Casando com estrangeiros
Atendendo a pedidos (via enquete! hehehe) vou tecer algumas considerações sobre o que eu acho que é a vida de casada com um estrangeiro…
Como vocês percebem, sou muito feliz com Ted. Mas, somos mais velhos, mais pacientes, estamos no segundo casamento, isso tudo pesa muito. Não temos problemas pelas nossas diferenças culturais porque aprendemos a lidar com elas. Partimos do princípio de que temos que ter respeito total e absoluto pela cultura um do outro, mesmo que sejam coisas que possam nos parecer absurdas e exdrúxulas.
Já pras meninas, em geral muito novas, que se casam com gringos, não deve ser fácil. Se eu tivesse encontrado Ted aos 20 anos as chances de dar certo seriam muito menores. Os hormônios em ebulição a as diferenças culturais enormes, devem causar algumas crises, e eu só diria pra ter paciência e muito respeito um pelo outro, com o tempo as coisas se acalmam.
Mas tudo isso a gente aguenta. O que incomoda mesmo, a mim e a todas as meninas que eu conheço (aí não tem diferença de idade), são os preconceitos de que somos vítimas!
Eu me apaixonei por Ted pelo que ele é, independente da sua nacionalidade. Porque temos muitas afinidades; gostamos (mais ou menos) das mesmas coisas; trabalhamos, os dois, com amamentação; a base do nosso casamento é o encontro de dois seres humanos, independentes de onde nascemos.
No entanto, uma coisa que a gente aprende ao casar com um estrangeiro é que as bases de julgamento das pessoas, em muitos casos, se dão exclusivamente pelo fato de termos nascidos em países diferentes. No caso, nós em um país “pobre” e eles em países “ricos”.
Não interessa se foi amor à primeira vista, se existem afinidades, se existe toda uma história que as pessoas desconhecem. Também não importa se, muitas vezes, nós costumávamos ter um padrão de vida bem melhor ou mais fácil (eu, por exemplo, tinha motorista, empregada, secretária), no Brasil. Ou que tenhamos o mesmo nível educacional ou profissional dos nossos companheiros.
Somos sempre as “aproveitadoras”. As que estavam procurando se dar bem e “pegaram um gringo idiota”. E eles são os gringos que estavam procurando uma “latina caliente”. Eles são rotulados pela sua suposta “riqueza” e nós somos rotuladas pela nossa suposta “competência na cama” ou nossa “subserviência”.
O pior é que esse preconceito existe, não apenas lá fora, mas mesmo no Brasil. Conheci uma brasileira, na Suécia, negra e linda, que morre de medo de voltar pra sua cidade, porque lá o comentário era que ela estava fazendo programa a 10 dólares a hora! Ela está muito bem, com um namorado que gosta muito dela e cuja familia a trata com todo respeito. Mas, por ser negra e, talvez, com condições financeiras não tão boas, era essa a imagem dela no seu próprio país.
Mesmo que não se chegue, sempre, a extremos como esse, todas nós já percebemos um olhar meio atravessado, no Brasil ou no país que escolhemos para viver.
Ted já teve amigos dizendo, num tom malicioso, como ele é sortudo por ter casado com uma brasileira. Eu nunca experimentei nada direto, mas já vi homens fazerem um arzinho “estranho” (do tipo “se deu bem”) ao saber que casei com um estrangeiro.
Existe uma crença, no Brasil, de que casar com um gringo é “acertar na loteria”. Isso não podia estar mais longe da verdade. Muitas vezes, as meninas vão viver, com seus namorados, na Europa, uma vida muito mais difícil do que tinham no Brasil.
A vida, na Suécia, por exemplo, é muito austera. Ninguém passa fome, é verdade, mas ninguém esbanja dinheiro, também. Os salários costumam ser baixos pro altíssimo custo de vida e juntar dinheiro pra viajar, por exemplo, pode ser muito difícil. O Estado garante o básico pra você, mas você tem que se acostumar a manter um padrão de vida bem mais baixo que muita gente de classe média tem no Brasil.
Ainda tem a saudade, adaptação ao clima e às pessoas, a luta para conseguir emprego, estudar a língua. Não tem nada de glamuroso, nessa nova vida, não.
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Se você é casada com um estrangeiro e quiser deixar sua visão desse tema, nos “comentários”, vamos adorar! e não esqueça de deixar a nacionalidade do seu companheiro, OK?
Temos uma comunidade no Orkut: Casado(a) com estrangeiro. Junte-se a nós!
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Comentários dos comentários
Basílio Medeiros, obrigada por, com seu comentário, me dar a oportunidade de comentar mais um ponto importante. Todo mundo questiona porque fomos nós que abrimos mão de viver em nosso país, da nossa profissão, etc. para “viver um grande amor”. Sobre isso, quero dizer o seguinte:
1. Primeiro, muitas vezes são eles que mudam-se para o Brasil.
2. No meu caso, assim como no de muitas outras mulheres, pesou a questão segurança. Passamos alguns anos tentando decidir onde morar, mas ter um gringo vivendo no Brasil é como andar com um “alvo ambulante”. Ele seria vítima preferencial da violência nas ruas.
3. As possibilidades deles conseguirem começar tudo, de novo, no Brasil (um país em recessão, com os altos índices de desemprego que nós conhecemos) é MUITO menor que a nossa possibilidade de conseguir um emprego nos países de onde eles vêem (apesar de não ser fácil, também).
4. Você escreveu: “Para as mulheres que eram bem sucedidas no Brasil e resolveram largar tudo para “viver um grande amor”: a idéia que tenho é que o “tudo” não era assim tão importante, e o grande amor vai estar sempre na frente”.
Olha, o “tudo” que deixamos, no Brasil, é muito, mas muito importante pra gente, sim. E só nós sabemos como não é fácil conviver com a nossa escolha. Mas é que, nós, mulheres, temos muita fibra, somos corajosas e enfrentamos o que for necessário para ser felizes. Sofremos no início, mas depois de algum tempo, conquistamos tudo novamente…
5. Além do mais, nossos homens valem muito a pena. Isso, eu estou deixando para o próximo post, mas nossos “estrangeiros” são, em sua maioria, homens que nos respeitam, nos tratam com igualdade, dividem as tarefas da casa, participam da criação dos filhos. Infelizmente, é preciso encontrar homens em outros países que façam isso, porque os daqui, mal lavam seus próprios pratos.
6. Sim, o Brasil vive numa sociedade patriarcal. E não somos nós que dizemos isso. É história. Mas, não estamos reclamando, não. Para isso existem mulheres – e homens – que tentam mudar a sociedade brasileira, porque do jeito que está, não vai dar pra ficar muito tempo. É medieval.
Janaína, claro que nem todos os homens brasileiros são machistas, mas como você mesma disse, é uma questão de educação e ambiente em que se vive e, infelizmente, a maioria ainda é educado para ser o “chefe” da família e acredita que a mulher deve seguir o caminho que ele traça para a família.
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Fotos: Denise e Ted (EUA), Aline e Chris (França) e Michelle e Enno (Alemanha)







De, adorei o post,como sempre, mas estou doida para saber da viagem de navio pelo Báltico… depois conta…por favor
Bom dia Denise, já estou ansiosa pela continuação desse post. Realmente a imagem que se tem dos dois lados com relação a mulher brasileira não é das melhores, eu vc me conhece ainda sofro duplamente pelo meu biotipo, morena…graças a Deus nunca tive problemas as vezes que eu viajei não sofri nenhum contrangimento em nenhum lugar, desde o aeroporto, mas eu sei que isso não acontece com todo mundo, o que é uma lástima! E já namorei dois estrangeiros, um argentino e um espanhol e foi muito bom em quanto durou, acho que em todo e qualquer relacionamento há que se ter respeito, independente da nacionalidade! Tenho amigas além de vc que são casadas com estrangeiros, que trabalham, e estão muito felizes morando lá fora, mas que até se adaptarem sofreram um pouco, ou seja não é fácil, mas se há amor, companheirismo e respeito, coisas fundamentais qualquer casamento dá cert. E no mais é mãos a obras porque hoje em dia todo mundo tem que ralar muito para conseguir as coisas esteja onde estiver! Eita que eu falei mais que o homem da cobra…beijinhos.
