Os Meus Anos 80 – Parte I – Os Livros
Entre um projeto e outro, resolvi ripar uns CDs e arrumar meus MP3. Acabei sendo sugada pra um revival dos anos 80, absolutamente delicioso, que está sendo ainda mais aprofundado com essa troca de idéias com o Guilherme, do ¡Ay, Caramba!, que me fez o favor de lembrar até dos “darks” de Brasilia e Recife.
A partir daí, fui ouvindo as músicas, olhando as fotos e arrumando, na cabeça, o que foram os meus anos 80. Já tinha pensado em escrever sobre isso, antes…
“O que você precisa é de um retoque total, vou transformar o seu rascunho em arte final”
Se tem gente, na blogosfera, que fica se consumindo porque acha que eu sou exibida e tenho um ego inflado (leonina, né? já expliquei aí abaixo! hehehe…), imagine se tivessem me conhecido aos 19, 20 anos… teriam uma síncope! hehehe… eu era uma garotinha muito atrevida. Por isso, adoro essas meninas saindo da adolescência.
Existe uma urgência de viver tudo, com muita pressa, uma certeza de que já sabe tanto, uma certa arrogância juvenil, porque, afinal, elas têm, mesmo, o mundo pela frente… mas acabam aprendendo que a coisa é bem mais complicada…. ou não. O que importa? o que interessa é estar feliz e ainda bem que essa tesão pela vida eu conservo até hoje!
“É melhor viver dez anos a mil, do que mil anos a dez…”
Mas, enfim, os meus anos 80 foram assim… cheios de esperança, desejo, vontade de ganhar o mundo e mais livros, muitos livros, filmes, música, paixões e um certo estilo.
Lendo nos 80
Eu lia muito e adorava frequentar livrarias e sebos, como já disse aqui. A Livro 7 era, pra mim, o que é o Shopping Center, hoje, pras meninas. Adorava borboletear entre as estantes, fazer um ar blasé e ler tudo o que podia por lá mesmo.
Nessa época, a Editora Brasiliense era a maior e que trazia mais novidades. A gente ficava esperando, ansiosamente, as resenhas da Ilustrada com os novos lançamentos e foi através dessa editora que eu me apaixonei pelos beatniks como Bukowski, Ginsberg, Kerouac, Burroughs e Gregory Corso, que eu devorava ao som do The Doors e sonhando em botar o pé na estrada americana.
Quem viveu os mesmos anos 80 também vai lembrar da coleção Circo de Letras que tinha Jean Cocteau, Alfred Jarry, John Fante, Andre Breton… e uma série de livros de romance noir, que me introduziram nos mistérios de Dashiell Hammet, David Goodis, Raymmond Chandler e Boris Vian.
E, claro, os anos 80 são, pra mim, a Coleção Primeiros Passos, com Marilena Chauí me confundindo ainda mais, enquanto tentava explicar “O que é Dialética” ou Antonio Bivar atiçando a curiosidade sobre Londres com “O que é Punk”.
Tinha ainda a coleção Encontro Radical, onde descobri a vida de Marcel Duchamp, Flavio de Carvalho e Emma Goldman.
E Tudo é História, que dava outra versão aos fatos dos nossos livros escolares ainda saindo da ditadura militar.
Esses livrinhos me ensinaram a pensar.
Quem já lia, nessa época, vai lembrar, também, da L&PM, que lançava coisas deliciosas como “O Assassinato Como uma das Belas Artes” de Thomas de Quincey ou TUDO de Ginsberg.
E, só pra fechar, tinha a Editora Max Limonad, com livros de design lindo como “O Teatro e seu Duplo” de Artaud e “As Mamas de Tirésia” de Apollinaire (ele, mais uma vez).
Eu comecei a descobrir o mundo com esses livros, que me fascinaram, me provocaram, me fizeram sentir pequenininha e gigante e me deram muito mais fome de viver.
Nos anos 90, as coisas mudaram. Eu tava cuidando de Bia e investindo tudo na minha vida profissional. Minha literatura passou a girar em torno de oxitocina, prolactina, fisiologia, direitos da mulher, direitos humanos, marketing social, dinâmicas de grupo…
Ultimamente ando voltando ao começo e relendo os livros que acalentaram meus sonhos nos 80… e me re-apaixonando por eles e tem sido uma re-descoberta tão boa… são os mesmos livros, mas com outros olhos.
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Aguardem outros posts sobre a música, o cinema, o estilo e as paixões nos anos 80…
E a Letônia??? ah… sei lá… vai chegar, prometo que escrevo em breve, mas cada coisa na sua hora… cheguei da Letônia e entrei num tunel do tempo
enquanto isso, vocês vão comentando e concorrendo aos bonequinhos que prometo sortear na próxima semana
Post costurado com o Kid Abelha e Lobão, clique nos trechos pra ouvir a música.
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Foto: Em 1985, na exposição “Como Vai Você, Geração 80?”, no Parque Laje, Rj. Com uma mochila lilás, da Company, do lado… hehehe…
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Menina, Kid Abelha foi mesmo inspiração pra gerações e gerações! Quando penso na minha adolescência, lembro de “Diz pra ficar muda, faz cara de mistério… tira essa bermuda, que eu quero você sério”. Montes de letrinhas bobinhas que eu amo até hoje! É isso.. tô precisando de Kid Abelha nas minhas músicas!
