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    Blogueir@s com Dilma

    Esse blog teve
    visitantes, desde
    setembro de 2003.

    Pro mundinho fashion, mulheres assassinadas são “in”

    Denise | Campanhas Publicitárias,Moda,Violência | Friday, 27 August 2010


    “O acessório perfeito pode ser a diferença entre parecer ‘blah’ ou ‘de morrer’”, Michael Kors.


    “Morte por um stiletto (sapato)? não posso imaginar melhor forma para morrer”, Brian Atwood.

    Não é novidade. Já falamos disso, várias vezes, aqui, aqui, aquiaqui, aqui e aqui.

    É a glamourização da violência contra a mulher. Essas fotos são da revista Haaper’s Bazaar de setembro, que é a edição mais importante da moda, nos EUA.

    O ensaio mostra a “consultora de estilo” Rachel Zoe sendo morta por vários estilistas famosos.  ”De morrer pela moda”. Sim, entendi o contexto e  deve ter gente que acha muito “moderno”. Eu continuo achando que, dentro de um contexto maior, as imagens são de extremo mau gosto.

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    Está na hora dessa gente bronzeada mostrar seu valor

    Denise | Brasil,MPB,Música | Friday, 27 August 2010

    Brasil, esquentai vossos pandeiros…

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    Dilma tá 20% à frente de Serra. Lula bate recorde de aprovação. E eu é que sou a louca?

    Denise | Brasil,Eleições | Thursday, 26 August 2010

    Tô rindo à toa :-)

    Pesquisa contratada pela Folha e a Rede Globo, nos dias 23 e 24, diz que Dilma Rousseff, manteve sua tendência de alta e foi a 49% das intenções de voto, contra 29% de José Serra. E mais, se a eleição fosse hoje, Dilma teria 55% dos votos válidos (os que são dados apenas aos candidatos) e venceria no primeiro turno.

    Já a aprovação a Lula chega a 79% e atinge novo recorde. O recorde anterior ela dele mesmo, 78%. O Datafolha pesquisou a avaliação de todos os presidentes eleitos pelo voto direto depois da ditadura militar (1964-1985). Fernando Collor (1990-1992) teve uma popularidade máxima de 36%. Fernando Henrique Cardoso (1995-2001) nunca passou de 47%.  32% a menos que Lula.

    Sério que tem quem acha que eu sou romântica e a única que acredita em Lula, Dilma e no PT?

    Leia também:

    Dilma deve ter ‘vitória retumbante’, diz Financial Times‎ – Estadão

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    Minha porção brega adora o Khaled

    Denise | Música | Thursday, 26 August 2010

    Estou com essa música na cabeça e morrendo de vontade de fazer aulas de dança do ventre  =)   descobri que tem uma aqui em Seul hoje à noite, acho que vou lá.

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    Porque eu voto em Dilma

    Denise | Brasil,Eleições | Wednesday, 25 August 2010

    Claro que, apesar de todo respeito que tenho por sua história na resistência política contra a ditadura militar, como escrevi no post anterior, não é essa a razão principal para ter decidido votar em Dilma.

    Desculpem o post “malamanhado”, mas é que o tempo é pouco e só estou escrevendo sobre isso agora porque muita gente tem perguntado e não dá pra adiar mais.

    Primeiro deixa dizer que, ao contrário do que muita gente pensa, apesar de simpatizar com o PT , não sou uma petista histórica. Nunca militei no grupo de mulheres do PT e já estive até em lado oposto numa eleição. Portanto, não tenho nenhum compromisso em apoiar a candidata de Lula.

    Acompanhei todos os problemas no início do governo, me decepcionei com algumas pessoas, mas nunca tive uma visão idealística do partido, então, não entrei em “crise”. Tenho minhas críticas, especialmente ao fato do Lula e o governo ter feito alianças demais. Não é fácil engolir José Múcio (de Pernambuco) ou a Nestlé no Programa Fome Zero, mas sou pragmática o suficiente pra saber que, pra governar, tem que se fazer concessões.

    Então, muito além de simpatia partidária, minha última visita, em outubro passado, ajudou a definir o meu voto.

    O fato é que o Brasil melhorou muito, no governo Lula

    Quando saí de lá, há 8 anos, muita gente me acusava de reclamar demais do país, aqui no blog. O fato é que o clima era ruim mesmo, muito desemprego, muitos problemas, muita miséria e poucas perspectivas de mudanças. O astral das pessoas estava lá no chão.

