O que vem após a morte?
Estou exausta, passei o dia todo trabalhando no brechó e esqueci meus óculos de leitura por lá, portanto, mal posso ver o que estou escrevendo =) perdoem os erros. Já estava deitada, mas pensei em escrever uma coisa rapidinha aqui.
Tenho pensado muito no dpãdua (abaixo) e lembrei de uma conversa que tive há umas semanas com uma pessoa que gosto muito e que se diz agnóstica. Comentei com ela que acho que após a morte não existe NADA, absolutamente NADA. Acaba e pronto. E prefiro assim. Ela teve uma reação inesperada: “Não! de jeito nenhum! Como assim, eu morro e tudo acaba? não pode” hehehe… uma agnóstica bem crente =)
A questão é que eu já ando cansada de mais de 40 anos de culpas, remorsos, arrependimentos, dúvidas… essas coisas que as mulheres brasileiras carregam, peso da nossa formação cristã, cheia de pecados. Francamente, por mim, se não tiver nada após a morte, é um descanso. Pra quê mais? e ainda tem gente dizendo que aí é que a gente vai “prestar conta dos pecados”, NÃOOOOOOO!!! basta!
Vejam bem, eu não garanto que não tem mais nada após essa vidinha aqui, porque isso também não foi provado =) mas, duvido muito e juro que prefiro assim. Pra mim, já tem sido muita movimentação (não que eu esteja reclamando, que continue por muitos e muitos anos!!! toc, toc toc mas uma vida já basta, tá bom.)
E vocês? dispost@s a refletir sobre uma questão tão profunda num finde prolongado? o que vem após a morte?








o fim é o começo!
"Entre Maiores Montanhas" foi o último post escrito por =draupadi=, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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November 22nd, 2009 às 15:11
O fim é começo de que? A Denise fala do fim da vida… vc quer dizer que o fim da vida é o começo da vida? Ou seria recomeço? Onde?
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November 26th, 2009 às 10:59
sim, Lisa, eu acho que o fim da vida é um recomeço, porque, tal como os espíritas, tal qual muitas tribos indígenas e várias outras culturas pagãs, acredito q o fim da vida nada mais é do que o começo de uma outra existência em um outro plano.
"Entre Maiores Montanhas" foi o último post escrito por =draupadi=, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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Denise, pra mim não tem nada. Fim. O que tiver que ser feito deve ser feito enquanto estamos vivos. Sem segunda chance, sem prestação de contas. O melhor possível enquanto podemos.
"" foi o último post escrito por Deh, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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November 22nd, 2009 às 15:08
Deh, e não fizermos nosso melhor aqui e deixamos muito a desejar diante do nosso potencial? E se falharmos sabendo que estamos falhando através de vinganças e afins?
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November 30th, 2009 às 08:46
Lisa acho que se nao fizermos o melhor, se deixamos pendencias, tudo isso eh importante a)penas enquanto estamos aqui. Quando acaba, acaba, eh o que eu acho e espero.
O ser humano eh imperfeito, e essa eh a beleza de viver: a efemeridade e a imperfeicao sao o que nos fazem buscar e querer. Depois viramos adubo e ficam apenas os descendentes e as coisas. E pronto. Pelo menos eh assim que eu imagino.
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Ser agnóstico é ter dúvidas… não crer em Deus e ao mesmo tempo não afirmar seguramente a não-existência de Deus. Tenho cá comigo que algo continua sim… mas algo o quê? Não sei… sei que nada se acabe de vez, Denise. Veja aa transformação da natureza… sempre… o lixo é/por ser reciclado. As folhas mortas acabam servindo de adubo… e por aí vai.
Uma vez dei com uma página na net sobre a sistema de como no Japão merda (isso mesmo, excremento humano) passa por reciclagem até chegar ao tijolo usado na construção civil. O assunto era tratado com seriedade e muito bem explicado todo o processo de transformação das fezes em tijolo (produto final). Daí vem um vendaval ou maremoto e destrói a construção e os destroços são reciclados e por aí vai.
É assim como… digamos…. seu nome… Denise. Pode ser De, Deni, Nise, Ise… transforma-se sem se acabar.
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Eu acredito numa escala do outro lado
"augusto_dias: Adiemus – Rain Dance: http://blip.fm/~gi351 Boa noite! #goodnight #musicwednesday" foi o último post escrito por Augusto Dias, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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Eu penso exatamente como vc, tambem prefiro assim, rs…
"Grrrrrrrrrrrr…" foi o último post escrito por polly, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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Quando você escreve “dispost@s”, com arroba pra enfatizar, é porque só mulher pode comentar aqui?
"Convidou, pagou!" foi o último post escrito por Henrique, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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November 22nd, 2009 às 13:13
henrique, esse uso é meio que para tirar a marca de gênero predominantemente masculina da linguagem… algo como dispost_s =)
"Entre Maiores Montanhas" foi o último post escrito por =draupadi=, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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November 22nd, 2009 às 15:11
Ah, é isso? Então vamos mudar a natureza da língua portuguesa, na qual todos os substantivos, sem exceção, são ou masculino ou feminino. E como não há neutro, um dos dois tinha que ser escolhido para o plural. Com certeza isso se deveu à dominância masculina, mas querer mudar isso a essa altura do campeonato é perda de tempo. Cheira mais a feminismo xiita que foge do foco em vez de se ater a questões que realmente interessam. Se neutralidade genérica é assim tão importante, é melhor usar o inglês, não? De qualquer maneira, valeu por me responder. Sempre via o arrobazinho pairando por aí sem saber do que se tratava.
"Asiático é baixinho?" foi o último post escrito por Henrique, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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November 22nd, 2009 às 21:01
Voce parece ser mais uma daquelas pessoas que pensa que a lingua que utilizamos não é sexista. Ora está na altura de perceber que a lingua é sexista e o que é mais grave não só serve para referir a realidade mas também é uma forma de a construir, por isso devemos fazer esforços no sentido de lhe tirar a carga sexista sempre que for possível, se estivermos interessad@s em construir uma sociedade mais igualitária. Se nunca pensou nisso é bom começar, por exemplo o pretenso genérico masculino não é um epiceno como durante muito tempo se defendeu, pois por vezes designa apenas os homens e outras vezes designa a espécie humana. De resto foi em parte essa ambiguidade que permitiu que na Revolução francesa se defendesse que todos os homens são iguais e se tivesse da mesma assentada excluido as mulheres dessa mesma igualdade.
"Catherine Ashton" foi o último post escrito por Adília, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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November 23rd, 2009 às 01:27
o uso do arroba não visa tirar a marca de gênero, mas como um diminutivo para a inserção dos dois gêneros: dospostos e dispostas a.
