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    Blogueir@s com Dilma

    Esse blog teve
    visitantes, desde
    setembro de 2003.

    Gostei

    Denise | Campanhas Publicitárias | Monday, 11 October 2010

    Já recebi reclamações de publicitários que dizem que só faço reclamar e mostrar as propagandas racistas, homofóbicas e misóginas. Então, aí vai uma que eu vi no intervalo durante o debate Dilma X Serra, ontem. Achei linda, inteligente, emocionante. Parabéns à Loducca, Nextel e ao Fabio Assunção por ter coragem de se expor.

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    Muffins de laranja, manga e blueberry e prazer na cozinha
    só pra variar o rumo da prosa :-)

    Denise | Comida,Receitas | Monday, 11 October 2010


    Eu tenho mudado muito, nos últimos anos. Tanta coisa (na maioria boa) tem acontecido comigo que me sinto uma blogueira traidora por não contar mais por aqui. Mas, isso faz parte dessas transformações, algumas de vocês vão entender  :-)

    Depois que mudamos pra Coreia, comemos muito melhor. Longe de ser o ideal, mas estamos descobrindo alguns prazeres da independência culinária. E sem aditivos e o mínimo de congelados.

    Fazemos nosso próprio tahini, hummus, iogurte, pão. E isso faz muito bem à gente.

    Esse blog nunca se tornará numa fonte de receitas. Sou péssima cozinheira. Sou impaciente e, principalmente, ODEIO seguir orientações portanto, odeio as tais receitas prontas, apesar de reconhecer que elas ajudam, como ponto de partida.

    Ultimamente, tenho percebido que, com um pouquinho de bom senso, dá pra gente arriscar e as comidinhas não ficam tão ruins. Pelo menos pra mim e Ted que somos bem pouco exigentes em gastronomia.

    Nessa minha nova incursão ao mundo da culinária o que me faz mais bem é ver que muitas regras que aprendi e que faziam a tarefa de cozinhar chata e complicada, eram, na verdade, tabus.

    Por exemplo, sempre pensei que não se fazia bolo sem batedeira elétrica (e, numa época achava que tinha de ser das mais sofisticadas). Também pensava que o forno tinha de ser Brastemp.

    Aqui, me virando com o que eu tenho (comprei nos EUA, nunca usei, não trouxe e me recuso a comprar, de novo), descobri que é possível fazer bolinhos batendo na colher de pau e eles assam perfeitamente num forninho elétrico.

    Minha mais recente descoberta foram essas forminhas de silicone, que custaram menos de um dólar, cada três. Além de lindas, elas soltam facilmente, a gente não precisa untar e enfarinhar (tem coisa pior?) e pra lavar é moleza. Eu ♥ forminhas de silicone.

    Pra dizer a verdade, não deveria estar fazendo muffins. Tô (mais ou menos) de dieta (já perdi seis quilos nos últimos dois meses!), mas é uma dieta meio fajuta e acordei hoje com desejos, depois de comer os piores cupcakes da minha vida, ontem à tarde  :-)

    O fato é que, na minha humilde opinião (de não-gourmet), esses bolinhos ficaram perfeitos. Fofinhos, gostosos, saudáveis. Poderia ficar ainda melhor com uma calda feita de suco de laranja com açúcar derretidos no fogo, mas aí seria um abuso de calorias. Pra acompanhar, minha bebida preferida, no momento: suco de babosa light  :-)   foto acima.

    Enfim, vamos à receita aí abaixo. Antes, aviso que não me responsabilizo pelas tentativas de vocês, hein?! inventei esses muffins a partir dessa receita aqui, e confesso que não tinha a mínima idéia se iria funcionar ou não. Se fizerem, voltem aqui pra contar no que deu:

    Os ingredientes foram:

    • 2 ovos
    • 1/2 copo de suco de laranja natural (cerca de 100ml)
    • 1/2 copo de “açúcar integral” (brown sugar, não chega a ser mascavo, não sei o substituto no Brasil – cerca de 100g)
    • 2 colheres de sopa de óleo de canola
    • 1 copo de manga congelada, triturada (não é polpa, é pedaços da fruta!)
    • 1/2 copo de blueberry congelado, triturado (não é polpa, são blueberries inteiros e congelados!)
    • 1/2 copo de yogurte natural
    • Dois copos de farinha de trigo integral
    • 1 colher de chá de canela em pó
    • 1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio (baking s0da)
    • 1/2 colher de chá de fermento químico (baking powder)
    • Não está na primeira foto, com os outros ingredientes, mas no final, coloquei uma colher de sopa de pó de linhaça com”berries” desidratadas (foto abaixo) pra dar mais fibra e omega 3 pro bolo.

