O direito de ser… gordinha e gostosa.

Pra quem mora fora do Brasil, e não é magérrima, a volta pra terrinha, anualmente (ou quando dá) tem uma tensão agregada… o peso. A gente já sabe que vai ser pesada e medida, de cima a baixo, pelas amigas, tias, primas e outras familiares (quase sempre mulheres e, muitas vezes fora do “peso ideal” também…. hehehe…).
Eu, como sou bem objetiva, já aviso à minha mãe que diga a todo mundo que, quem fizer um comentariozinho desagradável sobre meu peso, vai levar um fora… hehehe… tem funcionado. Mas a verdade é que, com toda auto-estima que tenho, quando volto ao Brasil, me sinto mais gorda que nunca!
Dizem que os EUA são um país que cultiva uma loucura pelo corpo ideal, mas nunca vi nada, por aqui, como é no Brasil.
As meninas querem emagrecer, sempre, claro, especialmente as adolescentes, sofrem na high school se forem beeeeeem gordinhas, mas como é um país muito puritano, somos menos bombardeadas por mulheres nuas, magras e perfeitas o tempo todo.
Talvez na California seja bem pior, claro, mas em todos lugares onde andei, sempre vi gordinhas muito mais felizes e mais aceitas pela sociedade do que no Brasil.
Até porque elas são vistas, aqui, como consumidoras e americanos levam o mercado muito a sério. Uma coisa que eu au adoro é a enorme variedade de roupas que encontramos para mulheres que não são anoréxicas.
Não sei quem viu, no Fantástico da semana passada, uma matéria sobre o quanto o tamanho das roupas encolheu, no Brasil. Mostraram que a cintura de uma calça 40 diminuiu de 78 para 72 centímetros, em três décadas. Incrível!
Essa é uma das coisas que mais detesto no Brasil. Você só pode vestir até 40. 42 ainda vai, mas depois disso, esqueça, não existem roupas bonitas, sensuais, você passa a fazer parte de um grupo (que é a imensa maioria) de mulheres que é invisível pra indústria da moda.
Além de ser um yô-yô, estou sempre engordando e emagrecendo… e engordando de novo, tenho quadril largo, então, encontrar uma boa calça jeans, moderna, bonitinha, é impossível, no Brasil (pelo menos, no Recife). Entrar numa lojinha da MOfficer é uma verdadeira humilhação. DETESTO comprar roupas no Brasil!
Na tal matéria, alguém teve a cara de pau de afirmar que as roupas diminuiram porque “o corpo das mulheres brasileiras mudou nas últimas décadas”… como assim? quais são essas mulheres de quem ele está falando? anoréxicas? uma minoria que frequenta academias? e todo o resto?! e o aumento da obesidade, nos últimos 30 anos, ele nunca ouviu falar nisso?
Por outro lado, a “democracia dos tamanhos” é uma das coisas que eu mais A-DO-RO, aqui nos EUA e na Europa…
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Eu nem preciso (ainda hehehe…) apelar pras muitas lojas especiais pra gordinhas, porque aqui eu uso 12, o que seria equivalente ao 42 no Brasil, e tenho até várias calças compridas e vestidos de tamanho 10 (ou 40 no Brasil)… isso porque os tamanhos 40 e 42 deles, aqui, são pra pessoas normais, não para as super-magras, como no Brasil…
Mas, para as “maiorezinhas”, as grandes redes de lojas de departamentos como a Macy’s, Hechts, H&M, e outras, têm seu espaço para roupas plus size (na H&M a linha a é chamada de “Big is Beautiful”). E quando falo em “plus size” é grande mesmo, chegando a 6X…
E são roupinhas legais, nada feito “somente para mulheres gordas”, como uma loja de roupas horrorosas que tem no Tacaruna. Com umas coisas feias e sem forma. Aqui, a mesma linha de roupinhas bonitinhas e bem modernas existe em tamanho grande. Claro, porque não é porque você tem quilos a mais que vai querer se esconder em camisões…
Pensando no assunto, saí googlando “plus size” e encontrei alguns sites muito interessantes. Mas o que eu mais gostei memso foi desse site de lingerie pra mulheres amplas e voluptuosas: Ample Pleasure.
AMEI as roupinhas, cheias de ligas e sensualidade, e lembrei que houve épocas em que, logo depois que Bia nasceu, eu estava bem gordinha, mas queria encontrar roupinhas que me fizessem sentir muito sensual, como essas, mas era absolutamente impossível encontrar algo do meu tamanho, no Brasil.
É dureza manter a auto-estima lá em cima quando toda a mídia, as propagandas, as indústrias apregoam que somos um lixo, se não estivermos dentro do padrãozinho de roupa 38 brasileira.
O mais interessante é que sempre ouço de homens, do mundo todo, a sua preferência por mulheres “carnudas”, que têm onde pegar, que têm bunda e peito, mas parece que a gente não consegue acreditar nisso… bem, “a gente” não, porque eu acredito piamente e estou satisfeitíssima com meus muitos quilos a mais que me fazem somente mais… er… “exuberante”… hehehehe…
Enfim, soube que está sendo discutida uma lei que exigirá que se defina um padrão de tamanho de roupa igual no Brasil, para todas as marcas. Acho genial. Vamos aproveitar e defender um número 42 mais realista…
Temos direito a roupas que não nos escondam e que mostrem a nossa gostosura! Essas fotos, do post, mostram o quanto as gordinhas podem ser lindas, maravilhosas, sensuais, basta apenas que elas se sintam assim e, para isso, precisam ser consideradas consumidoras em potencial… o capitalismo brasileiro não é só selvagem, não… é burro, também!

“Não fui eu quem descobriu as curvas,
eu apenas as coloquei de fora” Mae West
Veja mais coisinhas aqui:
PS1. Eu não podia fazer um post desse e deixar de falar numa atriz americana que eu acho divina… a Queen Latifah é lindíssima, canta muito, é ótima atriz e passa um astral maravilhoso, cara de mulher de bem com a vida, bem humorada, forte! Adoro, sou fãzoca dela!
PS2.: Essa menina linda, de cabelo grande, bem branquinha nas duas fotos aí acima, uma de vestido preto com lacinhos vermelhos e outra de saia rosa, é a Mia Tyler, irmã da Liv Tyler ela e a a Emme são as Giselles do mundinho “plus size”… a Emme tem até uma boneca própria que, na minha opinião, podia ser mais gordinha…
Atencao: Que dia, primeiro o MT deu pau (mas, se voces estiverem lendo isso, e’ porque ja’ voltou ao normal), agora o meu computador pegou um virus infame e estou tendo que fazer um back-up apressado pra reformatar tudo DE NOVO… e, pra completar, hoje vou fazer um “Sleeping Study”, vou dormir numa clinica e monitorar meu sono, pra fazer uma avaliacao… so’ vou poder aparecer por aqui amanha de manha (dia 27)
beijocas a tod@s!
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Denise,
Desta vez você se superou!!! Sou sua fã de carteirinha mesmo.
Um dia já usei tamanho 36, hoje ,quase aos quarenta, preciso passar por uma maratona para encontrar alguma roupa legal para o meu atual tamanho 42. É bem verdade o que você diz. A indústria da moda brasileira é cruel com as mulheres normais. Aquelas que, como eu, com o passar do tempo engravidaram, engordaram, hoje tem celulites e curvas e mais curvas. Isto claro, sem falar no comentário maldoso dos familiares e amigos: ” Nossa! Como você engordou!!!”
Abaixo a ditadura da magreza! E como você disse os verdadeiros homens gostam de uma mulher de verdade e não de um modelo de mulher que só existe nas revistas ou na televisão.
Adoro os seus comentários. Te acho uma mulher fantástica! Parabéns e obrigada por nos presentear sempre com a sua inteligência e sensibilidade. Um beijo! Soraia
Denise, você tem toda razão. Aqui nos EUA, todos me consideram magra. Aí eu chego no Brasil e vejo os olhares de “pena” das minhas amigas e irmãs, por eu não ter conseguido manter os 50kg da época em que eu morava no Rio. Você não imagina a vergonha que eu senti quando fui à Praia do Pepê (na Barra) e eu era a única pessoa não-magérrima na praia. Minha impressão é que as pessoas fora de forma nem vão mais à praia – ou pelo menos não nos pontos freqüentados pelo beautiful people. Mas, detalhe: isso só em relação às mulheres. Porque você vê muito rapaz carioca barrigudo, de corpo feio, desfilando e se achando lindo, e ao lado de mulheres perfeitas.
Denise, uma delícia isso aqui! Sou uma vítima do efeito sanfona e passei a minha vida inteira baixando e subindo de peso. Nunca fui magra, mas a maior parte da vida fui gostosa e isso me bastava. Depois que o Mateus nasceu fiquei um bom tempo com sobrepeso mesmo e voltar ao Brasil nas férias, sim, era uma tortura.
Todo o mundo de olhava dos pés a cabeça e como sou de uma cidade pequena toda a vizinhança da rua me media e quase dava para tocar o veneno escorrendo pelos cantos da boca quando diziam “nossa, como você engordou!”.
Falar a verdade, este foi o primeiro ano depois de um longo tempo no qual realmente me senti tranquila em retornar a casa por conta de uma dieta básica que fiz antes de viajar (nem sempre é possível não se importar com a pressão alheia). Além disso, com o calor que senti (e aindo sinto) passei bem uns dez dias só a base de frutas e sucos e emagreci mais ainda já estando aqui. Daí que estava com uma aparência “boa” o suficiente para as pessoas não me encherem o saco.
Ainda assim, não foi fácil encontrar a tal roupa para o casamento já que tenho peitão e as roupas do meu tamanho não fechavam na parte de cima. É complicado mesmo comprar roupa no Brasil e ao me deparar com as mulheres na praia fico me perguntando para quem é o vestuário criado pelas grifes, já que as brasileiras aumentaram bastante de peso nos últimos anos. Vi a maioria das mulheres usando biquini, mas quase todas, até as adolescentes, faziam o tipo farta e gostosa, bem longe das anoréxicas dos desfiles.
Concordo que os homens gostam mesmo de mulheres com curvas e aqueles mais bacanas querem mesmo que a sua companheira esteja feliz consigo mesma (felicidade que a faz mais sensual e poderosa!), não necessariamente magra. Mas, infelizmente, impessão que tenho é que por conta de toda a pressão, os meninos mais novos estão mudando os seus gostos e rolutando de “gordas” (e as rejeitando) até as meninas meramente cheinhas. Me preocupo muito no que isso vai dar.
De qualquer maneira, tal como você, acho que ainda falta no Brasil a consciência do potencial de mercado que as mais gordinhas representam. Quando isso acontecer, a coisa muda, já que muuuitas vezes a conscientização anda de mãos dadas com o consumo.