O arroba é o símbolo utilizado por ser um “a” masculino.
não é neutralidade genérica, mas a inserção dos dois gêneros no discurso, certo soldado?
"Conclusivo" foi o último post escrito por bianca Scliar, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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November 23rd, 2009 às 01:49
Eu entendo os argumentos, mas não concordo. Repito, acho perda de tempo insistir numa coisa tão surreal. Simplesmente porque a língua que dita as regras é a língua falada, e até onde eu sei ainda não fizeram uma vogal “bissexual” para ser pronunciada pelo arroba, ou seja o que for. Se quer incluir os dois sexos, é preferível falar como o Lula: “meus companheirOs e companheirAs… meus amigOs e minhas amigAs…”, mas essa invenção de moda pra acabar com o sexismo da língua é inútil. É o que eu acho.
"Asiático é baixinho?" foi o último post escrito por Henrique, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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November 24th, 2009 às 03:16
Bem, a lingua e’ viva, querendo ou nao. Ela muda o tempo todo, ainda bem… Mesmo que o uso de generos nunca mude, acho bem legal a cortesia de se usar a @ como sinal de inclusao de ambos os sexos, pode ser lido como “o” ou como “a”.
Nao vejo nada de xiita em nao se prender as regras em um ambiente informal como um blog.
(Posso ser meio suspeita para falar disso, sempre tive o habito de chamar os meus amigos solteiros de senhoritos, volta e meia vinha alguem apontar que a palavra nao existe… passa a existir, oras).
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December 5th, 2009 às 09:46
Silvia: perfeito.
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November 26th, 2009 às 11:06
“Cheira mais a feminismo xiita que foge do foco em vez de se ater a questões que realmente interessam.”
Henrique, vc não acha muita pretensão sua dizer a alguém o que é que realmente lhe interessa combater?
Bom, além disso, o fato de alguém ter uma atitude simples [como o uso do @] para deflagar ou mesmo evitar um uso sexista não quer dizer que a pessoa deixou de se preocupar com ‘o que realmente interessa’. Ou seja, além de algo autoritário, seu argumento é tbm falacioso.
Se vc de fato se interessa por este assunto, sugiro q leia este post: http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2009/09/lingua-mantem-ordem-das-coisas.html
"Entre Maiores Montanhas" foi o último post escrito por =draupadi=, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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November 30th, 2009 às 22:04
Não é pretensão minha. Não estou dizendo o que devem ou não fazer. Dei minha opinião. Cada um coloca o arroba onde quiser. Enquanto brincadeirinha de blogue e reflexão sobre o assunto, tudo bem. Acho que peguei pesado por criticar isso num ambiente informal, mas se existir algum movimento feminista propondo uma mudança linguística de fato, continuo achando perda de tempo. Só isso. Quem quiser insistir nisso, vai com fé e boa sorte.
Agora, o argumento da influência da língua no comportamento das pessoas ainda necessita de muita comprovação. Estudei muito linguística, fiz até uma matéria que se chamava “Language and Thought”, na qual estudamos exatamente isso – como a língua influencia a maneira de pensar e vice-versa. Os resultados das pesquisas infelizmente ainda são muito confusos, e quase impossível de se apontar causas exatas. No coreano, por exemplo, quase não existe marcação de gênero pra nada. A marcação é muito mais para diferenças de idade e respeito. E nem por isso a sociedade coreana deixou de ser extremamente machista.
Outra coisa. Existe uma grande diferença entre o vocabulário e a gramática sexista. Vocabulário é facílimo de se mudar. Quando os formadores de opinião acordam que um termo não deveria ser usado, aos poucos ele deixa de ser usado. Que alternativa você propõe para o plural no português, tanto na língua falada quanto escrita?
(Denise, desculpa esticar tanto essa discussão que não tem nada a ver com o post. Perguntei por curiosidade, mas depois que entrei na discussão achei bom deixar claro o que penso.)
"Uma Samsunguinha pro blogue" foi o último post escrito por Henrique, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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Olá Denise. Você já tem o dia do bazar??? ou eu já perdi??? adorei o ano passado…
Sobre a vida dedois da morte… Eu creio profundamente que ela existe, pois o nosso espírito ou a nossa alma, é eterna…Eu creio na bíblia, como palavra de Deus. Então crendo no que a bíblia diz, existe sim vida depois da morte, uma vida eterna.
Beijos
telma
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November 23rd, 2009 às 07:26
Oi Telma
Eu já ia perguntar a Denise, se ela tinha como se comunicar com você.Esperamos você.
Denise vai dizer tudo direitinho.
Beijos
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November 23rd, 2009 às 07:27
Quem escreveu aí em cima fui eu Telma Arcoverde
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Quando a pessoa se interessa em estudar os preceitos da espiritualidade, não precisa necessariamente frequentar grupos, nada. Apenas sentir, porque o intelecto soh nao basta para a compreensão de certas coisas e eu aprendi isso a duras penas e continuo caindo do cavalo por não respeitar o que estah além de mim.
Perdi muita gente na minha vida, por morte ou perdas normais que acontecem a qualquer ser humano e aprendi a ver com outros olhos tudo isso. Aprendi a enxergar “coincidências” demais da conta e fui obrigada a mergulhar nesse “mundo”. Andei lendo Kardec mas não encontrei respostas prontas como eu costumava encontrar nos livros que lia e continuo adorando – soh dei um tempo no Freud, filosofia, literatura francesa, ensaios, etc.
é impressionante como o que Kardec diz (ditado pelos espiritos) faz muito sentido. Evidentemente, em algumas partes ha’ preconceito de época. Mas eu passo essa parte. Muito antes da morte de meu pai, eu não tinha maturidade suficiente, mas os cinco anos que antecederam esse acontecimento foram cruciais para mim porque as mensagens e os “acasos” foram muitos e fiquei assustada, inclusive com a minha capacidade. Ainda estou caminhando.
Não tenho como te passar nada e respeito o teu pensamento, porque isso tudo é pessoal e não se força, não dah para impor, apesar de eu entender sua amiga.
Bises
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November 23rd, 2009 às 18:23
Só um comentário: Hawking não acredita em deus, ou deuses, muito menos inteligente(s). No fim do seu livro “Uma breve história do tempo”, Hawking diz que se um dia chegarmos a uma teoria completa que explique pq o universo existe, então será o maior triunfo da razão humana, e conheceremos a mente de deus. Hawking, como Einstein, usa a palavra “deus” como sinônimo para “natureza”. É um uso um tanto infeliz da palavra, pois muitas pessoas acabam achando que eles querem realmente dizer deus, onipresente, onipotente, um carinha todo-poderoso que criou o céu e a terra, o que na verdade não tem nada a ver com a msg que quiseram passar, e aí acaba que seus nomes são usados por pessoas que acreditam nessas coisas pra dizer “tá vendo, até Einstein/Hawking acredita!”. Einstein, Hawking, e a maioria dos doutores nas áreas de ciências naturais não acreditam em deuses. Isso é um fato facilmente comprovável em qualquer boa universidade.