    Aos poucos, fui percebendo uma mudança e, na minha última visita, em outubro passado, fiquei impressionada com o clima positivo e de esperança das pessoas (que contrastava com a crise nos EUA). Pela primeira vez, vi cartazes de “emprega-se” nas lojas, e mesmo que esteja longe do ideal, todo mundo com quem falei disse que  o Brasil está melhor.

    Me impressionaram os relatos de três amigas, que vivem em diferentes comunidades, extremamente pobres, e com as quais trabalhei na promoção do aleitamento antes de me mudar. Nos reencontramos e fiquei muito feliz por vê-las tão bem. São mulheres batalhadoras e esclarecidas, agentes de saúde, lideranças comunitários. Conversamos sobre Lula e todas estavam entusiasmadas com o quanto as comunidades melhoraram, nos últimos anos.

    É facil pra gente, que tem garantido pelo menos o pão de cada dia, criticar programas de transferência de renda, “precisa ensinar a pescar, blá-blá-blá”, mas saco vazio não se segura em pé. O valor da bolsa-família, pode não parecer muito, mas tem sido suficiente para aumentar a auto-estima das pessoas que não tinham nada.

    “É que antes a gente passava a vida toda sem saber se ia entrar nem um real, era um aperreio, pelo menos agora, a gente sabe que, no fim do mês vai entrar um dinheirinho que dá pra ir ao mercado, isso deixou todo mundo mais feliz na comunidade.”, disse uma delas.

    Sim, dá pra negar que o Brasil está mudando pra melhor? e dá pra negar que um governo petista é responsável por essa transformação? então, a conclusão natural é que eu quero que Dilma continue e avance o que Lula começou.

    Eu  jamais votaria em Serra. Não preciso nem dizer porque, né?  a essa altura, acho que todo mundo sabe quem ele é e o que é o PSDB.

    Gostava da Marina, até perceber o quanto ela é arcaica com sua religiosidade. Vivemos num país laico e a interferência das suas crenças religiosas nas questões públicas é inaceitável pra mim. Além do mais, não me agrada suas relações com a Natura que tem enfrentado processos por se apoderar das culturas indígenas, sem reconhecer seus direitos de patente.

    Plínio de Arruda Sampaio é um homem admirável, gosto muito dele e até simpatizo com o PSOL. Mas por que eu votaria nele, se posso votar em Dilma?

    Eu, realmente, voto em Dilma Roussef sem nenhuma sombra de dúvida, com a certeza de que ela é a melhor opção e é a mulher que eu quero ver como presidenta do Brasil.

    E vocês? vão votar ou não na Dilma? e por quê? vamos trocar idéias (mas, sem grosserias, por favor). Escrevam, que eu respondo, assim que tiver um tempinho   =)

    ______________________________________

    Não deixem de ler:

    Dez falsos motivos para não votar na Dilma, por Jorge Furtado

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    A ditadura militar, torturas e meu agradecimento a Dilma

    Denise | Brasil,Eleições | Wednesday, 25 August 2010

    Atenção: Antes que outras pessoas venham torrar minha pouca paciência, informo que não escrevi esse post com o objetivo de justificar meu voto na Dilma, para isso fiz esse outro post aqui. Apesar de admirar sua militância durante a resistência à ditadura, obviamente, não é por isso que voto nela.

    Mesmo nunca tendo sido vítima direta (nem eu, nem familiares), minhas história está indelevelmente marcada pela ditadura militar no Brasil.

    Tudo começou antes da escuridão tomar conta do país. Era uma vez, dois jovens que se conheceram no começo dos anos 60, eram fãs de João Goulart e Maria Tereza (que meu pai jurava, era a cara da minha mãe), ouviam bossa nova, se apaixonaram e casaram em 63, cheios de esperança no Brasil do futuro.

    Minha mãe vivia em Triunfo, sertão de Pernambuco, para onde meu pai mudou de motocicleta e loirinho, de olhos azuis e um cabelo mais ou menos inspirado em James Dean, fascinando a estudante de licenciatura, cujo pai tinha um sítio e vivia pra cima e pra baixo, fazendo campanha política para Miguel Arraes.