Oi denise, ´verdade muitas pessoas achamq ue agente ganhou na loteriai pq bveio morar na Europa e tal. Nada disso, como vc, eu tinha muitoooooooo mais conforto no Brasil. Aqui tá sendo tudo bem mais simples, mas nem por isos ruim,mas difícil sim, mas o que agnte não faz por um grande amor né?
beijos
Ate aqui concordo com voce em tudo, pois o preconceito maior sao das pessoas do seu pais e nao pra onde vc. esta indo ou morando.
Paciencia e minha palavra numero 1 e dedicacao a mim e a ele esta sendo a segunda palavra.
No Brasil nunca precisei lavar, cozinhar e passar hoje faco tudo isso e com amor.
xxx
Oie Amiga Linda!!!
Aqui no estágio tinha um prof de inglês que só queria namorar estrangeiro, pois queria morar fora do país e achava que esse era o caminho…ela é louca,seu quisesse morar em outro país eu iria com meu esforço e minha dedicação…
Amei esse post, deu uma visão geral doq ue as pessoas pensam que é casar com um gringo…As pessoas realmente acham que ganharam na loteria
Bato palmas pra vc e outras que casaram por amor, tem uma vida pp e ama seu marido!!!:)
Estou louca pra saber o restante!!!
Bjokas
Olá Denise! Bom dia aqui do Brasil
.
Adoro o seu site e estou gostando muito de ler as suas experiências em um casamento Sueco. Digo isto por estar noiva de um Sueco e há 6 meses aguardando o visto de permanência e começar uma vida nova em Estocolmo.
Concordo plenamente com vc que o choque cultural é muito grande e confesso que fiquei um pouco surpresa em saber o ponto de vista de ambos os países em relação ao pré-conceito
Aqui no Brasil os amigos e a família me apoiam. Na Suécia fui muito bem recebida por todos: família e amigos de meu noivo, bem como pelas pessoas que tive contato (lojas, bares, museus e restaurantes) em Estocolmo.
Agora uma coisa é bem certa: sei que não terei a mesma vida boa que tenho aqui, afinal sou contadora, tenho um excelente emprego e salário. Totalmente independente e estou largando tudo para viver um grande amor.
E como vc disse: “Ainda tem a saudade, adaptação ao clima e às pessoas, a luta para conseguir emprego, estudar a língua. Não tem nada de glamuroso, nessa nova vida, não. Apesar de que, continuo achando que pode-se ter excelentes resultados, após alguns anos de “ajuste”, já que não conviver com a violência diária e a miséria dos outros, é o que existe de melhor num país industrializado.”
Parabéns pela excelente citação do assunto e obrigada por estar contribuindo MUITO no quesito morar fora do Brasil e específicamente na Suécia. Muito obrigada!
Um beijo querida e espero conhece-la em Setembro quando estarei me mudando definitivamente para Estocolmo.
Com carinho, Angel
Humpf! Esse assunto ate me deixa de mau humor. Eu estava ha um mes de vir embora pros Estados Unidos, com meu futuro marido, e uma pessoa da minha familia disse a minha mae que nao se preocupasse “Ela vai e volta, ela so vai experimentar”. Me diz, quem fala isso sobre alguem que ta indo se casar?!?!
As vezes e muito dificil voltar a Salvador com meu marido, porque as pessoas me olham na rua como se eu fosse a amante do gringo que esta de ferias na Bahia.
Quando a gente esta la, ele nao gosta de andar com cartao de credito, entao eu pago todas as contas com o meu. Eu sinto o climao quando pago a conta, o pessoal fica com aquele olhar de “eu pensei que ele ia pagar tudo pra ela”.
Uma vez a menina do caixa olhou bem pra mim e disse: “voce que paga?”. Eu fiquei com tanta raiva, agarrei meu marido e fui embora de la.
Confesso que um dia me vinguei. Fomos a um restaurante e o garcom servia tudo que meu marido pedia muito rapida e educadamente. Sempre que eu pedia alguma coisa ele demorava e voltava todo irritado. Quando a conta veio, paguei em dinheiro saido da minha bolsa e nao dei gorjeta alem dos 10%. Ele arregalou os olhos e ficou la com a maior cara de tacho. Se tava esperando gorjeta do gringo, se danou.
Logo que cheguei aqui, conversando com o diretor da empresa onde meu marido trabalha, que conhece o Brasil, ele disse que me achava bem corajosa de mudar assim, e completou: “Imagine o seu espanto ao ver uma maquina de lavar prato”. Nao podia dar um esculacho no cara, entao falei pra ele que minhas dificuldades estavam mesmo em me adaptar ao fato de que todo mundo tinha uma tendencia a achar que eu era uma morta de fome.
Essas sao so algumas das muitas que ja aconteceram comigo.
Oi Denise..adorei o post e não preciso acrescentar mais nada, vc disse tudo…
O que posso dizer pras pessoas que não nos conhecem é que “nos demos bem” e somos ricas sim mas pelo fato de estarmos somando as nossas vidas(as deles e as nossas) uma outra cultura, vivência e otimas experiências…pq a cada dia eu e Chris aprendemos e ensinamos um ao outro coisas novas.
Beijos..
Oi Denise,
valeu por me adicionar no orkut!
Em segundo lugar o seu post deu uma visão muito abrangente do que passamos por aqui. Adorei!
Vou deixar minha opinião lá na comunidade.
Grande beijo
Pois cada vez admiro-lhe mais, pela diversidade de temas sobre os quais vc tão facilemnte transita. A grande vantagem do ciberespaço é podemos constituir essas comunidades virtuais, conhecer pessoas tão maravilhosas, trocar as nossas experiências… Essa é a grande sacada. E ainda dizem que qque as TIC’s promove o isolamento. Tsc tsc.
Conviver com estrangeiros não deve ser tão mais difícil do que conviver com os nossos conterrâneos, afinal, em se tratando de casamento, conviver com o “outro”, na maioria dos casamentos é como ser estrangeiro em seu próprio reino.
Quanto ao Philippe, está aos poucos, re-adaptando-se. Ainda confuso, mas sei que o jet-lag tem um efeito prolongado. Agora está começando a se preocupar com o vestibular.
Parabéns pelo sucesso do seu blog (bem merecido) e por ser tão admirada. Tenho encontrado afinidades e aprendido com vc. Sou sua fã. Hehheheh
Pois, cada vez admiro-lhe mais, pela diversidade de temas sobre os quais vc tão facilemnte transita. A grande vantagem do ciberespaço é podemos constituir essas comunidades virtuais, conhecer pessoas tão maravilhosas, trocar as nossas experiências… Essa é a grande sacada. E ainda dizem que qque as TIC’s promove o isolamento. Tsc tsc.
Conviver com estrangeiros não deve ser tão mais difícil do que conviver com os nossos conterrâneos, afinal, em se tratando de casamento, conviver com o “outro”, na maioria dos casamentos é como ser estrangeiro em seu próprio reino.
Quanto ao Philippe, está aos poucos, re-adaptando-se. Ainda confuso, mas sei que o jet-lag tem um efeito prolongado. Agora está começando a se preocupar com o vestibular.
Parabéns pelo sucesso do seu blog (bem merecido) e por ser tão admirada. Tenho encontrado afinidades e aprendido com vc. Sou sua fã. Hehheheh
Denise,
Fiquei impressionada com o seu relato!
