe, sobre a qual já falei nos posts do Dia das Mães de 2005 e 2004. Sem sombra de dúvida, Bia e minha mãe são as duas mulheres mais importantes da minha vida.

Bom, mas, pegando o embalo da data, tive uma conversa interessante numa das minhas listas de discussão. A questão foi levantada por uma das nossas amigas, cujo filhinho já tem cinco anos, e começa aquela famosa cobrança pelo “segundo filho”.

Já escrevi nesse post aqui, sobre o quanto detesto essa ideía de que todas as mulheres têm de ser mães. Acho que existem várias formas de realização e a maternidade não é a única. Ainda que se ache que “não existe nada melhor que ser mãe”, acho uma profunda falta de respeito se cobrar isso de outras mulheres, até porque, às vezes, não engravidar não é uma escolha, mas uma contingência da vida.

Mas, hoje, queria mesmo era falar um pouco sobre a segunda fase da cobrança… “você não pode ter filho único”. Parece até que é uma praga. A criança vai crescendo e já começam os comentários: “mas vai ficar só nessa?”, “quando vão encomendar o outro?”, “ela vai ficar insuportável, se for filha única”.

(Continue lendo aqui)

O que nós desejamos pras mães/mulheres brasileiras?

Denise | Celebrando, Maternidade | Sunday, 10 May 2009

avos
Mamãe, eu, Bia e D.Emília, a outra avó de Bia (que já se foi). Vinte anos atrás. Três mães corujíssimas.

Imagino que já está todo mundo de saco cheio de ouvir falar de Dia das Mães, mas, tenham paciência, que a minha vai ler o blog agora de manhã e preciso mandar um recadinho pra ela.

Deixando de lado as questões ideológicas (Dia das Mães é uma data comercial, detesto a sacralização da maternidade, a propaganda da Claro é asquerosa, a gente não tem que ser mãe pra ser completa,  etc.),  pensando rapidinho, vem à minha mente algumas coisas que eu desejo às mulheres com filhos ou não:

  • que curtam esse dia com muita alegria e tranquilidade;
  • que os filhotes se comportem bem e deem uma folga;
  • que eles percebam que mãe não é perfeita, nem incansável, nem sagrada, nem infalível;
  • que os companheiros compartilhem as delícias e agruras da p/maternidade com vocês;
  • que não façam nada que não tem vontade, para agradar os outros;
  • que vocês não esqueçam de vocês mesmas;
  • que joguem toda a culpa do mundo num buraco sem fundo e deixem lá;
  • que nunca mais uma idiota como a Gisele Bundchen declare que anorexia é culpa da mãe;
  • que não acreditem que tem de se sacrificar pela família, porque a vida é curta e você tem de cuidar da sua também (I hate Claro);
  • mas, por outro lado, que aproveitem cada minutinho com os filhos (porque, acreditem em quem já tá com o ninho vazio, essas fotos de aniversário, um dia, ainda vão dar uma saudade danada);
  • que nenhuma mulher precisa morrer de parto ou por ter de fazer um aborto ilegal;
  • que nenhuma mulher precise se sentir pressionada a ter filhos;
  • ou a não ter filhos;
  • que não seja reduzida a ser uma “mãezinha”, como insistem alguns profissionais de saúde;
  • que sua sabedoria seja respeitada e levada em consideração com seriedade;
  • que as avós tentem se meter menos nas suas decisões e deixem que as mães cometam todos erros inevitáveis;
  • mas que a sabedoria das avós seja respeitada, também;
  • que sua saúde reprodutiva seja completa e totalmente  responsabilidade dela e seu único e inalienável direito de decidir o que fazer com seu corpo;
  • que as mães que perderam um filho consigam ter paz e harmonia, apesar da dor que sentem hoje e sempre;
  • eu adorei ser mãe, mas desejo com toda força, que não ter filhos não seja, nunca, jamais, visto como um problema ou como se faltasse um pedaço. Existe vida, sim, e muito interessante, além da maternidade.

Me ajudem no post, me digam o que vocês desejam para as mulheres/mães brasileiras?

Flávia Oliveira

  • “Eu desejo uma licença maternidade maior, de pelo menos 6 meses, para que a amamentação exclusiva não precise ser interrompida.”

Raíza

  • “Eu desejo que as mulheres que estão grávidas ou já tem filhos (e as que não tem também) não sejam mais discriminadas no trabalho.”

