Maria Mariana e os problemas com seu castelinho de areia
Quando eu vi a entrevista na Folha, tentei ignorar porque, pra mim, as barbaridades que essa moça diz e escreve são só jogada de marketing pra vender livro. Tudo muito bem planejado pra polemizar e ter seu nomezinho esquecido de novo na mídia. Me deu muita preguiça e vontade nenhuma de botar mais água no feijão.
Mas depois eu recebi a entrevista que ela deu à Época (que tem o título “Deus quer o homem no leme”) numa lista de discussão sobre amamentação (e via email, de muitas amigas, obrigada, queridas) e percebi que muita gente estava incrivelmente bem impressionada com o que ela disse.
Aí, a coisa muda, eu não dou a mínima pra o fato de estar “promovendo” o livrinho irresponsável em questão, a gente tem de parar pra pensar e discutir o que significa o que ela disse. Sei que muita gente boa já fez isso (veja links abaixo), mas agora eu também quero dar meu pitaco. Desculpem o longuíssimo texto, talvez um dos meus posts mais longos, mas eu poderia ficar aqui escrevendo sobre isso por dias…
O problema das bobagens que a Maria Mariana disse não está nos detalhes, não é a cueca jogada no chão (aqui quem deixa a calcinha sou eu e é Ted quem apanha, na boa), isso não tem importância, mas é a monumental arrogância de mulher privilegiada financeiramente que se acha no direito de dizer o que as outras devem fazer e a defesa de uma filosofia de vida arcaica, que não pode trazer nada de bom pra ninguém, nem pra mulher, nem pra os filhos, nem pro seu companheiro.
Claro que é fundamental, acima de tudo, que toda mulher tenha direito de decidir o que é melhor pra ela e, sem dúvidas, parar de trabalhar e ficar em casa, cuidando dos filhos, é uma opção que deve ser respeitada. Adoro ver blogs de mães com bebês pequenos e lembrar dessa época. Francamente, no primeiro ano de Bia, nada, NADA, me interessava mais que ela. E foi muito bom. Mas é uma fase.
Acho que a entrevista dela faz tanto sucesso, em alguns meios, porque existe mesmo uma certa falta de compromisso de algumas pessoas (pais e mães) na criação dos filhos. Não vou escrever sobre isso agora, mas existe uma tendência a procurar o caminho mais fácil para a paternidade e maternidade. O problema é que a solução que a Maria Mariana oferece é retrógrada e coloca toda a responsabilidade nas costas da mulher. Quem ganha alguma coisa com isso, além dela que está vendendo seu livrinho?
Ficar em casa por dez anos pra cuidar dos filhos pode até ser uma opção, mas enquanto OPÇÃO, ela existe apenas para poucas mulheres que não precisam trabalhar pra sustentar a casa. Outra realidade, é a de mulheres que tiveram pouca oportunidade para estudar ou se desenvolver profissionalmente e acabam “optando” por ficar em casa porque não podem ter um emprego que compense sua ausência e os custos que ela traz. Isso não é opção, é contingência.
Seja como for, acho muito importante que seja uma opção (ou condição) muito bem informada, é preciso avisar às mães que essa decisão tem um custo e que ele pode ser muito alto. Claro que ficar em casa cuidando dos filhos pode ser bom, pode ter seus prazeres. A foto da Mariana rodeada de crianças é linda, mas atenção, fofas, esse conto-de-fadas não dura pra sempre.
Parar tudo para ser somente mãe, como opção, é colocar nas mãos dos filhos o seu rumo, a sua felicidade e isso é injusto e um peso que eles não pediram. Mesmo sem ter um trabalho formal, eu diria às mães que nunca desistam de buscar essa tal “realização”, paralelamente, seguindo outros caminhos além da maternidade. Dia desses, vi uma entrevista com uma mãe americana dizendo que chorou três meses, sem parar, quando o filho foi pra faculdade. Virou um zumbi, não sabia o que fazer, não tinha identidade que não fosse ser mãe. Sentiram o drama? nem posso imaginar o que é isso.
Escrevo como uma mãe que teve a filha aos 22 anos e que aos 44 se vê morando muito longe dela e vivendo o que os americanos denominaram de “síndrome do ninho vazio”. Pois bem, graças ao meu constante compromisso comigo mesma, com meus desejos e minhas necessidades, meu ninho não está nada vazio e minha filha não precisa carregar o peso de ter uma mãe que não sabe o que fazer da vida, por ter parado tudo pra se dedicar exclusivamente a ela. Estamos quites, fiz (e continuo fazendo) tudo que era necessário pra ela ser uma mulher bacana e feliz, dei (e continuo dando) todo carinho do mundo, mas sem sacrifícios, ela não me deve nada e ela não está me deixando pra trás, estamos as duas seguindo em frente.
A postura da Maria Mariana é irresponsável por vender um “paraíso” que só existe para poucas e que, mesmo pra essas, é um belo de um castelo de areia. Definir sua existência através da maternidade é uma armadilha em que muitas mulheres caem e eu diria até que quase todas nós, por um certo espaço de tempo, mas as mais espertas conseguem escapar, para o bem dos seus filhinhos.
Enquanto seus companheiros estão construindo algo de sólido para eles próprios – uma carreira profissional, mantendo interesses individuais – elas investem em uma condição que lhes dá a embriaguês de ter um poder absoluto, afinal, quem mais poderosa que a mãe daquele bebezinho totalmente dependente? mas essa é uma sensação passageira e depois vem a ressaca.
Se tudo der certo, aquele filho a quem você se dedicava, exclusivamente, vai se afastar cada vez mais de você. Vai até lhe rejeitar, em algum momento, para poder se afirmar como indivíduo. E você tem de deixar ele ir, mesmo sofrendo com isso. Com o tempo, ele até volta, mas para estabelecer uma relação em outras bases. A gente vai ser sempre mãe, mas se você investiu sua vida em se afirmar através da maternidade, ao chegar esse momento, você está perdida.
Quem acompanha o blog sabe que eu adoro ser mãe. Nada é mais importante pra mim que Bia e, por isso mesmo, porque eu quero que ela seja uma mulher segura, tranquila, forte, eu nunca fiz nada que fosse cobrar dela depois.
H0uve um período em que viajei muito, pelo mundo todo, a trabalho, e sei que era difícil pra ela, que tinha cerca de 10, 11 anos. Mas sempre conversamos muito e ela sabia que eu precisava fazer isso. Talvez até sinta um pouco de culpa, bem no fundo, porque a nossa criação católica nos leva a isso, mas não me arrependo de nada, porque agora ela está solta no mundo e minhas oportunidades não voltariam, jamais.
Não acho que a minha filha – e todas nossas meninas – devem aprender a importância de ser independentes e lutar por direitos iguais porque acho o feminismo “muderno”, ou para que elas possam “competir com os homens”, mas porque essa é a única forma delas se sentirem fortes o suficiente para não aceitar a violência na primeira briga ou para deixar um relacionamento com um homem que está sendo abusivo, ou para construir sua história segurando as rédeas, sem precisar de alguém no leme. Isso não é óbvio?
Esse é o problema com a Maria Mariana, ela reforça o que pode ser mais danoso para nossas meninas, ao mesmo tempo colocando nas costas delas o peso do mundo.
“Ser mãe é um trabalho social, o maior deles. É um esforço para garantir a criação de indivíduos de valor, mentalmente sadios, que contribuam para o bem geral.”
“Respeito a história da maternidade de cada mulher (cof, cof, cof). Mas, depois que tive o parto normal, vi que é uma vivência fundamental. Se a mulher parir naturalmente, será uma mãe melhor. Todos falam do nascimento do bebê, mas esquecem que a mãe também nasce naquela hora.”
“Amamentar não é um detalhe, é para a mãe que merece.”
Se algum dia, Maria Mariana aparecer fazendo campanhas pró-amamentação vai ser o maior atestado de incompetência do nosso movimento, porque, pra mim, o que ela está propagando com esse livro é muito pior para nossa imagem do que aquela declaração da modelo gostosa de que não quer amamentar por vaidade.
Apesar de considerar uma pena, eu defendo o direito de toda mulher a não amamentar, se não quiser, seja pela razão que for, inclusive pelas mais egoístas. Não somos maquininhas de produzir leite e o nosso papel, enquanto defensores da amamentação não é o de julgar uma a uma, mas de defender a construção de uma sociedade que estimule e apoie as mães a amamentar. Isso sim, faz diferença.
O que a Maria Mariana disse é o oposto disso, é um retrocesso, muitos passos atrás num caminho que eu comecei a percorrer há 20 anos. Amamentar não tem nada a ver com merecimento, com sacrifício e eu detestaria pensar que passei todos esses anos defendendo a amamentação para que algumas privilegiadas se sentissem “especiais” por amamentar.