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November 23rd, 2009 às 20:51
E daí?
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November 23rd, 2009 às 22:42
Obviamente que o fato de qualquer pessoa acreditar (ou não) em algo não prova nem que sim nem que não. Só penso que se vai usar a opinião de uma pessoa como argumento pra qualquer coisa, pelo menos que seja a opinião correta.
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November 28th, 2009 às 11:29
Katia, eu não li, nem ouvi o que eles (Einstein, Hawking) disseram. Foi um amigo quem comentou isso comigo. E não usei a palavra/termo Deus para me referir ao questionamento do célebre fisico.
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A propo’sito, antes que os intelectuais de plantão (sou uma chata também) me esganem: “respostas prontas” foi no sentido pessoal, que eu consigo penetrar muito bem nesses livros de Filosofia, Teoria da Comunicação, Psicana’lise e por isso elas vêm como prontas para mim, mas jamais eu os colocaria no mesmo “balde” que alguns “escritos” por ai… considerados como literatura, enfim.
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November 22nd, 2009 às 14:28
É verdade, Gisela, nem sempre o intelecto basta para compreendermos certas coisas da vida e muitas vezes compreendemos algo intelectualmente e, ainda assim, somos incapazes de praticar o que nosso intelecto entendeu. Um exemplo (que pode parecer banal dentro do contexto do assunto aqui tratado) é o caso da obesidade. Intelectualmente a pessoa pode entender o porquê de engordar, entender o benefício da prática de alguma atividade física e tudo o mais necessário para emagrecer. Emagrece e não consegue manter o peso adequado… com todo o entendimento intelectual. E mais do que eu já li sobre neuroses… até li sobre o que John Lennon enfrentou pra lidar com sua própria neurose… li Arthur Janov (psiquiatra de Lennon)… li Adler, cunhador do termo ‘complexo de inferioridade’ na sua teoria em pq discorda de Freud. Intelectualmente eu entendo… mas, por algum motivo além do meu entendimento intelectual, não consigo resolver certas perrenhas emocionais que carrego. Hoje minha terapia foi através do filme francês “Pas de Panique”. Recomendo.
Como vc, tb li Kardec e seus contemporâneos com ideias afins… como vc, enfrentei repetidamente situações que, caramba, não podiam ser apenas coincidência… qdo minha sogra me conheceu, ela se recusou a cumprimentar-me com um aperto de mão… numa mão ela tinha a Coca-Cola e na outra ela tinha uma sacola… e a mesa ao lado. Qdo meu marido e eu fomos visitá-la após uma cirurgia na cabeça, enqto meu marido e meu sogro foram ao supermercado, minha sogra me pediu para lavar-lhe a cabeça… era a primeira vez que a cabeça dela seria lavada após a cirurgia… ela disse que o marido tinha a mão pesada e se eu poderia lavar a cabeça dela. Gelei… ela não gostava de mim e eu lá… frente a um atividade que exigia tanta delicadeza… o cabelo dela cheio de sangue seco, grudado no cabelo e no couro cabeludo. Fiz o melhor que pude e nunca compreendi o porquê de um ano ou pouco mais depois ela, sabendo que seria a última vez que me via, tão perto da morte, me chamou para o quarto onde ela ia descansar e me fez uma pergunta ferina… quem sabe na outra dimensão ela tenha encontrado/expressado agradecimento por eu ter me casado com o filho dela. Ufa, como me fez bem esse comentário assim sem ressentimento. Apenas ilustrando uma conversa.
Gostaria de indicar pra vc o Racionallismo Cristão. A net é rica em textos e acho a prática da Limpeza Psíquica/Higiene Mental muito útil… apenas não me afino a entonação de voz que o grupo utiliza (eu digo as palavras no meu estilo e não participo de encontros)… a rádio A Razão tem um seleção musical maravilhosa. O fundador do Racionalismo Cristão foi um estudioso de Kardec, mas se apartou do kardecismo. Eu seleciono algo de Kardec, algo do RC, algo do budismo, algo do cristianismo, do islamismo, do judaismo… enfim nada de extremismo… pq todas têm algo em comum e nenhuma filosofia e nenhuma religião é 100% portadora do que verdadeiramente é ou deixa de ser.
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November 28th, 2009 às 11:36
Lisa, obrigada mesmo. E desculpe a demora em responder! Preciso demais de um auxi’lio espiritual porque sempre fui mais intelecto que emoção, mas ainda não encontrei aqui no Rio pessoas que possam me ajudar e nem lugares nos quais me sentisse bem. E minha vida estah muito atribulada ainda; muita luta no cotidiano, fora relacionamentos, enfim. Quando a cabeça estacionar e outras questões melhorarem, vou iniciar minha caminhada. Abraços
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December 2nd, 2009 às 15:13
Gi, o Racioinalismo Cristão tem sede aí no Rio. Na Vila Isabel. E lá eles pregam o raciocínio… o intelecto é o que há… sei lá, tenta pelo menos praticar a tal da Higiene Mental/Limpeza Psíquica… eu acho bom. Boa Sorte.
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Outra coisa: eu acredito que AQUI se faz, AQUI se paga,viu?
)
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November 22nd, 2009 às 15:13
Com JUROS e CORREÇÃO MONETÁRIA.
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November 28th, 2009 às 11:36
Ahahaha!
))
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Espera um pouco, não entendi… Achei que agnóstico fosse quem acreditava em algo superior, mas não exatamente em Deus, ou em alguma religião. Não é isso não?
Enfim, eu acredito que há algo além. Tipo, que algum dia nós possamos entender tudo o que não entendemos hoje. Situações pelas quais passamos e não sabemos porquê, por aí vai…
Não sei se é meu medo pela morte, ou se é minha fé mesmo, mas eu acredito que a morte não é “o fim”.
"Terceiro podcast no ar!" foi o último post escrito por Diego Hatake, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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November 22nd, 2009 às 13:05
Diego, o agnóstico duvida, mas não nega – isto é, não nega e nem afirma. O Ser Superior a que vc se refere é tb conhecido por Deus (em português, Allah em árabe, etc.).
O Deus/Ser Superior dos judeus é o mesmo do dos muçulmamos – está no Velho Testamento. O Deus dos cristãos é multiplicado por 3 e… dividido por 3… é 1 em 3… ou é 3 em 1… é 1 valendo por 3… ou 3 valendo por um até mesmo mais podereso do que o da Gênesis… pq o da Gênesis não teve começo e sempre existiu e nunca deixará de existir. O outro nasceu, viveu, morreu e… RESSUSCITOU !!!!!!! Entre as religiões onde há a crença em Deuses/as sempre há um maior. Entre os gregos Zeus era o maior. Zeus foi desbancado pela figura de Jesus Cristo… se em vários aspectos os dois podiam ser comparados, Zeus perdeu com a ressurreição de Jesus, o que o fez o Cristo.
