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    Esse blog teve
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    setembro de 2003.

    No 7 de Setembro, Lula manda mensagem
    para @s brasileir@s que vivem no exterior

    Denise | Brasil | Tuesday, 07 September 2010

    Em comemoração ao Dia da Pátria, o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou a seguinte mensagem aos brasileiros no exterior:

    “Há oito anos, quando ainda era candidato à Presidência da República, redigi a ‘Carta aos brasileiros que vivem longe de casa’. Ao comemorarmos, hoje, nossa Data Nacional, estou feliz em constatar que os compromissos então assumidos foram plenamente cumpridos. De um lado, buscamos assegurar condições de vida digna no Brasil com a criação de milhões de novos postos de trabalho e, de outro, criamos normas e desenvolvemos projetos concretos em benefício dos que decidiram viver no exterior.

    Criamos no Itamaraty uma unidade para implementar ações para oferecer atendimento adequado aos emigrados brasileiros. Com isso, foi possível fortalecer os Conselhos de Cidadãos no exterior, implantar programas de regularização migratória na América do Sul e assinar acordos previdenciários com grande número de países. No Japão, inauguramos a Casa do Trabalhador Brasileiro em caráter experimental e lançamos projeto-piloto para permitir saque do FGTS. Melhoramos o atendimento aos brasileiros no exterior com a informatização e a reforma do sistema consular, inclusive para a prestação de serviços nas áreas de educação, previdência, trabalho, saúde e cultura.

    Essas ações derivam também de processo de consulta permanente que estabelecemos com nossas comunidades no exterior. Abrimos diferentes canais de comunicação direta, como o Portal Consular, o Portal das Comunidades, e a Ouvidoria Consular, que recebe todo tipo de sugestões e críticas para aprimorarmos o serviço. Mais importante, lançamos o processo das ‘Conferências Brasileiros no Mundo’ e, em junho passado, promulguei o Decreto nº. 7214, que estabelece diretrizes para uma política governamental voltada aos brasileiros no exterior. Com ele foi instituída a ‘Ata Consolidada’ de reivindicações da comunidade e criado um Conselho de Representantes dos Brasileiros no Exterior.

    Esses representantes, eleitos pelas próprias comunidades no exterior, tomarão posse em dezembro, no Rio de Janeiro, por ocasião da III Conferência Brasileiros no Mundo. Estou certo de que, com a sua colaboração, o trabalho da Conferência adquirirá maior eficácia e dinamismo, com melhor articulação em defesa dos direitos dos brasileiros que vivem fora do país.

    Saúdo a todos e manifesto a certeza de que a cada ano teremos motivos para celebrar avanços e para nos orgulhar, seja aqui ou no exterior, deste Dia, que é o dia de todos os brasileiros.

    Nesse momento de celebração não posso deixar de registrar um pensamento por aqueles que deixaram suas vidas ou têm vivenciado situações de penúria na busca de realizações pessoais em outros países.

    Estamos construindo um país de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras. O Brasil os espera de volta”.

    Alguns comentários:

    Poxa Denise, o meu comentario pode até ser bobo, mas obrigada por ter postado aqui as palavras do nosso presidente. Vivo na França ha oito anos e a imagem do nosso Brasil aqui, melhorou muito depois do Lula. Estive recentemente no consulado brasileiro em Paris e a coisa realmente melhotou bastante. Aproveito para dar os parabéns a todos nos brasileiros!!! Saudades do meu pais amado!!”
    Cristina (França)

    “Isso e’ verdade pelo menos na minha experiencia pessoal. O consulado brasileiro de Milao ficou super organizado, informatizado e muito melhor que o consulado italiano no Brasil. No Brasil mesmo varias cidades tem a Central do Cidadao que centraliza varios serviços publicos e outros num lugar so. Coisa que nao existe aqui. Roberto mesmo notou isso. “

    Paulo Nunes Jr (Itália)

    “Eh isso aí! O consulado brasileiro em Londres tem atendimento e eficácia exemplares! Aliás, meu título de eleitor está transferidíssimo e mes que vem meu votinho vai pra Dilma, diretamente de London town!”
    Helô (Inglaterra)