    Bati levemente os ovos (gema e clara misturados), depois fui colocando os ingredientes como na ordem acima. Como falei, não usei batedeira elétrica, nem mexi demais, porque li em algum lugar que isso pode fazer os bolinhos ficarem endurecidos. Só misturei tudo.

    O forno foi aquecido a 190°c e os muffins ficaram lá por uns 25 minutos.  A receita deu pra 18 bolinhos de tamanho médio. Comi seis de uma vez!!!!     :-)

    Alguns comentários em relação à receita original:

    • Detesto óleo, então diminui duas colheres de sopa.  Da próxima vez vou tentar abolir completamente.
    • Também diminui o açúcar, de 3/4 de copo para 1/2 copo (cerca de 100g) , porque acho que os muffins americanos são muito doces.  Gostei muito da mudança, mas talvez outras pessoas prefiram mais açucarado.
    • Essa receita não tem fermento nenhum e sempre acho estranho botar  bicarbonato de sódio. Fiquei com medo da massa não crescer, então, coloquei metade da quantidade de bicarbonato e a outra metade em baking powder (fermento)
    • Estou ficando corajosa no uso de frutas em bolinhos. Agora, vou testando de tudo e gostei da mistura que eu fiz, mas acho que vocês podem tentar com qualquer tipo de fruta  :-)
    • Adoro canela em tudo, achei que uma colher de sopa, como diz a “receita base” era muito, mas vou colocar mais da próxima vez.
    • Lembrem que essa receita fica BEM com gosto de bolinho integral, pouco açucarado, nem todo mundo gosta!

    E vocês, o que andam aprontando na cozinha? dicas? sugestões?

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    Dez falsos motivos para não votar na Dilma

    Denise | Brasil,Eleições | Sunday, 10 October 2010

    por Jorge Furtado

    Tenho alguns amigos que não pretendem votar na Dilma, um ou outro até diz que vai votar no Serra. Espero que sigam sendo meus amigos. Política, como ensina André Comte-Sponville, supõe conflitos: “A política nos reúne nos opondo: ela nos opõe sobre a melhor maneira de nos reunir”.

    Leio diariamente o noticiário político e ainda não encontrei bons argumentos para votar no Serra, uma candidatura que cada vez mais assume seu caráter conservador. Serra representa o grupo político que governou o Brasil antes do Lula, com desempenho, sob qualquer critério, muito inferior ao do governo petista, a comparação chega a ser enfadonha, vai lá para o pé da página, quem quiser que leia. (1)

    Ouvi alguns argumentos razoáveis para votar em Marina, como incluir a sustentabilidade na agenda do desenvolvimento. Marina foi ministra do Lula por sete anos e parece ser uma boa pessoa, uma batalhadora das causas ambientalistas. Tem, no entanto (na minha opinião) o inconveniente de fazer parte de uma igreja bastante rígida, o que me faz temer sobre a capacidade que teria um eventual governo comandado por ela de avançar em questões fundamentais como os direitos dos homossexuais, a descriminalização do aborto ou as pesquisas envolvendo as células tronco.

    Ouço e leio alguns argumentos para não votar em Dilma, argumentos que me parecem inconsistentes, distorcidos, precários ou simplesmente falsos. Passo a analisar os dez mais freqüentes.

    (Continue lendo aqui)

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    Aviso a(os) navegantes

    Denise | Brasil,Eleições | Saturday, 09 October 2010

    Podem espernear, por “liberdade de expressão”, mas sugiro que criem um blog pra postar as dezenas de mensagens AntiDilma e AntiPT que deixam todos os dias aqui. Até que estava liberando os comentários, agora decidi que não vou ficar pagando servidor pra divulgar preconceito, mentiras e notícias deturpadas.

    Nunca fui em blog pró-Serra nenhum  pra deixar mensagens cheias de ódio, arrogância e grosseria, como as que recebo aqui. Portanto, no meu blog, que é a “minha casa” não tem mais espaço pra comentário nenhum defendendo o cretino do Serra. Vocês  já têm a mídia velha, a Globo, a Folha, o Estadão…  e mais uma penca de blogs elitistas e conservadores. Façam bom proveito, não vou ser mais uma a dar espaço para essas sandices.

    Au revoir.

    Se alguém ainda não percebeu, esse blog é 100% Dilma.