Para os Transcendentalistas americanos (Thoureau, Emerson, Alcott, Hawthorne) Deus está na natureza… Deus é um componente da natureza… creio que assim tb é para os Budistas. A natureza não morre… se renova sempre, mesmo diante das maiores catástrofes.
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Acho que o Diego tem razão e eu também confundi alhos com bugalhos..
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Sinceramente… está ai uma coisa com a qual eu não me preocupo e nunca parei seriamente para pensar nisso, mas com a minha formaçao é católica tenho a inclinaçao de acreditar que existe algo além da morte. A minha preocupação foi sempre o que fazer para aproveitar a vida, e não falo no sentido de somente satisfazer desejos, mas no sentido de que se as minhas decisões, as minhas atitudes são justas, de como afetam as outras pessoas e dessa forma procurar alcançar a felicidade através da realizaçao dos meus objetivos, do que tracei para a minha vida. A noção de comunidade e dignidade inerente a cada pessoa humana é algo que me preocupa sempre e orienta minhas ações e as escolhas do que eu farei com a minha vida. Então se pensarmos que a vida é um meio de conquista da felicidade e chegar ao topo dessa plenitude é atrvessar uma serie de adversidades sem nunca perder a esperança por que se preocupar com o fim…. e no que existe após o fim??? A morte quando vir será algo que chegou a seu tempo, mas o que não deve inibir o nosso empenho da busca diaria pela felicidade.
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November 22nd, 2009 às 13:50
Geovana, se meu marido lesse seu texto, concordaria com vc. Ele não sofre. Nunca o vi triste, melancólico, reclamando de alguém ou de alguma situação no trabalho. Não nega ajuda a ninguém, qdo pode ajudar. Vive dando jeito em computador de quem precisa… seja hardware ou software… passa dias resolvendo isso e aquilo pra alguém. Dá assistência a conhecidos que enfrentam falência e precisam orientação para entender as leis, preencher documentos legais, se enrola com dívida, e por aí vai. Nunca cobrou um centavo. Diz que o dinheiro ele ganha da empresa onde trabalha e o mais é passatempo.
Como você, meu marido é católico (não praticamente, mas com profundo conhecimento da religião, em detalhes) e diz que não precisa sofrer pq Jesus enfrentou o sofrimente maior… por nós. A partir da morte e ressurreição de Cristo, quem crê no sacrifício de JC está no mundo para ser feliz. Se a pessoa crê na vida e mortte e ressurreição de Cristo e… sofre, está perdendo tempo pq esse sofrimento não serve pra nada. Está claro que há diferença entre enfrentar uma dor e padecer no sofrimento.
Minha sogra soube que ia morrer de câncer na cabeça e o médico disse-lhe que ela morreria dali a 4 meses… ela se recusou a fazer quimioterapia e qq outro tratamento dizendo que seria inútil e serviria apenas pra gastar dinheiro desnecessariamente mais o estresse do tratamento. No começo de um novembro ela nos telefonou dizendo que se quiséssemos vê-la com vida e disposição para irmos passar o Thanksgiving com ela, pois no Natal ela já estaria em estado avançado da doença e morreria em fevereiro.
Fomos visitá-la o qto antes e ela nos perguntou “se havia algum objeto da casa que gostaríamos de ter e então ela foi escrever nosso nome no objeto para que o objeto viesse para nós após a morte dela em fevereiro” (isso tudo claramente e sem drama). Disse que se Deus a estava chamando era pq a hora dela estava chegando (e dá-lhe gerúndio…rs…). Ela partia satisfeita com a vida que vivera pois criou os seis filhos… teve seis e criou os seis, mesmo correndo o risco de morrer no parto duas vezes. Os filhos estavam criados e financeiramente independentes, todos terminaram o curso superior e tinham bom emprego e que todos lhe deram alegrias. Ela tinha certeza de haver vivido da melhor maneira que soubera viver e ia para o Céu. Partia para o encontro de Deus pronta.
Enquanto esperava pela morte, escreveu uma pequena autobiografia (talvez melhor dizer memórias) para que os netos que viessem a nascer soubessem da avó. Encadernou o escrito e mandou uma cópia para cada filho. Assim simples. Em fevereiro, como o médico previu e ela nos disse, minha sogra faleceu. Escolheu ser cremada.
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November 28th, 2009 às 11:18
Sa’bia a tua sogra, Lisa. Apenas isso que posso dizer.
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Valeu, Denise!!!!
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Somente acrescentando… que os pecados… do que é punivel ou digno de reprovação é algo muito subjetivo definido pela sociedade, igreja e etc segundo seus próprios interesses… desse modo avaliar as ações segundo o prisma da busca pela propria felicidade sem prejudicar os outros para mim é suficiente. E se existir algo após a morte e deus reger as nossas penitencias nessa segunda etapa ele saberá avaliar nosso empenho.
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November 22nd, 2009 às 15:03
Sherri Shepherd, 42 anos, criada na religião Testemunhas de Jeová, atriz e comediante americana, teve um filho com um certo retardamento mental… digamos que aos 4 anos e 1/2 o menino tem o desenvolvimento mental de 3 ou pouco menos… é por aí assim. É o único filho dela. Com pouco tempo do nenê nascido, ela descobriu que o marido a traía. Divorciaram-se e pela lei é ela quem tem de pagar pensão ao marido.
Sherri acaba de lançar um livro e deu entrevistas onde confessa ter se submetido a uns 10 abortos (mas ela é dada a dizer pataquadas)… bem, os abortos vão da adolescência à casa dos 30… e qdo assumiu uma gravidez, nasceu uma criança com necessidades especiais. Uma vez, qdo Sherri questionava se isso foi castigo pelos tantos abortos, alguém disse-lhe que qdo ela morresse, lá no Céu… ela iria encontrar-se com todos esses bebês que teriam sido filhos dela aqui na terra e todos seriam felizes juntos. Pronto… ela se liberou do peso da culpa. Pode parecer irresponsável e simplista para muitos, mas achei legal… afinal a pessoa não pode mudar o passado e ruminar erros irreparáveis e se autopunir constantemente resulta em perpetuar a própria infelicidade e fazer infeliz a quem a rodeia.