    Com poucos meses de gravidez, na foto acima, meus pais provavelmente ainda não tinham muito clara a idéia do quanto o Brasil que eles amavam iria mudar. Cinco meses antes do meu nascimento, o Brasil afundava numa ditadura que viria a ser truculenta, criminosa e impressionantemente sádica.

    Meu pai era um idealista, um poeta, e eu cresci ouvindo a história da minha mãe com a barriga enorme, queimando os livros “comprometedores” do meu pai e tentando apagar os rastros de um bancário que nunca foi militante político, mas que nunca tinha medo de falar e falava muito. Coisa perigosa em tempos de repressão… e que ainda iria piorar muito.

    Eu nasci em 14 de agosto de 1964. Meu pai cantava:

    “Mulher, vou dizer quanto eu te amo
    Cantando a flor
    Que nós plantamos
    Que veio a tempo
    Nesse tempo que carece
    Dum carinho, duma prece
    Dum sorriso, dum encanto

    (Chico Buarque de Holanda)

    Minha primeira música e meu nome (homenagem à filha de João Goulart) anunciavam os tempos em que eu ia crescer.

    Eu ainda estava no berço e as meninas de 16 anos preferiam ir pra bailinhos dançar ao som de Celly Campelo, quando Dilma Roussef, garota privilegiada financeiramente, entrava na organização socialista POLOP – Política Operária e começava uma história de resistência, da qual eu me sinto devedora.

    Minhas lembranças de crescer numa ditadura militar são confusas. Não lembro de palavras, mas de sensações. Do medo da minha mãe, da raiva do meu pai, da angústia dos vizinhos barbados e sempre sérios, que ouviam Raul Seixas e sumiam, de vez em quando. Lembro de um clima pesado, triste, solene. É um sensação que, aparentemente, as novas gerações não conseguem entender.

    Lembro das intermináveis aulas de Moral e Cívica, de ter que cantar o hino e hastear a bandeira em fila, todos os dias antes da aula, caindo de sono e das fotos anuais, cercada de símbolos patrióticos. Também lembro da minha mãe, nervosa, me proibindo de repetir a piada que eu tinha ouvido: “Como  mede-se um burro?”  =)

    Mas, a imagem mais marcante da ditadura, pra mim, foi um dia, passando num ponto de ônibus, quando vi um cartaz cheio de fotinhas pequenas de moças e rapazes e perguntei quem eles eram, minha mãe deu uma resposta atravessada, eram pessoas procuradas pela polícia. Então, deviam ser perigosas.  Medo.

    Enquanto a censura escondia, como dava, da minha família e de todo Brasil o que estava acontendo, essa sensação de angústia e peso, que percebia nas músicas e que rondou minha infância tinha suas razões. Vivíamos tempos de muita dor.

    Hoje, eu fico muito, muito triste ao ver as pessoas “acusando” a Dilma de ser uma “terrorista”, “assassina”, “assaltante de banco.

    Não é pena da Dilma, que essa vai ser eleita presidenta do Brasil. Essa já tem o crédito de mais de 40% dos brasileiros e a gratidão de milhões de pessoas que, como eu, reconhecem o papel que ela e outras meninas e meninos tiveram na história do Brasil, para que possamos hoje viver numa democracia.

    Tenho pena das pessoas que não conseguem (ou não querem) entender o que foi viver em época de ditadura, tendo sonhos de liberdade. Pena de ver a história sendo deturpada e incompreendida. Parece que as pessoas perderam a dimensão do que foi essa ditadura sádica e que matou quase 300 pessoas que tinham uma vida inteira pela frente, destruindo suas famílias e deixando muitas mães órfãs.

    Não, esses “guerrilheiros” não eram perfeitos, nem tinha como ser. Muitos eram quase crianças. Imaginem os meninos de menos de vinte anos, hoje, tendo que lutar contra uma repressão brutal. Eles viviam numa pressão e num contexto de não ver saída e, ainda assim, não querer entregar o Brasil aos militares assassinos. Deram a vida, passaram anos presos, foram torturados.

    Sim, eu tenho muito orgulho de ter uma presidenta que lutou contra essa ditadura. E, agora, ainda mais. O termo “guerrilheira” ganha outra dimensão, após a tentativa da mídia golpista de usar esse período da sua história para derrubá-la nas eleições. Dilma era uma “guerrilla girl” como está escrito em minha camisa e eu me arrepio ao vê-la falar do que foi ter de mentir, sob tortura,  para salvar os companheiros.