BRILHANTE!
Muito bom mesmo!
Também me levou aos anos 80, uma época de muita intensidade na minha vida (muito mais perguntas do que respostas), eu aprendi muito também, mas principalmente porque foi nessa época que eu comecei a devorar jornais, li muita ficção (muita coisa de que hoje eu nem chegaria perto…), mas nem um terço do que você leu.
Mas me lembrei em especial de um livro que caiu nas minhas mãos numa coincidência absolutamente incrível, coisa de roteiro de cinema: “Vastas Emoções e Pensamentos Imperfeitos”, do Rubem Fonseca. Que foi o “último livro” dos anos 80 p/ mim. Na época eu considerava o melhor livro que eu já havia lido na minha vida. E falava isso em voz alta, recomendava e tal. E realmente, curti muito e o livro é muito bom; mas muita água já rolou desde então, hehehe…
E da música então, se eu começar a falar, não vou terminar nunca…Curti muito o Kid Abelha e todo o “Rock Brasil” que surgiu na época, gente que eu admiro até hoje. P/ citar só um, o Lobão. Que na minha opiniãozinha, é um gênio cujo valor e contribuição a cultura no brasa não são reconhecidos. Um cara que já passou por maus, maus momentos na vida e foi capaz de transformar isso em arte mas sem cair na auto-comiseração, sempre bola p/ frente, às vezes escorregando, às vezes caindo, mas sempre se levantando e fazendo um trabalho ainda melhor que o anterior.
E me lembro duma entrevista no “Jornal Hoje” (que era apresentado pela Leda Nagle) como se fosse hoje: eu tinha chegado da escola, nem tirado o uniforme (um uniforme verde-amarelo eeeescroto), almoçando em frente à TV e a repórter perguntava p/ as pessoas o que haviam achado da exposição “Geração 80″ uma senhora respondeu: “Eu não entendi nada ,mas tudo que é jovem, eu gosto!” Eu me lembro de ter pensado: “Pô, legal…” Nem pensei que a mulher tinha sido super simpática e “prafrentex”, que tinha feito ,e bem, um ato político — como tudo que a gente faz — simplesmente cliquei com aquilo, tanto que me lembro até hoje…
Ah, e acompanhei os 80 pela juventude do meu irmão (eu era pré-adolescente nessa época..rs) mas lembro de detalhes com muita profundidade. Li boa parte desses livros que citaste pq o meu irmão apostava com os amigos dele q eu conseguia ler..rs
ufa! massa mesmo!
Casei-me nos anos 80, tranquei a Faculdade pra ter filhos e, quando retornei, muita coisa havia acontecido. Tive de ler muito pra poder me reciclar, e hoje, lembro com saudades daqueles anos.
Esse foi um bom post de anos 80, saiu daquele clichê “saia balonê/Boy George/new wave”. Eu lembro dessa coleção Primeiros Passos e acho que cheguei a ler o da Marilena Chauí. Li também um “O que é pós-moderno”, não lembro quem era o autor.
que lindoooo!
também li os mesmos livrinhos que você… alguns deles foram doados nos anos 90, quando me desfiz de tudo que tinha e fui viajar. mas os mais queridos estão comigo até hoje. como meu amado Folhas das Folhas da Relva, Walt Whitman traduzido pelo Leminski com aquela capinha verde fofa…
Nossa, vc lia essesautores surrealistas? Que massa Denise… Temos que lembrar que os anos 80, ainda, tinha ótimos filmes do John Hughes!
Denise, em primeiro lugar muito obrigada por decifrar o BSB do Guilherme, hahaha.
Eu também fui na Dark, mas na verdade eu só ouvia The Cure e gostava das roupas pretas não ia nada alem disso !
E essa música do Kid Abelha eu adorava, e me lembro de te-la escutado no aniversário de 1 aninho do meu sobrinho que hoje tem 22 anos ! Caramba, como o tempo passa …
Bjs
Anos 80 vestidos de saco de farinha, disco do Arrigo Barnabe (Clara Crocodilo), Premeditando o Breque, (BalãoTragico),Lingua de trapo (Xote Bandeiroso)os Festivais de musica no Etapa da brigadeiro com o Serginho Groisman,os papos malucos do Jorge Mautner e sua filha Amora nossa eu peguei esta menina no colo outro dia eu a vi fazendo novela na globo, Teatro Bandeirante assisti umas 30 vezes o show falso brilhante Elis Regina, o bar da francesa Henriette BIBOPE na Av. Santo Amaro fechado por venda de maconha,Porres no Bar do Ze na dr. Vila nova, ah nossa não posso esquecer o rango no Gato que Ri no largo do Arouche onde a turma da Puc se encontrava os filosofos da época o Bar Rivieira so tinha loucos a discoteca Papagaios,as madrugadas no Bar das Putas,O madame Satã não sai de lá aminha ultima vez levei meu filho na barriga, ai que saudades dos amigos que foram e não voltam mais, estou chorando de saudades e para fechar os anos 80 com chave de ouro foi ir até Brasilia assistir o show da Rita Lee (Ovelha Negra)no avião da FAB e o pessoal fumar maconha no banheiro do avião.
Saudades dos meus grandes amigos! Saudades!
A gente era feliz e não sabia, cade a minha alpargata e calça Lee desbotada.