Daíza

  • “Eu desejo que todas as mães e futuras mamães tenham a possibilidade de ver realizado o desejo de um futuro feliz para seus rebentos.”

Lola

  • “Eu assino embaixo de todos os desejos de mais licença-maternidade e o fim da discriminação, mas também gostaria que as mães se comprometessem a não reproduzir preconceitos. A gente tem força pra mudar o mundo a partir da educação!”

Luciana Ferreira

  • “Eu desejo que mães, filhos das mães, mães de filhos de outras mães, sogras das mães, chefes das mães, as que querem ser mães, as que não querem ser mães, se entendam, se respeitem e sejam felizes.”

Lizandra

  • “Eu desejo para todas as mães brasileiras sabedoria, amor e paz para educar os seus filhinhos.”

Somnia

  • “Que toda mãe brasileira tenha o direito de ver seu filho crescer saudável, de vê-lo homem ou mulher feito sem que esse direito seja interrompido por algum mal social.”

Regina

  • “Eu assino embaixo de todos os desejos mencionados acima. Desejo também que nenhuma mãe seja sujeita à violência doméstica ou a qualquer outro tipo de violência contra si mesma ou contra seus filhos”.

Madame Heringer

  • “Eu concordo com os votos por uma licença-maternidade longa (quem sabe igual a do Canadá que é de um ano?) e pela extinção de empregadores preconceituosos que preferem contratar mulheres solteiras a mães.A todas as mulheres brasileiras que ainda não são mães, eu desejo que a maternidade chegue na hora certa, se esta hora para elas existir. Desejo que a maternidade deixe de ser uma obrigação e a única via de realização feminina que elas conhecem. Para todas nós mulheres e mães do mundo, eu desejo que possamos sempre inserir amor e compaixão por onde passamos, que possamos mudar a vida de quem nos cerca porque simplesmente somos capazes de ouvir e sentir a dor do outros! Desejo que sejamos mulheres e mães!”

Bia

  • “Eu desejo que todas as mães que estão longe de seus filhos (assim como estou longe da minha mãe, no meu primeiro dia das mães sem ela) tenham a certeza de que apesar da distância o amor e a saudade não diminuem nem um pouquinho!”

Luciana

  • “Eu desejo que as mães, mas principalmente as que desejam ser mães que tenham a consciência da importância de se criar e educar um filho. Ensinar bons comportamentos não é a primeira e principal obrigação da escola. A base da criança começa com a educação dada pelos pais.”

Helo

  • “nao sou mae nem pretendo ser tao cedo, mas amei seu post!! chega de todo mundo perguntando pra quando eh o filho!!! chega das suas amigas q tiveram filhos ficarem falando q vc so vai ser completa qdo for mae!!!!”

Samantha

  • “Eu desejo que toda mãe possa sustentar seu filho, ao lado do pai da criança. Desejo que nenhuma precise passar pelo sofrimento de ver seus filhos com fome, pedindo um alimento que ela não pode comprar. E desejo que todas sejam felizes, cada uma com sua maneira especial”

Edilaine

  • “Espero que toda mãe brasileira seja dignamente apoiada em sua maternagem.
    Que mães possam ser apoiadas através de leis, que possam ser apoiadas através do AMOR de familiares, profissionais…
    Uma mãe apoiada: uma criança acolhida!”

Rô Costa

  • “Desejo que a maternidade seja uma opção.”

Rosa Mônica

  • “Desejo que vejam seus filhos crescerem saudavéis e felizes…”

Sandy

  • “Eu desejo que o dia das Mães seja oficializado como todos os dias.Mães são especialistas, verdadeiras doutoras em educação, carinho e humanismo.”

Roseane

  • “Eu queria que as mulheres parassem de pressionar as mulheres que não são mães por opção ou por outro motivo. Mesmo assim eu desejo um feliz dia das mães pra as mulheres que são mães, mãedrastas e maezonas sem filh@s. “

Jan

  • “Eu desejo que todas as mulheres que são mãe, mesmo sem filhos sejam felizes com suas opções e vejam seus filhos felizes e realizados!”

PS.:  Feliz Dia das Mães, mamãe! Você é uma supermãe!

Parto domiciliar vendendo colchão. Eu gostei e vocês?

Denise | Campanhas Publicitárias, Maternidade | Thursday, 07 May 2009

A Renata tinha comentado aqui e deixado o link. Hoje fui dar uma olhada. Achei lindo, tá certo que o objetivo é a venda, mas como dizem os meninos no ônibus “eles podiam estar roubando ou matando”… hehehe… no caso, “eles poderiam estar mostrando as conhecidas imagens de mulheres anoréxicas ou desfalecidas”.

