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Eu voto em Dilma!

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Meu “cantinho de blogar”

Denise | Sweet Home | Sunday, 30 April 2006

Com a chegada, muito benvinda, de Felix, filho de Ted, pra morar com a gente, perdi meu escritório, onde eu trabalhava, tinha meus livros etc. Veio tudo aqui pro nosso quarto, são quatro estantes, minha mesa de trabalho e uma mesinha lateral de apoio, mas como tinha muito espaço disponível, ficou bacana.

Aproveitei pra dar um toque beeeeeeeeeeem pessoal ao meu cantinho do quarto, de onde blogo, faço meus trabalhos, navego na internet. Ao invés de ficar triste, por perder meu espaço (afinal, foi por uma ótima causa!), me diverti muito escolhendo os quadros, cartões, imãs e calendário pra colocar aqui, em cima da mesa.

Já falei que gostava de coisas fofas, né? esse pintinho cor de rosa é um “peeps”, qualquer dia conto pra vocês sobre esse “ícone pop americano” e a fofolete é pra lembrar dos 80s. Os óculos ficam à mão, quando não estão espalhados pela casa.

As duas bonequinhas eu comprei em Bangladesh e ADORO. A foto minha com Ted e Bia é escura, mas linda, temos ótimas lembranças desse dia, em Nova York. E, claro, um São Jorge, comprado no Mercado de São José, pra me proteger, que a blogosfera anda perigosa…

E você? de onde você bloga?

Obs.: Vi que a Alê também blogou seu cantinho de trabalho. Quem blogar o seu, me avisa e eu vou postar o link aqui :-)

Update:

Finalmente, o “resfriado e alergia de primavera”, que pegou muita gente, me pegou, também. Tô super resfriada, mole, deitadinha a maior parte do tempo, até vir pro computador me deixa cansada. Mas, podem ir deixando os links pros “cantinhos de blogar de vocês”, assim que estiver melhor faço a listinha :-) beijocas e boa semana pra todo mundo!

O Cantinho de blogar da:

  • Liza
  • A igualdade de gênero melhora a vida sexual das pessoas

    Denise | Sexualidade | Saturday, 29 April 2006

    umhomemumamulher1.jpg

    Leia ouvindo Un Homme, Une Femme, do filme de Claude Lelouch.

    Isso eu já percebia. Agora, um estudo da Universidade de Chicago comprova: a igualdade de gênero é afrodisíaca!

    Foram pesquisadas 27.500 pessoas (50% homens e 50% mulheres), entre 40 e 80 anos, de 29 países e, segundo o resultado, onde existe maior igualdade de gênero, os casais têm tendência a ter uma vida sexual bem mais satisfatória.

    Esse é o primeiro estudo a documentar e comparar o comportamento sexual e relacionar a satisfação entre pessoas de meia idade e mais velhos, em todo mundo.

    O estudo encontrou maior satisfação sexual em quatro países, liderados pela Austria, e seguidos pelos Estados Unidos, Espanha e Canadá. Os mais insatisfeitos estão no Japão ou em Taiwan. Países como a Turquia, Egito e Algéria estão no meio termo.

    “Em relacionamentos baseados em igualdade, casais tendem a desenvolver hábitos sexuais que ajudam a manter o interesse de ambos os parceiros”, afirmou Edward Laumann, Professor de Sociologia da Universidade de Chicago.

    “Culturas centradas na figura masculina, nas quais o comportamento sexual é mais orientado para a procriação tendem a diminuir a importância do prazer sexual da mulher”, afirma ele.

    Essa foi o primeiro estudo internacional, em larga escala, incluindo grande números de pessoas cristãs, judias, muçulmanas, budistas e outras religiões asiáticas e ateístas. Um foco particular foi dado ao impacto na sexualidade da idade, condições de saúde e e contexto sócio-cultural.

    No começo da entrevista, foi perguntado se eles estavam felizes com suas vidas como um todo. O estudo mostrou que sentimentos subjetivos de bem estar sexual estão fortemente relacionados com uma felicidade na vida, em geral, para homens e mulheres e em todos os países estudados.

