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    Blogueir@s com Dilma

    Esse blog teve
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    setembro de 2003.

    Bob Dylan, em Seul – é hoje.

    Denise | Música | Wednesday, 31 March 2010

    Depois da sensação de ressaca pós-BBB nazi-homofóbico, ainda bem que tem show de Bob Dylan daqui a pouco, pra levantar o nível :-)

    Denise
    by Bob Dylan

    Denise, Denise
    Gal what’s on your mind?
    Denise, Denise
    Gal what’s on your mind?
    You got your eyes closed
    But I know you ain’t blind

    Well, I can see you smiling
    but your smile’s inside out
    Well, I can see you smiling
    but your smile’s inside out
    Well I know you’re laughin’
    but what are you laughin’ about?

    Well, if you’re tryin’ to throw me
    Babe, I’ve already been tossed
    Well, if you’re tryin’ to throw me
    Babe, I’ve already been tossed
    Babe, you’re tryin’ to lose me
    Babe, I’m already lost

    Well, what are you doing
    Are you flying or have you flipped?
    Well, what are you doing
    Are you flying or have you flipped?
    Well, you call my name
    and then you say your tongue just slipped

    Denise, Denise
    Are you for sale or just on the shelf?
    Denise, Denise
    Are you for sale or just on the shelf?
    I’m lookin’ deep in your eyes
    but all I can see is myself.

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    Cerejeiras in Seoul

    Denise | Coreia do Sul,Turismo | Tuesday, 30 March 2010









    Post publicado originalmente no dia 13 de abril de 2009. Henrique, o melhor lugar pra se ver as cerejeiras, em Seul, é Yeouido :-)

    (Continue lendo aqui)

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    Cerejeiras em Washington, DC

    Denise | Fotografia,Washington, dc | Tuesday, 30 March 2010

    Post publicado originalmente no dia 07 de abril de 2008.

    As lindíssimas cerejeiras em flor marcam a chegada da primavera, em Washington, DC. Elas estão espalhadas por toda cidade. Em 2006, fomos a Kenwood, uma espécie de condomínio de casas com cerejeiras plantadas em todas as ruas, que quase fecham a área numa redoma cor de rosa.

    Mas o lugar mais bonito é mesmo o famoso Tidal Basin (enseada) que fica no centro da cidade, bem pertinho dos monumentos mais conhecidos, museus e outras atrações de DC. Mais de 3.700 cerejeiras estão espalhadas na beira da enseada, presente do Governo japonês ao povo americano, em 1912.

    Sakura

    Em japonês, cherry blossom (ou cerejeiras em flor) é sakura (claro, palavra ocidentalizada dos símbolos japoneses). A observação da sakura é uma tradição japonesa que remonta o final dos anos 700.

    Por causa da sua curtíssima duração (cerca de duas semanas, com apenas três ou quatro dias de pico), a floração das cerejeiras ou sakura tem um forte simbolismo relacionado com a natureza transitória da vida e tem sido inspiração para diversas formas de arte, no Japão, como música, pinturas, anime, mangás.

    Na Segunda Guerra Mundial, os pilotos japoneses pintavam sakuras nos aviões ou levavam ramos delas em missões suicidas. O Governo usava essa tradição e incentivava os soldados a acreditar que suas almas de guerreiros reencarnariam nas cerejeiras em flor.

    Mas, esse simbolismo depende do ponto de vista de quem vê. Como os oficiais Japoneses costumavam plantar cerejeiras para determinar sua área de domínio, nos países colonizados por eles, na Coréia, por exemplo, elas são um símbolo de dominação e as cerejeiras do Palácio Gyeongbok foram cortadas, no aniversário de 50 anos de independência do Japão.

    Elas duram bem pouco mesmo, pra vocês terem uma idéia, chegamos no Tidal Basin mais ou menos às 11 da manhã, era o pico da floração. Às 4 da tarde, quando saímos, uma ventania tinha já derrubado muitas das frágeis petalazinhas e, certamente em poucos dias, não haverá mais sakuras por lá. Ano passado, nem chegamos a ir até lá porque um temporal fez com que desaparecessem logo.

    (Continue lendo aqui)

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    Finalzinho do domingo, blogando da cama

    Denise | Coreia do Sul | Monday, 29 March 2010

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    “Orgulho Branco” invadindo a blogosfera

    Denise | Racismo | Monday, 29 March 2010

    Assustadora, essa onda conservadora e pró-ariana que está invadindo o Brasil. Acho que até o Marcelo Dourado vai se assustar quando sair do BBB e perceber a que ponto estão chegando os seguidores da Máfia Dourada.

