Amamentar é um Ato Ecológico!
Dia 22 é o Dia da Terra e o Allan me convidou pra participar da blogagem coletiva sobre meio ambiente. Sei que esse post é manjadíssimo, mas em poucas horas estarei embarcando pra Beijing (Saio de casa de manhã cedinho) e não dá pra escrever outro, vai esse mesmo e sempre tem o pessoal que ainda não leu…
Uma das coisas que me apaixonaram na amamentação foi a sua complexidade e as diversas formas de se trabalhar com esse tema.
Apesar de parecer um ato solitário, apenas entre a mãe e o bebê, a amamentação envolve muito mais – garantia de direitos humanos e trabalhistas, gênero, educação, luta contra promoção indiscriminada de alimentos infantis e… ecologia.
Impacto Ambiental da Alimentação por Mamadeira
Desperdícios
Se todo bebê norte-americano recebesse mamadeira, quase 86.000 toneladas de alumínio seriam usadas nas 550 milhões de latas de leite descartáveis. Se as latas tiverem rótulos de papel, somam-se outras 1230 toneladas de papel às enormes quantidades de papel brilhante usadas na propaganda do produto. Embora algumas latas sejam reutilizadas, grande parte do metal e papel seria jogada fora e raramente reciclada.
Os leites para bebês vêm sendo, crescentemente, comercializados na forma de alimento pronto-para uso, em caixas feitas a partir de uma mistura de materiais e, conseqüentemente, impossíveis de serem recicladas.
Mamadeiras, bicos e demais acessórios são feitos de plástico, vidro, borracha e silicone, geralmente reutilizáveis, mas raramente reciclados ao final de sua vida útil. A nova idéia de vender leite pronto em mamadeira, por vezes já com o bico, significa que jamais será reutilizado.
Em 1987, somente no Paquistão, 4 milhões e meio de mamadeiras foram vendidas. O número de mamadeiras por bebê é bem maior em países industrializados (a maioria dos bebês nos EUA usa pelo menos 6).
Todos estes produtos desperdiçam recursos naturais (estanho, papel, vidro, etc), causam poluição desnecessária na sua produção e empacotamento e proporcionam um problema de lixo.
Os plásticos representam uma preocupação especial, pois a maioria deriva do petróleo, um recurso chave, e sua produção causa poluição. São raramente reciclados pela ausência de equipamentos adequados e dificuldade em separar os diversos tipos. São virtualmente indestrutíveis e permanecem como poluentes quando jogados fora.
O nome dos chamados plásticos biodegradáveis é errado, pois apenas um dos seus elementos é orgânico e se biodegrada deixando pedaços muito pequenos como poluentes – pelo menos os plásticos não biodegradáveis podem ser removidos e reciclados ou destruídos adequadamente. A fumaça resultante de sua incineração pode conter dioxinas e outros tóxicos.
Água
Ao preparar o leite artificial, a mãe deve esterilizar a água e os utensílios.
Água e energia para fervura são facilmente disponíveis no mundo industrializado,
mas não é uma razão para desperdício.
A energia geralmente vem de usinas convencionais e nucleares que poluem o meio ambiente.
A falta de água não é comum nos países desenvolvidos, mas em 1975 a OMS estimava que 60% das pessoas em países menos desenvolvidos não tinham acesso a água suficiente. Não é raro que, em algumas partes da África, as mulheres gastem 5 horas por dia buscando água. Um bebê de 3 meses alimentado por mamadeira necessita de 1 litro de água por dia para adicionar ao leite e outros 2 para ferver bicos e mamadeiras15. Além disso, deve-se somar a água necessária para lavar e enxaguar.
A lenha também é um recurso precioso em alguns países em desenvolvimento e tem sido usada em rítmo alarmante. Gasta-se 200g de madeira para ferver 1 litro de água. Assim, em um ano, uma criança alimentada artificialmente consumiria pelo menos 73 kg de valiosa madeira.
Líquidos esterilizantes comercializados são comumente usados para limpar a maioria das mamadeiras e bicos em muitos países industrializados. A maioria deles usa como base água sanitária clorada e a produção de ácido clorídrico está relacionada à emissão de dioxinas.
A Indústria Leiteira
Seriam necessárias 135 milhões de vacas leiteiras para substituir o leite de mulheres só da Índia. Cada vaca precisa de cerca de 10.000 m2 de pasto, o que significa dedicar 43% da área da Índia à pastagem (uma área equivalente a 6 vezes o tamanho da Grã-Bretanha) para substituir o leite materno.
