Os EUA, como eu vi por lá – II
Antes de mudar, de Washington pra Seul, comecei uma série de posts que nunca terminei (eu sei, vivo fazendo isso, sou uma blogueira indisciplinada mesmo!), mas acordei agora (à meia noite aqui na Coréia, meio dia pelo meu relógio brasileiro biológico) decidida a contar umas historinhas da terra de Obama pra vocês.
Primeiro, repito, quem pensa que tudo é bem “certinho” no (ainda) chamado país mais poderoso do mundo, está redondamente enganado.
O que nós conhecemos como jeitinho brasileiro também tem por lá, igualzinho, pro bem e pro mal. Com uma cultura de altíssima competitividade, o objetivo é fazer você consumir e pra isso, vale estratégia de todo tipo.
Um exemplo interessante desse jeitinho americano, foi o que aconteceu na minha última visita a uma loja de roupas femininas (vou evitar dizer o nome, just in case). Como passei um bom tempo por lá provando e escolhendo e ia saindo carregada de coisas pra mim e pra Bia, a moça que estava me atendendo, muito gentil, achou que eu merecia um desconto maior que os 20% já oferecido pela loja.
Comentou que, se eu abrisse um cartão de crédito da loja, ela me poderia me dar, automaticamente, mais 15% de desconto. Expliquei que estou morando fora etc mas ela disse que a gente poderia, simplesmente, dar entrada no pedido, pra que ela pudesse liberar os 15% e nem tinha importância se eu ficaria ou não com o cartão.
Como eu topo tudo, por desconto, já me animei. Mas, tinha esquecido de levar o meu número de “seguro social”, que é como o meu CPF no Brasil, e nunca consegui decorar o tal numerozinho, quando preciso, tenho que checar uns dados online. Então ela sugeriu que eu… inventasse um número qualquer e colocasse no formulário!
Como não conseguia imaginar nada, ela mesma ditou um número, aleatoriamente e bem clandestinamente, pra chefe não ouvir. Claro que a manobra não funcionou, porque o computador da loja identificou que essa pessoa com aquele nome e aquele SSN não existia.
Ainda assim , ela não desistiu e disse que, se eu quisesse, poderia pagar tudo e levar e voltar no dia seguinte, com todos os documentos, ela registraria todos os produtos como devolução e venderia, novamente, dessa vez com o desconto de 15%.
Como eu tinha que voltar mesmo, pra trocar umas roupas que ficaram grandes pra Bia e comprar outras coisinhas que ela adorou, lá fui eu no dia seguinte, com meu SSN, greencard etc. Ela fez como prometeu, retornou todas as peças e tentou passar a minha documentação.
O problema é que a máquina tinha que ler meu nome no meu cartão de crédito – onde consta Denise Arcoverde – mas ao dar o meu número de SS, o nome que está registrado é Denise Maria da Costa Arcoverde, então, era impossível fazer o cartão assim, automaticamente, porque a máquina não reconhecia meu nome, para nosso desapontamento.
Enfim, acabei passando as roupas de novo e ficando com apenas meus 20% (que já eram em cima de muitos outros descontos anteriores, deixando a roupa até 10 vezes mais barata!) e a vendedora ficou sem a comissão que eu sei que ela receberia, se eu abrisse um cartão de crédito com ela, na loja.
Toda essa manobra, é um exemplo, apenas, do quanto se tem jeitinho pra tudo nos EUA e, do mesmo jeito que pode ser um jeitinho que vai lhe beneficiar, como nesse caso, é fundamental ficar de olho, porque acontece de tudo e, quem não reclama, pode acabar pagando muito mais do que poderia. Acho que, por isso, existe essa cultura de “processar” tudo e todo, é um mecanismo de defesa legítimo, diante de tanta empresa tentando lhe emgabelar.
Depois de quatro anos nos EUA, descobrimos que, quase sempre, a gente pode pagar menos pelas contas. Pagávamos uma grana alta pela TV a cabo, até o dia em que decidimos cancelar. Bastou um telefonema pra que nos oferecessem uma proposta irrecusável, que nos deixou sentindo ainda mais otários porque, afinal, se podíamos pagar tão pouco, porque pagamos tanto, por anos?
Mesma coisa com os cartões de crédito. Uma vez me cobraram uma taxa de 40 dólares por ter extrapolado meu limite. Telefonei reclamando que nunca soube que isso seria cobrado, que eles deveriam, simplesmente, ter refutado, na hora da compra. A moça garantiu que estava no contrato e eu disse que as letras eram miúdas demais pra ler tudo. ameacei cancelar o cartão e ela perdoou, imediatamente, a tal cobrança.