    Em outras palavras, não dá pra transar bem, se não se estiver de bem com a vida. Não é só uma questão de como se “desempenha” o sexo, ma, como se comporta no relacionamento como um todo. A mulher (ou homem!) que se sente oprimida(o) e tem uma relação desigual, no dia a dia, tem muito menos chance de se satisfazer sexualmente.

    Esse estudo comprova um post que fiz há alguns meses e que rendeu mais de 100 comentários: Atenção: Homem machista costuma ser péssimo na cama!

    Alguns dados da pesquisa:

    * Em todos os países estudados, existe uma grande diferença em relação à satisfação sexual. Em média, homens reportam 10% a mais de satisfação que as mulheres.

    * Em países ocidentais, dois terços dos homens e e mulheres afirmaram que suas vidas sexuais eram satisfatórias, 80% disse que estavam satisfeitos com sua habilidade para o sexo. Cerca de metade dos homens e um terço das mulheres disseram que o sexo era extremamente ou muito importante em suas vidas.

    * Nos países do Oriente Médio, 50% dos homens e 38% das mulheres acharam sua vida sexual satisfatória. cerca de 70% disseram que estavam satisfeitos com sua habilidade pro sexo e 67% dos homens e 37% das mulheres percent of women disseram que o sexo era extremamente ou muito importante em suas vidas.

    * No Leste Asiático apenas cerca de um quarto dos homens e mulheres disseram ter prazer emocional e físico com sexo, enquanto que dois terços dos homens e metade das mulheres se dizem satisfeitos com seu desempenho sexual. 28% dos homens e apoenas 12% das mulheres afirmaram que o sexo era extremamente ou muito importante em suas vidas.

    Fonte: University of Chicago.

    Denise | Diversos | Friday, 28 April 2006

    Suggestions.jpg

    A Vivien me sugeriu que escrevesse sobre “como os jovens entram nas universidades americanas” e já vou me preparar pra esse post, que não vai ser fácil mas, em breve, sai…

    Aí tive a idéia de colocar esse post aqui pra vocês deixarem sugestões de assuntos sobre os quais vocês gostariam que eu escrevesse e que seriam interessantes pra gente discutir aqui na nossa “pracinha”.

    Beijos e bom fim de semana, pra todo mundo!

    Red Passion

    Denise | GLBTS | Friday, 28 April 2006

    campari.jpg

    De vez em quando publicitários acertam e fazem pequenas obras-primas. Essa propaganda de Campari é uma delas. Clique nesse link aqui e veja o vídeo, não tem palavras, mas diz tudo.

    Aliás, a única coisa que eu gosto no consultório do meu “primary care” (espécie de clínico geral) é que no formulário, podemos marcar escolher entre “homem”, “mulher” ou “outro”.

    Viva a diferença!

    Fonte: Anti-Oppression with a Feminist Slant. A forum for anti-*ist discussion.

    Coisinhas variadas…

    Denise | Familia, Familia | Thursday, 27 April 2006

    ted_filhotes.jpgEstou louca pra escrever sobre coisinhas que estão aqui na minha cabeça: “o que é politicamente correto”, “o que é ser estrangeira”… mas ando super ocupada. É que Felix, filho de Ted, de 24 anos, está chegando hoje, daqui a pouquinho, pra morar com a gente. O nome dele, assim como o de Beatriz significa “aquele(a) que traz felicidade”… Espero que esse seja o começo de um novo momento pra nossa família, sempre com muita paz, alegria e harmonia. (Na foto, Felix, Ted e Kasper). Torçam por a gente!

    london_london.jpgBia acabou de comprar sua passagem pra Londres. Viaja no final de maio. Ela vai de mochileira e fica na Europa por um mês. Ainda está organizando o roteiro, que inclui vários paises. Simon deve ficar parte do tempo com ela. Dessa vez, ela vai com todas as suas despesas pagas por ela mesma, com seu suado dinheirinho. Estou feliz e orgulhosa por ela. Claro que um pouquinho preocupada, mas sei que vai dar tudo certo! Estamos aceitando sugestões e dicas!