Para criar pastagens é preciso desmatar, o que leva, conseqüentemente, à erosão e exaustão do solo, ao aumento de gases que contribuem para o efeito estufa, além da redução de flora e fauna decorrente da mudança do solo. Para se produzir um quilo de leite para bebê, gasta-se no México, 12.5 m2 de floresta tropical.
As vacas liberam metano, gás importante para o fenômeno estufa, através de flatus e fezes aumentando a poluição atmosférica. O gado produz 100 milhões de toneladas anuais de metano, 20% do total. A eliminação do excremento é um problema por si só e geralmente causa poluição de rios e do subsolo.
A criação de gado contribui também para a formação da chuva ácida. A amônia dos currais reage com o dióxido de enxofre (presente no ar em países desenvolvidos) produzindo sulfato de amônia que ataca as folhas e se converte em ácidos nítrico e sulfúrico quando atinge o solo. A criação intensiva de gado, comum nos países onde a maior parte do leite artificial é produzida, exacerba este problema.
Os fertilizantes nitrogenados muito solúveis usados na produção de ração para vacas leiteiras podem contaminar os lençóis de água. Um milhão e meio de pessoas na Grã-Bretanha bebem água com níveis de nitrato acima dos estipulados pela Comunidade Econômica Européia.
Fertilizantes nitrogenados e detritos animais são as duas principais causas do excesso de plantas em lagos e rios (o lago ou riacho
se torna rico em nutrientes causando crescimento excessivo das plantas). Sua decomposição consome todo o oxigênio da água, causando mau cheiro e matando a vida existente. Estima-se que o custo para limpar águas poluídas por nitrato, de apenas uma região da Grã-Bretanha, será de 200 milhões de libras.
Processamento e Transporte
A maior partes dos leites artificiais é leite de vaca pasteurizado e convertido em pó. O leite é desnatado, filtrado e aquecido entre 95 a 105ºC durante 14-20 segundos, homogeneizado, resfriado e secado com 5 jato de aproximadamente 73ºC e borrifado em um ambiente de 160ºC. A fabricação do leite de soja é semelhante.
A energia necessária para atingir as temperaturas e os procedimentos mecânicos adequados causam poluição do ar (chuva ácida e efeito estufa), bem como a utilização de recursos naturais como combustível. O leite ou soja, ingredientes principais dos leites infantis artificiais, são misturados a um coquetel de substâncias
industrializadas.
O leite geralmente viaja distâncias consideráveis antes de ser processado e a lata, o papel, as mamadeiras, etc, também devem ser transportados.
Depois de empacotado, o leite é levado ao consumidor. O Equador, por exemplo, importa leite dos EUA, Irlanda, Suiça e Holanda. Outros países exportadores incluem o Japão, França, Alemanha, Dinamarca, Grã-Bretanha e Nova Zelândia; a maioria dos países importa leite de lugares distantes. Não há dados exatos sobre a poluição causada por este transporte desnecessário, que é sem dúvida considerável.
(Texto de Andrew Radford, leia mais aqui.)
Atenção:
Não pretendo, com essas informações, colocar nos ombros das mulheres mais um peso e responsabilidade pelo “futuro do planeta”. Minha mensagem não é que, porque a amamentação é um ato ecológico e o uso de mamadeiras é prejudicial ao meio ambiente, as mulheres devem amamentar.
O que quero deixar registrado é mais um argumento para que toda a sociedade apoie as mulheres, para que possam amamentar com prazer e tendo garantidos todos seus direitos. Amamentar não é um dever, mas é um direito da mulher.
Campanha Internacional

A primeira vez que ouvi falar no impacto ambiental do abandono da amamentação foi na Eco 92, quando a IBFAN Rio organizou uma série de eventos pra divulgar esse tema.
Em 1997, a pedido da WABA (Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno), coordenei, em nível internacional, uma campanha de esclarecimento sobre esse tema, na Semana Mundial da Amamentação.
Foi minha primeira experiência de trabalho, verdadeiramente “globalizado”. Organizamos um pequeno grupo de trabalho, em Porto de Galinhas, que contou com uma venezuelana (Antonieta Hernandez), uma uruguaia (Cecilia Muxi), três brasileiros (eu, Lígia e Marcus Renato de Carvalho) e um inglês (Andrew Radford, autor do trabalho Impacto Ecológico da Alimentação por Mamadeira).