    No blog do Maurício Styer, alguém deixou esse recado: “O grande problema desse BBB10 foi juntar gays a seres humanos! Força & Honra Mestre do Universo, Força Mestre Dourado!”

    Hoje, apareceu um comentário, num post antigo, Salada para clarear a pele. A pessoa não se identifica como torcedora do Dourado, mas eu nunca tinha recebido nada nesse tom, acho bem sintomático. Depois do tal “orgulho hetero”, estão disseminando o “orgulho branco”:

    “Muito preconceitoso o seu texto, hein. Os brancos tomaram a posse da padrão de beleza? De onde você tirou essa bobagem. Você ja viu algum concurso de beleza exclusivo para meninas caucasianas?

    Nós caucasianos (erroneamente chamados de brancos) sabemos valorizar a nossa beleza e somos discriminados por isso, pela nossa diversidade de padrões.

    Estou cansada da sociedade vilanizar os caucasianos de classe média e classe pobre enquanto os ricos escondem a sua ganância e os políticos, os seus atos corruptos.

    Todos nós (caucasianos) somos taxados de colonialistas e racistas e nem sequer nos é dado o direito de defesa e isso leva muitos ao caminho do ódio.

    Ninguém nos compreende porque a humanidade não quer se livrar do seu bode expiatório.

    Entretanto, Deus NÃO aceita que os pecados dos antepassados sejam repassados aos descendentes, ou seja, ele esta conosco.

    Deus sempre estara olhando por todos europeus e euro – descendedentes que semeiam a generosidade, a caridade, o perdão , a simplicidade e o amor.L.

    Medo, muito medo.

    Foto: A camiseta da moça diz: “Orgulho Branco. Em todo o Mundo.”  Peguei num site neo-nazista americano, que propõe que 2010 seja o “Ano da Mulher Branca Furiosa”.

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    Dennis Hopper – O tempo não para

    Denise | Celebridades,EUA | Sunday, 28 March 2010

    Mesmo sendo um republicano, dá pena de ver o estado do Dennis Hopper, que luta contra um câncer de próstata, aos 70 e poucos anos. Jack Nicholson tava lá na cerimônia de entrega da estrela na calçada de Hollywood… vestindo uma camiseta de Easy Rider, fime que os dois fizeram juntos em 1969.

    Triste de ver, o estado dele.

    ________________

    Ai, gente, pelamordedeus, é claro que eu fui irônica quando escrevi “mesmo sendo um republicano”. Claro que eu não desejo câncer nem para aqueles que são responsáveis por ações criminosas. Não achei que precisaria explicar isso.

    Sim, Mário, os republicanos são responsáveis pela morte de muita gente, ao defender a liberação de armas para todo mundo, ao defender a invasão ao Iraque, ao ser contra o direitos básicos à saúde a milhões de americanos, ao ser contra os direitos das mulheres e homossexuais e muito mais.

    Eu morei 4 anos nos EUA e acho que existe, sim, muita diferença entre democratas e republicanos. Ainda que não seja perfeito, Obama é muito, muito melhor que um Bush. Aliás, o que Obama tem feito é “somar”. Essa generosidade fica pra ele, que precisa fazer isso, eu prefiro manter muita distância de republicanos e seus macaqueadores brasileiros.

    Ótimo comentário da Mauricéia:

    “triste ver ele assim, mas que imensa sorte q ele tem dinheiro para se cuidar não é mesmo? coisa que os republicanos querem negar para uma grande camada pobre da sociedade americana. entendi o que tu quis dizer com teu comentário e concordo.

    A ironia é exatamente essa.

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    Pode ir armando o coreto e preparando aquele feijão preto…

    Denise | Blogosfera | Thursday, 25 March 2010

    O Síndrome de Estocolmo já existe há mais de sete anos e eu nunca estive tão bloqueada pra escrever.

    Sempre adorei comentar tudo o que vinha pela minha cabeça, blogava todo dia, pouquíssimas vezes me arrependi do que escrevi, fiz grandes amig@s, lembro de todo mundo que passou por aqui. Mas também tive que aturar muitos malas.

    Não são as críticas eventuais que incomodam – as discordâncias sempre foram aceitas e discutidas – mas, aquelas criaturas que só escrevem pra ser “do contra”. Nunca comentam nada bacana, mas ficam na espreita pra detonar assim que encontram uma brecha. Isso, sem falar dos grossos e mal educados mesmo.