Aliás, tentar cancelar cartão de crédito é um ótimo negócio (acho que em qualquer lugar do mundo). Esse é um cartão da United Airlines e, cada vez que eu tento cancelar, eles me dão mais 10 mil milhas. Eu vou ficando e aumentando minha chance de viajar.
Enfim, essa maleabilidade americana deve ter a ver, também, com o lugar em que se vive. Talvez em Utah seja mais difícil encontrar alguém como a moça da loja feminina, capaz de cometer uma irregularidade desse tamanho (forjar um número de documento!), pra ganhar uma comissãozinha a mais, mas em Washington, DC, isso foi muito mais comum do que se imagina, nos nosso 4 anos de moradia.
O pior mesmo, foi o roubo de que fui vítima, continuadamente, no correio de onde eu enviava minhas encomendas. Mas sobre isso, escrevo outro dia, senão vou perder meu sono de vez, de tanta raiva que me dá quando me lembro… aguardem!
E vocês? também já tiveram experiências desse tipo, por onde moram?







Nunca achei que outros países não têm jeitinhos ou corrupção; uns mais outros menos. No Brasil é uns do ‘mais’. Costumo dizer que ou voce tem bastante dinheiro ou é pelo menos amigo do amigo daquele influente, do contrário tá ferrado.
Recentemente tive problemas com a Telefônica, agora aprendi. Farei uma ligação para eles e se não resolverem ligo para Anatel e no outro dia tá resolvido.
Em agosto eu e minha cunhada espanhola fomos encher o tanque pedimos 30,00 e o frentista colocou 50,00 dizendo que tinha entendido errado… minha cunhada tem sotaque mas fala muito bem o português … que ódio que fiquei.
Forte abraço, Denise.
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Oi Denise,
Eu descobri isso de “ameaçar” as empresas a pouco tempo, e nunca mais vou parar. A tevê a cabo de tempos em tempos eu “ameaço” e ou ganho desconto ou ganho benefícios. O celular eu tentei ganhar desconto, já estava na empresa “olá” a muito tempo, mas não deu em nada. Pelo contrário, me prometeram um descontão que nunca apareceu. Quando fui reclamar “onde está o meu desconto”, e eu tinha o número do protocolo, disseram que o número não existe. Mudei de operador e pago o mesmo, com 3 celulares novos e mais diversa vantagens.
Em lojas eu nunca consegui. Costumo chorar toda vez que vou comprar algo, mas cada vez funciona menos, infelizmente…
Abraço!
Yes! é o último post que Barbara escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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Vivo no país do jeitinho e da corrpucacao cotidiana. Mesmo sendo brasileira, já tarimbada no assunto, nao deixo de me chocar com certas coisas que vemos por aqui e que, infelizmente, a gente acaba sendo obrigado a ser cúmplice, especialmente naquilo que envolve muita burocracia. Enfim. Por outro lado, ainda nao chegamos no nivel de ameacar cancelar um servico e eles oferecerem desconto. Ainda vivemos na época da pedra lascada, quando se é atendido por uma pessoa “treinada” a te dar respostas prontas, que nao te resolvem o problema e nao te ofeecem vantagem alguma, em nada.
Mas, essa história da loha foi incrível mesmo.
Beijos,
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Nossa, aqui na Espanha vivo com problemas com as empresas telefônicas. Cobram taxas inesplicáveis, inventam visitas técnicas, e por ai vai…sempr eque ligo reclamando e dizendo que vou trocar de empresa, eles me dão desconto!
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No ano em que vivi nos EUA (agosto 2007 – agosto 2008), tive tantos problemas com TV a cabo, internet e telefone, e com várias outras coisas tb, que nunca mais vou reclamar do Brasil dizendo “Ah, isso não acontece em país de primeiro mundo!”. Já narrei várias das minhas experiências. São coisas inacreditáveis, que a gente pensa que não existem nos EUA.
Por exemplo:
http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2008/03/esquilinhos-e-espectros.html
http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2008/04/pas-civilizado-outra-coisa.html
http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2008/03/jornalista-apaixonado-por-rob-e-outras.html
http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2008/07/me-disseram-que-essas-coisas-no.html
http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2008/04/esquea-lei.html
http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2008/06/contra-pssimo-atendimento-nos-eua-basta.html
Bom, acho que já dá pra quem nunca viveu fora do Brasil começar a ter uma noção de que nem tudo são flores no “Paraíso”.
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Oi Dê,
Tudo certinho na volta?