Esse grupo elaborou um esqueleto para o “folder de ação”, que foi redigido por Andrew e revisado por pessoas de todos continentes. Meu ex, Paulo Santos, bolou com o cartunista Libório, toda produção gráfica e criamos um software educativo, para crianças; uma cartilha eletrônica; uma cartilha impressa e um livrinho para colorir. Todo material foi impresso na Malásia, em diversos idiomas e distribuído de lá mesmo, para quase 100 países.
Esse foi um trabalho do qual me orgulho muito, porque é uma forma fantástica de trabalhar a questão da amamentação com crianças e adolescentes que ainda não têm interesse nenhum em relação aos cuidados com bebê. Não adianta falar sobre os benefícios do leite materno, mas eles entendem muito bem e se preocupam bastante com nosso meio ambiente.
Leia mais sobre o assunto:
- Impacto Ecológico da Alimentação por Mamadeira
- Towards Healthy Environments for Children: Frequently asked questions about breastfeeding in a contaminated environment
- Risks, Rights and Regulation Communicating about Risks and Infant Feeding
- Breastmilk: A World Resource
- Breastmilk: the perfect renewable resource








Nossa Denise! Claro que eu sempre achei a amamentação fundamental por diversos motivos, mas eu realmente não imaginava que a falta dela pudesse causar tantos impactos ambientais.
Muito bonito o seu trabalho e serve de referência, mais legal ainda que foi feito na sua maioria por gente vinda de países em desenvolvimento.
Agora tenho que te confessar. Eu adoro leite. Nos consumimos aqui de 1 litro a 1 litro e meio por dia, só eu e Roberto(alem disso consumimos muita soja também). Ai ai…no fundo cada um de nós contribui direta ou indiretamente pra destruição do planeta. Mas eu sou OTIMISTA. Acho que o homem com o próprio progresso(mesmo que voltando as origens) ainda vai encontrar meios de reverter a situação.
Beijocas!
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Oi Denise, td bem?
Pois é, esses dias me lembrei de você. Estava assistindo um episódio de Desperate Housewives e uma mulher lá, personagem nova, dava de mamar ao filho e o filho tinha 5 anos!!!! Todo mundo achou bizarro, mas o fato é que ela amamentava para continuar MAGRA e, segundo ela, para o filho continuar calminho…
Fiquei horrorizada, e já que você sempre fala sobre amamentação e já percebi que você é expert no assunto, uma pergunta: é saudável amamentar uma criança de 5 anos?
Beijos e bom fim de semana!
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interessante esse assunto da qual é especialista!BJS
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Nossa, demais esse post, Denise. Também aderi à sua dica (sobre a dica da Lucia). E esse planeta…coitado.
Beijos.
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Interessantíssimo ponto de vista, Denise. E o seu post é super esclarecedor. Também falei sobre o tema, mas comentando sobre as criancas peruanas contaminadas por chumbo. Depois, passa lá!
Beijoes,
Van
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Que delícia este nosso reencontro!É a primeira vez que chego ao seu Blog.Li coisas ótimas, v. como sempre liberta, a palavra justa, o momento exato! Lembro-me do tema da WABA, Amamentar é um ato ecológico…quando recebi o tema pensei: o que falar sobre isso em 4 horas?!Pois v. me deu material para falar muito mais e até hoje não dispenso a citação sobre ecologia e amamentação.Meu carinho enorme , minhas saudades e beijos para v,Ted e Bia.Gabriela
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Comos sempre um posto esclarecedor e sem pretensões e ares de escola. Adorei tudo! E confesso que amamentar para mim fui um dos melhores periodos da minha vida A proximidade e energia transmitida entre mãe-filho é algo que nenhuma lata de leite em pó poderia proporcionar!
Bom minha homenagem ao dia da terra já ta lá no blog.
Beijo pra vc
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A homenagem que deixei no meu blog sobre este dia é singela, mas d coração.
Abraços
Alê
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Nada como ler algo de algo que é especiaolista no assunto.
Beijinhos,
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Poxa Denise,nunca havia pensado na amamentacao por esse aspecto,na verdade eu nao tomo leite,nao gosto, e mais até por esse fato amamentei as crianças até bem tarde,assim além de todos os benefícios,nao precisava “lidar” com o leite, e achava o máximo ter uma “mamadeira portátil” à disposicao com leite sempre na temperatura certa e já esterelizado.
Super prático e sadio.
Lindo o seu trabalho,
Beijo grande e Felicidades pra Bia,muitos anos de vida e muita saúde,apesar de atrasado.
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Denise, como sempre voce arrasa. A questão ambiental e da sustenibilidade ultrapassou o limite de urgência. E é mais que emergência. Já estamos muito atrasados na tomada de atitudes pra reverter o quadro de cada vez mais rápida destruiçáo. A esperança é ver que mais pessoas eståo entendendo e tentando mudar. Esperemos.