    Tenho que assinar embaixo desse post. Ontem fui na Embaixada Brasileira aqui em Seul e sai de lá com todas as informações e orientações que precisava. Sou novo nesse tipo de empreitada internacional e não pensei que daria tanta importância para esse “sentimento de segurança” que este tipo de serviço pode oferecer.”
    Éder (Coreia)

    Também fiquei impressionada com a eficiência do consulado em Washington, DC. Fui com Bia, mês passado, ela foi renovar o passaporte, foi atendida imediatamente, tudo informatizado, preencheu o formulário num computador com internet que tinha lá mesmo, o atendente tirou uma foto dela com a câmera digital, na hora e de graça, porque não podia usar a que ela tirou aqui em Seul (os coreanos photoshoparam um sinal que fica no queixo dela!!!), tudo foi rapidíssimo.

    Aqui na Coreia, o consulado tá muito bom, também, eficiente, moderno e  tem até um blog pra ajudar os brasileiros com coisas práticas! Há uns oito anos minha experiência no consulado sueco foi o oposto, funcionários preguiçosos, grosseiros, com muita má vontade, um horror.  É muito bom ver as mudanças funcionando, na prática, e sabe que nem tinha relacionado essas mudanças ao governo Lula? pois é…

    ps.: Éder, você não pode imaginar como é ruim ser atendido com má vontade num consulado brasileiro, em um país estranho. Tinha acabado de mudar pra Suecia, deu uma sensação de abandono, mesmo.

    _______________________________________________________

    E eu vou votar em Dilma pra garantir que o que essa gestão começou a fazer, também pel@s brasileir@s que estão longe, tenha continuidade e melhore ainda mais. É Dilma lá.



    Pátria Minha

    Ouça aqui, na voz de Vinícius de Moraes (de arrepiar!)

    A minha pátria é como se não fosse; é íntima, doçura e vontade de chorar; uma criança dormindo, é minha pátria. Por isso, no exílio, assistindo dormir meu filho, choro de saudades de minha pátria.

    Se me perguntarem o que é a minha pátria direi: não sei. De fato, não sei como, por que e quando a minha pátria, mas sei que a minha pátria é a luz, o sal e a água, que elaboram e liquefazem a minha mágoa, em longas lágrimas amargas.

    Vontade de beijar os olhos de minha pátria, de niná-la, de passar-lhe a mão pelos cabelos… vontade de mudar as cores do vestido (auriverde!) tão feias, de minha pátria. De minha pátria sem sapatos, e sem meias, pátria minha, tão pobrinha!

    Por que te amo tanto, pátria minha? eu que não tenho pátria, eu semente que nasci do vento, eu que não vou e não venho, eu que permaneço, em contato com a dor do tempo, eu elemento de ligação entre a ação o pensamento; eu fio invisível no espaço de todo adeus; eu, o sem Deus!

    Tenho-te no entanto em mim como um gemido de flor; tenho-te como um amor morrido a quem se jurou; tenho-te como uma fé sem dogma; tenho-te em tudo em que não me sinto a jeito, nesta sala estrangeira com lareira, e sem pé-direito.

    Ah, pátria minha, lembra-me uma noite no Maine, Nova Inglaterra, quando tudo passou a ser infinito e nada terra, e eu vi alfa e beta de Centauro escalarem o monte até o céu; muitos me surpreenderam parado no campo sem luz, à espera de ver surgir a Cruz do Sul, que eu sabia, mas amanheceu…

    Fonte de mel, bicho triste, pátria minha, amada, idolatrada, salve, salve! que mais doce esperança acorrentada, o não poder dizer-te: aguarda… não tardo!

    Quero rever-te, pátria minha, e para rever-te me esqueci de tudo. Fui cego, estropiado, surdo, mudo, vi minha humilde morte cara a cara, rasguei poemas, mulheres, horizontes, fiquei simples, sem fontes.

