Em Pernambuco, Dilma tem 71% contra 17% de Serra. Lembrando que Jarbas é um dos poucos que não esconde Serra na campanha (Via @maria_fro) 3 days ago
Tô pronta pra yoga e não consegui sair pra ficar vendo o #emmyawards eu sei, uma perda de tempo, mas é tão divertido pra quem vê as séries!. 3 days ago
#emmyawards YES! adorei! Ela está divina em Nurse Jackie. Se vocês não assistem, baixem todos episódios! =) 3 days ago
Comentário deixado por Gisele Moura, no dia 11 July 2009:
Achei interessantíssimo os Cartazes. Acho que a minha visão de designer me permitiu entender bem. Acho um tanto desagradável essa coisa de casaiszinhos se beijando em lugares públicos como onibus e restaurante, levando o relacionamento para o nível do público participativo. Para mim é desagradável ver brigas de casais que são de foro íntimo, bem como as pegações.Podem me chamar de careta. Na faculdade eu tinha uma colega que vivia se esfregando no namorado pelos corredores, até que uma vez ela namorou o irmão de uma amiga que disse que ela fazia isso em todos os lugares da casa e era realmente muito constrangedor. Não que eu ache feio, ou que as pessoas não devam demonstrar seu carinho em público o problema são alguns exageros que o ser humano, em qualquer parte do mundo realiza. Mas de verdade algumas demonstrações de afeto em transporte público poderia ser evitadas até por que por que no Brasil ou na Suiça o espaço não é tão grande, o tempo é curto e ninguém quer estar sentado na frente de um casal se engolindo ali na frente ou do lado. E ainda mais quando a pessoa não tem parceiro é como ter diabetes e ver alguém comer um imenso chocolate.
E essa coisa de homem bolinando mulher em transporte público é uma das reações de fraqueza e covardia masculina sem tamanho algum. Primeiro pois é uma violência dissimulada que sendo em público deixa a mulher em uma situação desagradável por que normalmente é uma área que ninguém observa. Segundo por que não existe muito espaço para reação ou afastamento. Se a mulher não estiver preparada para esse tipo de violência não vai reagir. E dependendo da reação dela pode passar por depravada ou violenta. Aqui eu passei por uma situação com um descarado que costumo de chamar do empurrador-esfregador, o cidadão primeiro tentou com uma senhora de origem asiática que dentro das suas possibilidades o encarou com ar de reprovação. E ele fez cara de paisagem. E comigo 30minutos depois foi no momento de saltar o empurrador-esfregador resolveu fazer o que seu apelido faz jus em uma freada do ônibus. Eu gritei com ele em alemão perguntando o que ele queria ali tão grudado a mim, se havia tanto espaço no ônibus. No meu caso eu estava em um ônibus com poucos passageiros mas que já conheciam a atitude do cidadão. No meu caso por exemplo pude me afastar o máximo possível dele ao notar a sua estratégia. Mas muitas mulheres se sentem acuadas. Por isso acho importante a divulgação e tentativas de coibir esse tipo de violência. Os trens do Rio e São Paulo são velhos conhecidos pelo fato de muitas mulheres sairem dos trem com a roupa suja de esperma por causa da bolinação dos passageiros. Tanto que gerou a necessidade do tão falado vagão separado.
Achei gostei de ambos cartazes. Espero ter interpretado certo.
Que negócio é esse ???? Não sei se acho graça, ou se é algo de mau gosto mesmo. O primeiro é um absurdo, o segundo é até engraçadinho…
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Achei interessantíssimo os Cartazes. Acho que a minha visão de designer me permitiu entender bem. Acho um tanto desagradável essa coisa de casaiszinhos se beijando em lugares públicos como onibus e restaurante, levando o relacionamento para o nível do público participativo. Para mim é desagradável ver brigas de casais que são de foro íntimo, bem como as pegações.Podem me chamar de careta. Na faculdade eu tinha uma colega que vivia se esfregando no namorado pelos corredores, até que uma vez ela namorou o irmão de uma amiga que disse que ela fazia isso em todos os lugares da casa e era realmente muito constrangedor. Não que eu ache feio, ou que as pessoas não devam demonstrar seu carinho em público o problema são alguns exageros que o ser humano, em qualquer parte do mundo realiza. Mas de verdade algumas demonstrações de afeto em transporte público poderia ser evitadas até por que por que no Brasil ou na Suiça o espaço não é tão grande, o tempo é curto e ninguém quer estar sentado na frente de um casal se engolindo ali na frente ou do lado. E ainda mais quando a pessoa não tem parceiro é como ter diabetes e ver alguém comer um imenso chocolate.
E essa coisa de homem bolinando mulher em transporte público é uma das reações de fraqueza e covardia masculina sem tamanho algum. Primeiro pois é uma violência dissimulada que sendo em público deixa a mulher em uma situação desagradável por que normalmente é uma área que ninguém observa. Segundo por que não existe muito espaço para reação ou afastamento. Se a mulher não estiver preparada para esse tipo de violência não vai reagir. E dependendo da reação dela pode passar por depravada ou violenta. Aqui eu passei por uma situação com um descarado que costumo de chamar do empurrador-esfregador, o cidadão primeiro tentou com uma senhora de origem asiática que dentro das suas possibilidades o encarou com ar de reprovação. E ele fez cara de paisagem. E comigo 30minutos depois foi no momento de saltar o empurrador-esfregador resolveu fazer o que seu apelido faz jus em uma freada do ônibus. Eu gritei com ele em alemão perguntando o que ele queria ali tão grudado a mim, se havia tanto espaço no ônibus. No meu caso eu estava em um ônibus com poucos passageiros mas que já conheciam a atitude do cidadão. No meu caso por exemplo pude me afastar o máximo possível dele ao notar a sua estratégia. Mas muitas mulheres se sentem acuadas. Por isso acho importante a divulgação e tentativas de coibir esse tipo de violência. Os trens do Rio e São Paulo são velhos conhecidos pelo fato de muitas mulheres sairem dos trem com a roupa suja de esperma por causa da bolinação dos passageiros. Tanto que gerou a necessidade do tão falado vagão separado.
Achei gostei de ambos cartazes. Espero ter interpretado certo.
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