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Mutito interessante, não sabia de nada disto. legal…
bj laura
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Tantas coisas que envolvem um simples ato de amamentar! Porque as pessoas complicam o simples?
Parabéns, Denise!
Tu sempre consegues me fazer re-pensar a vida!
Obrigada!
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Menina, está tão devagar este fim de semana pela internet, né? estão viajando ou noutra.:)
Estou com problema no outlook tbm não estou mandando emails, para mandar preciso entrar no site do Terra e é um saco.Vou precisar reinstalar o outlook, fico com medo de perder coisas que guardo lá:)
hihihi vc sabe o que é isto, eu sei.
bom domingo, querida, se cuide, descance com as pernas pra cima
bj laura
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Foi um post e tanto De!
Vortei!
Bjs, Flavia
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Caçapava! Denise, foi a abordagem mais original queu já vi com relação ao Dia da Terra.Voce me mostrou um paralelo entre a nave e a humanidade e a mãe e o filho resultando em + um circulo auto destrutivo. A industrializacao para manter-nos “confortaveis” e “saudaveis” está acabando com os proprios recursos da nave mãe para nos manter vivos, sabemos que algo tem de ser feito agora , já, para termos um resultado minimo daqui a cem anos e continuar-mos vivos, e continuamos inertes, tirando sarro dos lemingues. Ação já, escreva,esperneie,grite,reitere.Valeu Denise.
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Não Denise. A coisa foi muito séria. Tô com medo desse maluco e não quero mais me expôr… Um bjão
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Denise, como sempre, um show de bola! Os dados muito interessantes, e a questao da amamentacao vista numa otica q confesso nao ter pensado nunca. Me fez refeltir bastante, e acho q essa era a ideia por tras da blogagem. Vc conseguiu incitar a reflexao nota 10. Valeu mesmo!!!
Beijos.
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Tu és uma querida!
A tua opinião pesou muito e eu tava de bobeira quando não mencionei isto lá.
Vou dar um jeito, já! Heheheheheh!
“Obrigada”!
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De, so pra responder aa sua pergunta eu estou fazendo o meu MBA. Um trabalhao danado
!
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Olha, vou ser sincera: não quis usar “o teu santo nome em vão”!!
Senti que, falar na minha ídola lá poderia soar como promoção! Fiquei cheia de dedos!
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O pior que tem outro impacto ambiental grande que poucas pessoas conhecem: o das fraldas descartáveis. São um lixo que não se decompõe, fica para sempre se acumulando nos lixões do mundo inteiro. Eu conheço várias mães aqui nos EUA que por conta disso optaram por fraldas de pano (aqui tem um serviço que pegam as fraldas sujas na tua casa e te entregam outras limpinhas). Mas eu me sinto até culpada, segui mesmo a rota das fraldas descartáveis e estou contribuindo para gerar mais lixo não biodegradável…
(((
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Oi Denise. Eu cada dia admiro mais seu blog !
Como biologa e ambientalista bato palmas para vc com este tema de hoje !
Parabens!!!!
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De, eu estou até sem folêgo com esses dados estatísticos.
Olha que me interesso em preservar o meio ambiente, mas jamais teria imaginado consequências tão abrangentes para uma simples decisão de uma mãe em não amamentar seu filho.
Fantástico seu post.
Beijos
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Oi Dê! Lindo seu post e sua homenagem! Posso utilizar esse material para usar com as mulheres da Pastoral da criança? Djalma pergunta se pode usar também para as aulas de educação ambiental, que ele está dando para os professores (reciclagem), agora está sendo obrigatória aqui no Brasil. Como disse a Leila, o problema das fraldas descartáveis é um horror…. Djalma já estava montando uma aula com esse tema! Realmente, é podre.
Beijos para vcs.
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Amiga,
Eu e Carlos moramos em Leiden/Holanda. Em Portugal temos a sogra e os cunhados, estamos sempre por aqui. Tb tenho residencia oficial cá em Portugal. E no Brasil tb, ás vezes me custa sair do Brasil para a Holanda, mas, o marido ainda está em processon de aposentadoria… e lá é meio complicado, principalmente para ele que ainda não fez 61 anos…
Beijinhos,
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Toda vez que saio daqui, saio mais informada.
Seu blog é cultura :c)
Continue que o povo agradece.
Bom domingo!