Beijões,
Van
Denise, voce descreveu a minha agonia com tanta perfeicao, que eu poderia ter escrito isso tudo eu mesma. So que voce se expressou bem melhor.
Foi eu colocando os pes no Recife, e comecando a ouvir de tudo quanto foi de lado que eu estava “gordinha”. Ate Paul foi chamado de “gordinho”. “Voce e Paul estao gordinhos” ouvi esse comentario a torto e a direito. E de comeco nao liguei, mas depois de ouvir isso umas quinhentas vezes de gente que nem familia era, entao comecei a dar fora no povo. Imagine voce, que na festa de Natal da familia, la vem um primo velho do meu pai, que faz anos que nao via, me dizer “Minha filha, voce era linda solteira, bem magrinha. Mas voce engordou. Cuidado pra nao engordar muito e o seu marido nao trocar voce por outra”. Sim, assim mesmo, com essas palavras. Assim, na lapa, nao soube nem o que responder pra ele. Um homem de uns 60 e poucos anos, com uma barriga de chopp maior que a minha quando eu estava gravida de 9 meses do Paulzinho, ter a cara de pau de vir me dizer isso.
O pessoal eh mais magro no Brasil, sim. As roupas sao menores. Mas muitas vezes, fiquei pensando na agonia das mais cheinhas, de comprar uma roupa que prestasse, e nao ter que apelar para roupas mocorongas, por falta de opcoes. Me iludi que compraria uns shorts por la (ja que aqui eh inverno pesado e nao tem nada do tipo nas lojas agora), e tive experiencias muito frustrantes tentando achar algo que coubesse em mim tanto no Shopping Tacaruna, quanto no Shopping Recife. Agora veja, o meu peso oscila sempre entre 65kgs e 70kgs, porque eu sou um yoyo tambem. Eu vivo perdendo e ganhando esses 5kgs, um horror! Quando eu era solteira, eu pesava 57Kg. Eu tenho bunda de JLo e pernas grossas, e cintura de pilao mesmo. Tudo vai pra bunda e pras coxas. Quando eu era magrinha, o numero menor que cabia em mim era 40. E nao tenho corpo desproporcional nao. Quando perco esses 5kgs, estou felicissima comigo mesma. Mas 42 nao cabe em mim agora de jeito nenhum. 44 seria o ideal, mas so faltei enlouquecer porque notei que os 44 de agora sao os 42 de uns anos atras. Pensei que era tudo na minha cabeca, mas voce acabou de me confirmar esse encolhimento de numeros. Putz! Assim nao dar! Sai do Brasil frustrada nao somente com os comentarios de gente sem semancol, mas tambem os tamanhos das roupas. Ah, e os precos!
Otimo texto!
Denise depois que eu descobri que a calça jeans que eu tenho tamanho 10 (padrão americano) corresponde ao 42 daqui vou até tomar um sorvetinho pra comemorar,Hahaha! O meu numero é 44, e realmente foi um sacrifício encontrar uma calça 44 na M. Officer que me caisse bem, sem contar que todas elas hoje em dia tem a tal cintura baixa que só serve para deformar o corpo da gente. Agora isso que a Leila falou de mulher magrinha na praia, deve ser coisa do Rio mesmo, porque aqui no litoral de SP tem muita mulher “cheinha” na praia, e da última vez, eu confesso que estava até constrangida em usar um biquini, mas depois que vi outras cheinhas como eu, até que relaxei!
Mas aqui as pessoas são muitos cruéis mesmo com aquelas que estão fora do peso.
Bjs
Hehehe… obrigada, Soraia Zacarias! acho que quase todas nós, quando passamos dos 40 temos esse aumento de peso que pode ser pouco, mas com o encolhimento das roupas, no Brasil, parece ENORME… quem veste 42 não é gorda, de jeito nenhum! mas quando você percebe que nem o 42 cabe mais em você (por causa desses padrões exdrúxulos!) aí a angustia é grande, proque mesmo que a gente não se sinta tão mais gorda, é o que parece… enfim, uma tortura!! obrigada pelo seu ótimo comentário!
Vixe, nem me fala, Leila, praia é uma loucura… especialmente essas “descoladas”, é um culto ao corpo absurdo! e o mais engraçado é o que você falou… uns homens gordos, relaxados, de barriga de chop e ainda exigindo gatinhas saradas… francamente!!!
Dessa vez, também voltei ao Brasil mais magra, Vanessa, por causa da minha elíptica e até recebi uns elogios (preocupados, porque os familiares nem sabem o que podem ou não falar comigo sobre peso… hehehe…) mas fui engordando, à medida que consumia aquela listinha enorme de guloseimas pernambucanas e não me arrependi nem um tiqunho… estou gordinha e felicíssima por ter me empanturrado de tapioca e de volta à dieta e elíptica, mas tudo sem stress… mas, mesmo com quilinhos a menos, sei que meu tamanho ainda estava longe de se ter direito a uma calça comprida Zoomp… hehehe… quanto aos homens, realmente, os que interessam, não dão a mínima pra gordura, querem é mulher gostosa hehehe… mas os jovenzinhos estão sendo cada vez mais vítimas dessa loucura de culto ao corpo… mais uma vez, muito mais os meninos brasileiros que os americanos ou europeus… infelizmente… Beijões,
Hahahaha… Laurinha, nem me fale!!! eu também tenho um tio desses, velho e barrigudo que veio com esse papo de que eu “não podia engordar nem mais uma grama”, da vez anterior que fui ao Brasil… esse ano, minha mãe foi logo avisando, se falarem em peso comigo, vão ouvir… hehehe… mas não é o cúmulo??? eu não entendo o que passa na cabeça dessas pessoas! você e o Paul são lindos, vi as fotos! é um absurdo! agora, isso muito irrita, né? e cria uma tensão pré-viagem que a gente (como Vanessa aí acima!) até dieta faz pra voltar pro Brasil! francamente… que barra viver num país desses!
E olha, nem acho que as mulheres são tão mais magras por lá, não… depende da cidade e do bairro… um dia, sentei no Tacaruna (ali na pracinha) e fiquei olhando o povo passar, achando todo mundo lindo (e admirando a variedade de sapatos e sandálias altissimas hehehe), mas a maioria estava, sim, fora do peso, mesmo as mais jovenzinhas… Aqui nos EUA é igual, tem os lugares onde a obesidade é maior (tipo os Sul dos EUA), mas aqui em Washington, eu diria que é quase igual ao Brasil (ainda se vê mais super obesos, é verdade).
Enfim, adorei essa matéria do fantástico, porque ela mostrou que não é loucura da cabeça da gente, não, os tamanhos das roupas estão, comprovadamente, menores no Brasil…
Quanto a você ficar frustrada… esqueça, isso é loucura desse povo, achei você lindíssima naquela foto lá com a bandeira de Pernambuco
beijoca!
Hehehehe… fique ainda mais feliz, Marcinha, porque 10, na verdade, é 40, não é 42, não… 42 é 12…
e não é mais coerente??? no Brasil eu visto 44 e é uma tortura encontrar uma calça que entre direitinho e eu achava que era exagero meu! aqui, eu comprei uma calça Levi’s que ficou (pasme!!!) até folgadinha em mim… hehehe… fazia ANOS que eu não tinha uma calça “folgadinha” e ela tem a cintura um pouco baixa, mas como não é daquelas brasileiras que deixa os pelos púbicos à mostra, é apenas, levemente baixa, fica bonitinha… você nem imagina minha alegria com essa calça
beijoca!!!
O povo aqui vive fora do peso,mas criaram uma neurose que sai pra lá…eu tenho uma bunda do tamanho do Brasil e todo vez que vou comprar calça jeans é a mesma lenga-lenga…mas enfim um dia essa doença por ser magro beirando a anorexia vai passar, porque não tem quem possa achar bonito um corpo de uma mulher com 1,70 e 50kg…as pernas são o meu braço…curvas…nem pensar…tá doida! Prefiro fazer o modelo sou gostosa e tenho barriga, vai encarar?????? beijinhos.
No Brasil se vc nao tem um padrao de beleza que a sociedade impoe ou seja a midia vc esta excluida da sociedade.Precisa tem o corpo escultural porque ate pra vagas de empregos eles te avaliam nao por seu curriculum mais se vc tem uma cara bonita e se tem um corpo legal.As gordinhas sao chamada de baleia,saco de batata,bolhinha etc.Um dia li essa frase ridicula sobre mulheres gordas:Mulher gorda é que nem Ferrari…”.Quando sobe na balança vai de zero a cem em um segundo” – Isso pra me e falta de respeito para o ser humano.Uma mulher com o corpo mais avantajoso nao vai deixar de ser sexy pelos seus quilinhos a mais.Pra uma mulher ser sexy ela tem que se amar primeiro,se senti bonita e sensual.Tem que ter boa auto estima.”BELEZA É, ANTES DE TUDO UMA QUESTÃO DE PERSONALIDADE. QUANDO VOCÊ SE ASSUME E PASSA A VER SUAS DIFERENÇAS COMO PARTE DA SUA PERSONALIDADE, O MUNDO TAMBÉM OLHA DE UM JEITO DIFERENTE PARA VOCÊ”.
Dê,
Acho as curvas muito mais lindas, e não entendo essa loucura de querer parecer sacos de ossos.
Por isso, gostei do Estados Unidos. Achei um descanso poder ir pelas ruas sem me preocupar da minha aparência, e poder andar pelas praias sem morrer de vergonha por ter cinco quilôs a mais.
Foi nos Estados Unidos, que tomei essa consciência da pressão que pesava sobre mim na França (pressão que, dito de passagem, deve ser ridícula comparada à que a gente tem que aturar no Brasil).
O que Laurinha disse me fez rir, pois meu marido me amou quando era gordinha e me deixou (para uma outra gordinha)quando fui bem magra ! Ser magra não me trouxe nenhuma vantagem na vida. A minha mãe até me disse que parecia muito mais velha do que agora (tenho dez quilôs a mais).
Fiquei muito feliz este ano, pois temos um programa de TV chamado Star Academy e que recruta jovens que querem ser cantores. Este ano, havia uma menina bem gorda. A produção fez tudo para eliminá-la, mas o público votou nela cada vez, ela acabou por vencer. Vi nessa vitória a vingança dos milhares de mulheres normais, um pouco gordinhas, ou francamente gordas que ficam cansadas de ser humilhadas o ano todo pela vista dessas gatas magérrimas que povoam os programas de TV, o cinema,as revistas…
Beijos !
Olá Denise, eu prefiro mulher com um pouco mais de corpo do que estas que existem hoje em dia.
ps. postei uma flor para você como forma de mostrar que não existem só pulhas atuando na rede.
um abração.