Não vivo este problema,pois não sou casada com estrangeiro e moro no Brasil,
mas tenho curiosidade pela maneira que vivem os nossos compatriotas no exterior,por essa razão entrei no seu site.
Com suas informações vc poderá ajudar muitas moças que estão recém casadas com estrangeiros a sobreviver
ao preconceito.
Parabéns! e beijos
Esse post foi uma excelente idéia, eu namoro a 2 anos um Americano e vamos nos casar no final do ano, posso garantir que sou muito feliz ao lado do homem pelo qual me apaixonei e sinceramnete o fato dele ser estrangeiro para mim é indiferente, como vc e o Ted, também somos mais velhos e pacientes, ele já passou por um casamento, temos a nossa história, e eu que vou deixar meu pais, meus costumes, amigos, familia, conforto, enfim tudo que gosto aqui, porque? Porque vou viver o meu grande amor que por alguma razão do destino mora em outro país, vou lavar, passar, aprender um novo idioma, ufa! tantas mudanças, mas vou fazer aquilo que o meu coração escolheu.
Mas como vc mesma disse tem o preconceito, eu apenas sendo namorada já carrego nas costas o peso da discriminação, eu fico muito triste com algumas coisas, estou cansada de ouvir piadinhas (cada uma!),mas, ninguém pergunta se agente se ama, apenas imaginam que eu sim me dei bem e que o gringo a esse tá levando seu produto a tira-colo, sua amante, etc e tal, sem dizer o quanto as pessoas olham quando estamos juntos, eu me sinto uma vitrine, eu tenho pena dessas pessoas, fico rindo por dentro e pensando eles não sabem de nada, o meu conselho é quem tem namorado ou marido estrangeiro, ignore essas pessoas e viva o seu amor sem medo de ser feliz.
Nós somos sortudas por ter homens maravilhosos ao nosso lado o resto é besteira.
Beijos!
Oi Denise, achei muito legal o que você escreveu, já ouvi muitos comentários desse jeito que você colocou. Não sou casada com um estrageiro, mas com um homem mais velho 22 anos, e também sinto este mesmo tipo de preconceito…nós dois temos muitas diferenças além da idade, mas nosso amor é baseado no respeito, liberdade e diversidade humana, acho que por isso nos amamos e somos muito felizes juntos. um abraço
Oi Amiga,
Que saudades!!! Nunca mais te visitei estava em epoca de provas entao ja viu a correria, mas Gracas a Deus hoje peguei meu resultado e fui aprovada pra honra e gloria de Deus.
Se vc puder de uma passadinha la no blog, tenho uma grande novidade e gostaria de compartilha-la com vc.
Um otimo fim de semana.
Que Deus te abencoe!!!!
Um super beijo,
Amandinha
Oi Denise, interessante e verdadeiro o seu post. O meu caso é um pouco diferente, eu sou casada com um mexicano e o único preconceito que eu vi até agora, vieram dos brasileiros que moram aqui nos EUA, onde vivemos.
Ocorreram em conversinhas com desconhecidos que quando digo que sou casada com mexicano, me olham com cara de que fiz a besteira da minha vida, ou me perguntam: “É mesmo?”, porém tudo naquele tom dá para entender perfeitamente o que querem dizer.
Acho que, como muitos brasileiros chegam ilegalmente pelo México e sofrem de fome e outras coisas lá, a impressão que passam aqui é a pior possível e levando-se em consideração a falta de informação que eles têm do país… eu ignoro o comentário e me despeço da pessoa.
Um beijão
Denise,
Mas levamos na boa!!!
Puxa adorei seu Blog!!!Encontrei num desses dias de saudades do Brasil. Te encontrei super up e meu sonho sempre foi ir a Suecia! Moro ha tres anos e meio nos USA, na Fl. Concordei com o que vc disse sobre os americanos num blog anterior.
Sou casada com um chileno e vivemos aqui. Realmente as vezes as diferencas sao muitas mas qdo existe o amor e respeito isso eh irrelevante…Sou apaixonada por ele, sua cultura e seu pais. E ele eh alucinado por nosso pais.Alias conheco muitas brasileiras casadas com chilenos! Ele tb eh mais velho que eu 8 anos.
Hoje por exemplo vai ser um dia engracado, Copa America : Brasil x Chile
Queria criar um blog mais achei tao complicado, o seu eh nota 10!!! O Aqui em DC tb.
Alias DC eh tudo de bom!!!Adoro la.
Prazer em escrever em seu blog e espero podermos nos comunicar.
See ya,
Juliana
PS: Sou de MG e morei 5 anos em SP antes de vir p/ca.
Tudo que vale mesmo é o amor.
Beijocas
Oi Denise,
Adoro essa frase: “A verdade esta no olho do observador (the truth is in the eye of the beholder)”.
Ainda vivemos numa estrutura patriarcal muito forte e esse “rótulo” de mulher-sombra do marido esta muito arraigado pelos 4 cantos do mundo.
Quantas vezes a gente já não escutou “a Maria de João”, Maria filha de fulano”, ” a Maria irmã de ciclano”… É assim que somos vistas pela maioria dos brasileiros e dos estrangeiros. Essa é a caricatura moldada pelo discurso eurocêntrico que busca sempre homogenizar e apesar de algumas exceções, como mulheres ainda não somos sujeitos da nossa história (mas lutamos bravamente para ser).
Aqui na Suécia, Brasil, América do Sul ou “Latinamerika” é a mesma coisa.
Geralmente as pessoas tendem a usar o (mal) exemplo de uma pessoa e generalizar um grupo inteiro soma-se a ignorânia sobre o Brasil (que é um país de diversas realidades sociais), pronto temos uma esposa terceiro mundista que deveria estar de joelhos agradecendo a grande sorte de se casado com estrangeiro “salvador da pátria”. Mas como diria o Gil (aliás esta se apresentando hoje em Estocolmo) “…quem sabe de mim sou eu, é claro.”
Minha dica é simples: quando mais seguro você for da sua identidade cultural brasileira (seja lá de que parte do Brasil vc for) mais força para impor o discurso (mulher objeto) que foi explicitado e que ainda atende aos interesses de um patriarcalismo conservador você terá. Infelizmente ainda se vê muitas brasileiras no exterior com a identidade cultural mal resolvida e muitas vezes contraditórias e que vão assimilando passivamente a cultura do país que que elas residem.
Um beijo para você e sua familia. Aqui no reino da Suécia (Gotemburgo)o verão esta frio e chuvoso, vou adiando minhas férias até Deus dar bom tempo.
Kramar,
Patricia
Olá Denise,
Estou na comunidade do orkut
Eu li seu post e cara, realmente, voce estava certa em tudo. Principalmente quanto ao preconceito! Um amigo do Michael uma vez falou pra ele pensar duas vezes antes de casar comigo pq as brasileiras sao “perigosas”…haha eu não me aguentei de rir né! Quanto as diferenças, vc tb está certa…eu casei nova, esse ano com 21 anos, e o Michael e eu temos q ser mto pacientes as vezes, pq o conflito é grande! Mas o amor é grande tb né…e a gente faz de tudo pra ter um relacionamento bom!
Desejo tudo de bom pra vc e seu love aí! Um beijão!
Patrícia, concordo que o rótulo de mulher-sombra-do-marido esteja muito arraigado, mas as próprias mulheres não parecem levar suas conquistas muito a sério. Para as mulheres que eram bem sucedidas no Brasil e resolveram largar tudo para “viver um grande amor”: a idéia que tenho é que o “tudo” não era assim tão importante, e o grande amor vai estar sempre na frente, Porque vocês não esperam que os homens abram mão de alguns confortos/conquistas/etc e “vivam um grande amor” com vocês no Brasil…? Largar tudo e depois reclamar que a sociedade é patriarcal… quanta contradição! Mas quem disse que era fácil entender as mulheres?