    Pátria minha… a minha pátria não é florão, nem ostenta lábaro não; a minha pátria é desolação de caminhos; a minha pátria é terra sedenta e praia branca; a minha pátria é o grande rio secular que bebe nuvem, come terra e urina mar.

    Mais do que a mais garrida a minha pátria tem uma quentura, um querer bem, um bem, um libertas quae sera tamem que um dia traduzi num exame escrito: “Liberta que serás também” e repito!

    Ponho no vento o ouvido e escuto a brisa que brinca em teus cabelos e te alisa pátria minha, e perfuma o teu chão… que vontade me vem de adormecer-me entre teus doces montes, pátria minha, atento à fome em tuas entranhas e ao batuque em teu coração.

    Não te direi o nome, pátria minha, teu nome é pátria amada, é patriazinha, não rima com mãe gentil; vives em mim como uma filha, que és, uma ilha de ternura: a Ilha Brasil, talvez.

    Agora chamarei a amiga cotovia e pedirei que peça ao rouxinol do dia que peça ao sabiá para levar-te presto este avigrama:
    “Pátria minha, saudades de quem te ama… Vinicius de Moraes.”

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    Albergue baratinho em Nova York

    Denise | NYC,Viagens | Monday, 06 September 2010



    Quando estive em Nova York, mês passado, comentei que tinha ficado num albergue baratinho e várias pessoas pediram que escrevesse sobre isso. Aí vai, então.

    Nas primeiras vezes que fui a Nova York, foi a trabalho, para reuniões e lobby (contra indústrias de alimentos infantis ou por questões relacionadas aos direitos da mulher), geralmente nos prédios da ONU ou Unicef. Como ia com todas as despesas pagas, e me hospedava em hotéis escolhidos por quem me convidava, não tinha noção do quanto absurdamente caro é ficar em NY.

    Quando comecei a ir a passeio, vi que se a gente não tiver cuidado, boa parte do dinheiro fica nos hotéis. Como viajo muito e não tenho nenhum dinheiro sobrando, preciso ser muito criativa.

    Já há alguns anos estou me hospedando em “hostels”, que são o que se conhece no Brasil como “albergues da juventude” (ainda chamam assim?). Na Letônia, fiquei num quarto com outras 13 pessoas (a maioria adolescente). Por sete dólares foi um ótimo negócio  =)

    Em julho/agosto, fui duas vezes a Nova York, uma sozinha e outra com a Bia (a filha, que mora nos EUA). Quando fui sozinha, fiquei no hostel  “Jazz on the Park”, dica da queridíssima Déia (do blog Animalista, da MTV), que mora em NYC.

    O Jazz on the Park, como o nome diz, fica bem pertinho do Central Park e a duas quadras do metrô (bem perto, também), estação 103th St, onde passam as linhas B e C. A localização é perfeita. Esse metrô leva a gente pra todo canto, direto ou com conexões e, se você gosta de caminhar,  de lá dá pra atravessar todo Central Park e ir andando pro Metropolitan Museum of Art (cuja visita é essencial!).

    A entrada do albergue é bonitinha, colorida, bem moderna, e eu gostei muito do atendimento, todos foram super gentis comigo.

    Quase sempre tem de fazer a reserva com antecedência, pela internet, pra garantir lugar. O site de reservas é bem fácil de usar e seguro.  Com a vantagem de que não é preciso pagar nada com antecedência e é super simples pra cancelar (já desisti de ir, uma vez e não tive problemas.)

    Quanto aos quartos… bom nem todo mundo encara a opção de albergue. Os quartos são pequenos, com camas duras e, geralmente, tem apenas um armário onde você pode colocar suas coisas e usar um cadeado (é bom trazer o seu) para fechar.