    Não voto em Dilma porque sou petista, nunca fui nem tão militante ativa. Também não voto em Dilma porque ela é candidata de Lula. Voto em Dilma com toda a convicção de que ela é a mulher que eu quero ver presidenta do Brasil. Como não poderia deixar de ser, não é perfeita. Mas ninguém é e faz parte do aprendizado de tolerância, aceitar uma imperfeição aqui, outra ali.

    Eu acredito que Dilma será uma presidenta tão boa quanto foi Lula e a sua história só demonstra o quanto ela tem garra e princípios.

    E, para quem não sabe – ou esqueceu – veja um pouco, no link abaixo, o que era viver num período de ditadura e ser submetid@ a torturas, por pensar diferente e querer outros caminhos para o Brasil.  Assaltar um banco não é nada, perto da selvageria que a ditadura militar implantou. Não é terrorismo, é reação, é luta pela sobrevivência.

    “Você corta um verso / Eu escrevo outro
    Você me prende vivo / Eu escapo morto
    De repente / olha eu de novo
    Perturbando a paz
    /Exigindo o troco.”
    (Pesadelo – Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro)


    (Sônia Maria Lopes de Moraes, morta em 73, encontrada no DOPS/SP)

    (Continue lendo aqui)

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    Dez falsos motivos para não votar na Dilma

    Denise | Brasil,Eleições | Wednesday, 25 August 2010

    por Jorge Furtado

    Tenho alguns amigos que não pretendem votar na Dilma, um ou outro até diz que vai votar no Serra. Espero que sigam sendo meus amigos. Política, como ensina André Comte-Sponville, supõe conflitos: “A política nos reúne nos opondo: ela nos opõe sobre a melhor maneira de nos reunir”.

    Leio diariamente o noticiário político e ainda não encontrei bons argumentos para votar no Serra, uma candidatura que cada vez mais assume seu caráter conservador. Serra representa o grupo político que governou o Brasil antes do Lula, com desempenho, sob qualquer critério, muito inferior ao do governo petista, a comparação chega a ser enfadonha, vai lá para o pé da página, quem quiser que leia. (1)

    Ouvi alguns argumentos razoáveis para votar em Marina, como incluir a sustentabilidade na agenda do desenvolvimento. Marina foi ministra do Lula por sete anos e parece ser uma boa pessoa, uma batalhadora das causas ambientalistas. Tem, no entanto (na minha opinião) o inconveniente de fazer parte de uma igreja bastante rígida, o que me faz temer sobre a capacidade que teria um eventual governo comandado por ela de avançar em questões fundamentais como os direitos dos homossexuais, a descriminalização do aborto ou as pesquisas envolvendo as células tronco.

    Ouço e leio alguns argumentos para não votar em Dilma, argumentos que me parecem inconsistentes, distorcidos, precários ou simplesmente falsos. Passo a analisar os dez mais freqüentes.

    (Continue lendo aqui)

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    Já, já eu conto porque eu voto nela

    Denise | Brasil,Eleições | Wednesday, 25 August 2010

    O vídeo é pra gente não esquecer. Fico tão triste quando leio as pessoas confundindo a resistência à ditadura militar com terrorismo. Mas, volto a isso em breve (estou completamente sem tempo, nesses dias, de volta de uma longa viagem). Guentaí.

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    Camiseta de Dilma – Faça a sua, também

    Denise | Brasil | Monday, 23 August 2010

    A garota guerrilheira brasileira.

    Fiz essa camiseta usando a foto publicada na ÉPOCA. A revista tentou jogar o povo brasileiro contra a candidata, a “acusando” de ser guerrilheira. Eu, que vivi minha infância e parte da adolescência na ditadura militar só tenho a agradecer a pessoas que, como Dilma, resistiram como puderam aos brucutus criminosos militares.

    Numa virada espetacular, essa imagem foi distribuída nas redes sociais e virou símbolo da luta contra as tentativas frustradas da mídia golpista de derrubar Dilma e o PT.

    Pra fazer a sua camiseta também, pegue aqui o arquivo (com a imagem já invertida), imprima num transfer (ou leve numa loja que imprime, em vários lugares do país) e bote em uma camiseta, mostrando seu orgulho por ter Dilma a próxima presidenta do Brasil   =)

    Esse vídeo explica como fazer, tá em inglês, mas as imagens são auto-explicativas. Só uma dica, acho que deveria ter passado o ferro por mais tempo, achei que ela ficou meio “plastificada”

    Se fizer a sua, mande a foto e eu publico aqui.