Oi Denise,
A M E I esse post!!! Moro na Holanda há 5 anos e vou anualmente ao Brasil (estou indo dia 26/fev) Quando estou lá “canso” de ouvir dos familiares e amigos: “Nossa, como vc está gorda…e branca!!!” rs. Deixa estar…estou feliz assim: “gordinha (tam 42/44) e gostosa”, como diz o título do seu maravilhoso post.
beijos e felicidades SEMPRE!
Oi denise,
Eu tenho a sorte de odiar tudo que engorda,como doces, sorvetes, chocolates, tortas…E as coisas que amo como salgadinhos e pastéis não existem por aqui e o terror que tenho de cozinha faz com que eu não prepare, dai o resultado d’eu ser magrela e nunca ter problemas de peso. Mas realmente as lojas da Europa tem roupas lindas para pessoas de forma, tipo sexy e de bom gosto.
Quanto a Queen Latifah, eu a acho fantástica, super divertida e com um ótimo astral. Estou doida para que o filme “Last Holiday”, chegue por aqui mas com certeza terei de esperar até o verão para ve-lo.
Beijinhos Beth
engracado…pensei que era so eu que notei como os tamanhos no brasil mudaram!!! sempre usei de 34 a 36 no brasil e da ultima vez que fui la tive que me expremer numa calca 38!!!! mas como ninguem me falou nada pensei que era eu que tinha engordado mesmo, afinal ja nao tinha mais os 17 anos de quando sai do brasil. Mas comparando minhas calcas antigas..é o mesmo tamanho de uma 36! Que ideia…como se eles quisessem obrigar todo mundo a ter um corpo magerrimo e especialmente sem curvas pq como vc falou, quem tem quadril largo nao entra numa calca de cintura baixa tao facilmente. A unica coisa que gostei da mudanca de tamanhos foram os sapatos…nao sei se vc notou mas os tamanhos diminuiram!!! haha eu sempre calcei 38 e da ultima vez eu comprei um sapato 36/37 e me senti a verdadeira cinderela haha bjs!
Sou portuguesa e à pouco tempo vim ao teu blogue e gostei do que vi. Por isso deixo aqui os blogues onde escrevo, na esperança de que me faças uma visita:
http://insustentaveleveza.blogspot.com/
http://geracaorasca.blogspot.com/
Adorei esse post!
Concordo plenamente que não importa o corpo que se tem, todo mundo merece se sentir sexy, e para isso é imprescindivel que existam roupas grandes e bonitas no mercado.
Por ser magrinha, já fui recriminada ao falar do assunto. Mas gordinha ou não, acho uma falta de respeito que as pessoas não possam se vestir como querem.
Quanto ao mercado brasileiro ser burro pois afinal todos são consumidores em potencial, concordo plenamente.Mas pelo menos algumas marcas já estão apostando em público fora do peso, como a dove com a sua campanha “verão sem vergonha”.
É pouco, mas já é um começo!
Ah, querida, você tá falando por mim! Tou bem mais gordinha do que sempre fui, mas como não estar, depois de algumas gravidezes, amamentações, durezas e tudo o mais?
Mas é realmente um sacrificio encontrar lojas que me vejam como uma mulher interessante, mesmo com meus quilos a mais. As roupas lindas estão nas lojas erradas, aquelas que tem os provadores com espelhos crueis, me diz que espelhos são aqueles? são feitos de propósito…. e as vendedoras que te olham com um descaso, é impressionante.
Procuro blusas decotadas, as gordinhas tem colos lindos que precisam ser mostrados. Mas onde? existem lojas “pra tamanhos grandes”, cheias de roupas sintéticas, com aquelas estampas cafonas, ai meu santo!
A gente acaba acreditando que tá feia mesmo, assim não dá.
Tem uma hora que as gordinhas ficam invisíveis. Ninguem olha e quando olha não vê. Triste, triste.
Tenho me virado com o velho hábito da costureira, no Brasil tem umas muito competentes, e vou fazendo a minha moda.
Não tá fácil.
Beijo
Parabéns pelo post, até porque há um tempo eu discriminava as pessoas acima do peso. Sem lógica, até porque eu mesmo já tive 10 kilos a mais(o que não mudou em nada na minha vida, principalmente amorosa).
As fotos são linda e é verdade, no Brasil é bem pior do que nos EUA. E no Brasil ainda tem o lance da idade. Depois dos 25… Quando morava aí nos EUA nunca vi mulher alguma se queixando da idade ou do peso…
Sempre achei Queen Latifah linderrima!
Olha, me lembrei de uma coisa. Em mais de uma boutique do Tacaruna as roupas eram “Tamanho unico” Tamanho unico que cabiam na minha sobrinha de 17 anos, que tem aquele corpinho de adolescente fininha, sabe como eh?
Uma vendedora queria porque queria me fazer comprar um vestido que nem por caridade caberia neste meu corpinho rechonxudo. Olhei pra ela e disse, “minha filha voce nao esta vendo que este vestidinho minusculo nao cabe em mim?” Olha so o mico, ter que apontar isso pra ela eu mesma.
Ah, meu tamanho aqui oscila entre 10 e 12. Quando eu cheguei neste pais meu tamanho era 4! Confesso que sinto saudades!
Um dia, na minha vida, passei dos meus normais 50 kg, sem bunda e sem peito, para 63kg de pura coxa e bochecha e uma ínfima bundinha! Engordei por ansiedade de ter mudado de cidade, entrado na faculdade, deixado minha família longe, ou seja, ter mudado de vida. E ainda por cima, mudei de SP para MG, com todo o seu doce de leite, goiabada com queijo, tutu de feijão, pão de queijo(vício até hoje), e outras cositar mas.
Quando cheguei em casa, minha mãe ficou pasma, mas gostou do visual com a bundinha em anexo!!;)
Minha avó então, disse o seguinte: “Filhinha, como vc está linda! Tão roliça!!!!!!! hahahahaha.
Mas foi um saco comprar roupas novas, nada ficava bom e confortável. Depois de 8 meses, voltei ao meu normal. Acho que nasci para ser assim mesmo, sem peito e sem bunda. Mas dá para ser feliz assim também.
Liberdade a forma de se sentir feliz!
Minha irmã, Gláucia, que o diga. Um pouquinho acima do peso “normal”, não tá nem aí para a paçoca. Ela tem uma barriguinha “saliente”, que diz ser o charme dela, o que o marido Jay aprova e assina em baixo.
Liberdade em ser feliz! Respeito a individualidade.
E ponto final.
Beijos a todos.
Oi Denise,
adorei o post, muito importante. Eu tb estava tensa antes de chegar ao Brasil pq ganhei 12 kg vivendo na Alemanha. Infelizmente nao tenho a sorte de encontrar roupas que me sirvam lá por causa dos meus quadris. Os corpos das alemas sao bem retos e as calcas maiores nao rolam mesmo. Mas sabe, para surpresa minha, me senti muito mais bonita aqui no Rio! Fui paquerada, até na praia (mas claro que nao fui a um posto bem familia, com muitas mulheres bem recheadas!)! Me assustei quando as pessoas de muito tempo nao vistas me reconheceram (ridículo, né? Até parece que só porque estou gorda que virei outra pessoa). E agora to achando que esta cobranca é como vc disse, muito feminina. E da nossa vontade de “entrar” nas roupas da moda que voce tem toda razao estao desreipeitosamente pequenas. Por sorte agora tá rolando uma moda de vestidinhos e encontrei dois com decotes no busto para distrair a atencao! E estou me sentindo ótima! Acho que o que faz uma mulher sexy é a auto-confianca, vide a filha do Gilberto Gil.
Um beijo,
Paola
Adorei este post Denise,concordo com tudo que vc disse,também sinto essa pressão chata quando vou ao Brasil e enche muito o saco ouvir certas perguntinhas insinuantes em rela§ão ao meu peso,até minha mãe estava me irritando com um papo que ela tinha emagrecido e que antes estava gorda(minha mãe é magérrima…deve pesar uns 48)aí eu come§ei a fazer umas piadas para ela e então
ela se tocou,uma tia minha que eu não via há muitos anos também fez um comentário sobre meu peso bem chatinho,meu pai…parece que a gente esquece como as coisas são no Brasil quando mora longe… como eles super valorizam a beleza,o exterior,as capas de revista,as novelas,as Bruna Surfistinhas,os programas tipo superpop da vida(tinha uma propaganda de kit diet da Luciana Gimenez/ABSURDO!!só com sopas e barra de cereais salgado bléh)na grande maioria só mostram pessoas magrinhas e bonitas e garotoes sarados gente que não está neste padrão nem aparece ou faz papel de empregada.
E os comerciais com mulheres mostrando bundas/ seios/etc para vender desde cerveja até pneu…
Quanto as roupas já tinha percebido que eles diminuiram o tamanho,pois outro dia estava comparando o tamanho P daqui da Suécia com o do Brasil…o G da suécia é o P do Brasil um absurdo,não??
E uma vez na loja quando fui comprar uma cal§a jeans(quando minha filha tinha uns 9 meses) com um barrado de renda e não “achei” meu tamanho a vendedora gentilmente perguntou se eu não queria uma cal§a masculina?!?Como assim?!?
Apesar de tudo não me deixei abalar e quando estava muito calor usei meu shorts(curtissimos) ou mini saia(comprados na Suécia) e danem-se os linguarudos.
Adorei as fotos…Abaixo a ditadura da magreza!!
Menina, você leu o meu pensamento, ia voltar aqui só para comentar sobre a Queen Latifah, que acho LINDA!!!
Por aqui pela América Latina tem uma apresentadora de um programa sobre sexualidade feminina que é maravilhosamente linda e é bem gordinha. Para vc ter uma idéia, ela virou ícone de sexualidade, não só pelo rosto deslumbrante, mas pela maneira como lida com suas curvas, sempre mostrando o colo, por exemplo, com roupas sensuais e transparentes, além é claro do fato de falar sobre sexo. Até coloquei uma foto dela lá no blog um tempo atrás.
Mas, a pressão da família e dos vizinhos é grande mesmo. Para você ter uma idéia, logo que o Mateus nasceu, deveria estar com uns três meses, eu me encontrei com uma vizinha da minha mãe que me viu crescer e a mulher só conseguia falar sobre como eu tinha engordado. Não falou nada sobre o bebê fofo que estava no meu colo, falar a verdade acho que ela nem reparou. Enfim, não é mole.