    Dia desses, no Twitter, fiquei sabendo do post feito por Eduardo Guimarães, sobre o ataque feroz de trolls no blog dele (o UOL não dá link específico por post dele, mas vá até o blog dele e o post a que me refiro fica lá embaixo, “O fim dos trolls”, do dia 15 de março).  Eduardo tinha escrito sobre a recusa de Lula em homenagear o pai do sionismo  e estava arrasado com a reação dos trolls:

    … tive que ficar “peneirando” comentários para não deixar essas aberrações humanas atacarem até minha filha doente desejando-lhe a morte ou perguntando quanto é que minha filha que está na Austrália está cobrando por um “programa” por lá…

    Horrível, mas o nível é esse mesmo. Quanto mais gente visita o blog, pior a coisa fica.

    E nem precisa falar de Lula. A dinâmica é a seguinte…. se você diz que está feliz, é porque você está querendo criar uma personagem, uma vida irreal. Se você fala dos seus problemas, você é louca, exibicionista, está se expondo. Se você tem uma dor, é porque quer fazer drama e chamar atenção. Se não tem dor nenhuma, quer passar uma imagem irreal, invencível. Não tem como acertar.

    Aí, se você responde, é porque é uma blogueira que “não aceita críticas” Sabe como é? você tem que ler o que dizem, publicar e ficar calada. Até moderar comentários foi algo que comecei a fazer recentemente, achava que tinha que dar a cara a tapa.

    Por que eu levei tantos anos pra deixar isso me afetar tanto? acho que nunca pensei muito no que isso significava, ia apagando os comentários desagradáveis, comecei a moderar quando a coisa piorava. Mas por mais que a gente tente não ler tudo – dá pra desenvolver uma técnica de apagar nas primeiras palavras, sem precisar ir até o fim – aquela energia negativa toda passa pra você.

    E pra quê? sinceramente, estou feliz. Muito. Provavelmente mais que nunca na vida. Tenho uma vida tranquila, longe de perfeita, mas dentro dos meus valores, é exatamente o que eu gostaria que fosse. Pra que me contaminar com tanta amargura e mau humor?

    Mas, a verdade é que passei a ficar muito mais auto-consciente do que eu escrevo e do que isso representa pra minha “imagem”. A brincadeira perdeu a graça, porque sempre escrevi de primeira, sentava e fazia um post, muitas vezes sem reler, sem revisar. Claro que sempre tive um filtro, nunca me expus mais do que achava que devia. Se ler tudo que publiquei, não me envergonho de nada.

    Quando encontrei o super blogueiro e amigo E.S. em Recife, ele me disse que achava que eu não me expunha, mas que ia até onde eu sabia que dava pra ir, sem exageros. Era o que eu pensava.

    Mas, agora, a cada um dos mais de dez posts que eu comecei, e não publiquei, fico medindo o que vão dizer, como vão reagir. Se estou sendo piegas, se estou parecendo que quero agradar, se sou coerente, se estou ofendendo alguém, se parece que é uma indireta (odeio isso!), se parece post de auto-ajuda, se é pseudo-intelectual. Com tantas variáveis, acabo cansando e desisto.

    Não foi o Twitter que me fez sumir, nem é porque minha vida tá muito boa (tá mesmo, toc toc toc), mas blogar deixou de ser algo leve e divertido, só isso.

    Estou escrevendo esse post e já pensando que vão dizer “ela quer ouvir o pessoal pedindo pra ela não parar de blogar, é fake etc.”. Saco. É o oposto. Quero re-começar uma nova fase aqui. Ou eu blogo como sempre, sem me preocupar tanto com o que escrevo, sem me preocupar com as conclusões que tiram sobre mim, sem procurar aprofundar e explicar cada linha, ou paro de vez, mesmo.

    Como não pretendo parar. Espero que esse post seja uma catarse pra minha volta à nossa pracinha (o anterior já foi um chute no balde, quem não gostar do meu amor piegas que vá procurar um blog mal humorado pra se divertir.)

    Vou tentar postar mais frequentemente, o que quiser, como era antes e os malas, continuarão sendo bloqueados e espero que decidam cantar em outra freguesia, afinal, se não gostam de mim, nem do que eu escrevo, pra que vir aqui?

    E sei que não sou a única. Muitas amigas blogueiras acabaram desistindo de blogar por não aguentar a encheção de saco desses vampiros emocionais que vivem apenas pra sugar nossas energias.