Claudinha, Kid Abelha é divertidíssimo e a Paulinha Toller é um exemplo de mulher que vai ficando mais bonita a cada ano, como adolescente era bem feinha, mas virou um mulherão… hehehe…
Obrigada, Guilherme.
Essa também foi uma época de profunda intensidade pra mim. A diferença é que eu casei no meio da década, em 1985 e aí as coisas ficaram mais complicadas. O marido era 13 anos mais velho, e não queria fazer as mesmas coisas que eu.
Ainda assim, ainda fomos pra show de Nina Hagen (em Recife!!! hehehe), Kid Abelha e mais umas coisinhas, depois de casados. Mas, na prática, fui meio “garota interrompida”, como já te falei. Talvez por isso, não tenha problema nenhum em não fazer o gênero “adulta” já fiz isso demais e muito cedo.
Não sei porque, mas eu nunca li Rubem Fonseca, apesar dele ser a cara dos anos 80 e lembro que todo mundo adorava, inclusive meu ex. Também não li Marcelo Rubens Paiva.
De literatura nacional, nos anos 80 li tudo de Gabeira, muito Mario e Oswald de Andrade, Pagu (claro!), Torquato Neto, Wally Salomão, Paulo Leminski, e os maravilhosos de sempre, Manoel Bandeira, Carlos Drummond, Mario Quintana, João Cabral…
Namorei um “bibliófilo” e passávamos horas nos sebos, procurando raridades. Ele me apresentou ao Gráfico Amador, um grupo de Recife que produzia livros de arte (entre eles Aluysio Magalhães, Ariano Suassuna e João Cabral e cheguei a conseguir achar um livro deles num sebo, que acabei dando a meu irmão.
Agora, de música, vou falar em outro post, mas você sabe que eu A-DO-RO Lobão! de todos, era o melhor, sem dúvidas, tanto que se recicla, muda é cada vez que abre a boca pra dar uma entrevista, arrasa… Lembra do Júlio Barroso? ele era genial, também… ah e só uma coisinha.. você também detestava os Engenheiros do Hawaii?
Bacana a sua lembrança da exposição “Como vai Você, Geração 80?” eu fui pro Rio com a minha mãe e mneu irmão e ela não me deixava sair sozinha. Aí eu tinha que ficar com ela do lado, m-o-r-t-a de vergonha, mas foi um momento histórico. Valeu pagar o mico…
Lady A, irmão mais velho sempre ajuda a gente a descobrir o mundo, né? até certo ponto, eu introduzi meu irmão a alguns livros, mas logo, logo, ele, que sempre foi precoce, inverteu as coisas e passou a me apresentar o que existia de mais moderno. E continua na vanguarda. E parabéns pelo bom gosto do seu irmão
Obrigada e beijocas, Biajoni!
Ai, Denise, não é sempre, mas muitas vezes casamento e filhos interrompem um pouco nossas vidas, mas sempre é tempo de recomeçar! beijos!
Pois é, Leiloca, eu nunca me vejo nesses textos sobre os Anos 80. Os meus foram um pouco diferentes, apesar de ter tido um toque new wave, também
Alenahra, eu também tenho esse livrinho Folhas das Folhas da Relva de Walt Whitman, traduzido pelo Leminski e adoro!
Maitê, querida, eu sou completamente surreal
e aguarda, que vou escrever sobre os filmes, em breve! beijo!
Pois é, Marcinha, Guilherme e seu BSB… é coisa de quem viajou muito de avião pra cidade… hehehe… eu sempre gostei muito do The Cure (até hoje ainda gosto e ouço bastante), mas acho que nunca usei preto, não, fazia mais o gênero “Blondie” ou até “Bananaramas” e se pudesse, daria uma de B’52s hehehe… e é verdade… o tempo passa …
Ana, temos memórias muito parecidas, apesar de você ser, visivelmente paulista, mas lá do Recife eu também adorava Arrigo Barnabe e o Premeditando o Breque (tenho até fotos deles, depois conto isso como foi… hehehe), Lingua de Trapo e mais o Paçoca, Vania Bastos e o saudoso Itamar Assumpção… adorei suas lembranças… beijos!!!
Oi Denise!
Muito obrigado pelas canções. Quantas lembranças!!
Um abraço!
Hehehe, que avião que nada, isso foi só depois de muito tempo. O lance era mesmo enfrentar 18 horas no ônibus da Itapemirim.
Isso de BSB é porque lá as pessoas quando assinam cheque usam o código em vez de escrever o nome da cidade. Eu sempre achei que fosse mais popular…tinha até uma banda punk (que eu não escutava) chamada BSB-H, o “H” era abreviação de horror.
Dos Engenheiros eu gostava e gosto MUITO ainda, tem uma música deles que eu sempre que escuto, me lembro de uma viagem, mesmo sem ter escutado nenhuma vez a música durante a viagem. Tenho que pesquisar isso um dia, vai ver Freud explica…
Um lance fantástico que rolou uma vez foi uma carona que eu peguei voltando pra casa a pé depois de um show deles (em BSB só tinha ônibus na época até meia-noite, espero que isso tenha mudado…), atravessando a ponte a pé num frio FDP. Isso outro dia eu conto…
O Lobão é o fodão! Tenho uma entrevista dele na Playboy que é o seguinte, vou te mandar…O Júlio Barroso foi um cara muito inteligente também, Gang 90 e as absurdetes, eu acho, foram a 1ª banda “New Wave” no brasa. Pena que a carreira dele acabou cedo.