“Há mulheres que passam nove meses no shopping, comprando roupinhas, aí depois marcam a cesárea e pronto. Acabou o processo. Aí sabe o que acontece? Elas têm depressão pós-parto.”
Ai, nem vou comentar muito, né? só falta ela pular no divã de Ana Maria Braga. Pirou de vez, dondoca??? é só mais arrogância e desprezo pelas dores humanas bem reais, coisa de quem vive em castelo de areia mesmo. Saiu do castelo do pai, pro dos filhos. Amigas, que tiveram depressão pós-parto, nem levem isso em conta, ela não tem nem idéia do que está falando.
“Não acredito na igualdade entre homens e mulheres. Todos merecem respeito, espaço. Mas o homem tem uma função no mundo e a mulher tem outra. São habilidades diferentes. Penso nesta imagem: homem e mulher estão no mesmo barco, no mesmo mar. Há ondas, tempestades, maremotos. Alguém precisa estar com o leme na mão. Os dois, não dá. Deus preparou o homem para estar com o leme na mão. Porque ele é mais forte, tem raciocínio mais frio. A mulher tem mais capacidade de olhar em volta, ver o todo e desenvolver a sensibilidade para aconselhar. A mulher pode dirigir tudo, mas o lugar dela não é com o leme.“
Dá até preguiça de comentar, precisa? deixo pra vocês, porque tô ficando cansada… digamos que ela estivesse certa (Deus me livre!), mas e quando o cara abandonasse o leme? ela ia ter de aprender a dirigir, ia procurar outro comandante ou ia ficar à deriva? é isso que eu falo de castelo de areia… tenho muita pena das filhas dessa mulher.
(sobre o movimento feminista) “Teve seu momento, foi fundamental para abrir espaços, possibilidades. Mas as necessidades hoje são outras. Precisamos unir a geração de nossas avós com a de nossas mães para chegar a um equilíbrio feminino. Eu não sou dona da verdade.”
Sei… a lunática, perdida no seu “mundo-de-faz-de-contas” acha que o movimento feminista já teve seu tempo, “abriu espaços, possibilidades”, agora tá tudo muito bem, né? não interessa a quantidade de mulheres vítimas de violência doméstica, todos os dias, inclusive ali no seu quintal, em Macaé… afinal, pra Maria Mariana, a vida é cor-de-rosa.
“Quero dizer às jovens do mundo de hoje que existe uma pressão para que elas sejam autossuficientes profissionalmente, sejam mulher e homem ao mesmo tempo, como se fosse a única forma de realização.”
Tudo que ela diz é tão caricato. Desde quando ter autossuficienbcia profissional (seja lá o que for isso) é coisa de “homem”?
Existem várias formas de se sentir realizada. E elas mudam, ao decorrer da vida, e são simultâneas, e são diferentes de pessoa pra pessoa, não tem regra. Mas tem apenas uma coisa que as “jovens do mundo de hoje” precisam ouvir de mulheres mais velhas, o caminho mais seguro é a independência financeira e isso não tem a ver com pressão por sucesso, por riqueza, nem exclui a possibilidade de, em algum momento da vida, ter menos dinheiro que o companheiro, ou parar de trabalhar um tempo para cuidar dos filhos. Mas se eu não ensinar essa regra básica pra minha filha - procure a sua independência – estarei sendo completamente irresponsável.
“Para isso, elas têm de desenvolver agressividade, frieza – sentimentos que não têm a ver com o que é ser mãe. O valor básico da maternidade é cuidar do outro, doar, servir. Nada a ver com o mundo competitivo. Maternidade é tirar seu ego do centro.”
Na minha opinião, como sempre, tá tudo errado no que ela disse. Ninguém precisa ser fria e agressiva pra ser “profissionalmente autossuficiente”. E nenhuma mãe pode sobreviver sem nem um pingo de agressividade (para defender sua cria, quando necessário) e frieza (para saber dizer não aos filhos, quando precisa). Como sempre, conversa furada, sem substância, para defender o indefensável. E nem vou lembrar a enorme competitividade que existe entre mãe e filha, entre irmãos, tudo aprendizado pro mundo real, bem diferente do preconizado pela neo-conservadora.
Casamento é um degrau que a pessoa tem para caminhar para a frente. Quem opta por ficar sozinho não desenvolve aprendizados que o casamento dá. Apanhar cueca suja que o marido deixa no chão é um aprendizado de paciência e dedicação. As pessoas pensam em união apenas como o espaço da alegria, do conforto. Casamento é embate, negociação e paciência. É preciso insistir e vencer. Saber que não se muda o outro. É preciso mudar a nós mesmos.
Eu posso ver a excitação nos olhinhos claros da moça, ao dizer isso, só contabilizando as moedas que irá embolsar de venda do livro, ao ter um mundo de gente polemizando e reclamando da aberração que ela disse. Promoção barata de quem precisa fazer papel de idiota para ressuscitar uma carreira enterrada não pela maternidade, mas por falta de coragem e talento.
E por que estou escrevendo sobre isso? porque não dou a mínima para o quanto ela vende e o que ganha com isso, mas me incomoda muito que as pessoas leiam tudo sem analisar, sem perceber a crueldade do que foi dito nessa entrevista, em relação a outras mulheres, sem perceber que ela não está fazendo nenhum bem aos movimento de defesa da amamentação ou de parto natural, pelo contrário, ela está nos constrangendo ao defender nossas bandeiras de forma autoritária, arrogante, irresponsável e inconsequente, apenas com o objetivo de vender seu livrinho vagabundo e sustentar sua vida de dondoca num castelo de areia, prestes a ruir.
Adendo
A Kathy, lá no blog Mamíferas, leu o livro e apesar de ter gostado, cita mais umas bobagens dita pela Mariana que eu não sabia,
“Em certos momentos, porém, Mariana parece “ditar regras”, o que me incomoda um pouco. Diz, por exemplo, que a idade ideal para ser mãe é entre 20 e 30 anos de idade “Antes é cedo e depois é tarde”.”
A própria autora respondeu, lá mesmo:
“A idade certa para ser mãe é estabelecida pelo nosso proprio organismo, não fui eu que inventei!”
Tá certo, D.Maria. Já vi que eu ia era ter muita raiva se fosse obrigada a ler esse livro.
Também escreveram sobre o assunto:








Eu adianto que achei tudo um absurdo. Por isso nem vou comentar item por item… porque é muita coisa! rsrsrs… Beijos!
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May 13th, 2009 às 21:06
É mesmo, Fê! eu só escrevi porque peguei o embalo, mas cansei!
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Penso que qq um pode e deve escolher o seu melhor caminho: trabalhar e não ter filhos, trabalhar e ter filhos, não trabalhar e ter filhos…sei lá. A combinação que o sujeito achar mais adequada a sua visão de mundo.
O que me deixa p** da vida é quando alguém enfia sua versão da verdade goela abaixo dos outros, advogando a si mesmo, uma sabedoria ímpar.
A frase mais interessante que ouvi no ano passado foi…”cada um no seu quadrado.”.
Caracoles, essa fulana vir pregar o homem no leme e outras barbaridades me deu asco.
Sadismo pode? foi o último post que Vivien Morgato escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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May 13th, 2009 às 21:08
É verdade, Vivien. E seja qual for a decisão, ela deveria ser muito bem pensada, tem coisas difíceis de recuperar.
Essa do homem no leme foi típica pra fazer polêmica e vender livro. Uma vergonha.
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Em que planeta essa criatura tá vivendo? Isso tá mais prá “Confissões de uma sem cérebro”. Tadinha… surtou!
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May 13th, 2009 às 21:08
Hehehe é mesmo, Lu!
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KKKKK … no meu leme, não! Minha mãe aprendeu com a mãe dela e me ensinou e to passando prá minha filha, como um segredinho dentro de uma matrioska, que liberdade é a melhor coisa do mundo!
E prá mim, casamento é espaço de alegria e conforto, sim, ou não me serve.
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May 13th, 2009 às 21:09
Que bonitinha a imagem da matrioska
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Acho que ela tentou dizer o que eu disse sobre o Dias das Mães aqui:
“Eu desejo que as mães, mas principalmente as que desejam ser mães que tenham a consciência da importância de se criar e educar um filho. Ensinar bons comportamentos não é a primeira e principal obrigação da escola. A base da criança começa com a educação dada pelos pais.”
Muitas tem filhos, mas por causa da carreira, delegam quase tudo em matéria de educação e amor às escolinhas, babás. Muitos acabam não conhecendo nem o que o filho/filha gosta.