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    Nossos aniversários nos templos coreanos

    Denise | Celebrando,Coreia do Sul | Saturday, 14 August 2010


    Então, estamos de volta à casa. O melhor lugar do mundo. Foi muito bom ver os filhos, todos juntos (a minha e os dois de Ted). Mas somos uns seres caseiros e é muito bom voltar à nossa rotina (que nem é tão “rotineira” assim).

    Meu aniversário foi no dia 14, o de Ted no dia 15, por isso, nem  dá pra não celebrar  =)  mas, não fizemos nada demais. Depois de tanta movimentação na viagem, a maior alegria é mesmo ficar em casa.

    Eu adoro aniversários. Fiz 46 anos muitíssimo bem vividos e não passeo nem perto de ter crise de idade. Ajuda ter muito menos expectativa e cobrança, tô satisfeita com meu corpo, mesmo com os muitos quilinhos a mais (que só me deixam mais voluptuosa hehehe) e a vidinha vai muito bem, a filha bem encaminhada, nada a reclamar. Que venha os 50!   =)

    No dia 14, dormindo nos horários mais surreais, só conseguimos mesmo ir malhar na academia, e voltar pra dormir mais, mas ontem, decidimos tomar uma atitude e não dormir durante o dia, pra tentar se acostumar mais rápido. Passamos a manhã curtindo a casa, namorando, lavando roupa  =) à tarde, fomos pra Coex, um shopping center grande, que tem ótima livraria, onde comprei um “gift card” pra Ted (ele me deu um colar de pérolas, que comprou em Bangladesh).

    Jantamos num restaurante americano mesmo (é difícil pra Ted, sendo vegetariano, encontrar opções em restaurantes coreanos).  Tadinho do Ted, cansado, com sono e morto de fome, na foto. Depois de enfiar o pé na jaca, nos EUA, estamos oficialmente de regime  =)

    Deixei Ted na livraria e fui dar uma volta no shopping. Essa foto foi uma tentativa de mostrar o relógio que trouxe pra uma amiga (encomenda dela) e queria mostrar pra ela como fica LINDO no pulso, mas não deu pra aparecer muito  =)



    Como no Japão, a Coreia é cheia de lojinhas de coisas “fofas” e adoro ver os meninos se divertindo nelas, como as meninas. Aliás, percebam o casalzinho usando roupinhas iguais, na foto lá em cima, coisa bem comum aqui na terra do K-pop. Se estão felizes assim, acho digno  =)

    Muitos coreanos, principalmente mais velhos, gostam de dizer que “não existe homossexualismo na Coreia”. Estive na pride parade, ano passado e quase que tinha mais estrangeiros que locais. Muitos gays tinham um adesivo na camisa pedindo pra não ser fotografados. Não deve ser fácil sair do armário aqui.

    Mas, existe uma vantagem em relação a muitos países ocidentais. O carinho entre pessoas do mesmo sexo, público, não é visto com “malícia”, como demonstração de atração sexual. Assim, muitas meninas e meninos ficam de mãos dadas, abraçam e demonstram carinho, mesmo sendo só amigos ou amigas. Adoro isso. No shopping é normal ver, principalmente meninas, caminhando assim, de mãos dadas.

    Muitos meninos coreanos usam bolsas como essa aí da foto acima. Mas aposto que esse aí só tá carregando a bolsa da namorada, coisa que eu ADORO na Coreia hehehe os brasileiros deveriam começar a fazer isso também  ;-)   a foto ao lado, é só pra mostrar que vestido lindo, da menina, adoro a feminilidade desavergonhada das coreanas.

    Mas, pra dar um tempo de templos de consumo, resolvi dar um pulinho no Bogeulsa, templo budista que já mostrei aqui umas duas ou três vezes. Cada vez que vou lá está diferente, dessa vez, coberto de lanternas branquinhas  =)


    Cada vez que vou ao templo, ele está diferente, dessa vez, coberto de lanternas de papel brancas. Já era quase noite, estava lindo.





    Esse foi meu aniversário. Eu e Ted ainda estávamos meio “grogues” de jetlag, mas estamos melhorando aos poucos.