Do Rubem Fonseca eu já li quase tudo e gosto muito. A minha apreciação pelo trabalho dele teve um aspecto emocional muito forte, eu lia porque não queria perder o contato com o que estava rolando no brasa, queria poder bater papo com qualquer pessoa sem ninguém sacar que eu não morava mais lá. E até poderia ter feito isso, mas numa hora relaxei e o lance degringolou um pouco…Do Marcelo Rubens Paiva eu li mais um depois de ‘Feliz Ano Velho” e não gostei muito. Acho que li outro também, passado pelo menos parcialmente em BSB (todo mundo vai conhecer esse código, hehehe…) e também não fiquei muito impressionado.
Desses outros autores que você mencionou, li dois livros do Gabeira (mas já estava aqui) e dos outros ou não li nada ou um mínimo p/ complementar as apostilas da escola na época do vestiba. Mas sem dúvida vou correr atrás…
Só um esclarecimento: a minha lembrança é da exposição original, em 1980. Depois disso acho que já houve umas duas “Como vai você”… E mico mesmo foi ter mandado minha mãe pedir autógrafo ao baterista dos Engenheiros no Galeão porque eu não tive coragem, achei que pedir autógrafo era muito cafona. HA! HA! HA! HA! HA!
Que bom que você gostou, Aurélio! O Kid Abelha me traz lembranças deliciosas. E o calorão aí na Suécia, hein?? Abraços!
Como são as coisas, hein?! você sempre me surpreendendo, Guilherme, nunca pensei que você gostasse dos Engenheiros do Hawaii. Primeira discordância. Eu acho os caras uns chatos… principalmente aaquele cabelo loirinho do vocalista lá, caindo no olho o tempo todo… hehehe…
Manda a entrevista, sim, sempre é ótimo ler/ouvir Lobão. O cara é um gênio. Pena que a mídia boicote. Manda dizer quais músicas você tem dele, eu acabei de ripar uns CDs e puxar mais um bocado, pode ser que possa te ajudar.
Rubem Fonseca é uma lacuna na minha formação, assim como Marcio de Souza, Tabajara Ruas e um monte de escritores brasileiros que nunca li, mas dizem que são ótimos.
Pedir a mãe pra pegar autógrafo é mico, mas essa viagem pro Rio, com minha mãe foi imbatível. Além do Parque Lage, teve mais, imagina que ela me levou pro Rockn’Rio… quer humilhação maior? hehehe (Mamãe, não liga, não, mas vamos combinar que ir pra show de Rock com mãe é barra pesada… hehehe… eu nem sonho em levar Bia!)…
Denise, Kid Abelha acho que representa muito bem os anos 80!! foi tudo de bom!! A música que você colocou ali então… Deu saudades, vou lá escutar!hehe
Ouvi muito Kid Abelha escrevendo esse post hehehe… beijinhos, Camila! ah, e o casório? quando vai ser?
Oi Denise!
Um pouco fora do assunto, mas vc é de Olinda?
tenho família em Recife e um tio em Olinda.
Ele é conhecido por escrever livros sobre Gilberto Freyre. Meu tio chama-se Edson Nery da Fonseca.
já ouviu falar?
hehehehehe acho que não né?
beijos!!! hadet
Oi, Pedro! desculpa não ter te respondido antes. Não, não conheço seu tio, mas já ouvi falar nele
abraços!
Oi Denise, adorei sua viagem aos anos 80 pelos livros. Otimo! Otimo! Mas mudando de saco pra mala, reli meu ultimo comentario e fiquei um pouco com o pé atras comigo mesma. Deve ser besteira minha, mas se voce entendeu alguma coisa alem, desentenda pq nao é nada daquilo.
beijocas!
Samanta, queridíssima, me explica que comentário foi esse, não entendi
Te explico nada, mulher! Foi pura doidera minha mesmo…rs…
Nao, é que as vezes eu escrevo e fico me perguntando se as pessoas vao entender aquilo que eu quis dizer da forma que eu quis dizer. Pura besteira minha!
beijos
Besteira nada, se todo mundo fosse cuidadoso como você com o que diz, essa blogosfera seria menos sombria. Mas, não esquenta, adoro todos seus comentários! Beijinhos e aproveita bem o findi belga!
Aliás, Sam, somente porque eu disse lá no seu blog que sou boa de cama (deito e durmo imediatamente… hehehe…), me bateu uma insônia, hoje, e estou aqui ouvindo Paris Match pela milésima vez…
“I feel like I’m wasting my time…”
Insonia, mulher?! Vixe…
Essa noite eu dormi 9 horas. Ja fazia muito tempo que nao dormia tanto assim. Nem lembro mais qual foi a ultima vez.
ha, quer dizer que voce recebeu emails reclamando da nossa fofoquinha… hahahah
Alias, voce chegou a ver o ultimo post do personare que ele apagou? Noooooossa, otimo material para avaliaçao daquela personalidade complicada! hohoho
beijao
Pena que eu esqueci de dar ctrl C ctrl V. Se tivesse dado, essa hora teriamos muita diversao! rs
Curti muito o Kid Abelha e Fixacão me faz lembrar alguem muito especial.