Eu achei fantástico mostrar o parto natural e domiciliar de uma forma tão tranquila e positiva, e me deu v0ontade de ter um colchão daquele, essa é uma propaganda eficiente ;-)

ps.: percebam que o bebê vai ao seio logo que nasce, como deve ser.

Boas Vindas

Denise | Boas Vindas, Diversos | Monday, 02 February 2009


Beatriz

Finalmente, nasceu a filhinha de Selma e Renato, lá da Coréia. Estou louca pra ver a pequenininha linda e com um nome ma-ra-vi-lho-so, quando chegar em Seul.

Ouça aqui, as nossas boas vindas, com Caetano Veloso.

Sua mãe e eu
Seu irmão e eu
E a mãe do seu irmão

Minha mãe e eu
Meus irmãos e eu
E os pais da sua mãe
E a irmã da sua mãe

Lhe damos as boas-vindas
Boas-vindas, boas-vindas
Venha conhecer a vida

Eu digo que ela é gostosa
Tem o sol e tem a lua
Tem o medo e tem a rosa
Eu digo que ela é gostosa

Tem a noite e tem o dia
A poesia e tem a prosa
Eu digo que ela é gostosa

Tem a morte e tem o amor
E tem o mote e tem a glosa
Eu digo que ela é gostosa
Eu digo que ela é gostosa

Sua mãe e eu
Seu irmão e eu
E o irmão da sua mãe

Cesáreas sobem de 27,7% para 45,2% em 22 anos

Denise | Maternidade | Tuesday, 04 November 2008

Deu na Folha de São Paulo, de hoje
FLÁVIA MANTOVANI

Em pouco mais de duas décadas, passou de 27,7% para 45,2% o índice de cesarianas. E o número de partos induzidos (apressados com remédios) subiu de 2,5% para 11,1%. Os resultados são de uma pesquisa brasileira que acompanhou mais de 15 mil nascimentos entre 1982 e 2004.

Trata-se de um dos maiores estudos epidemiológicos do país, que acompanhou, em 1982, em 1993 e em 2004, todos os nascimentos da zona urbana de Pelotas (RS). Foram 4.287 bebês em 2004. As crianças continuam sendo estudadas ao longo da vida.

Esse e outros dados sobre saúde materno-infantil coletados na pesquisa foram publicados numa edição especial dos ” Cadernos de Saúde Pública “, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).

(Continue lendo aqui)

Licença-Maternidade, Licença-Paternidade e Creches

Denise | Maternidade | Thursday, 21 August 2008

Pra mim, esse não é, exatamente, o melhor momento pra escrever um post mais complexo e que merece uma ampla pesquisa e muito menos pra começar algum debate, já que tenho apenas QUATRO dias pra resolver minha vida por aqui e embarcar pra Coréia.

Pra complicar, estou com uma infecção no olho operado e fui parar na Emergência ontem à noite. Estou OK, mas com algumas dores, tomando antibiótico. Nada agradável.

Mas, enfim, não dava pra deixar esse assunto, que tanto me interessa, passar em branco. Então, vou jogar o post aqui e convido vocês a trocar idéias sobre o assunto, quero espiar o que vocês acham.

Como vocês já devem saber, mesmo depois de alguma pressão do Mantegua, Lula decidiu que não vai vetar o projeto que amplia a licença-maternidade para seis meses (O cartaz acima é material da campanha que a Sociedade Brasileira de Pediatria e OAB lançaram desde 2005).

Confesso que não tenho acompanhado tudo muito atentamente, já que minha vida por aqui anda pra lá de movimentada, mas não posso deixar de considerar essa uma ótima notícia. Dois meses a mais, vai ajudar algumas mães a manter a amamentação por tempo exclusivo nos seis primeiros meses, o que é, sem dúvida o ideal.

(Aliás, acabei de ver, pelo vídeo do Skype, as duas gêmeas fofíssimas do filho de Ted, Kasper, que completaram hoje seis meses e foram amamentadas exclusivamente ao seio e hoje receberam o primeiro alimento…. na colherinha, nada de mamadeira. Bacana, né? Pedi uma foto delas mamando e vou colocar aqui, em breve)

Mas, acho importante que a gente lembre que esse projeto de lei não se transformará num direito automaticamente adquirido por todas as brasileiras. Pra começar, quantas têm carteira assinada?