Beijões,
Vanessa
PS: Hoje fui visitar a minha avó e ela, mesmo quase cega (!!!), sempre repara quando eu engordo ou emagreço (e comenta!). Hoje, me disse que estou com um corpo lindo, nem gordo, nem magro. No ponto. Pois é. No final das férias, depois de tanto pão-de-queijo, quero ver o que ela vai falar…
PS2: Ah, e sobre as calças jeans, a coisa é tão louca que minha mãe, com quase 1,70 e 63 quilos, comprou uma calça tamanho 46 dia desses, porque nenhuma outra servia nela. Isso é uma loucura!!!
esse post pra mim foi libertador. pensei que eu que era um saco cheio de velocípedes amarrado no meio, mas não, os tamanhos aqui no brasil é que são doidos mesmo. carrego quilinhos a mais desde que nasci e tenho que me vigiar constantemente pra não ganhar muito peso (já pesei 100kg!!) e ficar nos 65kg. já me odiei, já me “aceitei”, hoje me amo. assim mesmo, gordinha, cheia de curvinhas não necessariamente nos lugares certos.
)
aliás, super obrigada pelos links, denise. eu, como a BethS, mando fazer a maior parte das minhas roupas na costureira e já salvei um montão de modelos lindos, sexys, elegantérrimos pra futuros projetos
Sempre fui magrela e baixinha quando morava no Brasil. Seis anos atras quando vim residir aqui nos Estados Unidos, estava na Menopausa e os excesos de peso, a vida sedentaria(carro pra todos os lugares, frio demais ou quente demais pra andar), fui pegando um pezinho que nao estava no meu gibi. Resultado, meu tamanho agora é entre 10 e 12 e vou ficar por ai mesmo. Ainda bem que moro aqui e posso encontrar petit medio, petit large, petit extra large, sem problema.
Beijokas,
ME
Denise,
Realmente o Brasil está uma loucura !!! Vou confessar a vc , que sou vaidosa e me preocupo muito com o peso, mas fiquei muito frustrada em ver que as pessoas fora do padrão imposto pela sociedade simplesmente Não saem de casa. É difícil encontrar uma “gordinha”numa boite, esses lugares parecem ser exclusivos para gente magra !!! Vi bem menos mulheres na noite (boites, baladas) do via antigamente … a impressão que tenho é que existe uma auto-exclusão no Brasil…e olha que não tive essa impressão sozinha. Isso sem contar que os números de roupas no Brasil vem diminuindo … o número 40 de hoje é bem menor do que o número 40 dos anos 80 …seja na medida dos quadris ou da cintura.
No Brasil o gordo é mal visto em lugares onde só podem ser frequentados por magros e malhados …
Eu mesma que hoje peso 52 kg, quando fui ao Brasil o ano passado com 56 kg fui duramente criticada … é triste saber que um país é tão pobre em valores … e que a aparência se sobressai ao caráter !!! Me preocupo com a aparência sim !!! Mas para mim e não para os outros !!!
Seu post foi show !!!
Beijos
Ah, depois do comentário da Laurinha, lembrei que na minha ida ao Rio ano passado, ganhei duas blusas de aniversário da mesma loja. Minhas amigas, não sei por que, compraram tamanho P, que é para anoréxicas de 1,50m. Fui na tal loja trocar, e elas disseram que o tamanho maior era o M, nem G elas tinham! Detalhe que o M dessa loja devia equivaler ao 2, com muita boa vontade, o 4 americano. Needless to say, não consegui achar nada que ficasse menos que apertado em mim. Levei blusas M de volta e dei para minhas irmãs magricelas.
E os biquinis? Eu, que tenho pouco peito, tive que comprar um tamanho G, e ainda assim de vez em quando eu tinha que puxar para cima para não aparecer o bico. Não tenho muito quadril, minha bunda tem tamanho médio, e ainda assim o biquini G ficou certinho.
Jan, sabe o que eu acho ótimo? mesmo com toda pressão em cima da gente, no fundo, no fundo, temos orgulho das nossas bundas e peitos grandes, né, não? hehehe… tava percebendo isso nos comentários! como diria minha mãe, “Deus seja louvado”! ainda não conseguiram acabar com todo nosso bom senso e auto estima
só falta as indústrias da moda descobrirem que precisamos de roupas para as NOSSAS bundas! hehehe… beijoca!
É isso, Dani, somos umas “excluidas da sociedade”, como você disse! um absurdo, e ainda fazem piadinhas idiotas… como sempre, pior forma de preconceito é essa, travestida de “bom humor”… tsc, tsc, tsc… beijão!
Interessante você dizer isso, Horvallis, é exatamente como eu me sinto nos EUA – e também me sentia na Suécia – como se pudesse, finalmente, respirar… posos continuar me cuidando, malhando fazendo regime, mas porque EU quero, não por pressão externa… eu achava que, na França, a situação era mais como na Suécia, mas, hoje em dia, é difícil, mesmo um país onde a gente não tenha que se preocupar com peso… Adorei a história da gordinha do Star Academy!!! uhuhuh!!! é disso que precisamos! beijão!
Puxa, obrigada, Viscondi! vou lá dar uma olhada
um abração.
Liduina, isso parece aquele filme italiano “Parente é serpente” hehehehe… vocês precisam fazer como eu… aviso com antecedência que se ouvir um comentariozinho desagradável, levam fora na hora hehehe… aliás o “branca” também é usado como palavrão e eu sempre digo que me acho linda branquinha… hehehe…
Vixe, Beth, é sorte mesmo, eu me acabo num doce, daqueles beeeeeeeeeem doces, tipo torta, cheesecake… etc… eu não vi ainda o “Last Holiday”, mas acho a Latifah genial! beijoca!
Ah, Mi, não foi só você, não… acho que toda mulher pensa que engordou horrores porque as roupas não cabem mais em ninguém… absurdo! eu acho que é pior nas marcas famosas, tipo Zoopm, porque elas querem mesmo, afastar as gordinhas que estariam “sujando a imagem” da marca, entendeu? ridículo! por isso, gosto da Levi’s!
Olá, Sabine! vou visitar seu blog, sim, deixa comigo! um beijão e seja sempre benvinda!
Gente, tô caindo de sono, amanhã continuo comentando os comentários, OK?! podem continuar o bate-papo… me aguardem… beijocas!
Lendo isso me lembro de algo, comprar calça jeans pra mim é uma tortura, sou baixinha 1,54 e com quadrilzão e bundão.
Vou comprar calça a 38 serve na altura mas não entra nas coxas e quadril, a 40 fica boa, mas metade da calça tem que ser cortada, afe isso é tortura chinesa hehehe!
Queria ser 6cm mais alta hehehe!!!
Bjs
Meu problema é o contrário. Encontrar roupas pra baixinhas sem ser em lojas de criança. Eu sofro.
Oi Denise!
Há um tempo atrás comentei isto no meu blog. No Brasil as mulheres se deixam levar com muita facilidade pela pressão da mídia. Eu sei porque já fui uma delas. Nossa, como eu lutei para me encaixar (peso, cabelo, roupas) no que eu achava que era o “ideal”. Com certeza insegurança e baixa auto-estima contribuiram e muito para isto. Aos poucos fui mudando, mas foi só quando vim morar no exterior que consegui me desligar desta pressão que ninguém sabe direito da onde vem.
No Japão a pressão sobre as mulheres japonesas é muito grande. Elas devem ser magérrimas, queridinhas, jovens saltitantes (não consegui achar outro termo para kawai ou “cute”), i.e., bonequinhas como as dos anime. Apesar disto a pressão nelas parece vir de dentro delas mesmas e eu nunca me senti pressionada a aparentar algo. Aqui cada um se veste de um jeito, baratinho ou muito caro (o que aqui é comum), ninguém dá muita bola. Ai fui me acostumando a me vestir do jeito que eu me sentia melhor, sem me importar com os outros.
Nas férias no Brasil ouvi muito sobre lipo e silicone (coisas que já vem de anos). Até me deixei levar um pouquinho pelo entusiasmo e comentei com o meu marido. Ele, claro, ficou pasmo. Quer dizer que eu estava pensando em colocar a minha vida em risco para melhorar o peito ou tirar a barriga? Lógica de louco? Rapidinho voltei a colocar os pés na terra, eu fora plástica, porque quem me ama mais sou eu mesma!
P.S.: Já fui beeem “pesadinha”, mas daí aprendi a ter uma alimentação mais saudável. Depois do nascimento da minha 2a. filha cansei da minha pressão arterial subir, me deixando tonta e desanimada. Daí virei vegetariana, cortei gorduras e gostosuras como queijo e chocolate até atingir um peso mais saudável. Nas férias no Brasil cheguei aos 58 kg (viva! pude dizer ao meu médico que havia atingido o peso que ele tinha mandado). Chegando em casa (no Japão), a comidinha indiana caseira já me ajudou a engordar uns 3 kg!
enviei antes da hora. Então, no Brasil só existe um comprimento pra calças, aqui pelo menos eu encontro calça pro meu tamanho. Não gosto de comprar e ter que consertar, apertar, fazer bainha, um saco.
última vez. Esqueci de comentar que eu concordo nesse ponto sobre a pressão no Brasil pra ser um “palito” seja bem maior. Quando cheguei nos EUA ganhei peso e um brasileiro veio logo dizendo: você tá ficando gorda! Eu não ligo pra esses comentários mas a paranóia pra ser magra no Brasil não tem limites. Lembro de amigas que ficavam sem comer durante um dia inteiro só porque iam a praia. lamentável!
Oi Denise,
Esse post seu me levantou totalmente o astral. O meu tamanho tambem e 12 nos EUA. Como muitas das outras mulheres que passaram por aqui tambem ouco “puxa, como voce engordou quando vou ao Brasil”. A principio isso me incomodava mais mas agora nem tanto. Como diz a minha irma “gorda sim, porque nao”, ou “gorda, mas feliz.” Tenho muito orgulho de ter parido e amamentado dois filhos e te ter um corpo saudavel que me proporciona muito prazer. Alem do mais, agora que eu tenho mais idade eu aprendi a me aceitar muito mais e a apreciar o que tenho. Pode ate parecer piegas, mas nao e nao.
Eu tenho uma sogra (que na verdade e alema) que esta sempre se preocupando com o peso. Ela come como um passarinho e as vezes me passa a impressao que comer e um ato repugnante que ela infelizmente tem que cometer. Uma vez eu vi uma entrevista como uma cantora de opera italiana linda e cheinha que se chama Cecilia Bartolli. Ela estava falando de como ela adora comer. Para mim saborear a comida e uma experiencia sensual. Eu adoro sentir o cheiro da comida quando vou a um restaurante indiano, por exemplo. Minha boca se enche d’agua so de pensar. Para mim comer, especialmente em boa companhia, e um dos prazeres da vida.
Eu tambem adorei ler os comentarios. Como e triste as pessoas se isolarem por causa do seu peso. Tambem concordo com o que o que falaram que no Brasil essa expectativa toda e so com relacao as mulhere.
Outra coisa que me passou pela cabeca e que essa ditadura da magreza no Brazil e mais opressora agora. Nos anos 80 quando eu ainda morava la e tinha os meu 20 aninhos eu sempre me senti super gostosa com as minhas curvas. Eu acho que as coisas pioraram nesse sentido.