Beijo com saudade,
Carla
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Bom, eu não posso dizer o porque, mas garanto que essa técnica de ameaçar cancelar o serviço funciona com a maioria das impresas prestadoras de serviço. Outra coisa que também sempre funciona com instituições bancárias é ameaçar entrar com um processo no Bacen. Eles te dão o mundo.
Relatório Global Sobre Diferenças Entre Gêneros 2008 é o último post que Elyana escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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Aqui no Canadá não é muito diferente não.
Todos os dias aqui no Consulado, recebo ligações de gente querendo pagar “um extra” pra ter determinado pedido passado na frente.
Eles chamam de expedited service e eu chamo de bribery, mas como, nem se a gente quisesse dava pra fazer isso, só aviso que sem chance meeesmo….
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Olá,
já consegui vários descontos em um provedor de internet aqui no Brasil. Todo fim de ano ligo dizendo que vou cancelar, e todo santo ano tenho meu desconto. Hoje pago 7 reais, até dezembro, é claro!
Fica bem da gripe.
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Denise, uma das coisas que mais me impressiona nos EUA é o sistema de saúde. Tenho uma amiga que mora na Flórida e acabou de passar por um procedimeto cirúrgico simples, mas que precisou de anestesia geral e em duas horas eles estavam botando ela pra fora. Além disso, os gastos que ela teve, mesmo tendo plano de saúde, são abusivos!!
E eu já vi vários programas, aqui e quando fui para San Francisco, falando sobre este problema nacional – que parece estar cada dia mais em pauta…
No Brasil a saúde também é um problema, mas quem tem um emprego em geral tem plano de saúde e nãoprecisa gastar fortunas por isso.
BJS
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Olá Denise,
Ótimo post… amei… parabéns!!!
Todo ano aqui no Brasil, quando chega a anuidade do meu cartão de crédito, eu ligo para cancelar o mesmo e….SURPRESA… eles isentam minha anuidade!!!
Há anos não sei o que é isso…
Agora, quanto ao celular, estou pensando em trocar a Tim pela OI, já que se carregar meu pré (pobre) pago no mês um determinado valor, posso falar este mesmo valor por dia.
Bjkas…
Bolo Caneca de 3 Minutos é o último post que Samanta, Enzo e Anna escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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Denise,
Esqueci de comentar…
Sempre acompanho as coisinhas lindinhas e interessantes de seu brechó.
Hoje fui das uma pesquisada no que uma tal de “Bilú Bílú” (fantasia que minha filha irá usar na festinha de formatura da escolinha) e cheguei a este blog da Bianca Reis em Portugal.
Ela confeccionaq bolsas muito coloridas e divertidas, carteiras, pora-trecos… amei as cores…
Quando tiver um tempinha, dá uma olhadinha nas coisas dela…
http://pipoquitascomart.blogspot.com
Abraços e bjkas
Bolo Caneca de 3 Minutos é o último post que Samanta, Enzo e Anna escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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não digo que seja uma ameaça,mas sempre que demonstro minha insatisfação com a tv a cabo eles negociam,abonam,descontam,oferecem ponto extra,etc,,, sou assinante da mesma há 13 anos,moro em brasilia e esse é apenas um dos exemplos que teria para relatar,eu acho que vale a pena tentar,só temos a ganhar,perder a gente já perde sempre,como voce mesmo disse,porque só agora eles me dão este valor menor,já que podem dar porque não deram desde o inicio do contrato,abraço.
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Oxente! Serelepe já não serve mais pra você, tenho que arrumar outro apelido, pois bastou eu piscar o olho e você foi parar na Coréia do Sul? Não foi bem uma piscada de olho, estive distante da blogosfera, agora, dilacerado, volto até como forma de lenitivo.
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Penso que em qualquer lugar no mundo dá se sempre um “jeitinho” para as coisas. Precisaria de viver em todos os lugares para se descobrir a intensidade desse” jeitinho”. E na Suécia como é, Denise ? É considerado um dos lugares com o melhor nível de desenvolvimento humano.
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Oi Denise,
Sei que vc esta morando na Coreia, queria vc procurasse uma materia de uma mulher que fez varias cirugias e aplicou silicone e oleo na pele. Isso acabou desfigurando o rosto dela. O nome dela eh “Hang Mikou”, ela eh coreana. Eu vou te dizer que as fotos sao chocantes. Eu fiquei muito mal quando vi essa mateira. O que mais me deixou indignada eh essa escravidao de beleza que acaba resoltando em tragedia. Seria muito bom que vc publicasse a materia dela e para alertar as pessoas. Bom eh isso, eh melhor nao publicar as fotos dela aqui no blog pq pode haver pessoas sensiveis demais.