No 8 de Março desse ano, por exemplo, o IBGE divulgou um estudo sobre a situação das mulheres no mercado de trabalho que nos mostra que, entre as trabalhadoras brasileiras, apenas 37,8% tinham carteira assinada em empresa do setor privado. Entre os homens, o índice era de 48,6%. No geral, cerca de metade das mulheres brasileiras têm carteira assinada.

Quanto mais pobre e com menos anos de escolaridade, menor chance de fazer parte do sistema formal de emprego. Segundo estudo da OIT, divulgado em abril desse ano, 75,6% das mulheres negras que trabalham como empregadas domésticas não têm carteira assinada. Esse mesmo índice é de 69,6% entre as mulheres brancas. Mesmo entre as que têm carteira assinada, quantas trabalham em empresas que vão participar do Programa Empresa Cidadã?

Enfim, não estou dizendo que sou contra a lei, de jeito nenhum. Acho que será maravilhoso para muitas mulheres e crianças e discordo de quem acha que os dois meses adicionais são desnecessários, pelo contrário, o ideal seria que todos tivessem direito a eles.

Mas, para mim, existem duas outras questões importantíssimas, sobre as quais não podemos nos esquecer:  a ampliação da licença paternidade e disponibilização de creches de qualidade para todas as crianças de 0 a 4 anos.

É preciso tirar das costas da mulher a responsabilidade total pela criação dos filhos. Está mais que provado que a o empoderamento das mulheres e sua inclusão no mercado de trabalho são fatores decisivos para tirar as famílias da linha de pobreza e que influem diretamente até na saúde e nutrição das crianças.

Falando nisso, no começo do mês, a Rede Brasileira de Homens pela Equidade de Gênero e o Instituto PAPAI lançaram a campanha “Dá licença, eu sou pai!”:

A iniciativa tem como objetivo estimular os homens a exercerem o direito de cuidar, solicitando a Licença Paternidade em caso de nascimento ou adoção de um filho, assim como, promover uma mobilização pública em prol da ampliação do período, de 5 dias para 1 mês, conforme prevê projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados. (…)

Leia mais sobre a campanha no site do Instituto PAPAI.

Aproveito pra divulgar o 5o. Seminário Nacional Homens, Gênero e Políticas Públicas, de 22 a 24 de outubro, em Recife. Mais informações, aqui.

E vocês, o que acham?

Debate sobre o assunto na Globonews:

Anvisa vai fiscalizar humanização do parto normal

Denise | Maternidade | Tuesday, 29 July 2008

O ótimo blog Mulheres de Olho publicou um artigo e entrevista sobre o assunto, interessantíssimo. Confiram:

Nesta terça-feira, 22, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária anunciou o lançamento da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC nº 36), e da Instrução Normativa 02, publicadas no Diário Oficial de 4 de junho de 2008. São normas sobre como as unidades de atendimento obstétrico e neonatal -públicas, privadas ou conveniadas- devem proceder no caso do parto normal. Todas serão “orientadas a estimular a evolução natural do trabalho de parto e a adotar medidas para aliviar as dores da grávida, sem necessariamente usar medicamentos” (Agência Brasil).

Os benefícios anunciados não chegam a ser uma novidade e provocaram reações de descrédito: será que chegarão à vida real? Mulheres de Olho conversou com a médica pediatra Maria José Araújo, especialista em saúde da mulher e políticas públicas, que recuperou práticas do tempo da gestão Luiza Erundina à frente da prefeitura de São Paulo. E conversou também com Lena Peres, diretora do Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas do Ministério da Saúde.

A notícia e o descrédito

Até 1º de dezembro todas as gestantes que optarem pelo parto normal terão direito garantido de:

  • acesso às condições adequadas para que isto se viabilize;
  • escolha da posição de parir, inclusive de cócoras, se não houver impedimento clínico;
  • ter acompanhante no trabalho de parto, durante o parto e no pós-parto imediato, o que significa ter pelo menos uma cadeira no quarto, ao lado do leito da parturiente;
  • no caso de nascimento prematuro e se for indicação médica, condições asseguradas para a prática do Método Canguru (em que o bebê fica aconchegado ao corpo da mãe ou do pai recebendo seu calor e afeto).