Foi infeliz em algumas partes como síndrome pós-parto e parto normal (não farei parto normal nem aqui nem na China).
Por isto eu falo nem tanto ao Céu nem tanto a Terra.
Não sei o que acontece comigo foi o último post que Luciana escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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May 13th, 2009 às 21:11
Como eu falei, Luciana, eu até acho que existe mesmo uma certa dificuldade das pessoas assumirem seus papéis de pais e mães, em algumas situações, falta de maturidade, mas na minha opinião, nada do que ela disse reflete o que vivemos, as soluções que buscamos.
E, olha, parto natural é tão mais fácil no “pós”, cesariana é um saco!
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May 15th, 2009 às 03:48
Muito sábio! “nem tanto ao Céu nem tanto a Terra”, concordo perfeitamente.
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A repercussão está sendo muito ruim mesmo: por coincidencia pulei do seu blog direto pro da Fal (Drops da Fal)- leio ambos diariamente – e ela também ficou horrorizada…A MM prestou um desserviço danado.
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May 13th, 2009 às 21:13
É verdade, Felícia, o único serviço que ela está prestando é ao próprio bolso e à editora. E ainda tem quem embarque nessa.
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Ai, Denise, essa mulher não tem uma diarista se quer em casa? Uma empregada que tenha filhos? Talvez assim ela compreendesse que nem todas mulheres podem viver em um mundo como o seu. Escolha? Só para quem tem dinheiro.
Denise, li isso, fiquei horrorizada e lembrei de vc na hora: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1117064-6091,00-MODELO+SE+NEGA+A+AMAMENTAR+O+FILHO+E+DIZ+QUE+PEITOS+SAO+SO+PARA+SEXO.html
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May 13th, 2009 às 21:15
Pois é, Samantha, queria ver ela cuidar dos quatro sozinha nos EUA, sem babá nem rede de apoio e achar a mesma maravilha.
Eu vi a notícia, coitada da criatura!
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Pior é que ela conseguiu o que queria: tá todo mundo falando sobre o livrinho dela, vai faturar bastante com essa conversinha mole para dondoca dormir.
Sinto vergonha alheia por ela.
Tantos anos para as mulheres conseguirem o direito de ser mais do que mães e esposas e vem essa fulaninha com esse papo.
Lamentável . . .
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May 13th, 2009 às 21:17
Eu também, Camila. Muita vergonha.
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Amamentar é divino.
E a unica inveja doce que tenho. Acho lindo ver uma mãe amamentar.
Parabens para as mames que amamentam.
Com carinho Monica
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May 13th, 2009 às 21:20
É bonito, mesmo, Mônica, e toda mulher merece
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Excelente a sua resposta, Dê. Muito completa e lúcida. Eu fico pasma com tantas moças dizendo “Puxa, que coragem de dizer essas coisas, que entrevista sensata”. Isso é papo das que dizem “O feminismo trouxe vantagens, mas também foi muito negativo pras mulheres. Estávamos melhor antes!”. Ainda tenho que escrever sobre isso.
Adorei principalmente esta parte em que vc diz:
“Apesar de considerar uma pena, eu defendo o direito de toda mulher a não amamentar, se não quiser, seja pela razão que for, inclusive pelas mais egoístas. Não somos maquininhas de produzir leite e o nosso papel, enquanto defensores da amamentação não é o de julgar uma a uma, mas de defender a construção de uma sociedade que estimule e apoie as mães a amamentar. Isso sim, faz diferença”.
É exatamente isso. Não cabe ao feminismo condenar alguma mulher por fazer a escolha que quiser. Cabe lutar por um sistema em que toda mulher (toda pessoa, aliás) possa ter liberdade de opções. É tão difícil de entender?
Bom, escrevi sobre a Maria Mariana aqui:
http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2009/05/as-confissoes-de-maria-mariana-sobre.html
Fico feliz que tanta gente boa na blogosfera tenha ficado revoltada.
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May 13th, 2009 às 21:24
Lola, eu tinha colocado link pra teu post e acabei salvando numa versão mais antiga do meu post,agora ajustei e tá tudo aí, afinal é legal que as pessoas que estão interessadas possam checar todas nós escrevemos sobre o assunto.
Eu acho isso que dissemos ai acima importantíssimo. Eu JURO que nunca atuei no varejo, nunca culpei uma ou outra mãe por não amamentar, cada uma faz o que quer, nosso papel é atuar no atacado.
Beijoca!
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Ele conseguiu mais uns minutinhos de fama, depois do esquecimento… De forma ridícula, mas conseguiu.
O problema em tudo isso é exatamente oq vc falou, pode crer que daqui um tempo ela vai estar estrelando campanhas de PN, amamentação, posando de neo-moderna! E o pior, aplaudida e venerada por outras, que vivem em mundinhos cor de rosa. Medo e pena, disso tudo!
Beijo.
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May 13th, 2009 às 21:25
Nem me fala, Carina, espero que as pessoas que coordenam os movimentos tenham bom senso para não misturar nossa imagem com a dessa fundamentalista.
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Voltei! Você, como sempre, muito precisa, bem no alvo. Parabéns pela análise.
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May 13th, 2009 às 21:26
Obrigada, Lu
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Que bom ver um post tao sensato sobre esse assunto. O que me deixa chateada mesmo eh que ela esta defendendo coisas bacanas, como se dedicar aos filhos, parto normal e amamentacao, com os argumentos errados!
Fico revoltada com a associacao automatica que ela – e muita gente por ai, inclusive as feministas – faz entre “criar filhos” e “mae”. Por que nao dividir a responsabilidade? Por que ela faz tanta questao de perpetuar essa coisa de que quem tem que abrir mao de coisas para criar os filhos eh a mae? No mundo ideal a tarefa seria do pai e da mae, para dividir como quiserem (ou puderem).
Aqui na Inglaterra a gente ve muito pai passeando com filho pequeno, levando na escola… Coisa que no Brasil eu nao me lembro de ter visto! E ai chega o povo para esculhambar a MM e fala de cuecas no chao, de carreira… – mas ninguem nem menciona o papel do pai na historia toda!
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May 13th, 2009 às 22:01
Exatamente, no geral, ela até que defende algumas coisas boas, mas feitas da forma mais equivocada, porque é isso que vende o livro.
Que é a mesma razão pela qual ela faz questão de liberar os pais do trabalho… polêmica vazia e vagabunda.
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De, dá preguiça mesmo. Maria Mariana parou nos clichês de forma tosca e rasa, é nítido nos trechos que vc reproduziu. E o pior de tudo, como vc disse, é que ela presta um desserviço aos movimentos. E interessante ler que vc viu reações positivas ao livro, eu não vi nenhuma, sério! Exceto pelo espaço que ela tem ganho na grande imprensa isso não me preocupava.
As reações que me levaram a escrever sobre o tema lá no blog nem de longe abordam o conteúdo que vc abordou aqui. Espero que vc não tenha interpretado errado o que quis colcoar!
A questão de ela colocar tanto peso, tanta responsabilidade, nas costas das mulheres é uma verdade para a qual não havia e atentado. Até porque vivi a experiência de abandonar carreira pra cuidar de filho mas tudo foi muito compartilhado – tenho um maridão, sabe (toc, toc, toc!), que compatilha tudo, não posso me queixar. Defender certas ideias sendo privilegiada nesse sentido, além de financeiramente, é realmente muito fácil, por isso entendi perfeitamente sua visão. Mas me preocupa muito a forma como as pessoas tem vivido a maternidade e a paternidade, como vc mesmo mencionou brevemente. As crianças privilegiadas que vejo por aí tem uma saúde emonional precária, De. Tudo a ver com a forma como vivemos hoje, e as pessoas não atentam para a importãncia de se educar pais e mães para uma maternidade/paternidade mais consciente. Depois vou te mandar um email contando uma experiencia que estamos vivendo, que ilustra bem isso que estou falando.
Beijoca
Re
O que a Maria Mariana escreveu ou falou – reações! foi o último post que Renata escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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May 13th, 2009 às 22:20
Renata, todas as reações positivas que li foram em listas de discussão, acho que o pessoal não estava analisando bem o que significa cada uma dessas palavras dela. Mas concordo com voce, tem muita criança crescendo sozinha. Sem pai, nem mãe. Beijo!