    lava_oculos.jpgEssa eu peguei na Wired, mas acho que já tinha visto por aí. É uma máquina de lavar óculos. Juro que se tivesse dinheiro sobrando, comprava uma. Eu sempre quis usar óculos, achava charmosésimo. Não faz nem um ano que passei a usar por ter “visão dupla” e já percebi que é um saco. A melhor coisa que fiz foi comprar logo 4 óculos, que ficam espalhados pela casa, porque estou sempre perdendo um, aí acho outro. Mas, eles estão sempre com a lente suja, dá trabalho de limpar e o que é pior, esse é meu primeiro verão de óculos e já percebi que esquenta!!! ahhhhhhhh…

    Aliás, aqui vai o link pro “Gadgets for the lazy”, da Wired, ou “tranqueira tecnológica pra preguiçosos”. Até um cone de plástico que gira o sorvete automaticamente tem por lá… hehehehe…

    casal_louvre.jpgDia desses li num blog um comentário de alguém questionando minha sexualidade. Acho graça nisso, pra mim dizer que eu sou gay tem o mesmo peso de dizer que eu sou japonesa ou alta, ou baixa… ou seja, não me irrita, nem me incomoda em nada. Deve ser porque eu adoro a comunidade gay, que é alegre e batalhadora. E por falar nisso, dei toda força ao Paulo Nunes Jr (na foto com o marido, Roberto), que acabou criando esse blog muito bacana: “Fora do Armário”. Sugiro uma visita, os posts são bem interessantes. E, no Orkut, o Gustavo me pediu pra divulgar a comunidade: “Universo GLBT sem Mitos”. Já entrei lá e achei o papo bem interessante.


    orkut

    E, por falar em Orkut, a nossa comunidade do blog SdeE está divertidíssima. Temos trocado idéias sobre como e quando cada um(a) chegou aqui, o que mais gosta no blog etc.

    Todo mundo é convidada(o) a participar! basta clicar no logo aí acima… quem não estiver no Orkut e quiser um convite deixa um recadinho aqui nesse post.

    **********************************

    Só mais uma coisinha… leio tudinho, mas não estou conseguindo responder todos emails e comentários que recebo. Sinto muitíssimo, não é descaso, é falta de tempo mesmo, OK? desculpem os que estão aguardando uma resposta minha. Beijão!

    Kylie Minogue se recuperando do câncer de mama

    Denise | Corpo & Saúde | Wednesday, 26 April 2006

    kylie.jpg

    Lembram daquela moça, que me inspirou a malhar, meses atrás?

    Pois é… achei essa foto linda. Saiu na revista Star dessa semana. A cantora australiana está em Portofino, na Italia, se recuperando de uma quimioterapia e já, praticamente, curada do câncer de mama. Bacana, né? fiquei feliz em saber.

    Fico impressionada com a quantidade de mulheres que têm câncer de mama aqui nos EUA. Na família de Ted quase todas já tiveram, as duas irmãs dele estão com câncer de mama, sendo que uma delas acaba de achar um nódulo no outro seio. A esposa do irmão teve, mas acaba de completar cinco anos livre da doença. Ainda bem que são muitos os casos de cura.

    Como eu escrevi aí acima, a Minogue está em “recuperação” e está “praticamente” curada, apenas após cinco anos, como a cunhada de Ted, Maureen, poderá ser considerada curada, e mesmo assim, a doença sempre pode voltar.

    E vocês? têm feito seus auto-exames? as que têm mais de 40, já fizeram a mamaografia anual? já fiz a minha desse ano e está tudo tranquilo :-) tem que se cuidar, hein?!