Os hospitais que forem construídos, ampliados ou reformados daqui por diante deverão se preparar para abrigar no máximo duas gestantes que tiveram parto normal por quarto, e para que o bebê fique alojado com a mãe, caso não haja indicação médica contrária. (…)”

Continuem lendo lá no Mulheres de Olho.

Uma História Severina

Denise | Corpo & Saúde, Maternidade, Vídeo | Friday, 11 July 2008

Sinope

Severina é uma mulher que teve a vida alterada pelos ministros do Supremo Tribunal Federal. Ela estava internada em um hospital do Recife com um feto sem cérebro dentro da barriga, em 20 de outubro de 2004. No dia seguinte, começaria o processo de interrupção da gestação. Nesta mesma data, os ministros derrubaram a liminar que permitia que mulheres como Severina antecipassem o parto quando o bebê fosse incompatível com a vida. O documentário é a trajetória de Severina de 20 de outubro de 2004 a 10 de janeiro de 2005, quando seu bebê é sepultado. A Justiça, os hospitais, o parto, o cemitério. É a primeira vez que uma trajetória como essa é contada por imagens, que a câmera se insinua na intimidade asséptica dos tribunais, dos hospitais, dos necrotérios e dos cemitérios onde os destinos severinos são realmente decididos.

Prêmios
Prêmio da Crítica – Melhor Filme no Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – Curta Cinema 2005, Terceiro Lugar – Melhor Filme no Fort Lauderdale International Short Film Festival e mais 10 outros prêmios.

Ficha técnica
Direção e Roteiro: Debora Diniz e Eliane Brum / Produção Executiva: Fabiana Paranhos / Realização: ImagensLivres [Anis – Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero] / Apoio: The Ford Foundation, International Women’s Health Coalition, Campaña por una Convención e Unifem.

Dica da Fernanda

Bebês sentem mais dores do que se pensava, diz estudo

Denise | Maternidade | Saturday, 05 July 2008

Médicos podem estar subestimando nível de dor em bebês. Um estudo conduzido por pesquisadores britânicos sugere que bebês recém-nascidos sentem mais dor do que se pensava.

A equipe, do University College London, afirmou que os bebês demonstram dores ou desconforto não apenas quando choram, mas também quando dobram pés e pernas, arqueiam as costas, esticam os dedos e fazem caretas.

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Filha da mãe coruja

Denise | Bia, Familia, Familia, Maternidade | Saturday, 14 June 2008

Eu adoro ver fotos de bebezinhos, pelos blogs afora. Me lembra minha época de mãe de bebê. É uma babação mesmo. Se houvessem blogs quando Bia era pequena, ele estaria entupido de imagens da fofa, que eu amava fotografar.

Não que a minha babação tenha diminuído, pelo contrário, cada vez admiro mais a minha filha. Uma mulher responsável, seríssima, com uma impressionante força pra conseguir o que quer (já disse várias vezes, aqui, que ela estudava de manhã e depois da faculdade ainda ia trabalhar por mais 10 horas – agora está de férias).

Também acho legal o relacionamento que ela tem com o namorado, há quase tres anos. Tranquilo, carinhoso, maduro. Dia desses eu e Ted estávamos conversando com ela e Simon e ela disse uma coisa que me deixou super feliz. Ela falou que, quando estava em Estocolmo, na última viagem, comentou com a esposa do filho de Ted como era bom viver comigo e Ted, porque nós mostramos o quanto casamento pode ser bom, pode dar certo. Puxa, era esse tipo de exemplo que eu queria mesmo dar a minha filha. Muito legal.

Alem de inteligente e culta, ela é extremamente generosa e todo mundo a adora. Nunca vi alguém com tanta facilidade pra fazer amigos. Ela sempre (desde seus 4, 5 anos) viveu rodeada de gente, acho que é coisa de filho único.

Quando ela tinha uns 8, 9 anos, criou uma “empresa”. Sério. Tudo da cabeça dela. Ela juntou um grupo de amigos, Henrique, Ana Cláudia e Ana Carolina para fazer caixinhas, porta fósforos e outras coisas mais de palito de picolé (veja esse porta fósforo, que está na cozinha da minha mãe até hoje, 11 anos depois!)

Por conta própria, ela criou um sistema em que cada uma fazia uma parte do trabalho, ela vendia quase tudo na minha família e depois eles dividiam o dinheiro (sem esquecer de deixar capital de giro). Aninha, que tinha 4 anos, era a “secretária”, na verdade, a responsável por ir buscar água pros outros, durante a produção. Mas recebia “salário” também.