Oi Denise,
Esse assunto é muito bom mesmo. Tenho duas irmãs que moram na Suécia que também trocaram tudo por um grande amor e hoje depois de 27 anos e 15 anos respectivamente que moram em Stockholm são super felizes, amadas, respeitadas.
O preconceito vem de quem não é feliz, de quem tem ciúmes, de quem é pobre culturalmente, da inveja. Adoro meus cunhados, eles são apaixonados pelo nosso Brasil. Bjs.
Pois é, as pessoas do mesmo país já tem chances de ter um casamento não muito próspro, fico imaginando que deve ser muito díficil mesmo manter um relacionamento. Mas quando há amor, não adianta. nada pode separar.
Um bjo e fico muito feliz com sua visita.
Quando vc tiver seu site novo, não deixe de me avisar.
Um bjo
Oi Denise! POis eu realmente sofri muito mais discriminação (e ainda sofro!) no Brasil do que aqui fora. É difícil, mas a realidade é que muitas vezes as pessoas olham torto, achando que somos umas P… dando um olé no gringo otário. Inclusive uma vez cointei lá no blog que nos pararam numa blitz, em caminho a Buzios e enquanto disseram pro meu marido que não precisava tirar as malas dele do carro, depenaram a minha, viraram do avesso, um horror!!!
Mas o Alex é cubano e me disse q em Cuba a polícia age igualzinho com as mulheres, assim q ele ñem se assustou. Mas eu fiquei revoltada!!!! E a partir daquele dia eu não tive mais dúvidas de q além daqui ser mais seguro e me proporcionar uma vida mais tranquila, não seria tão humilhada, como fui no meu próprio país. Até mesmo muitas das minhas “amigas” falavam por trás que eu era maluca de casar com um cara q era lá dos cafubdó e eu pouco conhecia, diziam q eu ia me ferrar, etc, etc, etc.
Mas graças a Deus o maridón me respeita, é meu companheiro, meu amigo, me dá força em tudo. E sou muito feliz assim. E agora eu nem dou mais ouvidos aos q discriminam… Já levo como se fosse inveja, das brabas!
Aorei esse assunto!!!!!!!
Besitos.
nossa..pera ai..nos ainda nao estamos casados! haha quem sabe no futuro!
mas ja estamos juntos a 2 anos e como vc disse…existem varias crises por diferencas culturais. Acho q por sermos mais jovens, ambos tentamos ainda impor nosso estilo ou nossos conceitos. Sempre ha respeito mas ainda temos que decidir o costume de quem,em qual situacao vai prevalecer…e isso demora. é claro que qdo da, o melhor é achar meio-termos…mas ate la…oh barra!
agora…preconceito nunca sofri…sorte minha! bjs!
Denise,
Excelente o post e respeito essa sua coragem de ser tao sincera e relatar aqui a propria experiencia.
Abracos
Leila
Basílio, os fatores que levam uma pessoa a escolher X ou Y isso é muito particular e a gente só pode esperar que as pessoas façam boas escolhas para vida delas. O “tudo” de uma pessoa é muito relativo e não cabe a mim julgar, nada a ver. Mas para muitas pessoas (leia-se homens) é fácil subentender que a vida de uma mulher só começa de verdade quando ela se casa com um homem estrangeiro (para não perder o focus do post da Denise que é sobre a vida de casada com estrangeiro) embora exista esse papo furado no Brasil também.
Eu não reclamei da estrutura patriarcalista que amarra esse mundo. Não adianta reclamar, o negócio e lutar contra, bater o pé e não aceitar as injustiças que a base desse sistema opressivo, que não só julga as mulheres como também as oprime. Quer um exemplo para ilustrar isso tudo que me refiro? A sua prória pergunta: ” Mas quem disse que era fácil entender as mulheres?”.
Bingo!
Um abraço para você! Com respeito e carinho,
Patricia
Amor não tem nacionalidade.Ele chega e ponto.Para viver um grande amor a gente aposta tudo e enfrenta todos.Um beijo.
vou para estocolmo no princípio de setembro e depois ficarei na casa de uma amiga brasileira em vasteras. com experiência em ong aqui no rio de janeiro, ligada ao instituto fernandes figueira, estou interessada em visitar sua ong na suecia.
ana lins
Denise,
Antes de mais nada, parabéns pelo casório. E nem interessa se por amor ou não (e acredito que tenha sido por amor) faça da sua vida o que bem entender. Os amigos continuarão a sê-lo. Parte do que você descreve sobre o preconceito, pude verificar também na Itália. Mas, como homem, posso lhe afirmar que os amigos do seu marido estão morrendo de inveja. A mulher brasileira (e os brasileiros em geral) são muito mais alegres e isso se reflete também na vida afetiva. Talvez essa felicidade venha das pequenas vitórias que temos de conquistar a cada dia, o que gera pequenas alegrias e nos impele a buscar novos desafios. Essa vontade de viver também é associada a uma imagem errada sobre a mulher brasileira, que sempre foi vendida como parte de pacote turístico para estrangeiro. Constantemente vejo europeus que se assustam com o profissionalismo, seriedade e capacidade dos brasileiros que vivem por aqui, sem que isso afete a extroversão feliz, típica do nós brasileiros. Muitos turistas vão ao Brasil para turismo sexual e acabam descobrindo um país maravilhoso (o que não credencia o turismo sexual, em geral com menores sem tantas opções de vida) e acaba ficando por lá. O engraçado é que eles não entendem quem faz o caminho inverso!
Seja feliz!
Beijoca,
Allan
Oi Denise, confesso que nunca pensei em casar com um “gringo”… Acho que não estaria disposta a enfrentar o choque cultural…Mas, acho que em relacionamento (seja entre pessoas da mesma pátria ou não) o respeito e o amor são fundamentais… É preciso querer que dê certo e investir nisso para que realmente dê certo…
OIE.
FOTOS DA MI E ENNO..ELES SÃO FOFOS JUNTOS!!!!
BJOKAS E ÓTIMO FINDI AMIGA!!!!
Bom dia Denise!!!! Tbtou louca que chegue segunda-feira logo! Beijos no coração.
Oi Denise, concordo com quem falou que amor nao tem nacionalidade. Ele simplesmente chega na nossa vida. Eu larguei trabalho, familia, carro, amigos, pais, e vim morar em Estocolmo porque ao encontrar meu marido, acendeu aquela luizinha aqui dentro informando que ele, era aquela pessoa que eu estava esperando. Ele poderia ter nascido no Brasil, no EU, no Japao…etc O que conta e o amor. Depois de 15 anos de casados, somos muito felizes. Vivemos uma vida harmonica onde existe respeito, compreencao e amor, ingredientes especiais para um bom casamento.
Nossa Deni, como sempre o blog está pegando fogo..rssss
Bem, quando decidi largar tudo o que tinha no Brasil para viver na Suécia ao lado do meu marido, levamos em consideracão os mesmos fatores mencionados por você: seguranca econômica e social. Sei que para Bengt conseguir recomeçar sua vida no Brasil seria muito mais difícil do que para mim aqui, por ex.: onde no Brasil ele iria ter a oportunidade de estudar português gratuitamente, incluindo todo o material didático? Onde no Brasil ele receberia bolsa de estudos? Onde no Brasil ele teria acesso à um bom sistema de saúde a preco simbólico? Fora isso ainda tem a questão da flexibilidade feminina, que é muito mais aguçada que a do homem; As mulheres são muito abertas à mudanças e muito mais corajosas.
A vida aqui na Suécia não é um mar de rosas como muitas pessoas pensam. Desde que vim morar aqui meu estilo de vida mudou drasticamente: jantares em restaurantes, discotecas, shows e viagens períodicas..nannaninanão! É caro demais e a situação econômica da maioria dos suecos não permite essas “extravagâncias”. É verdade, e você sabe disso! É claro que as pessoas saem para se divertirem, mas não com a mesma freqüência que uma pessoa de classe média no Brasil. E para quem vive em cidades pequenas então (como eu), a situação é ainda pior porque além da falta de dinheiro, tem ainda a falta de opções…he, he, he Agora me responda, estou aqui porque vivo num paraíso? NÃO, estou aqui porque vivo ao lado de um homem que eu amo e que me ama e me respeita como nenhum outro homem jamais o fez.