    Leiam mais:

    Série “Deusa de assombrosas tetas, gotas de leite bom na minha cara, chuva do mesmo bom sobre os caretas”

  • Parte I
  • Parte II
  • Parte III
  • Parte VI – Mitos e Lendas
  • Parte V
  • Parte VI – Santa Ágata

    Site informativo:

  • Câncer de Mama – Entre de Peito nessa Luta!
  • Promoção Bonequinho Voodoo

    Denise | Promoções | Wednesday, 26 April 2006

    voodookit_final.jpg“Se o amor é um idioma, só sei falá-lo com sotaque, escrevê-lo com erros de ortografia e gramática e traduzi-lo com enganos de interpretação. Se é um lugar, deveria ter aprendido a usar uma bússola…”

    Assim começa o texto da Lou Salomé que foi escolhido pela nossa comissão julgadora (veja lista de nomes no post da promoção) para ganhar o livro “The Love Voodoo Kit”, que vem com um bonequinho de presente pra se fazer um “voodoo do bem” e se livrar dos “malas”.

    Tod@s deram ótimas contribuições e adoramos ver todos as historinhas de amor. No final, ficamos numa dúvida enorme, porque a história de amor da Célia também era uma forte concorrente.

    Obrigada a tod@s que participaram e desculpem a demora pra divulgar os resultados :-)

    Mas, que cara é essa?!

    Denise | Discriminção,Vida de Imigrante | Sunday, 23 April 2006

    tpm_mostrasuacara.jpg

    A princípio, a idéia da exposição, divulgada pela TPM, parecia boa: mostrar a cara das mulheres brasileiras que vivem na Inglaterra. Olhando a galeria de fotos, direitinho, percebi que, estranhamente, só tem uma negra (loira) e a maioria das que “venceram fora do Brasil” é formada por brancas, lindas e jovens. Nada contra as moças que foram fotografadas, claro, a maioria parece gente boa mesmo. Mas, será essa a cara da brasileira na Inglaterra e em outros países?

    Lendo a matéria, a coisa pareceu ainda pior. Num festival de preconceitos, a jornalista Erika Sallum afirma:

    “Não fazem parte da mostra fotos de imigrantes ‘cucarachas’ sofridas que só pensam em juntar dinheiro e voltar para o Brasil. O fotógrafo mineiro Luiz Fernando Gomes, que mora em Londres desde 2004, quis fugir dos estereótipos negativos que rondam a imagem dos brasileiros no exterior.”

    Eu não tenho nenhum problema em me identificar com “imigrantes ‘cucarachas’ sofridas”, muito pelo contrário. Tenho um orgulho danado dessas mulheres brasileiras, salvadorenhas, mexicanas, que estão ralando pra sustentar suas famílias. Eu não preciso lavar pratos pra garantir minha sobrevivência por que sou uma pessoa privilegiada, sempre tive sorte na vida (ou vocês acham que nascer numa família que têm possibilidades de lhe colocar nas melhores escolas não é puramente uma questão de sorte?), mas não sou nem um pouco melhor que elas.

    Também não acho que é indigno pensar em “juntar dinheiro e voltar pro Brasil”. Pra começar, muitas delas nem teriam saído de lá se tivessem tido as mesmas oportunidades que eu e muitas de nós tivemos. E se pensam em voltar é porque não se sentem integradas, sendo marginalizadas, não somente pelos americanos, mas pelos próprios brasileiros que vivem aqui.

    paisdeimigrantes.jpg

    Parece que, para o tal fotógrafo brasileiro, sinônimo de estar de bem com a vida, é ter dinheiro, posição social e frequentar os lugares descolados da capital londrina.

    Tenho amigas que vivem em favelas, no Brasil, e posso garantir que têm lá os seus momentos de muita felicidade, quando vão pra o pagode ou quando se reúnem com a família. Uma delas, que vive num lugar barra pesadíssima, é a mulher mais feliz que eu conheço, com todas as dificuldades que enfrenta, estando desempregada e sem muita perspectiva de melhorar de vida.

    Da mesma forma, aqui nos EUA, também, as “cucarachas sofridas” são mulheres batalhadoras, que também têm seus momentos de estar “de bem com a vida” e que podem ser consideradas tão vitoriosas quanto (ou muito mais) a “patricinha” que estuda Artes em Londres.

    Ainda assim, vejo muita brasileira, fugindo dessas “pobres coitadas” como quem foge da cruz. É o medo de ser contaminadas pelo estigma de pobreza e ilegalidade.