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Adorei seu blog! Já a conhecia de comentários feitos por ti no blog da Lúcia Malla e já esperava achar um texto muito bom. Tudo seria mais fácil com a amamentação, mas as pessoas parecem preferir o mais dificil e o que causa mais problemas futuros para todos nós. Parabéns pelo post. Um abraço!
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Aprendi bastante! Nunca tinha pensado que amamentar (algo que me parecia uma ação maravilhosa, mas que tinha como beneficiário só a criança mesmo) fosse um ato ecológico. Gostei da parte das mamadeiras de plástico que seriam economizadas…
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Antes tarde do que nunca! Eis aqui meu post celebrando o Dia da Terra!
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Meio off-topic… Acabei de ler que a Katie Holmes está amamentando a Suri. O Tom Cruise se encarrega de fazer o bebê arrotar.
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Sem contar que,com a má lavagem das famigeradas mamadeiras,os bebês começam logo a apresentar infecções intestinais e outras doenças.Um abraço.
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Adorei o post. nunca tinha pensado q amamentar tb faz bem para a natureza. Muito legal como vc trabalhou com crianças e adolescentes tb.:)
bjs
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Well done!
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Thank you!
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Parabéns, Denise!
Excelente post sobre a amamentação, de um ponto de vista que pouca gente enxerga sozinha. Amamentar é um ato natural, que contribui muito na formação do ser humano do futuro. Aquele que herdará e mudará este mundo.
Beijocas
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Sem dúvida, um artigo impecável. Mas há que se considerar que há mulheres que absolutamente conseguem amamaentar, por N razões. E até as que fazem opção, mesmo, sem dó nem piedade. Tenho 3 filhos e só “consegui” amamentá-los no peito por cerca de 1 mês, mas desde o começo com complementação. E aí? O que faço? “Piro de vez”, por ter contribuido para a degradação do planeta? Em compensação (?), NÂO usei fraldas descartáveis…
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Pois é, Dê, este post continua atualíssimo! e já está linkado lá no Faça. Obrigada, querida! Boa viagem.
beijo, menina
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Olá, Denise
Boa publicação. Amamentar além de ser um grande benefício para a saúde e o desenvolvimento das crianças, colabora para termos um planeta menos destruído e poluído. As mudanças de hábitos precisam acontecer em todas as esferas a âmbitos, metas precisam ser implementadas e cumpridas. Não é difícil, é só se conscientizar e se disciplinar.
E vamos sempre em frente na defesa de nosso Planeta.
Bjs,
Denise BC
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Não há nada mais natural e respeitoso em relação à natureza que a amamentação.
Parabéns pelo post!
Um abraço.
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não consegui abri nenhum dos links das cartilhas, será porque?
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não consegui abrir nenhum dos links das cartilhas, será porque?
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Oi, Denise,
Estou passando para parabenizar seu post sobre amamentação!
As ilustrações, assim como o texto, ficaram perfeitos!
Beijos
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Oi, Denise,
Estou passando para parabenizar seu post sobre amamentação!
As ilustrações, assim como o texto, ficaram perfeitos!
Beijos
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Oi, Denise,
Estou passando para parabenizar seu post sobre amamentação!
As ilustrações, assim como o texto, ficaram perfeitos!
Beijos
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Nossa! Sempre soube da importância da amamentação, mas nunca de uma maneira tão abrangente. Super elucidativo. Adorei!
Beijo grande!
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Boa noite! Vim conhecer seu blog e convidá-la a participar da blogagem coletiva COISAS DO BRASIL, em 16 de maio. A idéia é cada um escrever, em seu blog, sobre aquilo que represente a cidade brasileira onde mora ou nasceu, a fim de que, juntos, mostremos a riqueza cultural do nosso país. Estou convidando a todos, até mesmo os brasileiros que residem no exterior; o importante é mostrarmos que o Brasil é um misto de culturas e saberes. Conto com a sua adesão!
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Ótimo texto! Já sabia que amamentar era melhor sob o ponto de vista da nutrição e afetividade, e também econômico, mas não fazia idéia da dimensão ecológica.
Abraço!
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Oi Denise!
Beleza de analogia, beleza de post. Gostei muito.
Aproveite bem a viagem.
beijos,
ET: Parabéns e muitas felicidades para a Bia !
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Trocando em miúdos: amamentar é tudo de bom.
Um forte abraço.
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[...] Passinato (Meio ambiente, química e derivados) * Cristiana Passinato (Pesquisas de Química) * Denise Arcoverde (Síndrome de Estocolmo) * Denise BC (Alecrim Dourado) * Fátima Queiroz (Blogosfera solidária) * Georgia(Saia Justa) * [...]