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denise, costumo concordar com você em praticamente tudo.
minha única ressalva a este post é quando disse que “crianças precisam de mãe e pai”.
penso que não foi sua intenção, mas uma frase destas tira todo o mérito, a validade e o sucesso de casais homossexuais (bem como de pais/mães solteiros, como você ressaltou).
se lida por desavisados, pessoas que não acompanharam mais posts seus, a afirmação pode gerar “dor de cabeça” e soar arrogante.
no mais, um beijo!
daqui pra lá foi o último post que Marina Vargas escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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May 13th, 2009 às 22:04
Tá certíssima, Marina. na verdade, oque euis dizer foi que as crianças precisam de outras referências, além da “mãe”. Podem ser duas mães ou dois pais. Só acho que não é bom que fique tudo ser sobrecarregado numa pessoa só (ainda que funcione assim também, como eu disse no post).
Obrigada pelo toque! Beijo!
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A mulher é no mínimo arrogante, preconceituosa e mal preparada (para a vida, diga-se de passagem). Li seu post todinho De porque apesar de longo ele vai direto e reto ao que importa nas tonterias que esta senhora falou… Ops, eu não devia dizer isso né? Além de não ter casado, optei por não ter filhos…ops, ops!!! Sou uma aberração!!!!
Um cheiro
foi o último post que Jan escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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May 13th, 2009 às 22:21
Hahahaha Jan, você é PODEROSA! tá melhor que muita gente por aí, aproveite sua liberdade
beijão!
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Denise eu acho que cada um tem direito a ter as suas escolhas e a realizar seus projetos como bem entender.Eu não
acho que por que estamos amamentando sejamos “maquininhas” de amamentar porque o leite materno é o alimento mais completo que existe para o bebê.Podemos ser livres,independentes e bem sucedidas mais não devemos esquecer que os pais são o alicerece da familia, portanto pais são responsáveis pela educação dos filhos. Eu não acho que essa moça Mariana esta sendo submissa ao marido porque falou que pegar a cueca do marido é um aprendizado.Se fosse por isso o homem estaria sendo submisso a mulher quando pegasse suas calcinhas no chão.Eu acho que ela se referi ao fato que o casamento gera o inexplicável e há certa dose de tolerância para agir em certas situações.Quanto as mulheres que trabalham fora nem todas tem o privilegio de ficar em casa cuidado dos filhos como a Mariana porque em muitos casos o trabalho da mãe é mesmo uma questão de sobrevivência a familia.Eu defendo que as mulheres tem que ser auto-suficiente mais cabe cada um escolher o melhor para sua vida e o que faz se sentir realizada como pessoa porque não precisamos provar nada pra ninguém porque precisamos de leis justas que nos protejam como humanos.
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May 13th, 2009 às 22:30
Dani, faz 20 anos que eu defendo a amamentação, portanto, desculpa, sem querer parecer chata,mas eu não sou exatamente uma pessoa a quem você precisa lembrar o valor do leite materno, não tem como eu achar que somos maquininhas de produzir leite “porque estamos amamentando”, eu disse o oposto.
Leia direitinho o que eu escrevi, de novo:
“Não somos (nós, mulheres) maquininhas de produzir leite e o nosso papel, enquanto defensores da amamentação não é o de julgar uma a uma, mas de defender a construção de uma sociedade que estimule e apoie as mães a amamentar. Isso sim, faz diferença.”
No post eu escrevi também que:
“O problema das bobagens que a Maria Mariana disse não está nos detalhes, não é a cueca jogada no chão (aqui quem deixa a calcinha sou eu e é Ted quem apanha, na boa), isso não tem importância, mas é a monumental arrogância de mulher privilegiada financeiramente que se acha no direito de dizer o que as outras devem fazer e a defesa de uma filosofia de vida arcaica, que não pode trazer nada de bom pra ninguém, nem pra mulher, nem pra os filhos, nem pro seu companheiro.”
Também disse que toda mulher tem o direito de decidir o que fazer da sua vida… apenas ressaltei a importância dessa ser uma decisão informada, consciente, porque é difícil correr atrás do prejuizo.
Sei que o post tá longe e meio chatinho, mas acho que você não entendeu muito bem que eu quis dizer.
Bjs!
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Denise!
É verdade mesmo o q vc diz, talvez esta declaração faz sucesso tb porque realmente existe muitas mães q não tão nem aí p filhos.
EStva pensando , conheço até q bastante mães q deixam completamente os filhos p os avós criarem, tudo da minha geração. (tenho 27)
É um fenômeno de egoísmo muito grande mesmo.
Talvez com o alargamento da juventude, percebebemos que dá p ser mãe, e sair, curtir as nossas individualidades ainda e etc..
O que é uma conquista, no sentido de que não seremos só mães, mas podemos fazer outras coisas tb. NO entanto alguns efeitos acabam saindo ao contrário, na falta e compromisso com os filhos..individualismo e tal.
Tô dizendo isso parece até conservador, mas não o é! rsrs
Ao talvez querer ir contra isso, MM retrocede, como vc bem disse.
Confunde responsabilidade com os seus atos e conservadorismo.
Compromisso com outro com um modelo arcaico!
É meio perigoso mesmo, pois muitos vão pensar q como de fato acontece essas faltas de responsabilidades com os filhos “Ah, realmente a saída é essa mesma, voltas ao conservadorismo”!
Tipo aqueles q dizem ” como era bom na minha época”!..
Isso parece discurso de “na época da ditadura não havia isso.”
Vixi credo….
Fora todas as baboseiras né..
Eu é, tenho medo de famílias tipo perfeitinhas que nem a dela…rsrsrrs
beijão!
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May 13th, 2009 às 23:23
Eu tinha começado a escrever sobre isso, mas o post ia ficar quilométrico, fica pra outro dia, mas acho que o problema é que as meninas estão se “realizando” pela maternidade porque não tem como entrar no mercado de trabalho, estudar numa boa universidade, aí apelam pra amaternidade comoum rito pra entrar na vida adulta. Mas depois, quem cuida ndas crianças sãoos outros. Triste.
Também morro demedo de família – e gente – perfeitinha.
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Olá Denise, faz tempo que não comento aqui, mas sempre que dá passo pra ler as novidades. Hoje em especial não podia deixar de comentar excelente crítica, muito construtiva por sinal nos faz ter uma visão mais polida das coisas que nos enfiam goela abaixo. Adorei o texto maravilhosamente escrito e mais ainda sua colocação sobre o mundo faz de conta dessa moça é perfeita…vive numa bolha fora da realidade! Na vida real há muitas mulheres como eu que se levantam as 5h00 da manhã e chegam em casa as 20h00 e quando chego ainda faço trufas para complementar nossa renda até que meu marido esteja estabilizado profissionalmente e quer saber querida Denise? Não vou deixar de ser mãe por isso, e tenho certeza que serei uma excelente mãe sem culpas ou peso na consciência!!!
Grande Abraço,
Os Adoçantes em minha Vida… foi o último post que Emi escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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May 13th, 2009 às 23:09
Muito, muito bacana seu comentário, Emi. Imagina você estar batalhando pra sobreviver e ter de ouvir uma dondoca new age com essa conversa mole… não tem quem aguente!
Não tenha culpas de nada, mesmo, querida, você está fazendo a coisa certa e será uma mãezona poderosa!
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Oi!
Essa mulher é ridícula. PONTO
heuahe seja para vender livros ou pq realmente acredita nisso, nao tem como sair da situação pq o lugar da “mae” não é ser mae, é viver sua vida deixando os filhos felizes por verem q a mãe ta feliz =D
Do mesmo jeito que mundo se fala que casais com filhos devem amar filhos e deixar o marido de lado, isso é patético, entao transa com qq um e tem um filho, aih tua vida começa.. coisa ridicula…
Não se se assistem “Wife Swap” Ou troca de esposas, é muito legal ver o choque das familias com culturas diferentes se encontrando e percebendo que a vida tão linda que levam não é tão corretinha assim…
=D
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May 13th, 2009 às 23:05
Eu já vi alguns wife swap, quando estava nos EUA, Gabriela. É terrível mesmo… hehehe
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…aqui vai um “jabá do bem” pra contrabalançar esse monte de besteiras… ocorre que foi lançado um livro cuja proposta é quase oposta a esse, na mesma época. É “Sinceramente Grávida”, de Juliana Lins. A idéia da autora é contar, com muita honestidade, seus caminhos e angústias durante a gravidez. O livro tem humor e leveza, e levanta a bola para conversas em vez de ficar ditando regras para uma suposta “maternidade ideal”. Vale uma olhada…
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May 13th, 2009 às 23:06
Bacana, Renata, estamos precisando de algo assim, pra aliviar a tensão
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Denise eu entendi seu ponto de vista nada contra mais acho mesmo que nós mulheres devemos lutar pelos nossos direitos ,se autovalorizar,ser auto-suficiente mais o feminismo pelo qual luto é exatamente a igualdade de direito, não precisamos rebaixar os homens ou dizer que eles não prestam porque perto disso tudo, a velha briga entre gêneros torna-se infantil porque não devemos esquece que a causa é a igualdade, não a superioridade.Eu sei que você entende tudo de amamentação e quem sou eu para lembrar vc do valor do leito materno mais não significa que eu não tenha conhecimento da causa somente porque vc defende a amamentação a 20 anos.Somente estava afirmando meu ponto de vista em relação a importância do leito materno na vida da criança.O que pode ser bom para vc pode não ser bom para o outro e cabe cada um escolher como quer viver.Não a conheço mas seu blog é suficiente para a admirar porque pensar diferente é uma maneira para melhorar uma idéia. Tenha um bom dia!