Nao faz muito tempo eu vi uma reportagem semelhante a do Fantastico aqui nos EUA, onde estavam falando dos tamanhos encolhendo. Mas, como voce falou, aqui pelos menos ha mais opcoes. By the way, adorei a expressao “democracia de tamanhos” e Queen Latifah e maravilhosa e super alto astral.
Enfim, esse assunto da pano pra manga…
Beijos,
Regina
Oi, Denise! Tudo bem? Aqui na Suécia essa obrigacão de estar com tudo no lugar, durinho e caber num 36 ou 38 também não existe. Apesar de sempre ter sido magra, às vezes, pinta uma barriguinha…e quando chego no Brasil tb sou submetida aos olhares controladores da galera hehehehe!
beijocas suecas,
Cacau
* Ah, lembra que vc ficou de escrever um post sobre hiperatividade? Falamos sobre o assunto durante aquele encontro de blogueiras em Estocolmo. Caso já tenha saído e eu tenha perdido, me dá um toque?
Denise, querida.
A Kalindi sentiu esta diferença, depois de ficar 3 anos sem vir ao Brasil, e qdo. foi comprar uma calça jeans…ficou impressionada, com os minúsculos tamanhos e todas muito baixas.
Ela e eu fomos muito cobradas, pela família e amigos, como engordamos nos Estados Unidos.
Ninguem imagina que tem que ter é muita coragem pra sair de um lugar em que tínhamos tudo e ir atrás de um sonho.
Mas este preço é alto, pq, estamos em outra cultura e no nosso caso, na época bem desamparadas.
Ah…qto. a música, mesmo no meu blog, ela não abre toda….uma pena.
Beijocas!
Eu acho que o mais importante de tudo é ter saúde (física e mental). Realmente essa imposição pelo “corpo 38″ aqui no Brasil é massacrante. Eu também fiquei passada com aquela matéria do Fantástico. O cara falou assim “é que a mulher brasileira na década de 70 não era tão esguia”! Lógico, eles reduzem o tamanho da calça, bombardeiam a mídia com imagens de corpos irreais e depois só resta às mulheres com a auto-estima lá embaixo ficarem “esguias”, ou melhor, anoréxicas. As pessoas sempre se espantam quando eu, que sou magra mas tenho o quadril largo, digo que uso 42 mas eu não tô nem aí. Como eu disse no começo: o importante é ter saúde.
Também temos o outro lado da moeda, gente.
Sou bem magra, e não acho roupas, por incrível que pareca. Explico:
temos uam padrão surreal de ser magra, mas SER ALTA E TER PEITOS, o que em geral é incongruente com as magrinhas normais, só Giseles são assim.
Então posso até entrar na roupa, mas fica grande no comprimento e folgada no busto, SEMPRE!
Isso é injusto, já que magrinhas em geral só tem peitos grandes se nasceram assim (raríssimo) ou botam silicone, o que defintivamente não pretendo!
Se vale a pena deixar meu protesto, digo: não basta ser magra, tem que ser SURREAL!
Se compro alguma coisa, nunca tenho o prazer de usar logo, porque tenho que ajustar comprimento e largura do busto.
Isso não é justo.
Denise,
Não faz muito escrevi um post sobre isso. É que fui comnprar um biquini novo pra mim (eu só tinha um, tipo sunguete, que eu adoro mas que o Ornito acha grande demais… hehe) e fiquei horrorizada com o tamanho das peças. Eu sou magra, mesmo. Uso 38/40. Mas tenho ossos grandes, quadril e coxas grossas. E não me sinto nem um pouco confortável com um mini-biquini na praia, não gosto de ficar me preocupando se a peça tá no lugar ou não. E eu não achava uma loja sequer que tivessem peças confortáveis! E quando encontrei, óbvio, os biquinis custavam uma fortuna (fortuna essa que fui obrigada a pagar, já que nesse calorão que tem feito aqui não dá pra evitar praia e piscina).
Isso me deixa muito irritada também. Difícilmente encontro roupas que caem bem em mim, a não ser os vestidos, que não precisam ficar tão justos, o que facilita muito. Mas calça, por exemplo, é uma coisa que eu tenho muita dificuldade de comprar por ter cintura fina e quadril largo. Agora, por aqui, todas as roupas são feitas pra mulher tábua, sem perna, sem bunda – mesmo os tamanhos grandes.
Fico feliz de saber que eles estão querendo padronizar as medidas… quem sabe eles finalmente entendam que a grande maioria das brasileiras prefere o conforto à moda.
Bjo.
Pqp ! Tô começando a ficar com medo de botar os pés no Brasil ! (rimou). Eu nunca fui magra, nunca fui gorda, mas sempre fui recheada digamos. Estou dez quilos mais gorda de quando cheguei aqui ha sete anos atras. Este ano estou decidida a perder. Mas sinceramente nunca nenhum homem deixou de ficar comigo por causa das minhas gorduras e o tipo de cara que eu gostava nao fazia o estilo « acadimia ». Aqui no Québec eu nao sinto nenhuma pressao pra emagrecer, as gurias sao todas cheinhas, embora sejam bem mais altas que eu. Todo mundo mostra as banhas sem problema. Cada vez que eu reclamo que tô gorda nao falta colega pra dizer que eu nao sou gorda ha ha ha. Quanto às roupas o meu problema é que tenho muita bunda, nao espalhada pros lados, mas pra tras, estilo afro. Aqui a vantagem é que eu posso comprar tamanho petit, para pessoas baixinhas, e nem preciso fazer a barra das calças. Enfim, no sul eu acho que a pressao é menor, porque no inverno todo mundo engorda, nao tem praia em Porto Alegre, para minha sorte rs. Beijocas.
A natureza, a historia, a cultura através de séculos, cultuou a figura feminina que é mãe, geradora, o núcleo primordial da vida. Essa figura sempre foi generosa, assim como a natureza nos é. Agora que estamos destruindo a natureza, destroi-se também o seu simbolo mais bonito. Que especie de animal somos nos? Isso nao é uma questao de gosto. Na verdade exprime a falta de sentido de tudo o que se conseguiu com o excesso de cultura. Bem, nao vou pensar mais nisso.
Outra coisa, nao consigo acentuar os “os” e nem os “es” no teu blog. Os meus “os” e “es” estão sem acento. Para faze-los eu digito alt0243 ou alt0234 e quando o faço, o cursor salta para uma linha de comentarios, fora da caixa. Quero deixar claro, que meus “os e “es” os acentuarei se fosse possível. Voce pode me ajudar Denise?
Certíssimas vcs todas Leila, beth, denise, claro.
E calça que não seja lá embaixo? não tem mais, só estas horríveis que a Beth falou, um horror.
“o capitalismo brasileiro não é só selvagem, não… é burro, também!”
Excelente!
Uma verdadeira loucura o que a industria em torno da beleza tem conseguido fazer, principalmente com as mulheres.Conseguem nos escravizar de modo que nem ao menos nos questionamos o porque de tudo isso,qual é o verdadeiro propósito de tantos absurdos.Estamos o tempo todo tentando alcançar padrões impostos na tentativa de sermos aceitas pela sociedade,do contrário somos excluidas.Infelizmente, a Ditadura do Culto ao Corpo,como costumo chamar, impera no Brasil de forma massacrante e ao meu ver remete a outra questão que é a de genero(mas esta já é outra historia).Moro em Portugal e aqui a pressão é bem menor.Grande pena o que deixamos que façam conosco e muito louvável atitudes que procuram argumentar e modificar tal situação.
Olá Denise!
Em primeiro quero lhe parabenizar por esse blog maravilhoso,seus posts são sempre mto bem elaborados e me dá uma sensação de estar aprendendo algo todos os dias.
Sou de Fortaleza + moro em Portugal e nesse iníco do ano estive no Brasil c meu marido e sofri…Você tem razão os números realmente diminuíram pois minha mãe vende roupas lindas,maravilhosas da moda mas ñ me atrevo a pensar em experimentá-las(impossível)Vale ressaltar q os cortes de uma calça jeans por exemplo já ñ tem um paninho a + p um bumbum redondo ou um quadril,é tudo mto reto!O q na verdade ñ é o referencial p o corpo de uma brasileira.Mas qdo vou reclamar q minha mãe só vende tamanhos pequenos ela me responde:Tenho sempre P-M-G mas sempre sobra o G,e nunca me falta clientes!Agora imagina vc o tamanho desse G q ñ cabe em mim q peso 60kg!Mas a verdade seja dita aqui em Portugal ñ tá longe do Brasil,talvez por influências das novelas…Penso eu!
Bjs e até a próxima
Denise, e o que eh que vc faz quando, como no meu caso, a mae eh a primeira a criticar – duramente – o peso?
Isso me desespera!
E ela ainda diz que esta falando “para o meu bem”, “para me orientar”.
Como dar um fora na minha mae?
…São cobranças de todos os lados. Nesta época do ano então, dá vontade de sumir do mapa… mas como isso não é possivel vamos tentando dar jeitos inacreditáveis (e torturantes) de esconder um pneuzinho aqui e outro ali. E é claro que tem sempre alguem o olhando e comentando e parece mesmo que temos uma voz gritando “gorda” cada vez que vc precisa mudar de roupa ou sente calor de tão tapada! Sempre fui escrava de remédios, fórmulas, crendices, ginástica… para emagrecer. Oscilei meu peso a juventude inteira e ao final arrumei pra mim mesma um grande problema que prefiro não citar. Atualmente estou fora do peso de inclusão social (rsrsrsrs), triste, mas consciente de que loucuras como aquelas não valem a pena.
Oi, Denise!
Nao tive tempo de ler todos os comentarios, desculpe se estiver me repetindo…
Vc citou a Queen Latifah, eu te dou outro exemplo ainda mais contundente do quanto uma mulher “de verdade” pode ser poderosa: Marilyn Monroe. Diz a lenda que o manequim dela era entre 44 e 46… E mole?
Me pergunto se, hoje em dia, ela seria uma daquelas mulheres que ditam moda quebrando os padroes (talvez ela tivesse ate ditado um padrao diferente do das heroin-chic!), ou se ela seria apenas ignorada…
Beijinhos!
Denise é difícil mesmo…até eu que me acho magra, quer dizer falsa magra, pois tenho coxa grossa, quadril grande e cintura fina…
“o capitalismo brasileiro não é só selvagem, não… é burro, também!”
Excelente!
Estranho é que, como homem, achava que o problema de anorexia era mais forte aqui nos EUA do que no Brasil. Mas parece que estava errado pelo que vejo.
Sempre me pareceu que no Rio era possível ver mulheres mais recheadas, especialmente no tocante à parte inferior do corpo. Nos EUA se vêem muitas gordinhas também, mas me parecia que, mais do que recheadas, muitas (e muitos) estavam mais pra obesidade mórbida. Será que uma coisa é o que se vê na praia e outra na rua, como foi mencionado acima?