    Não vou reler esse post,  nem revisar, pra não desistir de publicar, como fiz com os outros  =)

    Beijocas e obrigada pela paciência.

    PS.: os comentários de vocês me fizeram ter vontade de voltar, é incrível pensar em tanta gente que vem aqui há tantos anos e que viveu tanta coisa comigo. Mas o que a Sil escreveu ontem, foi particularmente bacana:

    “Engraçado, achei seu site ha uns 5 anos atras, no alto de uma crise de fim de casamento, momentos muito dificeis para mim. Ali me sentia em casa, com um mundo mais vasto enquanto mulher.
    Passado todas as crises, e a separaçao e pós separaçao, hoje ja faz 2 anos que estou com uma pessoa muito espcial para mim. E há 1 mes resolvemos morar oficialmente juntos, ainda estou pisando em ovos, pois pensei nunca mais querer isso, mas lendo seu post de hoje, percebi o quanto tambem estou feliz nesse momento, e mais amadurecida.”

    Obrigada Sil e todos meninos e meninas que acompanha o SdeE, é muito legal ver que estamos amadurecendo e aprendendo junt@s. Não quero perder isso.

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    Assim se passaram 8 anos…

    Denise | Celebrando,Ted & eu | Monday, 22 March 2010

    Hoje, eu tive uma surpresa super fofa.

    Ted chegou do trabalho com uma cesta de presente pra mim. Como eu estou meio que de dieta (e pedi a ele pra me ajudar nessa), ao invés de doces e chocolates,  ela estava cheia de coisinhas saudáveis como brócolis, cogumelos, vários tipos de queijos, castanhas e blueberries congelados.

    Eu não tinha nem idéia do motivo do presente até que ele disse: “não tem véspera de natal? a gente vai comemorar a véspera de…”  ooops… aniversário de casamento!!! lembrei!!! “só que não é amanhã, Ted, mas HOJE!!” e eu tinha esquecido completamente!

    Morremos de rir do nosso completo  ”desligamento”  (ele só “lembrou” porque colocou a data – errada hehehe –  num daqueles sites que avisam a gente, por email).

    É que o casamento foi somente um detalhe, uma coisa pequenininha, em comparação com tudo que vivemos, com o que somos hoje. O casamento não é nada, o que interessa é que somos companions, soulmates, falamos bobagens, rimos muito, não fazemos cena, nunca tratamos o outro com rispidez ou grosseria, gostamos de fazer tudo juntos.

    Somos melosos, dengosos, chameguentos, beijoqueiros, totalmente cheesy. Às vezes, estou no quarto e ele na sala e ficamos mandando emoticons de coraçãozinho e beijinhos, um pro outro, pelo Skype. E ainda fico feliz ao vê-lo de longe, me esperando com toda paciência do mundo, no lugar combinado. Saber que ele está ali faz a vida mais suave e gostosa, como uma xícara de chocolate quente no inverno coreano. Quase dez anos depois, somos desavergonhadamente apaixonados.

    Acho que o segundo casamento é sempre mais fácil, aprendemos muito e se soubermos pôr em prática toda tolerância e lições adquiridas a duras penas, já começamos com uma vantagem. Também fui muito apaixonada pelo meu primeiro marido e fomos felizes, enquanto durou. Mas, agora sou uma mulher mais madura, mais calma e tranquila, isso ajuda muito.

    Seja como for, me sinto uma privilegiada por viver um amor assim,  por ter um companheiro que me faz sentir, todos os dias, admirada, respeitada, desejada e segura. Sem dúvidas, sem complicações, apenas com a certeza de que tudo que eu quero é estar sempre com ele.

    Sim, querid@s, casamento pode ser muito, muito bom.  =)

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    Delineador – Como usar

    Denise | Maquiagem | Monday, 22 March 2010

    Acabei de ver esse vídeo no site Jezebel, num post sobre as dificuldades do uso de delineador.

    Nos últimos anos eu andei tendo uns problemas de alergia com maquiagem, passei um bom tempo sem usar e parece que estou bem melhor, tenho testado umas coisinhas e me divertido com alguns produtos, sem nenhuma reação alérgica. Descobri o quanto o primer para olhos é fantástico. Antes dele, minha sombra não durava nada, agora fica o dia todo (uso um da Missha, coreana, ou o da Urban Decay).