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November 23rd, 2009 às 20:55
Concordo mais que plenamente! rs
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Oi Denise,
Que coincidência, ontem postei um vídeo lá no blog sobre Karma. Também tenho muitas dúvidas em relação à vida após a morte. Venho de uma família católica e fui católica durante muito tempo, mas sempre com muitas dúvidas sobre certas leis da minha religião, como em relação ao divórcio, homossexualismo etc. Nunca tive coragem de questionar Deus porque tinha muito medo de ser castigada…rs.
Também não pensava na morte, até que por duas vezes passei por fortes turbulências em aviões, o tal do vácuo, sabe? Aí sim, pensei: Meu Deus, vou morrer! E da pior maneira possível!
Apesar de ter ficado cara a cara com a minha condição de mortal, nunca pensei muito no depois, no tal do acerto de contas. Minha preocupação foi: estou feliz? Levo a vida que desejo? Trabalho no que gosto? Aí me matriculei numa universidade e fui estudar algo relacionado à arte (cinema e tv), que era a minha paixão desde menina. Minha postura em relação à morte é tentar ser feliz e me realizar o máximo possível, porque o que vem depois, se é que tem esse depois, é desconhecido para mim.
Namastê!
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Sinceramente, prefiro não pensarem morte, é um assuno com o qual não lido bem.
Sei que amo a vida, não estou fata dela e quero continuar a viver.~
Beijinhos
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Li seus três últimos posts, Denise. Tudo muito bom… tanto posts qto comentários. Não sabia do significado específico do @ na redação (virtual) em idioma latino… vou de “vcs estão dispostos/as” – “não fiquem chateados/as” – e vale o exemplo de quem diz “meus companheiros e minhas companheiras, meus amigos e minhas amigas”, afinal sempre ouvimos “Senhores e Senhoras” – “Ladies and Glentemen”.
O sucesso de um blog não depende unicamente da excelente qualidade dos posts; é preciso que os comentários complementem os post. Pelo visto, vc recebe uma galera assídua que faz comentários de primeira linha. Parabéns pelo seu talento em angariar e manter essa audiência!
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Não penso mais nisso… se não houver nada além da morte, ok, mas se houver só saberei quando morrer então…
Beijos muitos!
"Sou toda ouvidos para…" foi o último post escrito por rocosta, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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Acho que a Denise simplificou muito as coisas… acabou extraindo da religião apenas a culpa e a obrigaçaõ de continuar.
Eu ñ tenho a menor dúvida da sobrevivência da mente. Já tive experiências com espíritos, que ñ vêm ao caso contar e nem quero convencer ninguém da veracidade das mesmas.
O fato é que é a certeza na continuidade da vida que nos dá forças pra superar as injustiças, a dor, a perda, o fracasso (ñ estou falando em conformismo, mas sim em aceitação do imutável).
Em relação aos pecados, ninguém pagará por eles no além, nós pagamos agoro. O guloso com o excesso de peso, o vaidoso com a escravização dos corpo, da mesma forma como a luxúria tb nos aprisiona a um vício. Aira nos faz agir de forma estúpida… e por aí vai.
Nosso aperfeiçoamento moral não visa ganhar os céus, visa a nossa própria libertação e consequentemente a felicidade.
Veja você Denide, uma mulher inteligente e desprendida. Você não se considera mais feliz que a anorexica? Tenho certeza que a resposta é sim. Tudo isso pq vc desenvolveu sua inteligência, trabalhou sua vaidade e por aí vai.
Não fazemos nada pra Deus. Fazemos pra nós. Somos nós que ganhamos ou perdemos com a nossa personalidade.
A vida é bem mais agradável se acreditarmos que ela se perpetuará, em outra dimensão, em outra forma, com outro propósito e que nada nessu mundo é por simples obra do acaso.
Um abraço a todos.
"NUVENS" foi o último post escrito por Carla, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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Como não tenho certezaa se há ou não vida, fico com a odéia de achar que há vida – ou coisa que valha – após a morte, por sentir e principalmente ver, de uma sementinha nascer uma árvore que dá milhões de sua espécie e de outras milhares de coisas como rios, cantos de pássaros etc e de nós humanos sermos fecundados de um óvulo e um espermatozóide que nos dota de ossos, inteligência etc. Acho isso tudo uma coisa tão bem feita, tão bem elaborada e que sem nenhuma dúvida criado por alguém tão perfeito – pense em quem quiser os religiosos em Deus, outro ser humano, os agnósticos pensem numa árvore ou coisa estranha – que não será a morte simplesmente o fim de coisas tão espetaculares como tudo o que exemplifiquei. Como não sei se há ou não vida apóss a morte, prefiro pensar assim.
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Acho que aquilo que queres serás lhe concedido…
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Sou agnóstica. Sinceramente não gostaria que houvesse nada nada após a morte. Este mundo já é uma crueldade com as pessoas e animais que nele habitam. Mas tenho medo pelo fato de que “na natureza nada se cria, tudo se transforma”, acho que talvez a “essência” do que sou e a minha consciência possam se transformar em qualquer outra coisa que possa se converter em algo vivo. Aí não haveria paz.. só sofrimento sem fundamento em forma de caos.
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Cara Denise, é a primeira vez que comento por aqui. Desculpe se não dei conta de ler todos os comentários e o que direi não passará de mera repetição, sim?
Em vez de responder à pergunta sobre o que vem depois da morte, prefiro uma nova pergunta, derivando dela outras mais: é mesmo importante saber se há ou não algo depois da morte? Faz tanta diferença assim? Ou melhor, seja lá o que signifique a própria vida — porque, convenhamos, nem para o porquê de estarmos vivos temos respostas razoáveis —, já não basta ficarmos “satisfeitos” com o fato de que ela terminará? Esse único fato não é o suficiente para refletirmos à beça sobre o que fazer ou não fazer das nossas vidas?
O que vem antes da morte, e o que fazemos desse antes me parece a questão mais importante.
Ah, detalhe: acreditar se há ou não algo após a morte — seja um céu idílico, uma nova vida ou o nada — não muda um milímetro o fato de que a (ou esta) vida que vivemos terminará, se esfumará, deixará de ser, já que do evento da morte — e da experiência que lhe antecede — absolutamente ninguém escapa, não é?
Abraços
"Fotogramas" foi o último post escrito por Ricardo Cabral, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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November 23rd, 2009 às 23:33
Que comentário interessante, nunca havia pensado dessa forma
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November 24th, 2009 às 07:33
Creio que é preciso pensar nisso sim, pois se realmente houver uma vida eterna, serão as atitudes que tomarmos aqui na terra que implicarão numa vida eterna boa ou ruim…
abs!
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November 24th, 2009 às 22:26
Gabriela,
Entao se nao houver vida apos a morte vc vai sair por ai fazendo m… e sendo egoista e tratando mal as outras pessoas??? Vc soh vai agir certo se tiver a ameaca de punicao??? Que tipo de pessoa voce eh?