Obrigada
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May 13th, 2009 às 23:27
Então, Dani, concordamos em tudo. Eu não conheço uma única feminista que queira rebaixar os homens ou que diga que eles “não prestam”, queremos todos a mesma coisa, igualdade de direitos.
Beijoca!
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Denise,
Essa mocinha ainda tem a cara-de-pau de escrever no blog sobre essa droga de livro, devíamos todas protestar diante de tamanha burrice e ignorância no blog da própria:
http://confissoes10anosdepois.blogspot.com/2009/05/lancei-entao-no-dia-7-de-maio-meu-novo.html?showComment=1242223740000#c9103634253860975742
Bjkas e parabéns pela inteligência no texto.
Sam
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May 13th, 2009 às 23:28
hehehe… Samanta, direito de falar besteira ela tem e nós temos de criticar cada uma delas, né? os coemntários por lá estão até bem divididos. beijão!
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Alguem tascou um leme na cabeça deste estrupício! Ela ta surtada! Obrigada pelo des-serviço (deve ser assim que se escreve, espero…) MariANTA! Tomara que a moça que deu a idéia de levar um leme para a MM la no blog da Lola seja seguida por outras mulheres, como eu, indignadissima com tantas besteira. Papel aceita tudo mesmo….
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May 13th, 2009 às 23:24
hehehe… leva não, deixa ela à deriva, que é melhor.
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Oi Denise! Tudo bem?
Ando cansada dessa história da Maria Mariana já, rs… Essas coisas que dão muita polêmica me cansam um pouco… Preguicinha… Legal você ter citado o Mamíferas e também meu post… Valeu!
Uma coisa que eu tenho achado chata nessa polêmica toda é que a grande maioria das pessoas não pegou o livro pra dar uma olhada, se limita a criticar as entrevistas… Eu resolvi me apegar ao que estava lá escrito e publicado mesmo… Minha resenha foi em cima das palavras que ela mesma escreveu… Tem mais algumas coisas que eu não gostei e não coloquei no post, meso porque estava imenso já… Exemplo: eu não vou lembrar exatamente as palavras que são usadas, mas ela afirma que não acredita em família sem pai e mãe… Eu, como mãe autõnoma, que crio meu filho sozinha, só posso rir de uma afirmação dessas… Mas não tem como comentar… Nem criticar… Porque é um valor dela, não o meu… Então nem discuto… Mas veja bem, ela não prega isso como verdade, apenas afirma que é a verdade dela… Portanto, não cabe discussão…
Já a parte da idade de se ter filhos, essa sim senti como uma afirmação… Então questionei…
Mas ao mesmo tempo tem coisas no livro dela que são válidas, coisas que a gente vive dizendo lá no Mamíferas o tempo todo e que ninguém fala por aí sem ser em listas de discussão e pela internet… Por isso afirmo que no balanço geral gostei do livro sim… São informações que a gente já sabe decor e salteado, mas que pode ajudar de alguma forma bastante gente por aí… Por isso acho válido… Espero que as sementes plantadas sejam as corretas, só isso…
Beijos de carinho!
Vencedora e: Quer Ganhar um Mapa Astral da Personare? foi o último post que Kathy (Aurea) escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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May 13th, 2009 às 23:38
Oi, Kathy (Áurea), eu também já cansei,na verdsade, nem ia falar no assunto, mas quando eu vi a entrevista da Época, não resisti.
A questão é que quando uma pessoa é formadora de opinião como ela, não é tão simples assim dizer “essa é a opinião dela e ela tem direito de pensar assim”. É, mas a gente tem o dever de dizer que nem todo mundo pensa como ela. Senão vira verdade absoluta.
Eu jamais leria o livro – até porque eu vi que a editora mandou de brinde pra vocês resenharem, eu ia ter de comprar a bomba hehehhe – porque com as declarações dela, a gente já tem material suficiente pra saber qual a filosofia, qual a ideologia do livro e ela é, pra mim, o que pode ter de pior no que se refere à maternidade.
Enfim, entendi que você foi generosa, mas o que eu li sobre o livro me mostra que os pontos negativos superam, de longe, qualquer boa intenção que ela possa ter no que se refrere à amamentação e parto natural. Como amigos como ela, a gente não precisa da Nestlé… hehehe…
Mas eu adoro as Mamíferas
Beijão!
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Oi Denise, cheguei ao seu blog através de site sobre amamentação. Isto foi há 5 anos! Queria muito ter filhos e já nesta época estava tentando angravidar, até que surgiram problemas e tivemos que partir para tratamentos, pra encurtar a história tivemos que fazer FIV e nossas pequenas estão agora com 6 meses (são gêmeas!), elas nasceram prematuras e o leite materno nesta época foi fundamental para á saída da UTI e o desenvolvimentos das pequenas, mas chegou um momento que eu simplesmente não tinha leite o suficiente para as duas. Tive momentos muito difíceis com muito choro e talvez até uma pequena depressão, não tive tempo de ver isso (hehehe), é claro que a culpa vem até hoje, mas dizer que a amamentação é merecimento é a coisa mais absurda que já li! Ser mãe é muito mais do que parir, é muito mais do que amamentar, e sinto que minha trajetoria está apenas começando, o seu blog ajuda muito, muito obrigada! Fico muito preocupada quando você está desanimada! É muito bom pra nós, brasileiros termos um canal como este seu, de uma pessoa culta, com vivência em diversas áreas sempre expressando sua opinião sobre o bem viver, sobre ética, sobre mulheres eu adoro tudo o que vc escreve (apesar de não concordar no âmbito da política, hehehehe). Ufa! Acho que me estendi demais,mas realmente esta menina maria mariana precisa amadurecer e tambem tenho pena dos filhos dela…
Um beijo Carinhoso
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May 14th, 2009 às 00:26
Que depoimento bacana, Silvana! muito, mas MUITO obrigada mesmo.pessoas como você me dão vontade de blogar até ficar bem velhinha
)))) beijão!
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Ótimo post, Denise. Apontar a condição de privilegiada da Maria Mariana é fundamental nessa discussão, e algo que não tinha me ocorrido.
Eu sinceramente não acho que expressar a nossa discordância vá inflar as vendas desse livro ou promover o nome da autora. Se ficássemos caladas, perderíamos a chance de fazer algumas almas tentadas a aplaudi-la pararem para pensar.
Beijo e obrigada pelo link.
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Denise,
liiiindo post. Tenho aparecido pouco, ando muito atolada por aqui, mas fico feliz de você ter escrito tudo isso porque me sinto exatamente do mesmo jeito. É impressionante a capacidade das pessoas baterem no peito donas da verdade, Maria Mariana é um dos piores exemplos disso. Cansei dessa idiota e honestamente, me ofendo com essas barbaridades. Tenho várias amigas que tiveram filhos por cesárea, algumas porque quiseram, outras porque não puderam ter parto normal, a maioria amamentou enquanto deu, porque tinha que voltar para o batente e não conseguiu manter o ritmo das mamadas, mesmo com a bombinhas, outras amamentaram pouco, ou não amamentaram, por razões diversas.
Aí vem essa cabeça de vento dizer que essas mulheres que eu conheço e acompanho, que dão um duro danado para criar seres humanos dignos em um mundo cada vez mais doído, trabahando fora ou não, são menos mães que ela.
É impressionante como quem mais castra o poder de decisão das mulheres são as outras mulhres….
Bjs bjs bjs
Hello, fia, cala
Um bom dia foi o último post que Raquel escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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Maravilha, voce conseguiu desmontar os argumentos dela um a um…
Eu bem que gostaria de parar de trabalhar para sempre mas, no mundo de hoje, eu acho temerario uma mulher desistir da carreira ou de alguma fonte de renda (e beneficios) so’ dela. O risco de divorcio, demissao, morte do companheiro, crise economica, etc, sao muito grandes para se depender apenas da renda do marido.
Neve! foi o último post que Leila escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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Sabe o pior: acredito que ela não queira fazer marketing para vender seu livro. Provavelmente, ele deve viver assim (porque só vivendo assim para conseguir escrever tais absurdos).