Beijos, Rô
O ser humano tem uma mania que é colocar rótulo em tudo…E mostrar que não o somos fica complicado, mas se nossa mente está limpa..o problema é somente nosso…..ops o amor
Besos
Acabei de chegar no seu blog via Blog da Juju… Achei mto bacana… Tô vendo que vou ler muito nesse feriadao aqui em SP, já que não vou viajar…
Gostei viu???
=)
Dizer mais o quê, Denise? Você já disse tudo. O respeito que nossos maridos têm por nós é importantíssimo. Muitos homens dizem amar mas não aprenderam a respeitar uma mulher. Ora, amor e respeito pelo outro são indispensáveis numa vida a dois. Eu também nunca pensei em casar com um “gringo” mas faz 19 anos que com 19 anos eu conhecia um, com quem estou casada até hoje (ele é francês).
Oi Denise, êta tema nevrálgico! Eu sou casada com um alemão e vivemos na Alemanha. Para mim o mais importante na vida é ser feliz. Eu não era. Agora sou. E o respeito que nossos estrangeiros têm por nós é uma coisa rara de se achar entre brasileiros. Concordo. Poderia não concordar? J Um abraço,
Oi Denise! brigada pelo comentario..eu tb to torcendo pra tudo dar certo! me da tanto panico qdo as coisas nao dependem so de mim! ahh!
o jeito é esperar ne!? bjs!
Oi Denise, tive uma carta (altamente editada!)publicada na revista Época (http://epoca.globo.com/edic/20011203/cartas.htm)
. Acho que a coisa piora quando o casal é chamado “birracial”. Quando a brasileira é branca e o marido “gringo”(nossa, odeio essa palavra) tbm, até que o preconceito nao é tanto.
Nunca ouvi falar de boato à meu respeito no Brasil, acho que porque obviamente nao fui “resgatada da pobreza” pelo Darryl, mas para estranhos, atendentes de loja, essas coisas, sempre tem aquela olhar, aquela curiosidade, aquela impressao de que ganhei na loteria. Posso até ter “ganho”, porque meu marido é maravilhoso, mas nao porque ele é canadense, pois tem muito homem canadense que nao presta. Mas vc sabe o que quero dizer, ne.
Beijos!
Q bom q gostou do template amiga, mas ainda estou engatinhando nessa matéria, mas com a prática vou melhorando vc vai ver…
Amiga gostei muito de seu post, suas idéias sobre o preconceito são totalmente verdadeira… Claro q nunca vivi nada na pele, mas aqui se tem uma visão muito distorcida de mulheres q se casam com estrangeiros ou vão morar fora, bem ñ só aqui né??? Uma pena.. Com certeza depoimentos como o seu podem ajudar muito a mudar esses pensamentos…
Sobre a demora em comentar, sem problemas amiga, entendo q vc esteja com um PC bem mais lento q o seu costumeiro.. Em casa, com conexão discada tb passo o maior trabalho..
Beijocas e bom findi..
Quem acha que são só as mulheres que largam tudo por amor não poderia estar mais errado. Meu marido largou tudo para ir morar no Brasil comigo. Infelizmente a bagunça, a falta de organização e a burocracia de nosso país acabaram atrapalhando nossos planos. Antes mesmo de ele ir para o Brasil não conseguíamos nenhuma resposta correta da embaixada brasileira em Estocolmo sobre como conseguir o visto dele. Mesmo assim ele largou emprego e foi. Demos entrada no pedido de visto dele, e ficamos esperando. Depois de quase um ano esperando pelo visto, sem poder trabalhar e já tendo gasto quase todas as suas economias, ele teve de desistir de esperar e voltar para a Suécia. O meu visto para vir pra cá saiu em 3 semanas. Quanto ao visto do maridão, já faz mais de 2 anos desde que demos entrada, e até hoje não tivemos resposta.
poxa arrasou!!!!tenho vergonha de saber que pessoas como vc visita o meu site maluco….bem olha parabéns vc tem razão não é todo mundo que tem saco para se casar tem vezes que quero matar o meu …mas é sempre bom ouvir pessoas mais experientes e veteranas …ajuda..um pouco (vc tem que ta la na hora que a merda acontece)!!!
poxa arrasou!!!!tenho vergonha de saber que pessoas como vc visita o meu site maluco….bem olha parabéns vc tem razão não é todo mundo que tem saco para se casar tem vezes que quero matar o meu …mas é sempre bom ouvir pessoas mais experientes e veteranas …ajuda..um pouco (vc tem que ta la na hora que a merda acontece)!!!
Denise, com essa análise que vc. faz
sobre relacionamentos entre brasilei-
ras e estrangeiros, conseguiu ir ao
cerne da questão, como sempre de uma
forma lúcida e abrangente, não esque-
cendo o principal, o amor e o respeito
que são a base de qualquer união.
No pós-comentário, vc. arrasou menina,
não deixando espaço pra qualquer argu-
mentação insidiosa que porventura pos-
sa se insinuar sobre o seu post.
No mais, viva a vida, a capacidade de
ser feliz, ao encontro de pessoas di-
ferentes e convergentes que sabem e
podem viver um grande amor.
Abraços calorosos,
Megy
Oi Denise
Muito bom o seu post, mas eu tenho que descordar de algumas coisas.
Assim como voce, eu sou mais velha, estou no meu segundo casamento e vivo fora do Brasil.
Meu marido e brasileiro e me respeita muito, alem de me ajudar a criar a minha filha ele tambem me ajuda nas tarefas de casa.
Eu acredito que isso depende da educacao de cada um, do ambiente em que a pessoa foi criada. No meu caso, meu marido me respeita e me trata muito bem por que esta foi a criacao que ele teve.
Bjs
Olá, querida! Excelente post. Muito bem fundamentado. Lembro apenas que no Brasil, muitas vezes, o segundo casamento também costuma ser diferente, até no que se refere à questão de lavar pratos. Duas pessoas que decidem recomeçar a vida geralmente estão mais dispostas a abrir mão de determinadas coisas e a compartilhar mais, do que na primeira relação. A experiência adquirida na relação anterior tem um grande peso nessa mudança.
.
Também estou louca que chegue segunda-feira, mesmo sabendo que só terei alguns poucos minutos com vocês. Beijos.
Denise, não sei vc por ai, mas eu aqui, com minhas “companheiras” analisando a vida dela no Brasil a impressão que se tem é mesmo essa: foram resgatadas. principalmente as que vivem aqui a mais de 10 anos. Acho que somos uma “nova geração” a qual realmente tinha algo “concreto” a abandonar, porém somos posteriores a essas outrs, consequentemente, sofremos pelas mazelas delas. A coisa que me deixa mais aborrecido com esse preconceito é de onde ele vem: dos próprios brasileiros. Como pode coisas tão pequenas brotarem da cabeça daqueles aos quais deveriamos ter apoio???
Olá Denise, ótimo post, o homem brasileiro ta perdendo a vez, pelo machismo e outras coisinhas mais,aqui no Brasil os homens são muito machista acham que a mulher foi feita pra cuidar da casa e serví-los sempre ao contrário dos homens estrangeiros que conheci eles são tão independentes que até me assustam mais confesso que gosto muito disso.
Beijos
Oi Denise querida, prometo atualizar hoje a noite qdo. chegar em casa. Como faco p entrar no orkut? Me ilumine. beijos Celia
adorei seu Blog e já estou participando lá no Orkut ta?
beijinhos Carol
Meu marido é argentino e eu sou brasileira
Olá Denise, bom dia!