Também sempre estranhei que muitas estrangeiras que iam ao Brasil voltavam loucas pelos jeans e lingerie que diziam ser melhores para mulheres com mais curvas. Bem, muitas eram européias, então talvez não se aplique aos EUA.
Enfim, nem sabia o quanto estava errado. Mas será que a mídia americana não faz tanta pressão quanto a brasileira, em termos de imagens distorcidas do que é ser sexy? Eu sempre fui um grande fã das mulheres curváceas. Gostaria que as antigas pin-ups voltassem à moda, derrubando esse modelo de beleza tipo Olívia Palito que Hollywood tem.
[]s
Eu vi um documentário no qual havia um concurso de beleza realizado na praia de Copacabana há cerca de oitenta anos, todas as belas candidatas eram gordas e tinham celulite.
A questão não é as pessoas serem obrigadas a serem magras ou gordas, o problema é existir um padrão de beleza definido pelo “mundo da moda” e que o mesmo seja impositivo. E as baixinhas, as altonas, as… diferentes do padrão estabelecido? Qual é mesmo a cor da beleza?
A ditadura do pensamento único, da estética única, da fé única, em um mundo rico em diferenças?
Somos e precisamos ser diferentes, sem sermos desiguais.
Depois de ver estas mulheres lindas…percebi que tudo é uma questão de preconceito…de estarmos com a mente, e os olhos, padronizados…de associarmos ser gordo ou gorda à coisas ruins.
Porque a palavra gordo/a já vem carregada de uma séria de simbolismos negativos (preguiça, falta de cuidado pessoal, feiura, etc.), já a palavra magro/a, que é simplesmente a qualidade inversa, passou a ser elogio.
Agora um coisa é fato, as propagandas no Brasil são cruéis…
Beijooooooos
Ah Denise, vc. tem razão, esse negócio de numeração de roupas é um inferno, vou do 40 ao 44 de uma loja pra outra..rs…mas vc. viu a manequim que eles usam pra tirar as medidas?
sou fã da Queen Latifah também…beijos
Teste…
Olá Denise.
Olha menina,tenho uma admiração muito grande por voce. Sua espontaneidade e a sua maneira simples de enxergar a vida, é uma coisa fantástica.
Parabéns pela pessoa MARAVILHOSA que voce é!
Beijos…e, sou sua fã,viu?
Olá Denise.
Olha menina,tenho uma admiração muito grande por voce. Sua espontaneidade e a sua maneira simples de enxergar a vida, é uma coisa fantástica.
Parabéns pela pessoa MARAVILHOSA que voce é!
Beijos…e, sou sua fã,viu?
Olá Denise.
Olha menina,tenho uma admiração muito grande por voce. Sua espontaneidade e a sua maneira simples de enxergar a vida, é uma coisa fantástica.
Parabéns pela pessoa MARAVILHOSA que voce é!
Beijos…e, sou sua fã,viu?
Putz, De, mais uma vez vc acertou em cheio. Sempre que vou ao Brasil sinto a mesma pressao antes de ir. Comeco avisando os amigos que to acima do peso, etc. Dessa vez até malhei um pouco mais alem da conta, pra poder dar uma “secada” básica antes de chegar la. Claro que uma vez la, nem pensei mais nisso, e me diverti horrores- graças a deus – mas antes de ir fiquei meio encanada mesmo.
AMO a Queen Latifah, também. Ela só abre a boca pra falar coisas positivas, fortes, alto-astral. Ela é totalmente do bem.
E eu tambem odeio comprar roupa- mas no meu caso, em qualquer lugar domundo. É um tipo de fobia mesmo. Compro quase tudo online. “Go shopping”me deprime. Meu marido diz que eu sou a única mulher no mundo que odeia fazer compras. A não ser que sejam livros e CDs- aí eu vou ao delírio, he!
Eu visto 36…e ainda assim tem umas roupas 36 que ficam largas! Daí tenho que ir na famigerada M.Officer e comprar uma calça 34! E não sou anoréxica…como o tempo todo, de tudo e não engordo. Já tentei de tudo. Minha última tentativa foram as garrafadas vendidas no “Ver o Peso” em Belém. Não funcionou…
Sofro preconceito pq tenho corpo de criança. E não é difícil alguém que não me vê há tempos gritar qdo me encontra: “Alline, vc está tão magrinha!” Como sou tolerância zero, respondo logo: E eu já fui gorda algum dia? Então pq a cara de espanto…
Cada um com seu cada qual, né não?! hehehe.
Beijos!
Denise, uma das minhas primeiras musas foi a Fafá de Belém…
também gosto da Kate Winslet…
mulher é bonita nos detalhes. a única coisa que pega é que as gordinhas não têm saboneteiras!!!!
Denise!
Amei seu post pois me identifico com ele do inicio ao fim.
Eu sou brasileira, moro no Brasil, tenho 22 anos e sei bem como é essa pressão por não vestir 38. Desde que me entendo por gente sou gordinha e apesar de todos os meus esforços sempre vesti 42/44 e no ápice 46.. rs..
Sofro pressão de todos os lados: família, amigos, colegas de trabalho, até meu gerente veio conversar comigo pedindo para eu fazer dieta, afinal eu estou gorda!
Desde sempre ouço isso e vivo fazendo dieta, já tive até mesmo momentos de bulimia.
É complicado ver todas as suas amigas magérrimas, sendo padrão e eu sendo baixinha, gordinha, tendo cabelo “duro”(rs…), nariz de “batata”… Sendo uma beleza “exótica” que apenas alguns conseguem ver(ouvi isso de um amigo certa vez…)
Depois desse desabafo, quero dizer que ainda assim me acho linda, maravilhosa e esses bobões mais jovens que só querem meninas “saradas” estão é perdendo todas as minhas lindas curvas… rs…
Beijocas pra vc!!!
oi, fernando!
)) e se somos magras como umas ou curvílínes como outras, temos peitos maiores em corpos magros, bundas menores em corpos cheinhos, tudo diferente de como manda o “figurino”.
) abraços, querido!
sem querer destruir seus sonhos, mas já destruindo (como diria um famoso apresentador de talk show brasileiro), a questão é que – na minha opinião – a beleza não obedece ao padrão olívia palito nem às pin ups americanas. nós, mulheres, de maneira absolutamente geral, somos normais. cheias de defeitos, celulites, estrias, rugas… nem sempre temos aquela cintura de pilão das pin-ups, com peitos e quadris absolutamente impecáveis, nem sempre somos magras como a gisele bündchen. e somos absolutamente deliciosas
tenho a impressão que a discussão aqui é sobre a valorização da mulher gordinha – na qual eu me incluo – da magrinha, da quadradinha, e não das sexys pin ups americanas cheias de curvas e cinturas e peitos ou das top models… e acredito também que você nos valorize a nós todas: gordinhas, magrinhas, quadradinhas, perinhas, triângulos invertidos.. mas aí é outra história
Achei engracado em ler esse post,porque lembrei da ultima vez que estive no Brasil e tinha emagrecido antes de ir,a proposito nao foi dieta,so correria mesmo,estava me sentindo superbem com meus 61 quilos aqui no Canada,mas chegando la me senti fora de forma comparada ao pessoal.
Acho sim,que os brasileiros falam muito de corpo,dieta e sao fissurados pela forma e tal.Mas as coisas tbm estao mudando por aqui,tipo quando vim pra ca a primeira vez ha quase dez anos atras,vc via muito mais obesos,as roupas eram mais jequinhas,era comum ver pessoas andando com modelos de decadas atras,o que nao acontece hoje.O pessoal daqui se arruma mais ,se cuida mais,as roupas daqui sao tao ou mais bonitas do que as do Brasil.Entao esta havendo mudancas sim.E essa coisa de valorizar as gordinhas tambem e uma coisa relativamente nova,e que temos que admitir que foi criada pela pressao do proprio consumidor norte-americano que em sua grande parte e considerado obeso.
E claro ,que e otimo ver todo tipo de beleza,de todas as formas e cores serem valorizadas,mas acho que tudo e controlado pela midia,que por sua vez e controlada por grandes grupos empresariais,tudo visando lucros,infelizmente.
Ainda assim e bom ver mulheres fora do “padrao” sendo mostradas de forma positiva e sexy.
Sinto tambem que por morar longe,estar longe da familia e amigos,e estar numa sociedade que valoriza menos o corpo extremamente magro e sarado,valorizo,realmente muito mais o que vem de dentro,do que a aparencia.E tipo quando voltamos para o Brasil ,cheia de saudades e tal e pessoas batem na mesma tecla,pensamos:”Po nao tem coisa mais interessante pra falar,chega dessa superficialidade!”
Podia falar mais ,mas esse comentario vai ficar enorme….Denise vc ja viu um documentario chamado “Searching Debra Winger”?So curiosidade..Beijao!!
Gosto não se discute.
Mas eu prefiro as mulheres magras.
As gordinhas que me desculpem, ms vejam as fotos do post e reparem que nao sao nada bonitas.
E os comentários mesmo provam isso, a grande maioria preocupadas com o excesso de peso.
Alem do que, temos de considerar o principal, que é a saude, muito prejudicada com o excesso de peso.
Viva as geração saúde.
Acho que você tocou realmente num ponto que é comum a praticamente todas as brasileiras morando fora. E dói bastante quando você tem a impressão que até mesmo as pessoas que você mais ama estão mais preocupadas com o seu “”"excesso “”" de peso do que com a sua saúde, felicidade, etc …
Mas uma coisa que sempre me chamou a atenção neste assunto e que sempre me deixou com a pulga atras da orelha é este papo de que homem “prefere ter onde pegar”, “os homens preferem as roliças” etc … Eu moro na França e percebo bem claramente que quando os homens franceses falam que preferem as “cheinhas” eles estão se referindo a mulheres “normais” como por exemplo a atriz Monica Bellucci ou a modelo Laetitia Casta. Ou seja, “as cheinhas” que eles gostam não tem nenhum excesso de peso, elas simplesmente são mulheres que tem peito grande, e certas curvas na “medida certa” e nos “lugares certos” (coloco tudo isso entre aspas porque obviamente o conceito de “certo” e “normal” varia bastante). Acho que o equivalente brasileiro para estas mulheres seria a Cicarelli por exemplo, que não é magérrima mas tem um corpo bem sarado. Alias numa interessante pesquisa que foi feita ha alguns anos pelo jornal O Globo se eu não me engano, perguntaram para as mulheres qual o corpo ideal para elas e a mesma pegunta foi feita para os homens (em relação ao corpo das mulheres). O resultado foi: as mulheres querem ter o corpo de Gisele e os homens querem ter Cicarelli na cama deles.