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    45 escândalos que marcaram o governo FHC

    Denise | Brasil,Eleições | Saturday, 09 October 2010

    O documento “O Brasil não esquecerá – 45 escândalos que marcaram o governo FHC”, de julho de 2002, é um trabalho da Liderança do PT na Câmara Federal de Deputados. O objetivo do levantamento de ações e omissões dos últimos sete anos e meio do governo FHC, segundo o então líder do PT, deputado João Paulo (SP), não é fazer denúncia, chantagem ou ataque.

    “Estamos fazendo um balanço ético para que a avaliação da sociedade não se restrinja às questões econômicas”, argumentou. Entres os 45 pontos estão os casos Sudam, Sivam, Proer, caixa-dois de campanhas, TRT paulista, calote no Fundef, mudanças na CLT, intervenção na Previ e erros do Banco Central. A intenção da Revista Consciência.Net em divulgar tal documento não é apagar ou minimizar os erros do governo que se seguiu, mas urge deixar este passado obscuro bem registrado. Leia a seguir:

    Itinerário de um desastre

    Nenhum governo teve mídia tão favorável quanto o de FHC, o que não deixa de ser surpreendente, visto que em seus dois mandatos ele realizou uma extraordinária obra de demolição, de fazer inveja a Átila e a Gêngis Khan. Vale a pena relembrar algumas das passagens de um governo que deixará uma pesada herança para seu sucessor.

    A taxa média de crescimento da economia brasileira, ao longo da década tucana, foi a pior da história, em torno de 2,4%. Pior até mesmo que a taxa média da chamada década perdida, os anos 80, que girou em torno de 3,2%. No período, o patrimônio público representado pelas grandes estatais foi liquidado na bacia das almas. No discurso, essa operação serviria para reduzir a dívida pública e para atrair capitais. Na prática assistimos a um crescimento exponencial da dívida pública. A dívida interna saltou de R$ 60 bilhões para impensáveis R$ 630 bilhões, enquanto a dívida externa teve seu valor dobrado.

    Enquanto isso, o esperado afluxo de capitais não se verificou. Pelo contrário, o que vimos no setor elétrico foi exemplar. Uma parceria entre as elétricas privatizadas e o governo gerou uma aguda crise no setor, provocando um longo racionamento. Esse ano, para compensar o prejuízo que sua imprevidência deu ao povo, o governo premiou as elétricas com sobretaxas e um esdrúxulo programa de energia emergencial. Ou seja, os capitais internacionais não vieram e a incompetência das privatizadas está sendo financiada pelo povo.

    O texto que segue é um itinerário, em 45 pontos, das ações e omissões levadas a efeito pelo governo FHC e de relatos sobre tentativas fracassadas de impor medidas do receituário neoliberal. Em alguns casos, a oposição, aproveitando-se de rachas na base governista ou recorrendo aos tribunais, bloqueou iniciativas que teriam causado ainda mais dano aos interesses do povo.

    Essa recompilação serve como ajuda à memória e antídoto contra a amnésia. Mostra que a obra de destruição realizada por FHC não pode ser fruto do acaso. Ela só pode ser fruto de um planejamento meticuloso.

    Deputado João Paulo Cunha
    Líder do PT

    (Continue lendo aqui)

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    Destrinchando José Serra

    Denise | Eleições | Thursday, 07 October 2010

    Este é o primeiro programa eleitoral gratuito da candidatura de José Serra. Como foram muitas as mentiras ditas, uma análise foi feita sobre do vídeo. Serra não criou os genéricos, foi Jamil Haddad. Serra nunca cumpriu até o final um mandato de um cargo executivo. Nem ao menos é Elba Ramalho que está cantando o jingle da campanha… Ela se manifestou em nota à impresa. Leia mais em www.sejaditaverdade.net e acesse o www.twitter.com/sejaditaverdade.

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    48 horas Democracia – Cobertura cidadã das eleições

    Denise | Brasil,Eleições | Sunday, 03 October 2010

    Ao vivo. Muito bom, só tem fera  =)

    Site oficial

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    Dois pesos… ótimo artigo de Maria Rita Kehl (leiam, é sensacional!)

    Denise | Brasil,Eleições | Saturday, 02 October 2010

    Para o O Estado de S.Paulo

    Este jornal teve uma atitude que considero digna: explicitou aos leitores que apoia o candidato Serra na presente eleição. Fica assim mais honesta a discussão que se faz em suas páginas. O debate eleitoral que nos conduzirá às urnas amanhã está acirrado. Eleitores se declaram exaustos e desiludidos com o vale-tudo que marcou a disputa pela Presidência da República. As campanhas, transformadas em espetáculo televisivo, não convencem mais ninguém. Apesar disso, alguma coisa importante está em jogo este ano. Parece até que temos luta de classes no Brasil: esta que muitos acreditam ter sido soterrada pelos últimos tijolos do Muro de Berlim. Na TV a briga é maquiada, mas na internet o jogo é duro.