Saudades, ô tempinho bom…
Não vi, não, Samanta, essa eu perdi…mas olha que ele vai acabar bloqueando os IPs da gente… hehehe… homem é complicado demais, né, não?!
Quanto à insônia é raridade comigo, durmo bem e muito, mas sei lá o que me deu hoje e o pior é que eu queria ir malhar amanhã (hoje) bem cedinho, porque o calor tá de matar, mas já são 4.30… tá difícil…
Beijinhos e agora vou ver se baixo meu fogo e durmo logo, que o meu mal é mente hiperativa! hehehe…
Beth, querida, sabia que você ia gostar! ave, que essas musiquinhas estão trazendo muitas lembranças por aqui… coitados dos maridos… hehehe… beeeeeeeeeeeijos!!!
descupa, postei sem querer lá embaixo no “machismo”etc…queria falar era sobre o Bukowsky aqui…sorry,foi mal,tava relendo “mulheres” do Buck e bebendo “sapupara”, já viu,né?
Poxa, Den… você é expert em posts assim, cheios de lembranças gostosas! Mas o que me mata de inveja é que tenha conseguido levar contigo tantos livros!
Muitos beijos
Tb fui rato da Livro 7. Não tanto como vc. Morador de pensão na Boa Vista e ralando como bancário na época.
Na sua lista de livros faltou alguns que tenho certeza que vc os leu:
“Porcos com Asas” “Morangos Mofados” “Aos seus pés” “Pão Marroquino”(todos da brasiliense).
E certamente tb leu tudo do Gabeira, do Paulo Cavalcanti e as memórias do Homem feito de fero e flor(o velho Gregório Bezerra).
Confissão:meu sonho juvenil de “consumo” era “descolar” uma menina intelectualizada na Livro 7. (risos) Nunca peguei ng. (mais risos). Quem mandou ser feio e tímido.(bem feito).
em tempo: Feito de Ferro e Flor.(faltou um r)
em tempo: Feito de Ferro e Flor.(faltou um r)
Oi, André… bom “machismo” e Bukowsky tem tudo a ver, né? hehehe…
Você tem razão, talvez Bukowski seja mais um “pós-beatnik”, mas acho que sempre li definições dele como beat e fui no automático. Nesse site, por exemplo, do The American Museum of Beat Art, na California, ele aparece listado como um deles… de qualquer forma, se não pudermos classificá-lo como, realmente, beatnik, ele foi super influenciado por eles.
Abraços e seja benvindo ao blog
Oh, obrigada, Norinha, não tem nada mais gostoso que despertar lembranças bacanas nas pessoas
Quanto aos livros, realmente consegui trazer duas estantes grandes pra cá, e cada um desses que citei fui escrevendo enquanto pegava, folheava, foi delicioso escrever ese post.
Mas essas lembranças me deixaram triste, também, porque fui pensando em vários livros que eu tinha e não tenho nem idéia de onde foram parar, como o “Porcos sem Asa”, que o Cesar mencionou e vários outros. Sempre gostei de emprestar tudo meu, mas nem sempre recebi de volta!
Beijocas, querida!
Oi Denise! Muito obrigada pela visita que me fez logo após meu comentário. A foto de Santiago pode sim ir para a área dos blogs amigos! É uma honra!!! Como é que eu faço??? Beijão!
Hehehe, Cesar, você tem cara de ex-rato da Livro 7, mesmo. Na época eu era estudante ou fazia um jornalzinho pra jovens (Pequeno Principe, cria do Rei da Notícia), então, tinha tempo pra dar uma de adolescente intelectual… hehehe… mas depois de 87 quando Bia nasceu, passei a trabalhar com o Origem, minha vida mudou muito e eu sumi de lá. Morro de saudades dos tempos de Livro 7.
CLARO que eu li muitas vezes e adorei “Porcos com Asas” (que não sei onde foi parar, já procurei pra comprar pra Bia, mas não achei, tá fora de catálogo) e “Morangos Mofados” (Ave Caio Fernando Abreu! ainda fazendo a cabeça da minha filha e da garotada, agora). mas não lembro de ter lido “Aos seus pés” e “Pão Marroquino”, apesar de lembrar da existência deles. Grandes livros.
Pois é, li Gabeira, apesar de achar que “O que é Isso Companheiro?” foi o melhor. Mas não li Paulo Cavalcanti, nem as memórias do grande Gregório Bezerra). Lacunas importantes na minha formação, hein?! mas não deu tempo pra tudo… hehehe…
Agora, quando a sua confissão, morri de rir… “menina intelectualizada na Livro 7″ é ótimo! Realmente, eu adorava fazer o gênero personagem de filme de Godard… hahahaha…
Dia desses o Xico Sá (conheceu ele?) comentou que eu era uma musa dos intelectuais e que os frequentadores da Livro 7 sonhavam em jogar xadrez na minha sainha veja a foto dela nesse link aqui.)… hahahaha…
Teve até um artista bem conhecido que telefonou (bêbado, claro) pra casa da minha mãe, na noite da véspera do meu casamento dizendo que ia provar que não ia deixar que eu casasse, de jeito nenhum… hehehe… imagina o stress…
Cara, foi uma época divertida, ótimas memórias… mas não voltaria no tempo, não… dava muito trabalho ser tão blasé e, no fundo, eu era muito insegura… hoje em dia a diversão é muito melhor… hahaha…
Agora, quando ao seu problema, esse era o mesmo de todos os meninos intelectuais da Livro 7, vocês eram tímidos demais, os mais velhos (como meu ex-marido) acabavam se dando melhor… hehehe…
WOW! isso virou outro post! beijos!