    Quartos podem ter 4, 8 12 camas e podem ser mistos ou só de mulheres (precisa escolher antes). Na primeira noite, ao chegar minhas três companheiras de quarto já estavam dormindo, e quando saí elas continuavam dormindo, nem nos falamos. Me avisaram que eu teria que mudar de quarto na noite seguinte, sem problemas, estava só com uma mochila, mesmo. No meu segundo quarto, dormi sozinha, ninguém apareceu. Na terceira noite três garotinhas super simpáticas, da Austrália chegaram e já dei todas as dicas e deixei-as à vontade pra espalhar suas roupas por todo o quarto para secar  =)

    O banheiro, claro, é coletivo, geralmente um por andar. Com a quantidade enorme de pessoas circulando, e poucos funcionários, nem sempre a limpeza  é perfeita (apesar de que nunca achei nada terrivel), principalmente de manhã. Sempre vou com uma sandalinha havaiana que uso no chuveiro, just in case. Paciência e bom humor. Ainda assim, pra mim, a economia diária de U$ 100 compensa, sem dúvida.

    No Jazz on the Park, a diária (que pode ser de até menos de 30 dólares, dependendo da temporada)  inclui café da manhã. Nada demais, somente pão branco, geléia, manteiga, cereais, ovos cozidos e laranjas. Acho tem também café, leite e chá mas como não tomo, não lembro com certeza. As laranjas ajudam a ter um pouco de saúde, antes de sair  =)

    O café da manhã fica numa área comum, no térreo, onde as pessoas se reúnem, e fica aberto 24 h. Lá tem WIFI livre pra quem levar o laptop e uns quatro computadores com internet (não usei, não sei se são gratuitos). Quando estive lá, tinha muitos europeus, muitos jovens, o lugar ficava bem animado à noite.

    O albergue tem 4 andares (sem elevador) onde ficam os quartos, mas se você tiver malas pode deixar na portaria (US$ 4.00 por dia) e subir somente com a bagagem de mão devidamente preparada com o que você vai precisar mais urgentemente.

    Transporte do aeroporto

    Eu cheguei de Seul no aeroporto JFK. Através do próprio site do Jazz on the Park, tinha feito uma reserva de transporte com a Airlink (van) que, por U$ 20.00, me deixou na porta do hotel. recomendadíssimo, o motorista foi super gentil e fácil de encontrar (basta avisar na central de atendimentos que fica na sua frente, bem no desembarque, que tem uma reserva, eles ligam pra lá e avisam que você chegou.

    É um transporte coletivo e como, geralmente, os outros hotéis ficam antes do Central Park (que fica no Uptown), a gente leva cerca de uma hora e meia pra chegar. Ao invés de reclamar, resolvi encarar como tendo uma “tour” gratuita, já que a van passa pelas principais áreas de Downtown e Midtown  =)  tudo é uma questão de perspectiva.

    Central Park Hostel

    Quando fui com Bia, umas três semanas depois, ficamos em outro hostel, porque o Jazz on the park estava lotado.

    O Central Park Hostel fica bem pertinho do outro, na verdade a localização é ainda melhor, fica na mesma rua da estação de metrô da foto acima, há poucos metros dela.

    Como estava com Bia, valia mais a pena ficar numm quarto privado que custou US$108.00 já que as duas em quarto coletivo seria cerca de US$90. por isso, acho que, no geral, hostel vale mais a pena quando estamos sozinhas. Ainda assim, por esse preço, os hotéis deisponíveis não tinham uma localização tão boa quanto essa.

    O quarto era minúsculo mas tinha até uma mesinha (mas sem armários).  O WIFI era gratuito apenas na área comum que ficava numa espécie de sala no underground. Acho que não tinha café da manhã incluído, nem lembro. No geral, achei o clima do outro bem melhor, esse era mais escuro, o pessoal não tão simpático, mas era seguro e prático, e eu ficaria lá, novamente, sem problemas.

    Enfim, é isso. Não é pra todo mundo, mas eu adoro ficar em albergue, a gente passa o dia todo na rua mesmo, hotel é só pra dormir, não preciso de luxo nenhum. Desculpem a demora para postar, mas Bia está chegando aqui em Seul em poucos dias e eu estou super ocupada, por isso tá difícil de escrever mais. Mas, se tiverem perguntas, escrevam e responderei assim que der.