Ela deve seguir esse estilo de vida e concordo com você, Denise: Coitada das filhas dela! Crescerão submissas, alienadas. Enfim… Espero que quem estiver disposto a ler esse livro tenha pleno discernimento e senso crítico.
Abraços
PS: achei interessante esse teste e resolvi mandar para você, que, certamente, lê muitas obras nacionais. É interessante
http://educarparacrescer.abril.uol.com.br/leitura/testes/livro-nacional.shtml?perg=10
Que livro sou eu? foi o último post que Davidson Maurity escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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E a Denise esta de volta, sao posts como este que gosto de ver por aqui.
Beijossss
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[...] também os posts da Denise, da Lu Monte, da Lola e da Cam [...]
O que é difícil de engolir é a Maria Mariana defender que as mães devem largar tudo para ficar em casa cuidando da prole (como se isso fosse possível para a maioria das mães), enquanto ela, durante todo o período de maternagem, tem feito diversos trabalhos, escrevendo roteiros, atuando em seriados, colaborando com textos, escrevendo livros, etc.
Não entendi! Ela prega algo que ela não fez?! É isso?!
Bjs!
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Eu achei isso sensacional, Denise:
Definir sua existência através da maternidade é uma armadilha em que muitas mulheres caem e eu diria até que quase todas nós, por um certo espaço de tempo, mas as mais espertas conseguem escapar, para o bem dos seus filhinhos.
Valeu a pena ler todo o post por esse trecho; parabéns.
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Também achei tudo um absurdo, e nem tinha lido a entrevista até agorinha há pouco, fui ler porque vi aqui e em outros blogs sobre. Mas realmente fora do contexto da realidade. O livro não leria mesmo de todo jeito, mas o que voltarei para ler são os comentários aqui no Sindrome e os posts ‘linkados’.
Realmente até dá preguica de comentar tal entrevista, mas o assunto não pode deixar passar batido pelos motivos aqui no post citados, então linkei também no meu blog pra cá e para mais dois blogs que abordaram o assunto.
Queria que mais e mais mulheres lessem esse post, principalmente a parte sobre não se anular pela maternidade, isso é ruim para a mulher e péssimo para os filhos.
Excelente post. Parabéns!
Ia passar batido… foi o último post que Luciana Håland escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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Simplesmente perfeito, Denise! Eu estou farta de ouvir as pessoas dizerem que para uma mulher ser completa tem que ser mãe e isso e aquilo… Eu me casei no ano passado e só o que ouço perguntarem é quando vamos ter filhos. Como tenho mais de 30, a pressão fica ainda maior.
Eu realmente quero ter filhos, mas não acho que seja minha única vocação. Pelo contrário. Ainda quero crescer profissionalmente, curtir meu marido, viajar e depois, a hora que eu achar que estou pronta e ele tb, teremos filhos. E eu vou continuar querendo fazer as outras coisas, não serei só mãe, serei sempre mulher!
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em alemão tem um ditado: “Vater werden ist nicht schwer, Vater sein dagegen sehr!” -> se tornar pai não é difícil, mas ser pai em compensação muito.
acho que diz tudo….
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e tanta porcaria, tanta inutilidade… te parabenizo pela paciencia para escrever esse post, pq essa mulher nao merece tanta atencao…. me arrependo profundamente de ter gostado tanto dela qdo li confissoes de adolescente…
Coleira nela! foi o último post que helo escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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Denise,
Acho uma certa injustiça criticar trechos de entrevista. Lembra o que a Ápoca fez com a soninha, que comentou em OFF que já tinha usado maconha? Pois é, lá no blog da Maria Mariana ela se defende do modo como as declarações dela foram colocadas.
Eu parto da opinião de que é uma Confissão Biográfica, não científica, não de um movimento. É a experiência dela. Ela vai ganhar dinheiro com o livro, com a série que ele pode virar? Talvez. Mas para quem defende a maternidade ela mostra um caminho diferenciado.
Em um mundo de mulheres que trabalham muito e passam pouco tempo com os filhos ela mostra uma escolha diferenciada. É claro que muitas mulheres não poem parar de trabalhar para cuidar dos filhos. Mas se recebessem uma licensa maternidade de 2 anos, quem abriria mão disso para se dedicar aos filhos?
Não existe um único caminho. Entre o perto e o branco existe uma tonalidade de cinzas. Eu acredito que as mulheres conquistaram muitas coisas e ainda há muito a conquistar. Mas há grandes perdas também. Gerações criadas com empregas, nas escolas, cheios de atividades programadas.
Cara, a média de amamentação do Brasil é de 23 dias. Mulheres que optam por não amamentar por achar um trabalho, por se sentirem presas. Eu não questiono, mas acho uma perda nutricional, uma perda de afeto, uma geração de mais lixo (mamamdeira, leites artificiais) que movimentam uma forte indústria que impões modelo de vida.
Eu não concordo com tudo com ela diz mas acho que ela foi corajosa. teve aquela mulher que escreveu um livro sobre não ter filhos. Uma jogada de marketing ao contrário.
Penso que as mulheres terceirizaram a maternidade. Passam horas a fiio nos seus trabalhos, depois chegam em casa e precisam cuidar da casa. Acho que reinventar os papéis é nosso próximo desafio. Homens mais participativos, mulheres com tempo para elas e para a família, todos juntos trabalhando pela educação (leia-se dedicação de tempo) para os filhos.
Não precisa ter 4 filhos como ela, nem 2 como a sociedade considera ideal. Pode ser um, pode ser mais. Mas uma criança exige tempo e é louvável que ela tenha conseguido ganhar dinheiro com isso, num mundo em que a filha da prima, a manicure, a irmã do padeiro, a filha da modelo tenham cesáreas e dificuldades para amamentar.
Eu não diria que parto natura e amamentação é para quem merece. Mas é para quem se informa. Pq não é mais natural e instintivo.
Vivemos uma epidemia de cesáreas. epidemia mesmo porque causa sequelas físicas e emcionais. Aparece que amamnetação prolongada e parto normal virou coisa de Gente alternativa rica ou de pobres (que não tem dinheiro para comprar leite). Eu já ouvi isso de uma pediatra que queria estimular a introdução de alimentos com 4 meses.
Enfim, acho que ela tem sido mal interpretada. No livro ela defende as coisas com mais clareza e sem este pedantismo que aparece nas entrevistas.
Vencedora e: Quer Ganhar um Mapa Astral da Personare? foi o último post que Kalu escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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May 14th, 2009 às 20:25
Mas é isso mesmo que a Denise falou – ela defende as coisas certas mas com os argumentos errados. E os argumentos são de certa forma tão injustos que talvez sirvam mais pra prejudicar do que para ajudar.
Mas vc tocou em um ponto bom – precisamos de homens mais participativos. Isso faria muito mais diferença do que a mulher abdicar de si mesma pela família.
Lunch foi o último post que Alexandra escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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May 15th, 2009 às 03:41
Me parece que os argumentos do livro dela são bem melhores do que nas entrevistas. De verdade. Acho injusto criticá-la a partir das entrevistas.
foi o último post que Kalu escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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Poxa, eu nao tive tempo de ler todos os comentarios da Maria Mariana mas só faltou ela dizer que lugar de mulher é “esquentando a barriga no fogao e esfriando no tanque”. Se me chamassem para fazer uma critica sobre seu livro eu diria: Nao li. Nao gostei! Ela retrocedeu milenios. Acho que ela deveria assistir um pouco mais o Canal Discovery, para ter idéia do que foi a Terra nos primórdios. E ouvir a história de mulheres como Nefertiti, ou Cleópatra, Teodora. Mulheres que se lambessem apenas suas crias jamais teriam feito o que fizeram. Ela talvez seja um plano de algum Sinistro Mister Maligno para dominar as mulheres, to comecando a achar que ela é uma daquelas mulheres do filme The Stepford Wives-Mulheres perfeitas. Eu acho que foi muita sorte ela nao ter explodido durante a entrevista.
A pior cantada. foi o último post que Gisele Moura escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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Nossa!!! fiz a leitura do texto e estou sem palavras. Há muitas idéias para refletir, mas a que me chama a atenção é a idéia da Maria Mariana que maternidade é tudo, que devemos voltar ao tempo de nossas bisavós e cuidar somente dos filhos e viver para eles. Concordo com a Denise, quando diz que devemos investir em nós mães também. Ter o nosso espaço, correr atrás dos nossos sonhos enquanto paralelamente criamos os nossos filhos. Outra questão é que a criação do filho deve ser compartilhada com o pai da criança também. A mulher não é a única responsável pelos filhos, o pai também deve participar, a criação deve ser de ambos.