PS.: Se você era bancário engajado pode ter cruzado comigo, mais ou menos em 86, 87, quando eu trabalhava como “foca” numa ONG de comunicação sindical (Ecos) e fui muuuuuuuuuuito pra assembléias de bancários e metalúrgicos, fazer fotografias e matérias pra boletins dos sindicatos.
Legal, Renata! deixa que vou lá e pego a foto! um beijão e a honra é toda minha de ter vocês aqui na nossa galeria de leitores e amigos!
Denise Querida
Vc esqueceu de dizer ,que eu só fui com vcs uma noite no ROCK’n Rio,quero frizar que fui ver MEUS ÌDOLOS.Não pensei nunca que vc ia pagar mico, não foi esse o meu objetivo.Que me chamem de cafona ,mas a apresentação de Fred Mercury foi inesquecível
Beijos
Hahahahahahahahahaha… e aí está D. Telma deixando seu recado… não sabia que você gostava tanto assim do Fred Mercury! eu confesso que não gostava muito não e fui mais pelos nacionais naquela noite… agora, mamãe, ir pro Rockn’ Rio com a mãe É mico… hehehe… É como eu ir com Bia pro Live Aid 8… ela não ia nem mooooooooooooorta! mas, tudo bem, foi legal, eu agradeço a você, senão eu não teria ido e ia perder o Kid Abelha, que foi bem legal…apesar da lama…
AI MEU DEUS COMO TAVA COM SAUDADE DAQUI!!!!!
BEIJOS
Nos anos 80 eu era uma criança. Ele acabou eu tinha 7, 8 anos. Mas aproveitei muito a década graças a uma mãe jovem. Minha mãe era sócia do Circulo do Livro, então sempre tinha novidade em casa – essas que eu só fui aproveitar mesmo depois, na adolescência.
Você falou da Marilena Chauí: li isso no colegial, na aula de filosofia. Foi um dos meus primeiros contatos com o tema, mas depois veio Kant, Hegel… daí já era! hahaha…
Mas minha década de 80 foi menos livros (eu era muito menina) e mais músicas e filmes e tal. Mas quando vc falar disso eu comento.
Bjo.
Ai, Sthephanie, lembrei muito de você com os bombardeios em Londres… mas fiquei aliviada em ver que você tá bem. Um beijo, querida!
Legal, Lili… me aguarda, que a gente vai se divertir ainda muito, trocando figurinhas sobre os filmes e músicas dos anos 80
beijocas!
Gosto de provocá-la chamando-a de serelepe, pois você vive a mais de mil e ainda acha tempo pra evocações? Se evocação não fosse uma palavra mágica para os pernambucanos, juro que não entenderia
Resolvi reler o meu autor predileto (Graciliano) cuja releitura mais recente faz mais de vinte anos; não está sendo uma releitura, mas uma descoberta.
Nos chamados anos oitenta, eu estava muito ligado à África e aos desafios de reinventarmos a vida no processo de redemocratização do país.
Manoel, eu adoro a provocação, você sempre acerta em cheio, sou super-serelepe mesmo
Evocação é uma das palavras mais apropriadas pelos pernambucanos que eu conheço… tem gosto de carne de sol com macaxeira no beco da fome…
E eu ando precisando ler Graciliano Ramos…
Beijos!
Denise ,
A D.Telma tem razão , o Fred Mercury arrasou na epoca, eu amo a musica “Don´t stop me now”, já pedi aos meus filhos para tocarem ela no meu funeral…quero ver das nuvens todo mundo gingando ao som do Fred Mercury.
Meus filhos vivem me chamando para sair com eles e eu é que acho que vou pagar de mico no meio da molecada, nunca vou…, mas eles só gostam de Rap e eu não sou muito amante.
Denise, eu às vezes tenho a sensaçao que parei nos anos 80, em termos de gosto de pintura e de gostos musicais. Quando a gente vê tanta gente diferente, que viveu em cidades diferentes nessa época gostarem da mesma coisa, da para deduzir que realmente rolou algo especial nessa época. Beijao.
Vc não é exibida, é exuberante, chama atenção pra cacete, imagino ao vivo…
Ótimo post, suas leituras são ÓTIMAS.
Este papo com samantha me deixa curiosa, hummmmm
bj laura.
Denise, eu fiquei fora do ar por um tempo e esse blog vai longe, não para, segue como um trem noturno e eu estou correndo atras para acompanhar. Se te conto porque fiquei fora do ar voce vai voltar a dizer que sou ddah, então nem te digo nada. Dos anos oitenta te digo que eu estive lá, já que vinha dos anos 60 e estou aqui até hoje. Por força das coisas eu tinha que passar por eles. Em um comment não me seria possível te dar impressões do período, já que seria longo e logo eu saio para tentar ver o Gilberto Gil. O que te digo é que praticamente tudo o que voce ouviu e leu eu tambèm o fiz. Evidentemente eu não frequentei a livraria cult do Recife e muito menos de vestidinho xadrez, mas ainda que menos chic, meus anos foram também marcantes e definitivos. Já são alguns dias que a preguiça atávica me atingiu de novo. Se consigo domá-la, juro que escrevo um post sobre o assunto. Mas talvez demore um pouco, é preguiça que não acaba mais. Para ter uma idéia acho que nem vou ver o Gil. Se ele quiser me encontrar que venha aqui em casa. Beijo.