Ou seja, sem querer botar lenha na fogueira, não sei se é um problema de semântica ou de hipocrisia mesmo, mas este papo de que os homens preferem ter onde pegar, que os homens não gostam de mulher tábua, acho que é verdade mas somente até um certo ponto. E claro, tudo depende do homem, ainda bem !
Realmente, essa ditadura da mulher esquálido-bulímica não é mole não. Aqui no Brasil é um saco. Nas vitrines, a gente só vê aquelas roupas que só ficam bem em quem faz o tipo tábua total, um absurdo… ô, como cansa isso!
Denise, você tocou num ponto que tem me chamado a atenção: como somos vistas aqui em comparação com o Brasil. Aqui o corpo não parece ser tão extremamente valorizado. Nem mesmo a juventude. V. vê, no verão, as pessoas nos parques, aquelas barrigas azuis, sobrando no short, ninguém tá nem aí, estão lá para tomar sol, e pronto. Nem os homens ficam naquele sufoco olhando. A experiência que tenho tido aqui nesse ponto é das melhores. Nunca me senti tão respeitada e valorizada. No Brasil, tinha decidido ficar sozinha, pq realmente nao havia nada, nada que valesse um por cento a pena. Estava feliz e bem resolvida, filhos criados,independente, dois ex-casamentos! Tudo beleza. Mas aqui, acabei sendo levada a mudar de idéia.
Com o tempo nós mulheres vamos aprender a nos aceitar como somos, a nos respeitar e valorizar mais. Tomara que sim.
Sou absolutamente louco por gordinhas gostosas !!
Morra Gisele Bunchen !
Querida Denise:MARAVILHOSAS suas colocações!!!
Sou tamanho 48 e só Deus,ele em pessoa sabe da “dor e delícia de ser o que sou” rsrsr.Achar roupas por aqui tem sido um calvário mas lingeries já nem tanto.Achei uma loja em São Paulo Capital que foi feita para as “gostosas de plantão”.Se chama Rechonchée e só pelo nome dá vontade de conhecer de tão fofa que é. Lá vc encontra corpetes,espartilhos tipo esses que ilustram a matéria acima, lindíssimos, até para noivas e que vão do 46 ao 52. As lingeries têm de bojo e de tule , parece até que estamos em algum outro país que não este Brasil que segrega suas gordinhas pq não fazem um estilo anoréxicas.Vão do 46 ao 60 assim como camisolas e maiôs (nesse clima de verão senegalês nada melhor do que encontrar biquinis!!!)Dê uma passada no site, tenho certeza que vc vai gostar, eu…bem, me deliciei!!!!www.rechonchee.com.br
Beijos e continue escrevendo dessa maneira deliciosa!!!
Oi, Bibiana! o ponto do post é exatamente esse, independente do peso todas temos direito ao acesso a roupinhas sexies e bonitas!
beijão!
Claro, BethS! a vida vai seguindo, as fases vão mudando e nem sempre o corpo se mantém sempre na sua melhor forma, até porque temos outras coisas mais importantes pra pensar naquele momento, como parir, ter filhos, cuidar do companheiro… e não temos que ser “punidas” por isso, não! continuamos pagando pelas roupinhas, então devíamos ter direito a comprar coisas que nos façam sentir bonitas e interessantes em todas fases da vida, né? igual a você também acho que decotes ficam lindos nas gordinhas! e acho que todas deviam abusar dos decotes, mas difícil é achar o que comprar decotado e sexy a partir de 44! você tem razão, as boas costureiras são a melhor opção!
beijocas!!!
Interessante, Trash, o que você disse, realmente as própria smulheres são as primeiras a descriminar as gordinhas, especialmente quando estão bem saradas, né? e tem, sim, o lance da idade, envelhecer é como um pecado mortal, no Brasil!
Laurinha a historia do “tamanho único” é absurdo, mesmo!!! tamanho único pra 12 anos de idade!!! hehehe… agora, queria ver a cara da vendedora com o fora que você deu, as coitadas não têm “senso” mesmo! hehehehe… agora, tamanho 4 eu nunca usei na vida!!! sempre fui grande, de ossatura larga, eu era uma adolescente com o corpinho legal, mas não era magra, sempre fiz o estilo “gostosa”, antes uma magrinha gostosinha, agora uma gordinha gostosinha hehehehe…
Flavia Nogueira, nem me fala de goiabada com queijo, passei o dia comendo isso ontem, minha dieta já foi! achei goiabada num mercadinho brasileiro, aqui, e fiz a festa! e olha, dá pra ser feliz de todas as fotmas, com bunda, sem bunda, com peito, sem peito… o negócio é a gente não se deixar levar por esses padrões cruéis! seu marido adora do jeitinho que você é, né? e a vovó é uma sábia
beijoca!
Que ótimo, Paola! realmente, calças compridas, em alguns lugares, fora do Brasil, podem ser difíceis de comprar, especialmente se você quiser algo bem marcado, por carsa do nosso corpo violão… mas, mesmo no Brasil, tenho percebido que as calças são muito retas, porque são feitas pra ser usadas muito abaixo da cintura… daqui a pouco não se acha mais calças “normais” em lugar nenhum… e gostei do “desreipeitosamente pequenas”… é verdade, roupas para crianças! beijoca!
Eu tinha uma “amiga” que era linda de corpo, e vivia dizendo que e nunca ia arrumar namorado ou ter amigos porque era gordinha e tinha cabelo ondulado, me sentia a ultima das crianças. O povo só pensa em corpo perfeito desde pequena, é como se fosse um chip que colocassem em suas cabeças. Mas hoje ela é uma magrela sem sal, e eu continuo cheinha com um namorado que me ama do jeito que sou. Eu adorei as fotos. Bom final de semana.
Denise,
cheguei aqui através do blog da Evel e tenho que dizer que adorei a maneira como você escreve!
Quero comentar sobre as lojas de tamanho grande…até 2 anos atrás eu nem sabia que lojas tamanho plus existiam. Conheci, e comecei a consumir…comentava ainda no final de semana passado, com a minha irmã, que tenho notado um aumento em lojas de roupas com tamanhos grandes…principalmente lojas populares…mas aumentou o número daquelas roupas sintéticas, sabe? Que pode ser o inverno que for e a gente sua e fica cheirando mal.
Porém, em São Paulo, quem conhece a José Paulino ou Santana, já há lojas que investem mais na moda GG e que tem corte/tecido melhores. Há também uma loja de lingerie especial para gordinhas, que fica em Pinheiros. Eu mesma tenho algumas coisas de lá…chama-se Rechonché. E falo..as coisas são mesmo uma graça….
Sei que ainda é muito pouco..mas são as minhas dicas para quem está em São Paulo. Quem sabe se começarmos a exigir e divulgar mais as que já existem, a concorrência vai notar que está perdendo vendas, né?
Beijos e voltarei sempre.
Ha tempos atras postei uma reportagem sobre isso, sobre o famoso manequim 42/44 das calcas jeans no Brasil. Um horror.
44 simplesmente nao existe. Eh como se a mulher 44 fosse obesa, imensa, gigante e feia. Se olhar em volta no Rio de Janeiro eh o numero que mais se ve. Da uma volta pelos shoppings. O que vc ve, alem das adolescentes? Mulheres’normais’ com manequins 42,44. Por que entao nao se encontra roupas com esses numeros? Aqui eh uma beleza. Eu entro nas lojas, tenho quase um problema: nao poder levar tudo…hehe
No Brasil? agora compro so sapatos e acessorios de couro. As vezes blusas. E olhe la.
Jeans comprei mas de lycra. O resto? Compro aqui. Muito melhor e de qualidade. Sem contar que, na liquidacao de janeiro compro tudo de frio que se usa quase o ano todo. E em agosto? Roupa de verao.
Bjs e bom findi!
como foi na clínica, denise? deu tudo certo?
Mais uma vez acho que seu post foi feito pra mim!!!!Estou voltando semana que vem pro Brasil e estive durante uns dois dias pensando com que roupa deveria viajar para chegar com ” jeito de mais magra”!Estou até rindo de mim mesma! Quer saber? Vou ter que encarar uma maratona de quase 24 horas para chegar, com três crianças, sozinha!! Deixa pra lá os comentários, eu vou mesmo é de calça largona e tênis…bem confortável! Beijos
Mais uma vez acho que seu post foi feito pra mim!!!!Estou voltando semana que vem pro Brasil e estive durante uns dois dias pensando com que roupa deveria viajar para chegar com ” jeito de mais magra”!Estou até rindo de mim mesma! Quer saber? Vou ter que encarar uma maratona de quase 24 horas para chegar, com três crianças, sozinha!! Deixa pra lá os comentários, eu vou mesmo é de calça largona e tênis…bem confortável! Beijos
Mais uma vez acho que seu post foi feito pra mim!!!!Estou voltando semana que vem pro Brasil e estive durante uns dois dias pensando com que roupa deveria viajar para chegar com ” jeito de mais magra”!Estou até rindo de mim mesma! Quer saber? Vou ter que encarar uma maratona de quase 24 horas para chegar, com três crianças, sozinha!! Deixa pra lá os comentários, eu vou mesmo é de calça largona e tênis…bem confortável! Beijos
Anita, pra mim as pin-ups são apenas um exemplo de mulheres não-magras que acho mais interessante do que essa bulimia-chic em geral. Não quer dizer que goste apenas disso. Se vc reparar bem nos links da Denise, vai ver várias modelos com um jeito mais pra pin-up do que pra gordinha. Os próprios modelitos “policial” e “enfermeira” atendem à esse estilo. Eu me referia talvez à um pin-up mais democrático, sou totalmente à favor das mulheres fora dos padrões midiáticos de beleza. Eu discrimino em relação à uma coisa: gosto de mulheres interessantes. Meu questionamento é mais em relação à postura Brasil-EUA neste tema. Quando estive no Rio recentemente, fui à praia com minha mulher americana e ela achou notável os tipos diferentes de mulheres que havia, incluindo aí uma menina gordinha com seu namorado sarado. Eu também seria considerado “fora do padrão” se fosse nos points hype da praia de Ipanema. Não me interessa estar no padrão, faço meu próprio point.
Abraços!
ops! Mandei três vezes! Desculpa!
Denise, realmente é difícil morar aqui. Eu não posso ser considerada gorda, mas tenho perna grossa (bem grossa), bastante quadril e bunda e tenho bastante cintura também, por isso, é praticamente impossível achar calça jeans para mim. A única loja em que me acerto pra calça jeans é a Lee que faz umas calças menos anoréxicas, mas o meu tamanho lá é 40.