    A Ana Lúcia abordou isso muito bem nesse post:

    “Infelizmente, uma vez tendo imigrado na França (devem existir outros exemplos em relação a quem esteja na Alemanha ou outros países europeus), o brasileiro reproduz em solo ‘estrangeiro’ o mesmo comportamento que teria diante do morador da favela que está ali debaixo do seu nariz.”

    O problema é que, basta pisar em solo estrangeiro e alguns brasileiros, privilegiados, fazem tudo pra se diferenciar dos que não são “vitoriosos”. Dia desses, o Leo, que também vive em Montreal, como a Ana Lúcia, perguntava porque a gente não vê brasileiros nas passeatas de protesto de imigrantes por aqui.

    É que aqui, os favelados e nordestinos são os brasileiros que não tem documentos legais e os outros latinos, especialmente salvadorenhos, mexicanos, bolivianos, peruanos. “Não somos latinos, somos brasileiros”. Sei…

    Com certeza, é isso que a jornalista pensa, quando diz:

    “Se você estiver a caminho de Londres não deixe de dar uma espiada lá. Não é sempre que a gente se orgulha de ser brasileiro quando está fora do país.”

    “A gente” quem, cara pálida? não preciso ver foto de brasileira auditora da Ernest & Young na Inglaterra pra ter orgulho do meu povo.

    Enfim, acho isso tudo muito, muito triste e vergonhoso. Aqui em Washington, DC, a quantidade de latinos é enorme. No meu prédio tem uma senhorinha pernambucana que trabalha como doméstica na casa de uma americana bem velhinha. Tem 70 anos e está aqui há 30.

    Ela fala pouco inglês, porque sempre viveu cercada de brasileiros e nunca pôde estudar, porque precisava trabalhar o dia todo. Mas é uma batalhadora que conseguiu uma vida digna e a quem eu admiro muito, adoro conversar com ela, sem medo nenhum de que os americanos esnobes do meu prédio me “confundam” com uma “cucaracha sofrida”.

    Também me divirto muito, batendo papo com essas mulheres “invisíveis” que fazem limpeza, que nos servem nos restaurantes, que cuidam das velhinhas no meu prédio, que fazem a faxina nos banheiros dos shopping centers… “Hablo en portuñol” e adoro arrancar muitos risos delas com minha pronúncia infame.

    Essas, sim, são as verdadeiras vitoriosas e só temos a aprender com elas, com sua força e sua coragem…

    “Shame on you, Mr. Gomes, shame on you!”

    PS.: Além de tudo isso, a jornalista que fez matéria deu uma mancada inacreditável, ela diz: “Atualmente, cerca de 100 mil brasileiros vivem – legal ou ilegamente – somente em Londres e seus arredores. Trata-se do país com o mais número de brasileiros em todo o mundo.” É piada, né? Somente aqui, na região que a embaixada brasileira de DC tem jurisdição, são mais de 60 mil brasileiros registrados, fora todos os ilegais. A TPM já foi melhor…

    Dance me to the end of love

    Denise | Música,POP | Friday, 21 April 2006

    dancemetotheendoflove.jpg

    Ouça aqui com Leonard Cohen
    Ouça aqui com Madeleine Peyroux
    Ouça aqui com Thalia Zedek

    Dance me to your beauty with a burning violin
    Dance me through the panic ’til I’m gathered safely in
    Lift me like an olive branch and be my homeward dove
    Dance me to the end of love
    Dance me to the end of love

    Oh let me see your beauty when the witnesses are gone
    Let me feel you moving like they do in babylon
    Show me slowly what I only know the limits of
    Dance me to the end of love
    Dance me to the end of love
    Me to the wedding now, dance me on and on
    Dance me very tenderly and dance me very long
    We’re both of us beneath our love, we’re both of us above
    Dance me to the end of love
    Dance me to the end of love

    Dance me to the children who are asking to be born
    Dance me through the curtains that our kisses have outworn
    Raise a tent of shelter now, though every thread is torn
    Dance me to the end of love

    Dance me to your beauty with a burning violin
    Dance me through the panic till I’m gathered safely in
    Touch me with your naked hand or touch me with your glove
    Dance me to the end of love
    Dance me to the end of love
    Dance me to the end of love