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Santa ignorancia!!!
Ela fez suas opinoes soarem bonitinho e vomitou tudo em cima da gente….
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Eu estava olhando o post anterior e percebo que essa sua escolha por opiniões contundentes é mesmo muito difícil. Mas acho que é o que as pessoas mais procuram aqui. Em Floripa tem um colunista que está há 30 anos no ar e um monte de gente diz que o deia, mas faz o maior sucesso e todo mundo lê o que ele diz. Quando você ataca pessoas e opiniões, é natural que algumas pessoas sintam-se atacadas e que algumas delas queiram rebater. Às vezes nem era sua intenção. Em geral acredito que as pessoas estão pouco preparadas para discutir idéias sem levar para o lado pessoal. Acredito que há um lado seu que fica feliz em defender opiniões mesmo com os ônus e por isso acho que é um papel do qual você não deve abrir mão.
Quanto ao tema deste post, acredito que é preciso buscar um equilíbrio entre os diversos aspectos da nossa vida: como profissional, família, relacionamentos, saúde, lazer, espiritualidade… Esse equilíbrio é difícil e acabamos pendendo em algumas épocas mais para alguns dos lados, mas acredito que não podemos negligenciar nenhuma das áreas para que tenhamos uma felicidade mais completa. Por motivos de valores, crenças e outros, algumas pessoas podem querer deixar de lado algum desses aspectos, mas isso não funcionaria para mim, pelo menos. Eu vi a notícia sobre o livro e não tive a menor vontade de conferir. Ia ignorar completamente porque não sei o que ela poderia ter de interessante para me dizer. Agora mesmo, vou passar longe.
Sugar Blues foi o último post que Liliana Bettina Alvez escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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[...] fez um belo post sobre Maria Mariana e seu castelo de areia. O texto é longo, mas vale muito a leitura, a Denise promove novas discussões sobre a maternidade [...]
Sou mãe adotiva,não pari e não amamentei!!!
Não senti a “maravilhosa sensação” de por minha filha no mundo….mas isso não me torna menos mãe!!!!!
Não pude amamentar minha filha……será que foi porque eu não “mereci”???
Nunca li nada mais ridiculo!!
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May 15th, 2009 às 05:17
Clap, clap, clap. Uma salva de palmas prá você MAELY (com letras garrafais).
Você é muito mais mãe do que algumas parideiras e mamíferas xiitas que existem por aí.
No blog da Maria Mariana postei defendendo as mães adotivas e defendendo também as milhares de mães brasileiras solteiras ou que são abandonadas pelo marido, e que tem que ralar de sol a sol prá trazer comida para os filhinhos. Que mães cruéis, não é? Que pena dessas crianças…
Como você, ou vocês, eu sou péssima mãe, pois tive minha filha “arrancada” de minha barriga pela cesária e precisei voltar a trabalhar quando minha filha estava com 1 mês e meio. Por necessidade e devido a confiança exclusiva de meu marido em minha pessoa, que deu o “leme” das finanças das empresas dele para eu tocar. Meu Deus, sou uma péssima mãe mesmo.
Sou uma péssima mãe também por querer dar do bom e do melhor para mim e para minha família. E por passar valores de responsabilidade e trabalho para minha filha. Sou uma mãe ruim, pois quero dar o melhor estudo e cultura para ela.
Sou ruim, pois acredito que é a qualidade, e não a quantidade de tempo que fico com ela que realmente importa.
Sou péssima mãe por querer conforto, carro do ano, viagens, roupas, restaurantes e tudo de bom que o dinheiro pode comprar.
Sou péssima mãe, por trabalhar o dia todo com meu marido e, antes de dormir, namorar muito. E depois deitar a cabeça no travesseiro e ter a certeza do dever cumprido.
Sou péssima mãe por poder ter uma vida confortável, com empregada, e ainda assim trabalhar muito em 2 empresas pelo prazer de ajudar meu marido e pelo prazer de trabalhar.
Enfim, sou uma mãe ruim mesmo. Acho que vou me enforcar em um pé de couve.
Beijos meninas.
Fernanda Alves
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Não gosto muito das coisas que vc escreve, axo que vc é muito radical, mas nesse caso concordo absolutamente com tudo que escreveu.
Essa mulher aí (M.M) não saiu da adolescencia… prendam essa maluca!
Espero que não fique chateada com minha sinceridade.
Beijos
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Denise,
Concordo com vc. Rídiculo o que essa mulher escreveu nesse livro. E obrigada por trazer à tona o assunto, analisando de maneira tão excelente trechos do livro.
ADORO o seu blog.
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Depois disto tudo só ficou a curiosidade… quem é Maria Mariana? Pelo menos de nome eu não me lembro, muito menos de seus livros, mas este rosto eu acho que eu já vi antes.
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Denise, tenho na minha lembrança que deixei um comentário aqui no seu blog, e acho que deu erro na hora do envio e não tive tempo de consertar, estava em cima da hora para sair. Foi lá pelo comentário 70…rs.. Enfim, dei uma procurada rápida e não achei.
Já respondi novamente lá no blog para você mas não vou reproduzir aqui porque vai perder um pouco o sentido.
Cada coisa que leio, me deixa mais assustada porque a agressividade nos debates não constrói nada. Pelo contrário, a intolerância é algo que repudio veementemente. E é isso que vejo.
Uma pessoa comentou aqui no seu blog que o livro “Não sei quantos motivos para não ter filhos” foi exatamente o contrário e a maioria aplaudiu. Para mim, é simples: quando falamos o que a maioria quer ouvir , pode.
Eu , por exemplo, eu escrevi sobre e isso e até aconselho, Não tenha filhos!
E olha que amo ser mãe! Amo.
Continuo defendendo a bandeira (e não a Maria Mariana) de que ela pode e deve fazer confissões do que ela quiser, é uma experiência de vida dela. Ninguém, absolutamente, ninguém pode dizer que isso está errado. E mesmo que esteja, todo mundo tem direito de errar e contar seus erros, estão aí os blogs pessoais pipocando pela internet e não nos permitem negar esse direito.
Agora, que ela rema contra a maré, rema. Enquanto a maioria está tendo filhos sem pensar em como criá-los, ela bota a maternidade como forma de realização (dela).
E quanto todo mundo tem 2 filhos e coloca na creche com 6 meses e amamenta em média 23 dias (!) , ela larga tudo e fica em casa por 10 anos.
Se ela está certa ou não, o preço quem pagará é ela!
Agora, que o que ela fala merece reflexões e debates produtivos merece. O que vejo são pedras que constroem, senão, um monte de pedras…nada mais.
Minha centésima árvore no Click Árvore foi o último post que ana cláudia bessa escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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Eu li as entrevistas (Época e Folha) e confesso que discordei de algumas coisas, mas sobretudo, não consegui condenar a autora.
Ela só defendeu aquilo que acreditava, não ditou regras (nem poderia), não dá respostas e nem disse que estava acima do bem e do mau. Não consegui ver Maria Mariana dizendo que a falta de qualquer conduto diminui a qualidade da mãe.
Minha mãe parou um tempo (pouco mais de um ano) depois que eu nasci e uma amiga parou pra acompanhar o crescimento das 2 filhas.
Minha mãe teve que abdicar de muitas coisas quando eu nasci. E minha amiga também. Fizeram porque puderam. Não são madames.
Minha mãe, minha amiga e arrisco dizer que Maria Mariana não optaram exclusivamente pelos filhos, elas priorizaram dar atenção aos filhos.
Existem situações de mães que trabalham, criam os filhos, têm vida afetiva/profissional/pessoal e mesmo assim há problemas: filhos que abandonam mães; mães que abandonam filhos e tantos outros problemas…
As pessoas (TODAS) têm que ter constante compromisso consigo mesma, sejam elas mães ou não. Atribuir qualquer responsabilidade em torno de uma realização ou a alguém, pra quem quer que seja é leviano.
Irresponsável é diante de qualquer coisa que seja diferente tecer condenações.
Meu pai não diminuia a competência profissional/pessoal da minha mãe, nem o marido da minha amiga e creio que o da Maria Mariana também não. Uma relação a dois é via de mão dupla, nunca de mão única.
Por que você achou que Maria Mariana colocando nas costas das meninas o peso do mundo? Não reconheci na entrevista nenhum peso pras meninas.
Acho que Maria Mariana só quis reforçar a importância do parto normal e de fato vejo perto de mim mulheres que antes sequer de engravidar ou recém descobrindo a gravidez optando pela cesária.