Como faço para me cadastrar no Orkut, entrei na página e não vi a opção para cadastro.
Um beijo querida e desde já agradeço!
Angel
Nossa..fiquei mais tranquila em saber que tem tantas brasileiras morando na Suecia com seus amores suecos..Eu conheci o meu a um ano pela net..e em junho fui conhece-lo pessoalmente e estamos apaixonados..e em outubro irei morar em stockholm com ele e apesar de ter uma vida confortavel aki,pois tenho um apto.num lugar excelente e confortavel com uma renda boa..sei que vou morar num lugar menor mas estarei junto com meu grande amor..acho que não tera qq problema que não possamos solucionar..obrigada por me dar este incentivo..beijos janete
Oi Denise,
Fiquei triste por saber que mudou porque conforme já havia dito desde pequena que eu tenho verdadeira paixão pela suécia(não sei porquê) tenho amigas na Suécia, Sou natural de Angola e estou me divorciando de um africano e que na maioria nao valorizam as mulheres num todo, não fazem nada esperam uma emptregada dentro de casa e não uma esposa e realmente sempre tive em mente casar com um europeu e sueco, mas houve um desvio e não deu certo e estou cada vez mais convicta que é na suécia que eu quero viver e casar com um sueco (se alguém puder me ajudar agradeço, sou bonita por dentro e por fora) e aproveito tb para dizer que sou cristã, leio a Bíblia e não concordo com certos comentários seus, mas eu amo voçe porque como eu é uma cidadá do mundo, eu vivo em Portugal e nasci em Angola e adapto-me muito bem em todos os lugares pela positiva e admiro-te pela resposta sobre o comentário da bahiana ainda mais convicta fiquei que tu és uma mulher bem ciente porque eu tb comento sobre Angola e critico o que não esta bem ( e como não esta bem……….) não aceito, é a indignação perante os problemas reais do nosso Páis que nós amamos muito e por isso a dor de ver o errado e muitas pessoas não conseguem entender isso, porque o mundo é dos incomodados com o mal e não dos comodados com o mal e deixa andar. vai em frente Denise e Deus possa te abençoar um dia com toda a sabedoria que ele tem. Beijos para Bia e Ted e para ti.
quero me casar com estrangeiros
de preferencia iatalianos
desejo me relacionar com estrangeiro de preferencia que falem portugues, espanhol e alemão.
meu nome é Alexandra e tenho 27 anos sou carioca,
porém desejo melhor informação.
aguardo o seu i-mail com telefone para contato.
Olá..não poderia deixar de comentar..pois raramente encontramos espaço..oportunidades de desabafar sobre um assunto tão particular nas nossas vidas…que é a decisão de viver..casar-se com um estrangeiro.São mil coisas que passam na minha cabeça..inseguranças..duvidas..namoro um americano descendente de Italiano faz 1 ano,nosso contato ainda é via msn,web cam,fotos,telefone..mas queremos muito ficar juntos,temos conciência da astronomica diferença cultural..da maneira de como fomos educados..sou catolica..ele evangelico..sou morena..ele branco que doi..tenho 20 anos,ele 34 e nunca gostamos de pensar que a diferença de idade possa ser problema…só que no fundo acredito q possa causar choques sim ou talvez não.Quero muito ficar com o John,mas tenho medo de não ser a mulher que ele tanto insiste dizer que ama..medo de sentir a dura realidade de acordar em um lugar completamente estranho,com pessoas estranhas e ter que começar apartir dali uma nova vida…mesmo sabendo que terei um homem maravilhoso ao meu lado.Apesar de tudo..Jesus tem me dado provas e mais provas que é ele o meu amor,que nada aconteceu por acaso e que sentimos a necessidade de fechar esse ciclo com um final feliz…sinto forte ele o pai dos filhos lindos que sonhei ter.E quanto ao que minhas amigas falam..e a sociedade em geral ñ quero deixar me abater de maneira alguma..ñ quero me envergonhar dele e nem que ele se envergonhe de mim.Finalizo agradecendo o espaço e por tua sensibilidade de abordar um tema particular como esse.Felicidades!!!
Rafa.
Olá, adorei esse espaço pelas experiências e comentários sobre relacionamentos com estrangeiros.
Eu trabalho em um projeto com ingleses e, há um tempo atrás, eu estive na Europa e gostei muito das pessoas que conheci, bem como, do estilo europeu de viver. Sempre tive vontade de ter um relacionamento com homem europeu mas nunca houve oportunidade para isso. Por isso, se houver algum europeu interessado em conhecer uma típica brasileira, entre em contato comigo. Quem sabe poderemos ser amigos ou namorados.
Sou brasileiro casado com brasileira, portanto longe da realidade que vocês enfrentam, acredito que o amor pode surgir em qualquer ocasião, com qualquer tipo de pessoa de qualquer nacionalidade. A questão é meramente estatística, se forem analisar a grande maioria dos casamentos entre brasileiras e “gringos”, a mulher geralmente possui menos educação formal, recebe salário menor e não possui perspectiva profissional no Brasil, portanto o casamento é realmente uma “loteria”. Pode não ser o caso em questão, mas vocês sabem que isso é uma realidade. O Brasil é um país pobre, com uma população com alto índice de desemprego e um destino para o turismo sexual, portanto na maioria das vezes o casamento se dá nestas circunstâncias. É claro, existem exceções. Pelos relatos vocês fazem parte dessas exceções. Conhecer um marido cursando Doutorado em Harvard, num cruzeiro pelo mundo, passando férias na Europa é uma coisa. Mas, a realidade de muitos casamentos é do gringo que se apaixonou pela “Latina Caliente” na Avenida Atlântica, no Pelourinho ou em outro ponto turístico brasileiro. Com relação ao desrespeito que vocês sofrem eu realmente lamento, ainda faz parte da nossa cultura subdesenvolvida achar que vocês são “espertalhonas”, mas também faz parte da cultura “desenvolvida” dos países onde vcs moram ahcar que vocês são prostitutas, assim como todas as brasileiras. Eu só lamento que vcs não tenham encontrado o “amor” entre os brasileiros, também latinos e também calientes…
Boa Sorte
André
Ola Denise,
Achei seu site por acaso e adorei a ideia da liberdade de expressao.
Sinto que oque escreveu e bem verdade, sou carioca casada com um americano que e bem mais velho do que eu.Aqui no USA nao sinto tanto preconceito, mas no Rio as pessoas sempre te olham estranho, e ridiculo!!
Mas nem ligo pelo contrario, faco uma cara de bem feliz. Apesar da dificuldade de adaptacao, do frio e principalmente por sair de uma cidade grande como o Rio de Janeiro e vir morar numa cidade pequena, quase me enlouqueceu!!!!
E preciso muito amor, paciencia e compreensao para aceitar e conviver com tantas diferencas. Meu marido me ama muito e isso me conforta e me ajuda.
As pessoas que estao em volta acham que e facil deixar seu pais e que tudo aqui e mil maravilhas, NEGATIVO!!
Acho que os brasileiros tem uma cultura muito machista e sao poucos que realmente valorizam suas esposas, mas acho tambem que marido imprestavel tem um monte em qualquer lugar do mundo.
Se puder Denise entre em contato comigo!
Adoraria receber mensagens de outras mulheres como eu!!!!!
Aguardo respostas e um grande beijo para todas!!!!!