Denise os anos 80 foram demais…no inicio eu era uma criança, depois entrei na adolescência e no final tinha entrado na faculdade, votado pela 1ª, e para presidente. Tem mais: participei do Rock in Macapá, vi Paralamas, Kid Abelha, Titãs, Eduardo Dusek, Legião Urbana, Barão Vermelho, so faltou a Blitz por quem eu era apaixonada, mas nunca vi de ao vivo. Em 87, só andava em turminha, se chamava ‘Divinas’, fazíamos festinhas, pixamos muro, quase fui presa porque fui para boite sem autorização de meus pais e só tinha 15 anos. Pois é nessa época lá em Macapá só passava das 22 horas quem estava acompanhada dos pais, ou era maior de idade ou ainda com uma autorização por escrito (bizarro..), mas foi muito boa…
Oi Denise,
O que vocë anda fazendo conosco, me deu saudade fui ouvir a Rita Lee, “Mania de voce” , “caso sério”, “lanca perfume” e dai mais saudade…é hoje que a cobra vai fumar…
Oi, Denise…eu admiro vc. e sua intelectualidade, vc. sabe tudo…mue!
Eu nos anos 80, lia Herman Hesse, Kallil Gibran…e literatura vedica.
Foi de um livro que li, chamado A YOGA DO AMOR, que tirei de la, o nome da minha filhota, KALINDI.
Sabe, que muitas vezes, penso que a filhota, queria ter uma mae, assim como vc… pois ela vive me dizendo pra ler outros tipos de livros,a nao ser estes tipo auto-ajuda ou relativo a vida espiritual…
Pelo amor de Deus, nao sou tao ZEN,assim, mas e que a filhota ja me deu a dica de ler o livro MOCHILEIRO DAS GALAXIAS, que ela amou, mas so que leu em ingles, ja ganhei o livro, de uma amiga, mas ainda nao peguei, por puro desleixo e medo de que eu nao va gostar de ficcao.
Anyway, assim, sou eu!
Beijos…e te admiro muitooooo, mesmo sendo diferente em gosto literario, mas parecida em gosto musical e em temperamento…pois tambem sou uma mulher dificil e de estilo!
Ju.
Biiiiicho…
“Porcos com Asas”, eu já tinha me esquecido do quanto eu gostei desse livro…
Dá uma olhada nesse atalho, que aliás, está cheio de nomes daquela época:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u34729.shtml
Isso me fez lembrar de que se jornal e livro não fossem tão caros no brasa muito mais gente teria lido muito mais…
Beth, querida, ela vai AMAR ler seu comentário hehehe… rapaz, sabe que não consigo lembrar do show do Fred Mercury, de jeito nenhum? acho que tive um bloqueio, sei lá… hehehe…
Não conheço a música que você escolheu pro seu funeral, mas adorei a idéia hehehe… vou escolher uma pra mim também! hehehe… depois te conto qual foi! mórbidas, nós duas!
Já sair com Bia, acho que saimos pra balada o suficiente em 2002, agora sou “gongada” hehehe… beijocas!
Ai, Ana Lucia, nem me fala… quando eu tinha 20 anos, lembro de achar o fim aquele povo que estava parado nos anos 60 e só ouvia Beatles e Mammas and the Pappas… jurava que isso não ia acontecer comigo, mas acho que as experiências sensoriais (música, leitura, artes) que a gente tem na adolescência são mais fortes que a gente.
Não sei se foi uma época especial, não, acho que todas são, mas a gente tem a tendência a imaginar que a “nossa” foi melhor
Enfim, com esse post e esse papo, também ando morrendo de saudades dos meus anos 80. Acho que a gente não parou neles, mas eles vão estar sempre presentes e eu não quero que seja de outra forma, não…
Hahahahaha… Laurinha, você é maravilhosa, nem imagina como eu ganhei o dia lendo seu comentário, antes de sair… fiquei ainda mais “exuberante” hehehehe… mas não tô com essa bola toda, não, viu? lembre que a foto de mini sainha de xadrez já tem 20 anos hehehe…
Um beijo enorme!
PS.: hummmmmm… a conversa com a Samanta foi ótima, precisamos conversar, também, numa madrugada dessas…
Flavio, querido, gosto demais dos nossos “papos virtuais”, mas não esquenta, não, tem época que a gente tá sem tempo pra visitar os amigos, mesmo. Fica tranquilo.
Quem disse que você é DDAH foi Bia, hein? hehehe… mas, quando tiver um tempinho, conta, que fiquei curiosa.
Já sabia que lemos e ouvimos as mesmas coisas. Bacana como a gente tem um radar pra encontrar as pessoas que tem muito a ver com a gente, né? Um dia ainda visito você e a Marly pra você tocar Paris Match pra mim, na guitarra
Quanto ao post sobre seus anos 80, cara, daria tudo pra ler… Por favor, arruma um tempinho e conta pra gente, vai…
E o Gil, apareceu???