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    04 de setembro: Dia Mundial pela Saúde Sexual

    Denise | Corpo & Saúde,Sexualidade | Saturday, 04 September 2010

    Declaração de Montreal “Saúde sexual” para o Milênio”:

    “A promoção da saúde sexual é central para alcançar o bem-estar e o resultado do desenvolvimento sustentável e mais especificamente, para a instrumentação das Metas de Desenvolvimento do Milênio.

    Os indivíduos e as comunidades que experimentam o bem-estar encontram-se em uma melhor posição para contribuir para a erradicação da pobreza individual e social. Ao cultivar a responsabilidade individual e social e as interações sociais eqüitativas, a promoção da saúde sexual fomenta a qualidade de vida e a realização da paz.

    Portanto, instamos a todos os governos, as agências internacionais, ao setor privado, as instituições acadêmicas e a sociedade inteira, e muito particularmente às organizações membras da Associação Mundial para a Saúde Sexual (WAS) a:

    1.- Reconhecer, promover, assegurar e proteger os direitos sexuais para todos.

    Os direitos sexuais fazem parte integrante dos direitos humanos básicos e portanto são inalienáveis e universais. A saúde sexual não pode ser atingida nem mantida sem direitos sexuais para todos.

    2.- Avançar para a eqüidade de gênero

    A saúde sexual requer respeito e eqüidade de gênero. As iniqüidades relacionadas com o gênero e os desequilíbrios de poder impedem as interações humanas construtivas e harmoniosas e conseqüentemente, a consecução da saúde sexual.

    3.- Eliminar todas as formas de violência e abuso sexuais.

    A saúde sexual não se pode alcançar enquanto as pessoas não estiverem livres de estigma, discriminação, abuso, coerção e violência sexuais.

    4.- Prover acesso universal à informação e educação integral da sexualidade

    Para obter saúde sexual é míster que todas as pessoas, incluindo os jovens tenham acesso pleno a uma educação integral da sexualidade e à informação, bem como à atenção a sua saúde sexual durante todo o ciclo vital.

    5.- Assegurar que os programas de saúde reprodutiva reconheçam a impôrtancia medular da saúde sexual

    A reprodução é uma das dimensões críticas da sexualidade humana e pode contribuir para o fortalecimento das relações e à realização pessoal quando foi desejada e planejada. A saúde sexual é um conceito mais abarcativo do que a saúde reprodutiva. Os programas atuais de saúde reprodutiva devem ser ampliados para contemplar integralmente às diversas dimensões da sexualidade e a saúde sexual.

    6.- Deter e reverter a propagação da HIV/AIDS e outras infecções de trasmissão sexual (ITS)

    O acesso universal à prevenção, aconselhamento e prova de detecção voluntária, a atenção e tratamento integral dos pacientes infectados com a HIV/AIDS e outras infecções de trasmissão sexual são igualmente essenciais para a saúde sexual. Devem ser adotados e incrementar-se em grande escala imediatamente os programas que assegurem o acesso universal a estes serviços.

    7.- Identificar, abordar e tratar inquietudes, moléstias e disfunções sexuais.

    Visto que a plenitude sexual têm a capacidade de elevar a qualidade de vida, é crítico reconhecer, prevenir e tratar as inquietudes, padecimentos e preocupações sexuais.

    8.- Conseguir o reconhecimento do prazer sexual como um componente do bem-estar.

    A saúde sexual é mais do que apenas a ausência de doença. O prazer e a satisfação sexuais são componentes integrais do bem-estar e requerem serem reconhecidos e promovidos universalmente.

    É essencial que quaisquer planos de ação internacionais, regionais, nacionais e locais para o desenvolvimento sustentável, priorizem ações em saúde sexual, apropriem recursos suficientes e abordem as barreiras sistêmicas, estruturais e comunitárias que abalam a saúde sexual e que o progresso destes planos e programas seja monitorizado.”
    Ilustrações: (1) Karin Jurick, (2) The Male Gaze e (3) schtieF

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    Denise | Literatura | Wednesday, 01 September 2010

    Sou como você me vê.
    Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
    Depende de quando e como você me vê passar.
    Clarice Lispector (via Alexandra Peixoto)

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