Barbara
"Welcome to my mind" foi o último post escrito por Baxt, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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December 19th, 2009 às 00:37
Foi por isso que criaram religião e cultos religiosos desde os príncipios da humanindade… Pra colocar medo nas pessoas do que viria durante a vida e depois da morte…Mais fácil controlá-las assim não é?
Minha dúvida é maior que isso, são religiões realmente algo divino que o homem distoce ou somente criação da mente imaginativa?
Como eu comentei lá no fim da lista de comentários, eu particularmente sou em cima do muro e não vejo necessidade de optar por um ou por outro
"People and Power" foi o último post escrito por Lelei, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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December 19th, 2009 às 00:40
Por isso mesmo que religiões foram criadas, pra controlar o medo do que acontece na vida das pessoas e o que vem depois da morte. E não é mais fácil controlar assim?
Mas minha dúvida é se religiões são divinas mesmo e distorcidas pelo homem ou somente criação imaginativa e fome de poder dos homens?
Como eu falei no meu post lá embaixo, por enquanto não vejo necessidade de sair de cima do muro.
"People and Power" foi o último post escrito por Lelei, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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Viramos pó de estrela … pode ser até bobo pensar assim, mas juro que prefiro isso do que “viver eternamente”, ou “o fim é apenas o início”, e afins, enfim cada um acredita no que quiser e que seja feliz!!!!
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Olá Denise.
Bom, talvez por não ter tido uma educação religiosa, não sinto esta “culpa” e remorso que vc citou, ainda bem, pelo menos não percebo isso.
Mas, p quem foi educada em famíliareligiosa pode ser natural, e difícil talvez? Como é que é essa culpa?Fico pensando nisso..
Eu não acredito na vida após a morte. Mas como disse o comentário aí em cima, isso não me deixa mal não. Não me deixa triste pos isso. Parece frieza até, mas como não acho quea vida “tem” que ter algum sentido, não me importo.
Lembro , acho que foi o Sartre q disse em algum lugar que “somos nós que damos sentidos p nossa vida”.. Bom penso mais ou menos por aí.
Agora uma coisa beeem hilária e que meu namorado sempre tira sarro de mim.
Embora não acredite (bom, é o que sinto, penso) em Deus etc, e não quando penso racionalmente, mas quando vejo filme de terror de fantasmas tenho móóó medo…hahahahaha
Meu namorado diz que sou a atéia mais crente…
Nem eu consigo compreender….
Acho que é isso…beijão!
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É normal termos esse tipo de dúvida numa determinada fase da vida. E sabe por quê? Porque todos temos que voltar à casa de nosso criador um dia.
Assim como um dia saímos do útero de nossa mãe e nascemos para essa vida, assim sairemos dessa e nasceremos para a outra. Não se trata de morte, mas de o começo de uma nova vida.
Pense bem, o fato de você se incomodar com isso, significa que pode haver sim algo após a vida daqui. Não sejamos orgulhosos a ponto de inventarmos uma realidade, afinal, se não temos controle nem sobre nossos próprios problemas, quem somos para determinar o que ocorrerá conosco após a morte?
Olha, um dia eu também pensei como você, parece confortável, porém, não é o que acontece.
O que quero dizer com tudo isso é que Deus nos fez para sermos eternos e para dividirmos Sua felicidade. Ele não é esse Deus que julga e castiga, pelo contrario, ele respeita as nossas escolhas, mesmo que elas sejam erradas porque ele sabe que numa determinada época da vida iremos procurar por respostas e acabaremos dando de cara com ele.
Sei que você costuma ler muito e conhece o mundo todo e, por isso, deve pensar que o cristianismo é um conformismo sem inteligência. Mas asseguro que não! Tente estuda-lo com mais profundidade para encontrar as respostas de suas perguntas.
Mais uma coisa, não se trata de ser julgado e massacrado! Ele quer fazer uma nova terra para nós, um lugar onde as pessoas não precisarão sofrer e passar por tudo o que passamos aqui, essa é Sua promessa. A única coisa que Ele nos pede em troca é que sigamos seus mandamentos. E é aí que a coisa complica. As pessoas não querem deixar sua “liberdade” por conta de algo que nem tem certeza e acabam desacreditando e preferindo ficar indiferentes a essa realidade, acabam riscando de sua lista essa opção.
Haverá sim um julgamento, e isso não é injusto porque ele dá a chance de todos o conhecerem e tempo suficiente para segui-lo. Mas como ele é adorável, não nos impõe nada, apenas nos chama de forma suave e respeita nossa opinião. O que fará diferença é nossa fé. Somos humildes o bastante para acreditar (sem ver) nesse Deus que quer o nosso bem e que quer nos dar essa vida eterna, ou seremos orgulhosos e viveremos duvidando de tudo sem ao menos tentar?
Eu penso que seria muito mais confortante pensar que Deus quer te dar uma vida eternamente feliz, onde você conviverá com as pessoas que ama para sempre e sem problemas… Será que isso não é melhor do que simplesmente deixar de existir? A promessa de Deus é essa!
Mas como eu disse, Ele nos pede alguns favores em troca, favores esses que serão bons para nós mesmos! Ele quer que entreguemos nossas vidas a Ele para que faça o melhor por nós.
E isso não implica que somos marionetes nas mãos do Senhor, Ele não brinca conosco, Ele faz conosco a história. Teresa de Calcutá disse certa vez: Eu quero ser o lápis nas mãos de Deus!. E como bom Mestre Ele nos dá uma borracha para corrigirmos e refazermos a nossa vida. Nem tudo está perdido: as pessoas, aquilo que você está vivendo agora, as situações que estão fora do seu controle, Deus é bom e se manifesta no Amor e na Amizade, basta você querer.
E não se trata de abandonar tudo, colocar terno, deixar o cabelo crescer e tirar a TV da sua casa, mas de vivenciar o perdão, o amor ao próximo, e todas Suas outras “leis”, as únicas leis que nos tornam extremamente livres!
Denise, sua essência será sempre essa, mas a partir do momento que você, trancada em seu quarto disser “meus Deus quero te conhecer, se mostre para mim ou até mesmo, prove sua existência” você verá tudo de outra forma. Te garanto que será fantástico!
abs!
gabi.
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November 28th, 2009 às 11:22
Eu também concordo com Gabriella, sabe, Denise. Na medida em que você se dispôs humildemente aqui, dando a cara à tapa nesse sentido e jah se questionando, isso mostra tua sensibilidade em relação a algo sobre o qual não temos tanto controle e respostas. Achei legal da tua parte e quase nunca li aqui no blog posts como esse.
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November 28th, 2009 às 11:23
Gi é Gisela; Gisela é Gi! Vixe! é porque eu coloquei meu nome e sobrenome no Facebook. De uns tempos para cah, eu ando dividindo meu “reinado” com outras Gi.