Vivi
Sou homem.Antes de mais nada gostaria de lhe felicitar por criar este espaço,mas o meu comentário com respeito a esta questão entre casamentos entre “gringos” e vocês brasileiras é muito contraditoria muitas de vocês casam-se com esses”gringos”por interesses financeiros e materiais ou por uma questão de estatuto social,claro que nem todas vocês,o que eu acho mais triste nesses casamentos é que muitas de vocês se tornam arrogantes e prepotentes e chegam até ao ponto de desprezar os brasileiros e passam a achar que os brasileiros são os piores homens do mundo e que os “gringos”são os melhores homens do mundo,essa é infelizmente a mentalidade de muitas de vocês que se casam com “gringos”e o que eu acho ainda mais aberrante e absurdo é a diferença de idade entre esses casais em muitos casos o “gringo”tem 45 anos de idade(cheio da grana)e a mulher(latina caliente e muitas vezes sem formação academica)tem apenas 20 anos,por favor pensem bem antes de criticarem os homens brasileiros que eu considero homens muito honestos e amaveis.
Os meus parabens por ter criado este espaço.O meu comentário sobre casamento entre brasileiras e “gringos”é bastante amplo,eu acredito que muitas brasileiras casaram-se com esses “gringos”por amor,mas muitas dessas brasileiras casaram-se por interesses(financeiros,materiais,necessidadesnão vamos querer tapar aqui o sol com a peneira dizendo que todas as brasileiras casaram com”gringos” apenas por “amor” porque se vocês olharem bem para as estatisticas relacionadas com estees casamentos,a maior parte dos”gringos”só se apaixonam e casam com brasileiras com um baixo nivel de escolaridade e semprespectiva profissional e na maior parte das vezes desempregadas,pobres e nunca se apaixonam e nem casam com as brasileiras com um bom nivel de escolaridade(universitarias,com boas prespectivas profissionais,provinientes de familias com boa situação financeira,empresárias,mulheres financeiramente independentes,de classe alta ou de classe media)vocês não acham isso coincidência demais?esses “gringos”não são otários não,eles não casam com mulheres europeias ou norte americanas porque essas mulheres(europeias e norte americanas)na sua maioria são universitárias,com boas prespectivas profissionias,empresárias,financeiramenta são mulheres muito independentes e até materialmente,são mulheres,bonitas,inteligentes que não se deixam dominar por homem nenhum,por essa razão muitos “gringos”procuram mulheres inferiores á eles em todos os niveis e que se tornam totalmente dependentes deles,eu ouvi historia de muitas brasileiras que pensavam que casar com “gringo”seria acertar na loteria se deram muito mal elas se ferraram,houve uma brasileira que se envolveu com um “gringo”na europa esse homem enganou ela e se aproveitou apenas sexualmente dela,prometeu uma casa,um carro e emprego pra ela se ela se casasse com ele depois de 2anos o cara deu um fora na brasileira inclusive ela teve que voltar pra o Brasil porque o”gringo” não casou com ela,só lhe usou na cama e e teve de abandonar esse país porque não se casou,esse tipo de situações acontece com muitas brasileiras que se envolvem com”gringos”mas os comentários que eu vejo aí só são de casamentos felizes eu gostaria que vocês contassem tambem esses tipos de coisas tristes que acontecem com muitas brasileiras que se deixam enganar pelos “gringos”boa sorte para aquelas que se casam por amor.
Oi, Denise
Preciso escrever pra vc particularmente, pode me dar seu email?
Quero falar sobre este assunto, mas não quero postar aqui, por enquanto pois é muito novo pra mim.
beijos
denise
Oi, Denise
Preciso escrever pra vc particularmente, pode me dar seu email?
Quero falar sobre este assunto, mas não quero postar aqui, por enquanto pois é muito novo pra mim.
beijos
denise
I just got into blogging and I absolutely love it, so thanks, I keep track of this blog as well as 5 others so far.
Olá Denise, bom dia!
Como faço para me cadastrar no Orkut?
Beijos
Denise
Olá Denise, bom dia!
Como faço para me cadastrar no Orkut?
Beijos
Denise
Oi,de tanto pesquisar sobre de brasilreiras que casaram-se com suecos,encontrei você e fiquei muito feliz,porque conheci um sueco há seis meses atrás aqui em salvador,nos apaixonamos e no final do ano vamos no casar.Estamos noivos e agora em julho ele chegará aqui na Bahia.Estou muito feliz e anciosa,porém acrfedito que serei muito contente ao lado dele.Ele é super atencioso e educado.No início sentir muito medo de mudar de vida de uma hora pra outra,pois afinal de contas,vou largar minha família aqui,meus amigos,meus estudos,para viver com ele.Mas hoje minha cabeça está preparada e voltada para isso.Eu o amo muito e o desejo!!!
É interessante vc tratar de um assunto tão polêmico como este porque leva as pessoas a compreender que o que faz alguém casar com um estrangeiro é realmemte o amor.
Quando ele estava aqui no verão passado, eu ficava com muita vergonha, pois nos lugares em que íamos todos me olhavam estranhamente.Olhares que diziam:Ela deu o golpe no gringo.Ainda mais que ele é mais velho que eu.Porém ninguém quer saber se o que existe entre nós é algo verdadeiro!É realmente muito chato,mas que se danem todos.Nosso amor é maior que tudo isso.
Em dezembro deste ano,estou partindo para Stolckmon,casadérrrima com o meu bem para juntos vivermos uma grande e lindo amor…
Beiâo para vc e gostaria que vc me procasse no orkut:niceenglis.
Bye
Nice
Adorei o espaço para tratarmos de um assunto tão interessante.Parabéns!!!
Nice
Quero casar com estrangeiro
Quero casar com estrangeiro
Bom dia Denise!
Adorei as dicas contidas no seu post, acho que irá ajudar muitas garotas que pretenderem viver seu grande amor longe de seu país de origem.
Bom minha situação é muito complicada, moro no Brasil e meu namorado também brasileiro, por quem sou apoixonada está moranda nos EUA já fazem 7 meses, nos falamos pela webcam, mas é muito complicado. Tentei tirar o visto como estudante em abril deste ano, mas não consegui, estou sofrendo muito, mas iremos tentar novamente, mas penso que se não conseguir irei tentar a vida em outro país da Europa.
Gostaria que vc com sua experiência me orientasse a respeito, ficarei muito grata.
Como faço para me cadastrar no Orkut?
Meu MSN é jubq5@hotmail.com, entro sempre após as 24 horas daqui do Brasil.
Aguardo Ansiosa seu contato.
Beijos e fique com Deus…
Pois é…Perigoso essa coisa de generalizar. Meu comentário vai para o visitante anônimo que acha que estrangeiros “nunca” se apaixonam por brasileiras de nível universitário e/ou independentes financeiramente. O meu se apaixonou por uma médica/professora universitária. A idéia de que a mulher é “usada” ou “abusada” sexualmente pelo “gringo” porque ele não casa com ela me pareceu um tanto neandertal. Eu me dou -até hoje- a escolha de não casar (e ele já pediu 2 vezes). Temos nos usamos e abusamos à vontade. Já tivemos até um filho como consequencia… Nem por isso pensamos (quer dizer, espero que ele também não) em fazer uma denúncia.
Você tem razão quando diz que o perfil da européia/americana é fortemente independente. Eu me atreveria até a classificar certos comportamentos como “auto-suficientes-a-ponto-de-não-precisar-de-ninguém”. O que não as deixa muito à disposição para os assuntos, digamos assim, do coração. Agora, até aí você achar que as brasileiras não são independentes…Ou que as brasileiras não são bonitas (?!)…Ou que os estrangeiros estão procurando seres “inferiores” a eles…
Acho que você ignora ou substima a inteligência não apenas das tuas conterrâneas como também a dos “gringos”.
Defeitos individuais, problemas na relação, dificuldades de adaptação, conflitos culturais, isto acredito que faz parte até mesmo da lista de problemas enfrentados em relações entre um casal onde cada um veio de diferente regiões de um mesmo país. Mas, numa opinião muito pessoal, o diferencial do meu atual parceiro com (todos) os meus ex-namorados brasileiros é o respeito, o reconhecimento, o fato de ele admitir que também precisa de mim e, acima de tudo, dividir comigo de igual para igual “todas” as prazerozas e as menos prazerozas tarefas cotidianas. Sem medo de ser feliz.