Beijos
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Na Suécia nada parecido aconteceu comigo.
Infelizmente acho até engraçado quando sai manchete no jornal do tipo “Politico sei la de onde paga janta para ele e mulher com dinheiro pùblico!!!”, depois de ver tanta coisa acontecendo no Brasil diariamente e todos fazendo vista grossa.
Acho que a carga moral na Suécia é muito grande, as pessoas ficam com peso na conciencia de burlar o sistema e acabam por nao fazer. Nao sei se està diminuindo com essa abertura maior na cultura, e também nao generalizo, mas é uma coisa que me agrada, que me transmite confiança.
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Denise, comigo aconteceu , sim. Tinha uma conta de celular da at&t e quase não usava os dois celulares e, pagava o minimo de U$200. Até que um dia resolvi mudar de operadora e eles alegaram que teria que cumprir os dois anos do contrato. Coloquei o meu marido na linha e ao final da conversa, ele acabou recebendo um cheque da at&t no valor de U$ 25.46 e ainda fechou a conta .Detalhe , não demorou nem 5 minutos esta ligação. * Mareil Stupp, admiro a Suécia e muito. Bjs
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Olá colega, adorei conhecer um pouco mais da cultura americana contada com esse jeitinho braslieiro… no bom sentido, claro!
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Foi muito bom ouvir essas histórias suas sobre o tal “jeitinho” na terra de tio Sam. Jeitinho que, como você diz, pode ser para o bem ou para o mal. Comentando uma pesquisa que saiu aqui e virou livro (“A Cabeça do Brasileiro”), Roberto da Matta diz que muita gente não percebe a fronteira que há entre o “jeitinho” e a corrupção, o “jeitinho” e a imoralidade, o “jeitinho” e o tratamento desigual, etc. Ele diz que na verdade essa fronteira está desaparecendo e as pessoas aqui estão cada vez mais misturando o público com o privado e vice-versa. No que se refere ao consumo, a coisa virou uma loucura! Vale tudo!
Mas o que me deixa pasma é ver como as pessoas são criticadas porque se endividam e ao mesmo tempo como se facilita o crédito e se estimula o consumismo! Outro dia, vendo o programa de Oprah Winfrey, me dei conta do tamanho dos dramas e tragédias que os americanos estão vivendo por causa de dívidas. Incentivados a se endividar ao máximo, com “n” cartões de crédito no bolso, estourou a crise da fraude financeira e agora milhões deles estão caindo em depressão e muitos se suicidando. Aqui no Brasil, não sei se deu pra você notar, a coisa tá muito parecida. Até eu, que não gosto de gastar, me vi às voltas com dois cartões de crédito (juros sobre juros). Como estou pensando em cancelar um, vou tomar o seu conselho: negociar ao máximo. O pior é que não sei fazer isso . Minha filha sabe, e muito bem, mas está morando em Montreal. Às vezes eu também me sinto otária diante da lógica dos valores que estão tomando conta de nossa cultura. Só um exemplo para concluir: aqui no Brasil, quem não paga suas contas e dívidas em dia se dá bem. Acaba fazendo acordo e pagando 1/3, às vezes 1/5 do que devem. Conheço vários casos. Aí, quem se aperta para pagar tudo direitinho se sente otário. Vê que lógica!
Bom, mas acho que dessa exagerei no tamanho dos comentários. Desculpe, Denise.
Beijão,
Maristela Simonin.
Câncer de mama: veja quais são os verdadeiros sinais é o último post que maristela simonin escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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Achei essa historia interessante. Foi recentemente isso? Tenho a impressao do que os americanos estao ficando desesperados com a economia,
out on the town é o último post que Rachel escreveu em seu blog, vamos dar uma olhada?
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Opa…foi mal.
Entao-Achei essa historia interessante. Foi recentemente isso? Tenho a impressao do que os americanos estao ficando desesperados com a economia, e um jeitinho desses faz sentido nesse ambiente. Mas usar numero falso de social security e crime serio, e acho dificil isso acontecer com frequencia!
Como vc mencionou, pode dar jeitinho quando tem a ver com customer service. Meu pai faz com TUDO e sempre esta ganhando coisas de graca.
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Uma coisa que me ocorreu:
Aqui no Canadá você não tem que dar o SIN (equivalente ao SSN) pra ninguém a não ser o governo. Nunca vi uma loja pedir o SIN pra aprovar cartão de loja….
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