Não é o máximo? aos poucos, ela começou a vender minhas coisas também. Não esqueço um dia que minha tia queria pagar o anel mais tarde e ela disse:“tudo bem, ai ‘mais tarde’ eu entrego o anel” … hehehee…

Vixe, eu só queria mostrar a foto (a primeira) que acabei de achar lá no Facebook dela e peguei o embalo. Tomara que ela (discretíssima!) não vete o post.

Adorei aquela foto, acho que foi numa rave que ela foi, semana passada. Tá colorida e toda poderosa (ela é a da esquerda, preciso dizer ou vocês reconhecem? hehehe…). (também amei esse vestido de borboletinha!

Enfim, os filhos mudam, mas as mães continuam – mais ou menos – as mesmas. Corujíssimas. Contem sobre seus filhos, quantos vocês têm? também são alucinadamente corujas como eu? que idades eles têm?


Encontros do mundo real X virtual I

Nessa última foto, Bia está com o queridíssimo Flávio Prada, que a hospedou lá em Riva del Garda, Itália, há uns dois anos atrás. Ela gostou tanto dele, que diz que Flávio é o seu terceiro pai :-)


Encontros do mundo real X virtual II

Bia me contou que estava indo trabalhar (aqui, nos EUA!), caminhando, quando alguém gritou: “Bia!!!” ela não reconheceu, mas a moça disse: “Te conheço do blog da tua mãe! tchau” hehehehe… ela ficou perplexa! hehehehe… achei super fofo! se você passar por aqui se apresente, achei muito bacana!


Encontros do mundo real X virtual III

Recebi esse recado da professora Ana, lá do Recife, olha que fantástico:

Cara Denise,

Sou professora de Direito em Recife, e sempre recomendo seu blog para “ampliar a cabeça” da turma, sobre DH, preconceito, sexismo, Direito Ambiental, Nestle… enfim…Este semestre peguei pesado (a maior parte del@s odeia aulas de cunho filosófico-reflexivos, querem o pragmatismo cego, muitas vezes) e carreguei as turmas pro laboratório de informática e meti todo mundo no seu blog rsrs

Para minha surpresa, outro dia, estava batendo papo com um aluno querido e ele contou que passou a adolescência na sua casa, e é amigo da Bia. O Lucas Camarotti, meu pokemón favorito, um aluno brilhante.

Forte abraço admirador,

Ana

Ai, gente, deixa eu dizer que:

1. Não é muito bacana esses encontros do mundo real com o virtual? quando Bia era adolescente, tinha uma turma que “morava” na minha casa, mesmo. Uma delas chegou um dia e ficou três meses. Outra vez, contei 17 meninos e meninas dormindo lá em casa – um deles dentro da banheira (não sou uma mãe que devia ser canonizada? hehehe). E o Luquinhas é um garoto muito inteligente e fofo mesmo (hehehe adorei o “meu pokemón favorito“). Até hoje, sempre que Bia vai ao Brasil, volta falando muito sobre os encontros com ele e a namorada.

2. Já recebi vários comentários de professoras (aqui e no Orkut) que usam o meu blog nas suas aulas da faculdade. Algumas pessoas comentaram que os professores falaram sobre o blog na aula. Vocês nem imaginam como isso é gratificante. Afinal, podem me achar pessimista, chata, politicamente correta (virou insulto!), infeliz e mal humorada (porque vejo as coisas criticamente), mas eu faço exatamente o que acredito e o que me deixa feliz, sem nenhuma concessão.

Obrigada por me ajudar a começar bem meu dia, Ana!!!

Em compensação…

Denise | Maternidade | Friday, 28 March 2008

Lembram dessas fotos do parto do Gabriel? A Nelia mandou o video do parto. A coisa mais linda e uma inspiração pras futuras mamães.

E sabe o que eu acho mais fantástico, sempre que vejo, de novo, esse vídeo? além da impressionante calma dela, o mínimo de intervenção de outras pessoas, nada de ficar gritando, mandando fazer força, nem empurrando a barriga. Tudo na mais santa paz. Maravilhoso. Nélia, precisamos o nome e contato dessa obstetra, que é um gênio em sua simplicidade :-)

Para quem tiver interesse em encontrar pessoas que ajudem a fazer um parto como o da Nélia, tem uma lista de doulas, de várias cidades, nessa página.

Outros links, de grupos que trabalham com parto humanizado, nesse post aqui.

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