Minha sugestão: comece por aí. A recompensa virá como consequência natural.
Um abraço e sucesso!
Ola Denise,
Muito bom esse seu post, esta certissima.
Eu sou brasileira, 28 anos, casada com americano. Moramos em Boston.
Ja ouvi os mais absurdos comentarios sobre a gente, ate de pessoas que eu considerava amigos, (que talvez nao tenham feito por mal) mas que soa totalmente preconceituso e invejoso aos meus ouvidos.
O mais absurdo de todos veio de um rapaz que trabalhava comigo: ‘Voce nao eh assim tao bonita, nao eh rica, nao tem muito a oferecer. Certeza que esse seu namoradinho deve ser do mesmo nivel seu… e por aih foi, nao compensa relembrar. E sempre os olhares de ‘deu o golpe, hein?
Esse pessoal que nao sabe do que esta falando e pensa que casar com um americano vai resolver todos os problemas da vida estao assistindo muita televisao, especialmente aquela novelinha ridicula da Gloria Perez…
Ah, esqueci…
Estamos gravidos, semana 36th, nosso primeiro filhotinho.
Muito legal sua iniciativa e trabalho sobre aleitamento. Eu sempre tive certeza de que quero e vou fazer o impossivel pra amamentar meu guri.
Parabens, e espero que o trabalho continue dando muito certo
Abraco,
Ola Denise
Foi com muito prazer et uma tres grande indentificaçao que li seu comentario, sobre os
amores multiculturais.
Puis teu endereço no meu cantinho lol
Vivo en França deja 13ans .
Pra min nao foi facil nao …
mais este é un outro papo quando mon coraçao permitir.
Pour instante un beijao nesta bela cabeça que é a tua.
Carinhos e Amizade
Malia
Oi Denise!
Ainda não nos conhecemos e hoje vivo uma situação como a de muitas brasileiras que estam a se casar com estrangeiros. Me sinto um pouco insegura com tudo que esta me acontecendo e gostaria de conversar com vc pelo msm. Tenho mais de 40 anos e uma vida estÁvel aqui e até o final deste ano estarei indo para o EUA. Por favor entre em contato! beijos de uma futura amiga … Rê
Oi Denise ¡¡
quero aproveitar para deixar o meu recadinho pra vc, tá??
Adoro ler seus relatos confortadores para nós mulheres, que fomos tao corajosas em viver um grande amor do outro lado do oceano¡¡
Gostaria também de deixar um recadinho para esse mal educado que se identificou como anonimo:
Primeiro, aprendi que é uma tremenda grosseria deixar mensagens anonimas, certo?
Segundo, que eu sou casada com um espanhol M-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o¡¡¡ Sim com todas as letras¡¡¡
nos apixonamos na empresa em que eu era coordenadora de um setor de Rucersos humanos. Sou universitaria, falo tres idiomas fluentes e tenho uma familia maravilhosa e muito grande que vive em salvador de Bahia. Nao generalize as coisas, tá? Aqui na espanha, nao sou rica, mas continuo estudando para me tornar alguem melhor e distante de preconceitos desse tipo.
Espero que um dia vc encontre um amor de verdade¡
Sorte¡¡¡¡
Ola Denise!
EU GOSTEI MUITO DESSA MATERIA QUE VC ESCREVEU SOBRE CASAMENTOS ENTRE PESSOAS DE NACIONALIDADE DIFERENTE.EU TAMBEM SOU CASADA COM UM ESTRANGEIRO,SOU BRASILEIRA E ELE AMERICANO E NOS TEMOS A DIFERENCA DE IDADE DE 22 ANOS.EU VIVO AGORA EM ORLANDO E EU ME SINTO MUITO FELIZ E REALIZADA COMO MULHER.HOMEM BOM E RUIM EXISTE EM TODO LUGAR.O PROBLEMA DO HOMEM BRASILEIRO E QUE ELE E SO QUER PEGAR E NAO RESPEITA MULHER!!!!EU AMO MEU MARIDO E JA SENTI CERTOS OLHARES SOBRE NOS DOIS MAIS NAO ME IMPORTO PORQUE O TEMPO E O SENHOR DA RAZAO PRA MONTRAR SE O AMOR ERA VERDADEIRO OU NAO.TENHO AMIGAS NEGRAS CASADAS COM HOLANDEZ E ELES AMAM E RESPEITAM ELA PELO QUE ELAS SAO.EU SOU BRANCA MAIS SOU 22 ANOS MAIS NOVA MEU MARIDO.TENHO 28 E ELE 49 ANOS MAIS ELE E UM HOMEM ESPECIAL,ROMANTICO E QUE ME AMA MUITO E EU AMO ELE TAMBEM,CADA DIA,CADA MOMENTO DO LADO DELE FAZ ME SENTIR ALGUEM ESPECIAL.DEPOIS DE ALGUNS RELACIONAMENTOS NO BRASIL DECIDI BUSCAR OUTROS CAMINHOS PORQUE O PROBLEMA DO HOMEM BRASILEIRO E QUE ELES QUEREM TODAS E SAO MUITOS INFIEIS.A CULTURA,O IDIOMA E OS PRECONCEITOS QUE VEM MAIS DOS BRASILEIROS DO QUE DOS ESTRANGEIROS FICAM PEQUENOS DIANTE DO AMOR REAL.O PROBLEMA DE UMA MULHER QUE TEM UM RELACIONAMENTO COM ESTRANGEIRO E PORQUE ELA E VISTA COMO PROSTITUTA,QUE PEGOU O GRINGO PRA SE DA BEM,MAIS MUITAS VEZES ESSES GRINGOS NAO SAO RICOS E AQUI NOS ESTADOS UNIDOS A MAIORIA E CLASSE MEDIA.MINHA AMIGA ESTAVA NA PRAIA COM O MARIDO DELA HOLANDEZ E ELA E NEGRA E AQUELES AMBULANTES MAL EDUCADOS TEVE A CORAGEM DE DIZER PRA ELA QUE NAO ERA PRA ELA FAZER CARA FEIA PORQUE ELA ESTAVA OFERECENDO OS PRODUTOS POR HOLANDEZ PORQUE SE ELA ESTAVA LA GARANTIDO O DELA SAINDO COM HOLANDEZ,ELA TINHA QUE GARANTIR O DELA VENDEDO.TAMBEM SOFRI UMA DISCRIMINACAO DE UM DESSES AMBULANTES EM FORTALEZA PORQUE MEU MARIDO NAO QUIZ COMPRA ELE FALOU:COMPRA GRINGO JA QUE TU ESTA COM ESSA NOVINHA AI TU PODE.FIQUEI REVOLTADA E FUI EMBORA DA PRAIA MUITO ZANGADA,ATE CHOREI.NAO SOU DE FORTALEZA MAIS AMO AS PRAIAS DESSA LUGAR E RESOLVI PASSAR NOSSA LUA DE MEL LA.SOU FELIZ POR MINHA ESCOLHA E PELO MEU MARIDO E POR TUDO ELE REPRESENTA EM MINHA VIDA.
Olá !
Tenho 36 anos e adorei ter lido as experiências de voces…sei que tomar a decisão de deixar suas origens pra viver em outr país é muito difícil, mas quando amamos e o mais importante, quando somos amadas, tudo vale a pena….
O meu maior sonho é casar com um estrangeiro, minhas amigas são casadas e moram fora do Brasil, e sei que os homens estrangeiros, tem uma maneira diferente de demonstrar amor…..queria poder deixar minhas experiências de vida fora do meu país….mas por enquanto só posso falar dos meus sonhos….aprender outra língua, ter uma profissão em outro país, tranquei minha faculdade de Adm de Emp. no último ano…não pude pagar…de qualquer forma, fico feliz por voces terem conseguido uma vida dígna lá fora…..um grande abraço à todas.
Aninha