)) Pôxa, logo eu a u’nica Gisela da classe…
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Sobre este assunto morte nem gosto de comentar, mas vim aqui para comentar sobre uma mensagem sua dno twitter:
“Nem tudo q parece é… a blogueira cubana Yoani: http://migre.me/chLv http://ow.ly/ECMw (via @amanditas1904 @jhcordeiro) ”
Isto não é novidade nenhuma. Se alguns jornais estrangeiros ficaram decepcionados foi por falta de pesquisa (eles achavam que ela entrava via telepatia?), pq ela sempre deixou claro qual era a forma dela acessar a internet e um dos meios era o acesso via hoteis, visto que em casa a internet é filtrada pelo governo. Se ela realmente fosse paga pelo governo dos EUA ela iria continuar em Cuba??? Eu duvido.
Aposto que se um governo daqui impedisse o acesso da internet nas residências, eu iria para os locais que seriam permitidos, e se em hotéis o acesso é liberado, usaria por lá.
http://lu-bau.blogspot.com/search/label/Cuba
"Tuka Raphaela, PARABÉNS!!!!!" foi o último post escrito por Luciana, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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Oi Denise,
Eu acredito na vida após a morte: na ressurreição e na vida eterna. Como acredito na Bíblia, creio que o corpo voltará para o pó da terra de onde veio, e a alma para Deus, para eternidade, de onde veio. Voltaremos ao princípio de tudo.
Confesso que quando não conhecia a Bíblia, tinha muito medo de tudo que se relacionava com a morte, e o que viria após ela. Mas agora, ao contrário, lido com muita tranquilidade com a morte e vida eterna.
Beijos.
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November 24th, 2009 às 20:52
Concordo plenamente!
bjs!
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November 25th, 2009 às 03:06
Pois é, Gabriela!
Da eternidade de Deus viemos, e para ela voltaremos!
Porque: “Todas as coisas foram feitas por meio Dele e sem Ele nada do que foi feito se fez”. (João 1:3)
Beijos!
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Eu acho que todo mundo deve crer naquilo que o deixa confortável e feliz, eu prefiro acreditar que tem alguma razão pra eu ter existido! Eu paro pra pensar e pessoas cegas, pessoas que nunca andaram?? Nunca terão uma segunda chance? Mas por via das dúvidas vou é viver o máximo de tudo, aí num tenho do que me arrepender depois^^
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já que a morte não existe nunca morrerei!
nunca assimilei esse educação religiosa de pecado, contas a pagar e tal. Talvez seja por isso, por ser deista e não religiosa que tenha me tornado espirita.
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Só sei que nada sei.
É confortável pra mim acreditar que tudo tem uma razão, e que tudo o que passamos e sentimos e aprendemos na vida não se perderá quando morrermos. Por isso me identifico mais com o espiritismo do que com outras crenças.
Maaaas… este ano eu “quase” morri. Tive uma parada cardiorrespiratória, a caminho do hospital, devido a uma tromboembolia pulmonar (dps de uma viagem looonga de carro). Meu marido parou o carro e me ressuscitou, com massagem cardíaca e respiração boca-a-boca, mas eu não vi nada; estava pra lá de Bagdá, completa e profundamente apagada. Só acredito que ele fez mesmo isso porque senão eu não teria sobrevivido a vários minutos sem oxigênio, ou teria ficado no mínimo com uma lesão cerebral. Graças (a Deus?rs) ao meu marido, estou aqui, inteira.
Voltei a respirar, mas só recobrei a consciência vários minutos depois, já chegando perto do hospital, quando fui acordada de um sonho super movimentado e confuso, com os gritos do meu marido (amor, acorda, acorda! pois ele não sabia direito onde era o hospital). Mas aí eu já estava respirando. Enquanto “morri”, ou seja, fiquei sem respirar, foi o mais absoluto NADA (escuridão, silêncio, não-ser); o caminho para o hospital foi, pra mim, uma fração de segundo.
E aí, Allan Kardec?!
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Eu sim fui criada dentro de uma religiao extremamente castrante (Testemunha de Jeová) e tenho verdadeira aversao pela religioes. Creio que todos os grandes males que ocorrem e ocorreram na história da humanidade sao devido à elas. Apesar disso, creio em Deus, e na espiritualidade e tenho certeza de que há uma outra vida além desta sim. Quando me libertei desta religiao que nao me permitia duvidar, senti-me livre para buscar e ler e aprender de todas as fontes possíveis e sei que a vida serve para lapidar-nos, para aprendermos e evolucionarmos. Quanto aos pecados, basta simplesmente aplicar a regra de nao fazer aos demais o que você nao quer que façam a você, e tudo fica em paz.
"Animada…" foi o último post escrito por Virginia, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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Lendo a ladainha de algumas pessoas que se limitam a repetir como papagaios o que lhes apresentaram como verdades absolutas, sem acrescentar um pingo de raciocínio próprio, tenho a acrescentar que, mesmo não acreditando em muita coisa, levo minha vida de forma muito mais correta do que muitos “crentes”, para minha própria satisfação pessoal (digo, de minha consciência, ou, quem sabe, “do deus que habita em mim”). De modos que acho que estou bem “hedgeada”, como se diz no mercado financeiro. Pois acredito que, “se” Deus existe e é tudo isso que dizem dele (infinitamente bondoso, misericordioso e justo e blablablá), ele me julgará pelos meus atos e não pelas minhas crenças. Não pode ser um Deus tão vaidoso assim como fazem parecer…
Não chego, entretanto, ao extremo de Pascal, que passou uma vida de devassidão, jogos, bebidas, mas, como bom matemático, estatístico (naquele tempo não existiam essas coisas) ou assemelhado, num determinado momento (devia estar numa daquelas ressacas brabas, ou pegou sífilis, who knows?), refletiu sobre o custo-benefício de se arriscar a ir para o inferno “se” ele estivesse errado e Deus existisse mesmo (poucos anos de libertinagem que lhe restavam x fogo eterno?); resultado, largou a libertinagem e acabou seus dias recluso em um mosteiro.
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A morte simplesmente não existe. É uma bobagem física. Vida e morte andam juntas. Morremos aos poucos. Ficar tentando explicar a morte com um momento só é que leva o ser humano a questionar o que vem depois. Não tem depois e não tem um momento só. Todo dia estamos vivendo e todo dia estamos morrendo.