    ____________________________________________

    Atenção: amanhã, dia 22, é o Dia da Terra e a Lúcia Malla está nos convocando a escrever sobre ela. Vale tudo. Escrever um post, botar uma foto, um desenho, uma música, um poema… a idéia é celebrar a terrinha onde a gente vive. Eu vou escrever sobre porque amamentar é ecológico

    Fotos: Vintage Dance Images

    Sushi Party da Bia

    Denise | Familia, Familia | Thursday, 20 April 2006

    bia_niver_2006_1.jpg
    Olha que bonitinho aqueles dois lá no fim da foto, Andrés (boliviano) e Cecília (uruguaia). O de camiseta verde é argentino, os outros são americanos.

    bia_niver_2006_2.jpg
    Na televisão, Blur cantando “Boys and Girls”, que eu A-DO-RO!!!

    bia_niver_2006_3.jpg
    Liza, à esquerda, faz mestrado em “women’s studies”. E os nachos com salsa foi para as pessoas “normais”, aquelas que não comem peixe cru… hehehehe…

    bia_niver_2006_4.jpg
    Tão lindo, Bia no colinho de Simon…

    19 anos, hoje. O tempo passa num piscar de olhos…

    Beatriz
    Chico Buarque

    Ouça aqui.

    Olha
    Será que ela é moça
    Será que ela é triste
    Será que é o contrário
    Será que é pintura
    O rosto da atriz

    Se ela dança no sétimo céu
    Se ela acredita que é outro país
    E se ela só decora o seu papel
    E se eu pudesse entrar na sua vida

    Olha
    Será que ela é louça
    Será que é de éter
    Será que é loucura
    Será que é cenário
    A casa da atriz

    Se ela mora num arranha-céu
    E se as paredes são feitas de giz
    E se ela chora num quarto de hotel
    E se eu pudesse entrar na sua vida

    Sim, me leva pra sempre, Beatriz
    Me ensina a não andar com os pés no chão
    Para sempre é sempre por um triz
    Aí, diz quantos desastres tem na minha mão
    Diz se é perigoso a gente ser feliz

    Olha
    Será que é uma estrela
    Será que é mentira
    Será que é comédia
    Será que é divina
    A vida da atriz

    Se ela um dia despencar do céu
    E se os pagantes exigirem bis
    E se o arcanjo passar o chapéu
    E se eu pudesse entrar na sua vida

    tatoo_bia_braco.jpg
    Tatuagem maravilhosa,
    no braço de Bia
    :-)

    Antes de dormir, até hoje, faço um “check list”… onde anda Bia? será que ela tá bem? tá feliz? as coisas estão indo como ela espera? e não existe nada, no mundo, que me faça mais feliz do que saber que ela está bem.

    Sempre ouvia falar que ter filh@ adolescente era difícil e, tirando por mim, já estava me preparando pro pior. Mas, não é nada disso. Com exceção de um brevíssimo período, sempre vivemos em completa harmonia. O segredo, na minha opinião, é simples cumplicidade e respeito, desde que @ filh@ nasce. Hoje, estou colhendo os frutos.

    Nada é perfeito, ainda mais na vida de uma imigrante, mas acho que nós duas nunca fomos tão felizes (morando juntas, mas cada uma com sua vidinha separada, se encontrando, na cozinha, de vez em quando pra botar o assunto em dia) e tão amigas de verdade, como hoje. Além do mais, adoro vê-la sendo tão amada por um cara tão bacana, como Simon. E ela é uma grande mulher, queria eu ter tido a metade da segurança e maturidade que ela tem, quando eu tinha 19 anos!

    bia_doisanos.jpg
    No aniversário de dois anos, com minha mãe, que nós adoramos e que é uma parte importante nessa história também. “Mamãe, Bia mandou dizer que está morrendo de saudades de você!”

    Vou sumir um pouco, estou organizando, com Bia e Simon, uma “Sushi Party”, hoje à noite, aqui em casa… fotos em breve ;-)

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