    Prometo que ainda vou fazer o post com dicas de como economizar numa viagem a Nova York, como prometi, deixa só eu descansar mais um pouco.

    E obrigada a todas as mensagens carinhosas que eu recebi aqui no blog, no Orkut, no Facebook e no Twitter, vocês são uns amores!

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    A capacidade que Maitê Proença tem de
    falar imbecilidades é inesgotável:

    Denise | Eleições | Thursday, 12 August 2010

    “A mulher ainda é tratada como escrava na África, Ásia, países árabes, na maior parte do planeta. Só no ocidente houve progressos, muitos, mas ainda há discriminação. Quem sabe a própria venha a calhar nesse momento de eleições, atiçando os machos selvagens e nos salvando da Dilma?” Entrevista completa no Estadão.

    É a versão 2010 do medo de Regina Duarte.  CALABOCAMAITE!

    Ela merece cada uma das porradas que levou dos portugueses nesses mais de 400 comentários de um post anterior. Mulherzinha nojenta, essa.

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    Primeiras fotos do casamento indiano do enteado =)

    Denise | Familia, Familia | Sunday, 08 August 2010

    Mais, em breve!

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    Quem é vivo, sempre aparece =)

    Denise | Me myself and I | Thursday, 05 August 2010

    Dessa vez, demorei tanto a postar que nem sei se @s amig@s ainda passam por aqui   :-)

    Enfim, tanta, mas TANTA coisa está acontecendo (tudo, muito bom!). Eu estou em Nova York com Bia (a filha). Estamos tendo ótimo tempo juntas, ontem tomamos cerveja na calçada e comemos num restaurante etíope no Greenwich Village e fomos às compras, porque Bia precisa de um vestido pro casamento de Felix que vai ser depois de amanhã.

    Vocês não imaginam como é a Bia.Ela ODEIA fazer compras. Fomos a um outlet maravilhoso (dica da minha amiga queridíssima Carla), Century 21, perto do World Trade Center, com milhares de vestidinhos a 80% de desconto. Sabendo da sua impaciência pras compras, eu fui umas 3 horas antes, ela ficou com os amigos no Village e chegou depois, ainda assim ela já chegou reclamando da multidão. Saiu de lá correndo com um vestidinho que não dá pra usar no casório. Eita menina difícil   =)

    O clima em Nova York até que melhorou um pouco desde que chegamos, mas o calor no metrô é insuportável, uma sauna, nunca vi nada igual. Pra dizer a verdade, eu jamais teria vindo aqui no verão, se pudesse escolher, acho que a cidade perde 80% do seu charme, pra mim, é muito quente, muita gente, muito mau humor. Nunca aconselharia ninguém a vir aqui nessa época. Mas, pra mim, tinha que ser agora mesmo.

    Estou escrevendo um post com as dicas de como ficar aqui gastando pouquíssimo como prometi. Agora mesmo,ficamos num albergue que estou adorando, limpo, ainda mais perto do metrô, ótimo. Aguardem.

    Estou nos EUA desde o dia 17 de julho. Fiquei uns dias em Nova York (onde comprei umas pedras ma-ra-vi-lho-sas pra fazer colares e brincos), quando encontrei as queridíssimas Rita e Déia (depois mostro fotos), depois fui pra Washington e fizemos a mudança de Bia, o que merece um post à parte. MUITO trabalho, muito desapego pra me desfazer de tanta coisa que tinha deixado com ela…

    Agora (daqui a uma hora) estaremos indo pra Reading, uma cidadezinha na Pensylvannya, onde o filho de Ted, Felix, vai casar com a fofíssima Radhica, numa cerimônia indiana de três dias (eu e Bia vamos de saris  =)

    Depois do casamento, eu iria pra o Brasil, mas algumas coisas (boas) aconteceram e tive que adiar a viagem pra novembro.  Fiquei com pena de não rever a família logo, mas por outro lado, estava morrendo de vontade de ficar com o marido em casa, levando nossa vidinha que eu gosto tanto, já estou na “estrada” há tempo demais, sinto falta da nossa rotina e até da Coreia!

    Bom, agora, preciso ir. Vou tentar manter contato mais frequentemente, desculpem o abandono, mas a vida anda agitada por aqui.  Beijocas!

    Foto: Essa, aí acima, eu fiz em 2005, quando estive no Greenwich Village, as (poucas) fotos de ontem estão lá no quarto, depois mostro.

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