Por que que Maria Mariana apareceria como oportunista fazendo campanhas pró-amamentação? Será que é tão incomum assim ver mulheres evitando amamentar ou campanhas sobre a importância do aleitamento materno? Creio que não seria ruim, ela escreveu um livro, mas isso não diminui a validade do que diz e creio que esse depoimento não trás reflexos concretos na vendagem dos livros.
Não sou mãe e como mulher não luto por feminismo e independência sim por respeito a cada caso. Porque cada pessoa tem uma história individual que precisa ser respeitada.
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O pior é saber que algumas pessoas sem senso crítico irão ler esse livro e tomar tudo como verdade absoluta. Dá medo de algumas afirmação dessa Maria Mariana, acho um tremendo absurdo que pessoas como ela que não tem nada de relevante a acrescentar a sociedade (principalmente às mulheres) tenham esse espaço na mídia, mas pessoas ou profissionais sensatos não tem a mesma abertura.
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Oi Denise,
Há muitos anos que acompanho seu blog, mas dessa vez resolvi escrever. Gostei muito da análise que vc fez da entrevista com a Maria Mariana, porém, acredito que vc pegou um pouco pesado rsrsrsrs. Primeiro, pq é sabido que esse tipo de mídia adora deturpar o que o entrevistado realmente disse, segundo que, apesar de ser uma “formadora de opinião” temos que levar em consideração que a Maria Mariana ainda é bem nova e assim como eu tb, ainda está na fase do “deslumbramento com os filhos pequenos”. Eu tb já tive vontade de largar tudo só para ficar com as crianças, mas isso passa. De qualquer forma ela falou de assuntos que vão contra a situação vigente (sobre parto e amamentação), acredito tb que as críticas dela estavam mais voltadas ao universo dela, das “mães-celebridade” que estão mais preocupadas com a decoração e competem para ver quem sairá na capa da revista mostrando o quanto emagraceram depois da gravidez. Muito do que ela disse pode não ser muito feminista, mas tem muito a ver com o feminino. Acho que só precisa acertar alguns ponteiros. De mais a mais, acho que ela é uma moça bacana que deve estar aberta a críticas. Que tal escrever diretamente para ela? Pode contribuir com as reflexões dela. Acho mais justo. Afinal, tachá-la de “mamífera-radical-xiita” é o que a maioria deve estar fazendo. Beijos.
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Gracas a toda essa discussao sobre esse livro, acabei conhecendo este outro, interessantissimo: “A Mistica Feminina”, da Betty Friedan, num dos blogs que estao criticando o assunto. Eu tenho que agradecer ‘a Maria Mariana por isso! E, logico, tambem ‘as blogueiras que estao construindo uma discussao produtiva sobre isso. Valeu meninas! E leiam “A Mistica Feminina”!
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Ai meninas, li a outra entrevista da MM e achei o máximo, pois ela prega tanto ficar em casa cuidando dos filhos, que a maternidade e catar cuecas é tão importante, só que ela tem 2 “assistentes” (leia-se empregadas).
http://revistatpm.uol.com.br/exclusivas/so-as-maes-sao-felizes.html
E ainda é adepta de um tal chá Hausca.
Meu Deus, é delírio com certeza, e agora eu sei porque.
Beijos.
Fernanda
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Eu sou super adapta das maes full time e por salario nenhum desse mundo eu voltaria a trabalar antes dos meus filhos completarem uns 7 anos. Mas a MM falou algumas besteiras…. vai falar aquele negocio do PN no Brasil?? Eu fiz 2PN e acho puramente que eh melhor por causa da recuperacao.
Se alguem tiver interessado nesse assunto, acho que o livro A crianca terceirizada, escrita por uma medico, aborta muito melhor esse tema.
http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/2008/07/13/a-crianca-terceirizada/
xx
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Deus me leva que eu já vi tudo!
então agora é assim?Posso escrever qq bobagem sobre qq assunto e vira livro? Pq o que essa menina aí faz é isso: escrever bobagem.
E sim, é pelo lado pessoal. Amamenta quem MERECE???
Esse ser de outro planeta não tem a mínima noção do que é vc querer amamentar a filha, por tudo que é mais sagrado no mundo, fazer tudo que pode e que não pode pra aumentar o leite (se falassem que bosta de vaca aumentava o leite, eu comia), e mesmo assim, ver sua filha chorando de fome, e TER que dar complemento pq simplesmente seu corpo não produzia o leite? E por causa disso ter uma DPP fudida, se achar a última das criaturas, e até hoje sofrer por conta disso?
Isso quer dizer que eu não merecia amamentar?
Juro que eu queria que essa menina falasse isso na minha cara. Na melhor das hipóteses eu ia dar uma lição de moral nela. Na pior, ia estourar a boca dela.
To revoltada.
*Eu tenho…* foi o último post que Val do suco de abóbora escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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adorei também
http://divadiz.com/2009/05/13/respondendo-a-maria-mariana/
e os comentarios foram incriveis ,nunca vi tão grandes, coisas de mais de 300 palavras, muita polemica.
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Ai, Denise… Não sei se é por que eu não li o livro, nem a entrevista, só li o blog dela e alguns comentários. Não sei o que ela falou sobre o papel dela dentro do casamento e como ela se vê diante do marido.
Mas o que eu li sobre parto e amamentação pareceu coerente pra mim. Acho que o que ela quis dizer e talvez não tenha encontrado o tom certo, é que todas somos capazes de parir e amamentar e que a cultura da nossa sociedade tirou isso da gente a ponto de termos vergonha de assumir que queremos ficar em casa cuidando dos filhos…
Eu SEI que esta é uma escolha muito difícil mesmo, mas não é impossível. E claro, não estou falando da mulher que sustenta a casa sozinha, até por que não é esta mulher que lê blogs e revistas e fica indignada com essa opinião… A que fica indignada e vai de blog em blog validar o que ela sente, é a que pode fazer e não faz, seja lá qual for o motivo. Aí acha que quem faz tá falando besteira por achar que este é o modelo ideal…
Sei lá… não vi nada de tão absurdo no que ela disse (sobre estes dois temas). Mas enfim… cada um na sua.
09/05/09 foi o último post que Pata escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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[...] ler a Re, caí no blog Síndrome de Estocolmo e após regozijar-me com as muitas palavras daquele post sobre o “castelinho de areia de Maria Mariana” aproveitei para indicar os links que observei lá, sobre outras blogueiras que também discutiram o [...]
[...] esta história eu lembrei ao ler o texto da Denise, do Síndrome de Estocolmo, comentando o novo livro de Maria Mariana (para falar a verdade, eu só [...]
É revoltante o que esta louca da Maria M. teve coragem de publicar. Mas não há motivo da gente se preocupar por esta mami-nazi solta no mundo, ela pode até vender os livros, mas não tem o MENOR poder de transformar. Não tem cabimento, ninguém vai fazer o que ela fala, simplesmente porque não existe terreno para isso. Então ela que fique zoando a coluna enquanto pega com amor e paciência as cuecas do marido marinheiro. Enquanto isso, a gente curte a vida de verdade.
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August 9th, 2009 às 06:24
O trabalho desta ex.pseudo atriz e escrever livros estupidos porque os fas imbencis sempre compram, e ela vai ganhando o dinheirinho dela de maneira FACIL. Alquem acredita que ela cata cueca do marido?? Claro que nao! Ela e cheia de empregada para fazer isso. Daqui a 20 anos ela vai escrever outra bobagem qualquem e vai vender super bem. Talvez vai ser Confissoes da menopausa. Ou seja ela na verdade ta trabalhando e ganhando o dinheiro dela. De louca nao tem nada.
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Ela é de uma geração midiática, preconceituosa. Seus pares estão todos estigmatizados, Luana Piovani, etc.
M.M. pelo visto envelheceu mal e isso de certa forma é bom. Agora Maria Mariana, faça o favor e leve a Ivete e a Bahia toda com você pro ostracismo também. Ninguem mais aguenta ver esse povo anos 90 cantando hegemonia cultural. Vocês são nojentos.
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December 1st, 2009 às 10:18
“leve a Ivete e a Bahia toda com você pro ostracismo também. ”
Oi? O que a Bahia tem a ver com Maria Mariana? Porque ela tem que mergulhar no ostracismo? Quando ela gera artistas maravilhosos como Lázaro Ramos e Wagner Moura? Ridículo, foi tão preconceituoso quanto a Maria Mariana.
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Achei pessoas que pensam como eu!! o que aquela menina quer com aquele livro???? sabe o que achei pior, a apologia ao parto natural!! pra ser mãe tem que sentir dor??? que absurdo! tive minha filha de cesária e não acho que seja menos mãe por isso, nem a amo menos!! bobagem em cima de bobagem!!
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