    Se o povão das chamadas classes D e E – os que vivem nos grotões perdidos do interior do Brasil – tivesse acesso à internet, talvez se revoltasse contra as inúmeras correntes de mensagens que desqualificam seus votos. O argumento já é familiar ao leitor: os votos dos pobres a favor da continuidade das políticas sociais implantadas durante oito anos de governo Lula não valem tanto quanto os nossos. Não são expressão consciente de vontade política. Teriam sido comprados ao preço do que parte da oposição chama de bolsa-esmola.

    Uma dessas correntes chegou à minha caixa postal vinda de diversos destinatários. Reproduzia a denúncia feita por “uma prima” do autor, residente em Fortaleza. A denunciante, indignada com a indolência dos trabalhadores não qualificados de sua cidade, queixava-se de que ninguém mais queria ocupar a vaga de porteiro do prédio onde mora. Os candidatos naturais ao emprego preferiam viver na moleza, com o dinheiro da Bolsa-Família. Ora, essa. A que ponto chegamos. Não se fazem mais pés de chinelo como antigamente. Onde foram parar os verdadeiros humildes de quem o patronato cordial tanto gostava, capazes de trabalhar bem mais que as oito horas regulamentares por uma miséria? Sim, porque é curioso que ninguém tenha questionado o valor do salário oferecido pelo condomínio da capital cearense. A troca do emprego pela Bolsa-Família só seria vantajosa para os supostos espertalhões, preguiçosos e aproveitadores se o salário oferecido fosse inconstitucional: mais baixo do que metade do mínimo. R$ 200 é o valor máximo a que chega a soma de todos os benefícios do governo para quem tem mais de três filhos, com a condição de mantê-los na escola.

    Outra denúncia indignada que corre pela internet é a de que na cidade do interior do Piauí onde vivem os parentes da empregada de algum paulistano, todos os moradores vivem do dinheiro dos programas do governo. Se for verdade, é estarrecedor imaginar do que viviam antes disso. Passava-se fome, na certa, como no assustador Garapa, filme de José Padilha. Passava-se fome todos os dias. Continuam pobres as famílias abaixo da classe C que hoje recebem a bolsa, somada ao dinheirinho de alguma aposentadoria. Só que agora comem. Alguns já conseguem até produzir e vender para outros que também começaram a comprar o que comer. O economista Paul Singer informa que, nas cidades pequenas, essa pouca entrada de dinheiro tem um efeito surpreendente sobre a economia local. A Bolsa-Família, acreditem se quiserem, proporciona as condições de consumo capazes de gerar empregos. O voto da turma da “esmolinha” é político e revela consciência de classe recém-adquirida.

    O Brasil mudou nesse ponto. Mas ao contrário do que pensam os indignados da internet, mudou para melhor. Se até pouco tempo alguns empregadores costumavam contratar, por menos de um salário mínimo, pessoas sem alternativa de trabalho e sem consciência de seus direitos, hoje não é tão fácil encontrar quem aceite trabalhar nessas condições. Vale mais tentar a vida a partir da Bolsa-Família, que apesar de modesta, reduziu de 12% para 4,8% a faixa de população em estado de pobreza extrema. Será que o leitor paulistano tem ideia de quanto é preciso ser pobre, para sair dessa faixa por uma diferença de R$ 200? Quando o Estado começa a garantir alguns direitos mínimos à população, esta se politiza e passa a exigir que eles sejam cumpridos. Um amigo chamou esse efeito de “acumulação primitiva de democracia”.

    Mas parece que o voto dessa gente ainda desperta o argumento de que os brasileiros, como na inesquecível observação de Pelé, não estão preparados para votar. Nem todos, é claro. Depois do segundo turno de 2006, o sociólogo Hélio Jaguaribe escreveu que os 60% de brasileiros que votaram em Lula teriam levado em conta apenas seus próprios interesses, enquanto os outros 40% de supostos eleitores instruídos pensavam nos interesses do País. Jaguaribe só não explicou como foi possível que o Brasil, dirigido pela elite instruída que se preocupava com os interesses de todos, tenha chegado ao terceiro milênio contando com 60% de sua população tão inculta a ponto de seu voto ser desqualificado como pouco republicano.

    Agora que os mais pobres conseguiram levantar a cabeça acima da linha da mendicância e da dependência das relações de favor que sempre caracterizaram as políticas locais pelo interior do País, dizem que votar em causa própria não vale. Quando, pela primeira vez, os sem-cidadania conquistaram direitos mínimos que desejam preservar pela via democrática, parte dos cidadãos que se consideram classe A vem a público desqualificar a seriedade de seus votos.