Tem uma loja aqui, a Sexxes, que eu ODEIO. As roupas de lá são para anoréxicas magérrimas. Lembro que uma vez entrei lá e pedi uma calça 40. A calça parou no quadril e não subia mais, aí pedi uma 42 e sabe o que a vendedora me disse com a maior cara de desdém???? Ela falou: “só trabalhamos até o número 40″!! Como pode isso?!?! Eles começam com que número??? 36 ??? Só numeração infantil??? Fiquei muito brava!!!
E a cada dia que passa as formas das calças diminuem no tamanho mas não na numeração. Um absurdo!
uma frase q funciona bem em lojas assim e que eu uso mto:
“- Aqui tem roupa pra adultos ou só teen?”
Oi Denise,
Agora que provei do mel, não largo mais.
Adorei seu post.
Sempre fiu gordinha. Iô-iô diet era muinha vida. Assim como as dietas, privações. Até que desencanei. Ai minha amiga, o ponteiro foi ao céu. Foram 10 anos assim. Mas por questões de saúde, há 5 meses, fiz a cirurgia de redução de estômago. Já emagreci quase 30 kg e estou super feliz. Mas isso não significa que entrarei no perfil “das de peso ideal” que o Brasil tanto cultua, e nem pretendo. Gosto de comer bem, de ser fofinha,(como diz minha namorada: ter carne e conteúdo para se pegar). É incrível como não existem opções para nós meninas sensuais e sex´s comprármos umas roupinhas legais. Sempre que saio do país volto com um “kit sourviver” para gente grande. Abaixo a ditadura da magérrima esquelética. Vamos fazer a revolução da fita métrica Exigindo tamanhos maiores nas confecções.
Bjks
Puxa, o comentário da Anita matou a pau… Não é só a ditadura da magreza, mas o de ter as proporções perfeitas, a pele sem qualquer marca… Quantos complexos a gente tem por conta desses defeitinhos! Quando eu era adolescente, era moda ter corpinho de violão (cinturinha fina e quadril largo, proporcional ao busto), e eu nunca fui nada disso – meu único atributo era a bundinha arrebitada, mas como eu me sentia péssima por não atingir as formas consideradas padrão de beleza feminina. Depois dos anos 90 é que se começou a valorizar mais tipos de corpos diferentes, com menos curvas, contanto que fossem mais atléticos, ou pelo menos graciosos. Aí eu me encaixei bem melhor. Mas aí o tempo passa, você tem filho, começa a ganhar barriga, varizes, celulites, a pele do rosto já não é tão firme. E aí volto à insegurança do tempo de adolescente. Fico culpadíssima por não estar me esforçando mais em obter uma barriga perfeita, ou emagrecer para ter de volta o rostinho dos meus 28 anos. O que é mais certo, relaxar de vez ou me submeter à ditadura da perfeição? Fazer como minhas amigas cariocas, que estão apelando para lipos?
Oi Denise,
Tudo bom?
Esse assunto ainda ta rendendo…
Concordo com a observacao do Fernando. Embora tenhamos mais opcoes em termos de roupas para comprar nos EUA, o papel da midia alimentando esses padroes irreais de beleza e o mesmo. Basta ir a uma fila de super-mercado e olhar as revistas com fotos das anorexicas de Hollywood. E incrivel tambem a industria toda de pilulas, comerciais para cirurgia e toda a parafernalia que se ve em infomercials falando de como se pode perder peso.
Ah, Leila, abaixo a ditadura. Voce e linda!
Beijocas,
Regina
Regina, é isso que mais me preocupa. Essa mentalidade do “skinny is beautiful”. Ou então a pressão que as adolescentes sofrem nos seus momentos mais vulneráveis. Os EUA são um país que tem um grave problema de peso, e um dos efeitos é que há mais gordinhos/as por aí. Mas será que isso quer dizer que eles são mais bem aceitos porque a cultura mudou ou porque teve que mudar na marra? Fazer parte de um grupinho é outro problema, que me interessa menos do que os efeitos da pressão externa que surge entre eles. Na academia onde (às vezes) vou, tem uma galera que malha todo dia e que tem braços do tamanho do meu pescoço. Não vejo utilidade em ir onde estão eles e dizer “me aceitem do jeito fraquinho que eu sou, pô!”.
Abraços
Regina, obrigada pelo elogio! Sobre as atrizes e modelos magérrimas das revistas americanas, a minha impressão é que a cobrança aqui é muito dura para as celebridades, ou talvez em ambientes como Los Angeles. Mas, no resto do país e com as pessoas normais, não sinto isso. Vejo muitas meninas adolescentes cheinhas e super felizes, vestindo calças de cintura baixa que deixam aparecer a barriga, sem o menor problema. Muitos rapazes magros namorando moças gordinhas. Acho que aqui a cobrança maior é quanto à mulher precisar ter um peitão, os homens aqui são bem mais exigentes nesse aspecto. Se bem que eu tenho peito pequeno e já namorei uns 4 americanos que eram mais interessados na protuberância posterior
E moças como Jennifer Lopez e Beyoncé, que têm quadris largos e bunda enorme, – peito nem tanto -, são símbolos sexuais. Por isso acho que a coisa é até bem democrática.
Aliás, o meu cunhado, por exemplo, é magro, tem um corpo super legal, e só se envolve com umas mulheres bem gordas. Se ele fosse brasileiro, jamais seria visto perto de uma moça assim.
Leila, Regina e Fernando, estava tentando responder na ordem, a todo mundo, mas assim eu perco o “dinamismo” do debate
então comentando o que vocês estão falando, eu concordo muito com a Leila. Acho interessante como as revistas daqui são histéricas em relação à magreza das celebridades, na verdade, muito mais que no Brasil, até, mas na “vida real”, acho que é todo mundo muito mais relaxado, mesmo. Cansei de ver mulheres muito gordas ou gordinhas, muito bem acompanhadas. Acho que os homens se preocupam muito menos com essas coisas, aqui. Também acho que, como alguém falou aí acima, tem a ver com o fato das mulheres normais terem se imposto como consumidoras, por isso o enfoque do post.
Acho impressionante que as industrias de roupa, no Brasil, se dêem ao luxo de não fazer calças tamanho 44 porque “não querem ver os produtos delas nas bundinhas maias avantajadas”…
Aí entra o preço exorbitante e a loucura de quem paga. Vi calças compridas de jeans, no Brasil, por mais de 400 reais, isso é quase 200 dólares, é muito raro aqui, uma calça jeans, num shopping, custar esse valor (eu, nunca vi na Gap, por exemplo, mas também, eu só procuro coisas mais baratas… hehehe…).
Se as industrias não conseguissem vender tão caro, talvez precisassem investir em fazer em mais QUANTIDADE, aí teriam que abrir pro mercado mais “avantajado”… sei lá, são puras teorias surgidas agora…
Mas, o fato é que, andando pelo mundo todo, nunca vi pressão maior que no Brasil!!! Deus me livre!
Gente, estou amando esse debate, passei por uma amratona essa semana pra comprar um vestido que não fosse pra anoréxica mas que tb naõ me deixassse com cara de vó. Afinal, só estou com uns 8 kg a mais do q meu peso normal. A cultura brasileira é msm mais paranóica com isso.
Oi gente,
Concordo com tudo o que voces falaram. Eu concordo com o Fernando com relacao a pressao que ha na midia. Mesmo as revista que nao falam so de celebridades como, por exemplo, as revistas de moda em geral sempre usam modelos magerimas a la Kate Moss. Eu acho isso preocupante especialmente com as meninas mais jovens. A minha filha de seis anos ja faz comentarios sobre o tamanho das pessoas, inclusive ja me disse que estou gorda. Eu peso 150 libras (+ou- 70kg.) Posso estar mais gordinha, mas longe de ser obesa. E olha que ela nao assiste muita televisao e nao e nada “mainstream”. Por isso acho super legal quando eu vejo mulheres que sao gordinhas e bem sucedidas como a Queen Latifah e a Emme (plus size model).
Mas tambem concordo com a Leila e com a Denise. Eu sinto menas pressao aqui do que no Brasil. Outra coisa que eu acho legal, pelo menos em Berkeley onde moro, ha muito mais liberdade para alguem criar o seu proprio estilo. Eu acho que no Brasil, alem dos tamanhos absurdos, o pessoal e muito ligado nessa estoria de grife. Como a Denise mencionou acima voce pode achar um jeans por um preco exorbitante so porque e de tal marca.
Abracos,
Regina
Oi Denise,
bem, qualquer pessoa quede uma visitinha nas fotos do amigo secreto, deve me identificar… eu não sou nem um pouco magra..hehe
mas estou feliz como meu “espaço” não tenho nenhuma duvida sobre os prblemas que eu e outras pessoas enfrentam pra compprar uma roupinha legal!
quase sempre, temos q recorrer as nossas costureiras maravilhosas ou então pagar uma “grana” nas poucas lojas que tem por aqui.
alem da famosa tirania da grife eh claro!
mas oque realmente importa e a gente se gostar e procurar ser feliz, certo?
abraços a todos,
Cris Cris, Santos, Brasil
Olá Denise…
Sempre acho os pontos por aqui abordados deveras interessante, muito debate inteligente…
Bom, faço parte dos seres humanos que não tem muita tendência para engordar. Até meus 28 anos pesava 51 kgs com 1,70 mt, agora depois dos 30 ganhei mais 4, oscilo entre mais ou menos 1.
Até bem pouco tempo usava calça tamanho 36, atualmente não entro em uma 38, os manequins encolheram e a população está cada dia mais obesa.
Obesidade é outro ponto interessante: Hoje com todas as facilidades em alimentos prontos,. fast food etc., temos uma alimentação que desequilibra a ordem natural do organismo. Me pergunto: Por que os americanos são o povo mais obeso do mundo??? Uma coisa é não ter problema de assumir seu corpo com suas formas, outra, também preocupante é deixá-lo à mercê de uma má alimentação e propensão não somente a obesidade como a outras doenças.
De qualquer forma, o mercado deve dispor de mercadorias para quem possa demandá-las e esse padrão de corpo perfeito somente existe de fato, se existe, em desfiles fashion.
Abraços.
Me lembrei de uma coisa engraçada. Meu marido tem um amigo de infância que esta morando no Brasil (ambos são franceses). Ele é bem gordinho. Ele vira para o meu marido e fala: “sabe, aqui na França quando a gente não tem o que dizer para alguem, a gente fala sobre o tempo – nossa, como ta frio hoje; tão prevendo chuva para amanhã. Pois é, no Brasil, quando as pessoas não tem o que dizer, elas ficam falando do peso das outras: Nossa, você deu uma engordadinha né …”.
Eu achei engraçadissimo e muito verdadeiro, talvez seja uma obsessão mas também um assunto “coringa” na falta de coisa melhor e mais interessante para se falar.
Estou enlouquecendo porque não consigo encontrar lingeries sexy s´porque meu numero de soutien é 56, corpetes então é quase impossível.
Por favor me evie sites e contatos de lingeries para gordinhos.