Roseane, que legal saber da sua década de 80… nunca soube do Rock in Macapá, mas, menina… Paralamas, Kid Abelha, Titãs, Eduardo Dusek, Legião Urbana, Barão Vermelho????? genial! em Pernambuco nunca tivemos nada do tipo… que inveeeeeeeeeeeja! hehehehe… beijos!
Beth, meu bem, você está embarcando mesmo na minha trip dos 80, hein? hehehe… Rita Lee é uma lembrança maravilhosa, começo dos 80… namorei muito ao som de Mania de você
e aquela propaganda da Ellus na piscina, lembra? com essa música… uuuuuuuuiiiiiii… hehehe… beijos!!!!
Hahahaha… Ju, não se impressione, não, era muita pose, viu? hehehe… mas, realmente, tive sorte de cairem livros maravilhosos em minhas mãos. O Mochileiro das Galáxias é um clássico, mas nunca li. Tive uma fase meio mística no comecinho dos anos 2000, quando li um bocado sobre budismo. Tem muita coisa linda.
Precisamos mesmo nos encontrar quando você vier visitar a filhota, vamos ter muita figurinha pra trocar
Um beijo!!!
Guilherme, “Porcos com Asas” foi FUNDAMENTAL pra mim! você não tem noção do quando gostei desse livro. Morro de raiva de não ter mais, porque queria muito que Bia lesse, também. E o pior é que não se acha nas livrarias, mais.
Aliás, descobri que boa parte desses livros que eu tenho não estão mais em catálogo, no Brasill, são quase “raridades”… pena, a garotada merecia ter a oportunidade de lê-los…
Obrigada pelo link. Eu gostava muito do Reinaldo de Moraes e ia comentar, no post, uma coletânea de ensaios sobre a geração beat publicada pela L&PM, chamado “Alma Beat”, que estou relendo, com ele e mais Pepe Escobar, Antonio Bivar e um monte de gente. Mas, não tinha espaço no post.
Aliás, Pepe Escobar tá no Iraque. Lembra dele? taí um cara que fez a minha cabeça… nunca esqueci um artigo dele pra Ilustrada sobre Kathleen Turner, em Body Heat… depois dele a Ilustrada nunca mais foi a mesma pra mim…
Ihhhh e o Caderno Mais da Folha??? hehehehe… parte fundamental dos meus anos 80, ainda que eu não entendesse metade do que estava escrito… hehehe…
Ah, Denise, que post ótimo! Sei que muita gente diz que este revival oitentista está sendo falado à exaustão não apenas na blogosfera, mas de um modo geral…mas, sinceramente, eu não me cansei disso ainda! rs
Eu não tenho tantas lembranças quanto você e seus contemporâneos, pois, se hoje em dia tenho 28 anos, em 1989 (último ano desta década tão em voga), tinha apenas 12. Muito novinha, né??
Mas como eu adorei os anos oitenta! Nossa, ótimas lembranças mesmo. Na verdade se eu resolvesse escrever sobre alguma década com alguma propriedade, seria mais fácil eu discorrer sobre a de 90, que abrangeu boa parte da minha adolescência e início da juventude. As lembranças são mais sólidas. Mas, não sei por que cargas d’água, ainda assim eu prefiro os anos 80!! rsrsrs
Eles foram mesmo mágicos…
No tocante à literatura, enquanto você quebrava a cabeça com a Marilena Chauí, eu me divertia horrores com livros como ‘O gênio do Crime’ e todas aquelas maravilhas da Coleção Vaga Lume (Um cadáver ouve rádio, A ilha perdida, O escaravelho do Diabo, Éramos seis, Açúcar amargo…e vixe, a lista vai longe…rs)…com a filosofia e também a Coleção Primeiros Passos eu só viria a ter contato mesmo na década seguinte.
Mas enfim…muito bom resgatar tudo isso! Você escreve de uma maneira deliciosa, parabéns!!
Beijos.
Que gracinha seu comentário, Patricia! realmente, uma vez criei um tópico numa comunidade do Orkut sobre literatura nos anos 80, achando que ia encontrar alguém pra trocar idéias sobre meus livros… hahahaha… nada, todo mundo só falava dessa Coleção Vagalume. Foi muito engraçado, mais um choque de realidade! hahahaha… beijos!!!
Meus anos 80 foram muito especiais, mas completamente diferente dos seus… era criança e curtia outras coisas; balão magico, fofão, tinha até a Xuxa, caverna do dragão, pogobol, minha primeira vitolinha, minha primeira leitura “Xisto e Magaristo”… vi essa sua intensidade nos anos 90… inclusive MArilena Chaui, minha musa inspiradora na época que fazia Pedagogia ;0).
Bjs
Nem me fala, Mirella! a Marilena Chauí era a grande musa do meu ex e olha que ela era muito mais velha que ele, mas ele achava ela um tesão hehehe… homem esperto
Sobre a Camilla Parker Bowles (London) .O tal príncipe Charles é uma bichona. Gosta mesmo é do tal Fawcett que fica assoprando o pingulinho dele. Esse casamento foi só pra despistar, depois do escândalo que pegaram os dois caras na cama, esse Charles teve que casar com o primeiro Dragão Camilla que apareceu. Só um viado para dispensar Diana.