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    Sem medo de ser feliz

    Denise | Brasil,Eleições,Música,Vídeo | Saturday, 02 October 2010

    Só pra matar as saudades de 89… e porque a esperança vai vencer o medo, mais uma vez.

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    Educação – O Brasil no Rumo Certo

    Denise | Brasil,Eleições,Escolas & Educação | Saturday, 02 October 2010

    Reitores de universidades federais brasileiras divulgaram um manifesto intitulado “Educação – O Brasil no Rumo Certo”, defendendo o governo Lula como “aquele que mais se investiu em educação pública”.

    “Foram criadas e consolidadas 14 novas universidades federais; institui-se a Universidade Aberta do Brasil; foram construídos mais de 100 campi universitários pelo interior do País; e ocorreu a criação e a ampliação, sem precedentes históricos, de Escolas Técnicas e Institutos Federais. Através do PROUNI, possibilitou-se o acesso ao ensino superior a mais de 700.000 jovens”, diz o documento.

    Veja a íntegra do manifesto:

    EDUCAÇÃO – O BRASIL NO RUMO CERTO

    (Manifesto de Reitores das Universidades Federais à Nação Brasileira)

    Da pré-escola ao pós-doutoramento – ciclo completo educacional e acadêmico de formação das pessoas na busca pelo crescimento pessoal e profissional – consideramos que o Brasil encontrou o rumo nos últimos anos, graças a políticas, aumento orçamentário, ações e programas implementados pelo Governo Lula com a participação decisiva e direta de seus ministros, os quais reconhecemos, destacando o nome do Ministro Fernando Haddad.

    Aliás, de forma mais ampla, assistimos a um crescimento muito significativo do País em vários domínios: ocorreu a redução marcante da miséria e da pobreza; promoveu-se a inclusão social de milhões de brasileiros, com a geração de empregos e renda; cresceu a autoestima da população, a confiança e a credibilidade internacional, num claro reconhecimento de que este é um País sério, solidário, de paz e de povo trabalhador. Caminhamos a passos largos para alcançar patamares mais elevados no cenário global, como uma Nação livre e soberana que não se submete aos ditames e aos interesses de países ou organizações estrangeiras.

    Este período do Governo Lula ficará registrado na história como aquele em que mais se investiu em educação pública: foram criadas e consolidadas 14 novas universidades federais; institui-se a Universidade Aberta do Brasil; foram construídos mais de 100 campi universitários pelo interior do País; e ocorreu a criação e a ampliação, sem precedentes históricos, de Escolas Técnicas e Institutos Federais. Através do PROUNI, possibilitou-se o acesso ao ensino superior a mais de 700.000 jovens. Com a implantação do REUNI, estamos recuperando nossas Universidades Federais, de norte a sul e de leste a oeste. No geral, estamos dobrando de tamanho nossas Instituições e criando milhares de novos cursos, com investimentos crescentes em infraestrutura e contratação, por concurso público, de profissionais qualificados. Essas políticas devem continuar para consolidar os programas atuais e, inclusive, serem ampliadas no plano Federal, exigindo-se que os Estados e Municípios também cumpram com as suas responsabilidades sociais e constitucionais, colocando a educação como uma prioridade central de seus governos.

    Por tudo isso e na dimensão de nossas responsabilidades enquanto educadores, dirigentes universitários e cidadãos que desejam ver o País continuar avançando sem retrocessos, dirigimo-nos à sociedade brasileira para afirmar, com convicção, que estamos no rumo certo e que devemos continuar lutando e exigindo dos próximos governantes a continuidade das políticas e investimentos na educação em todos os níveis, assim como na ciência, na tecnologia e na inovação, de que o Brasil tanto precisa para se inserir, de uma forma ainda mais decisiva, neste mundo contemporâneo em constantes transformações.

    Finalizamos este manifesto prestando o nosso reconhecimento e a nossa gratidão ao Presidente Lula por tudo que fez pelo País, em especial, no que se refere às políticas para educação, ciência e tecnologia. Ele também foi incansável em afirmar, sempre, que recurso aplicado em educação não é gasto, mas sim investimento no futuro do País. Foi exemplo, ainda, ao receber em reunião anual, durante os seus 8 anos de mandato, os Reitores das Universidades Federais para debater políticas e ações para o setor, encaminhando soluções concretas, inclusive, relativas à Autonomia Universitária.

    (Continue lendo aqui)

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