"black in" foi o último post escrito por Haline, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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Denise,
Uma pessoa que se diz agnostica, nao significa que ela seja ateia. Ela nao precisa acreditar em Deus, mas nao significa que ela nao acredita na vida espiritual. Ache seu tom tao sarcastico dizendo “uma ateia crente” e ainda voce diz que gosta muito dessa pessoa. Entao, pra que fazer piadinhas so porque ela tem uma opiniao diferente que a sua? Eu nao acredito nem no paraiso e nem no inferno. Mas, as nossas moleculas e a nossa energia apos a morte tambem faz parte da ciencia. Eu nao tenho nenhuma religiao, mas decidi respeitar as religioes assim como quero que todos os religiosos respeitem a minha escolha. Essa vida eh muito longa pra mim, talvez pra vc tambem. Mas, a felicidade eh infinita. Eu aceito a minha hora numa boa, nem gostaria de viver ate 80 anos (sem saude e precisar depender de alguem). Mas, se um dia minha moleculas evaporassem para um planeta bem melhor. Ah isso sim, ciencia faz milagres hehe
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Fugindo do assunto Denise. Eu lembro que li uma materia sua escrevendo sobre a Yoko Ono. Lembro que vc a achava horrorosa quando voce era adolescente. Mas, eh engracado que nunca tinha reparado nisso. Ate acho voce parecida com ela. Pelo menos o cabelo, a cor dos olhos, e o jeito feminista (nao olhe pelo lado negativo). Isso nao eh ofensa, mas nao acho que ela seja feia comparando com os padroes ocidentais de (loura e olhos azuis). Voce tambem nao tem esses padroes. Voce ainda a acha horrorosa se vc for se comprarar com ela?
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Isso tudo é tão chocante. Antes de pensar no que vem depois me dá uma angústia em pensar como o tempo passa rápido, no auge dos meus 4.4, estou desesperada,… como assim??? Falta quanto tempo pra tudo terminar? ou até entrar noutra vida? Isso tudo dá um desespero…. é isso.
Beijos
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Não sei o que vem,se é que vem!
NÃO SEI !
abraço
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Sei q não tem a ver com o assunto, mas achei muito interessante:
Camisinha feminina com farpas é arma contra estupro
http://alma-feminina.blogspot.com/2009/10/camisinha-feminina-com-farpas-e-arma.html
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November 27th, 2009 às 02:44
muito legal se a Denise fizer um post sobre o assunto !
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Bom, como sou espírita, ou tento ser, pelo menos, sei que há continuidade dessa experiência que vivemos aqui… seria muito angustiante p mim pensar como vc, Denise, que não há nada depois, que eu vim aqui pra esses anos e mais nada!
Acho que seria um desperdício de gente… rs
Beijos!
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Olá, Denise! Pelo que já li no seu blog, você não é uma pessoa muito dada à religiosidade. Mas esse assunto abordado em seu post é muito interessante e tipicamente religioso. Como podemos afirmar que haja algo após esta vida se isso é algo não comprovado? Somos levados a racionalizar todas as coisas e a não crer naquilo que nossos olhos não podem ver ou nossas mãos tocar. Acontece que as coisas que são, não deixarão de ser simplesmente porque não foram provadas ou porque descremos nelas, e a vida após a morte é uma dessas questões. Como Cristã eu acredito piamente em uma continuidade desta vida, como é descrito na bíblia. O apóstolo Paulo já dizia, como está registrado em I Coríntios 15:19, que somos os mais infelizes de todos os homens se colocamos nossa esperança apenas nesta vida, pois o porvir é algo sobremodo excelente se comparado à nossa passagem por aqui. Claro que essa é uma questão de fé, e pelo fato de a fé estar acima da razão, essas questões não podem ser discernidas apenas racionalmente. Escolhi acreditar nisso, não como uma válvula de escape, mas porque as experiências que tenho tido com a bíblia provam que ela é verdadeira em todo o seu conteúdo.
Quanto ao peso do pecado (que é um conceito bíblico real e não apenas pressão psicológica de pessoas dissimuladas), não precisamos carregá-lo. Sei que há muitas distorções sobre isso e as igrejas de forma geral, sempre usaram esse termo para tolher e manipular as pessoas, evidenciando o pecado e suas consequências em lugar da Graça Redentora de Deus. A verdade é que somos seres humanos cheios de falhas e constantemente desagradamos a Deus com atitudes que ele condena – isso é o pecado. Porém, ele sabe que somos assim, pois é o nosso criador. A partir do momento que cremos que Jesus “tomou sobre si todos os nossos pecados” (Isaías 53), ao se sacrificar, nos livramos desse peso. Isso não significa que podemos levar uma vida dissoluta numa boa, mas que, quando pecamos, ele nos oferece perdão. Quando somos perdoados por algum mal que tenhamos cometido não nos sentimos mais leves? O próprio Jesus convida a se juntarem a ele os cansados e sobrecarregados (pelo pecado), pois ele os dará alívio. O seu julgo é suave e o seu fardo é leve (Mateus 11:28-30).
Sei que essa deve ser apenas mais uma versão sobre vida após a morte que você já tenha ouvido falar, mas pense a respeito.
"Fim de ano é sempre uma loucura!" foi o último post escrito por Celia Rodrigues, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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Culpas, remorsos, arrependimentos e duvidas nao sao frutos de uma formacao crista…e sim de uma “deformacao crista”, infelizmente muito comum nos Brasileiros.

O cristianismo nao tem nada a ver com isso.
(desculpa pelo teclado desconfigurado que sempre assasina o portugues)
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Denise, bom meu auto-apelido adotado já diz tudo! Eu sou a senha pensa-demais e é claro que esse é um dos assuntos que mais ocupam minha cabeça. E não adianta pedir o conselho de ninguém de nenhuma religião porque as respostas deles nunca vão além do que eu acabo fuçando mais pra saber… Minha mãe vive me falando pra parar de pensar nessas coisas pra não ficar maluca.
Eu tenho um amigo de blog, o Mauro que acredita na mesma coisa que você. Eu ainda sou um pé lá (pode ser que tenha outra coisa além da morte) e outro cá (pode ser que não tenha NADA) mas não consigo me decidir, como você disse ninguém provou nada…
Mas eu acho que é mais confortante saber que quando morrer tem a chance de vermos aquele que amamos e se foram, ao invés de saber que se foram pra nunca mais podemos nos encontrarmos. Talvez por isso mesmo o home, consciente de sua morte criou todas essas histórias de religião. E acho que por isso que não quero largar dessa crança.
Outra coisa confortante é acreditar que depois da morte teremos tempo e chance de concertarmos tudo que fizemos errado nessa vida agora, quem é que não gosta de uma segunda chance?
Por outro lado, os ateus que eu conheço são tão mais centrados, não têm arrependimentos, não dóceis e controlados, pensam no próximo. Eles vivem a vida como se fôsse a única e final e por isso fazem o melhor do tempo que têm.
Então por isso que nesse assunto fico em cima do muro!
"People and Power" foi o último post escrito por Lelei, em seu blog, vamos lá dar uma olhada?
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