    Mas, não tem jeito, nunca consegui acertar no delineador (eyeliner), acho que porque meus olhos são pequenos e têm pouca pálpebra, é uma borradeira. Mas esse vídeo explica tão direitinho, que até me deu vontade de tentar.

    E vocês? tem alguma maquiagem que não conseguem usar, de jeito nenhum?

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    Veja “Hercules 56″ online – Sensacional!

    Denise | Cinema,Política | Monday, 22 March 2010

    HÉRCULES 56 é um documentário de longa metragem sobre a luta armada contra o regime militar, focado no seqüestro do embaixador Charles Burke Elbrick, ocorrido na Semana da Independência de 1969. Em troca do diplomata foi exigida a divulgação de uma manifesto revolucionário e a libertação de quinze presos políticos, representantes à época de todas as tendências políticas que combatiam a ditadura. Banidos do território nacional e com a nacionalidade cassada, eles foram conduzidos ao México no avião da FAB Hércules 56.

    Hercules 56 – Parte 1

    Hercules 56 - Parte 2

    Hercules 56 – Parte 3

    Hercules 56 - Parte 4

    Hercules 56 - Parte 5

    Hercules 56 - Parte 6

    Hercules 56 - Parte 7

    Hercules 56 - Parte 8

    Hercules 56 - Parte 9

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    A poeira amarela vista aqui de casa

    Denise | Coreia do Sul | Sunday, 21 March 2010

    Atualização dois dias depois…

    Sábado:  Amarelo

    Domingo: Azul

    Segunda: Branco.

    Hoje, segunda-feira, neva a cântaros. Muita neve, flocos enormes. Como eu e Ted não dirigimos, adoramos a branquinha  =)   pena que não posso sair de casa, senão ia fazer umas belas fotos.

    ____________________________


    Sábado                                                              Domingo

    Quando a gente veio pra Coreia, uma das maiores preocupações era a “poeira amarela”, um fenômeno metereológico que afeta vários países do leste asiático e que poderia ser muito perigoso para a asma de Ted.  No ano passado, estávamos preparados pra ir embora imediatamente, se a temporada de poeira amarela fosse muito forte. Ainda bem que, como em muitas coisas aqui, o alarme tem uma boa dose de exagero. São apenas alguns dias por ano, nada demais.

    A poeira amarela acontece, principalmente, na primavera e se origina nos desertos da Mongólia. O problema é que vem varrendo os poluentes da China e chega aqui na Coreia como partículas minúsculas, mas ainda mais perigosas para o pulmão de todo mundo, em especial dos asmáticos. Nesses dias, a recomendação é que ninguém saia de casa e , se sair, que use máscara e, ao chegar em casa, lave bem as mãos (banho é ainda melhor), escove os dentes e lave as roupas.

    Quando acordei ontem e olhei pros janelões, o mundo estava assim, em sépia. Só lembrei de fotografar à tarde, mas desde cedo, a imagem era essa. Por sorte, era sábado e ficamos bem quietinhos em casa, trabalhando, vendo filmes e namorando.    :-)

    Como falei, a imagem é assustadora, mas são poucos dias no ano que têm tanta poeira amarela. A previsão era que hoje continuasse, mas os ventos mudaram, levaram a poeira pra outras bandas e o dia amanheceu lindíssimo, céu azul e quase sem nuvens. O problema é que a poeira ainda está assentada nas ruas, melhor não arriscar, até amanhã.

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    Campanha do Greenpeace, retirada do ar pela Nestlé

    Denise | Campanhas Publicitárias,Consumo,Meio Ambiente | Thursday, 18 March 2010

    A Nestlé, que produz o chocolate KitKat, utiliza óleo de palma de empresas que estão acabando com as florestas da Indonésia, ameaçando a sobrevivência da população local e levando os orangotangos à extinção.

    Todo mundo merece um tempo – mas ter o nosso não pode significar o fim das florestas tropicais. Estamos pedindo à Nestlé que dê um tempo às florestas tropicais e aos orangotangos, parando de comprar óleo de palma vindo da destruição das florestas.

    Faça algo em www.greenpeace.org.br/kitkat

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    Templo Bongeunsa, Seul

    Denise | Coreia do Sul | Monday, 15 March 2010

















    Templo Bongeunsa. LINDO, LINDO, LINDO.

    E, cada vez mais, eu gosto da Coreia  =)

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    Nunca é “só uma propaganda”

    Denise | Campanhas Publicitárias,Moda,Racismo | Wednesday, 10 March 2010

    Melissa (2005)

    Cristófoli (1997)

    Estas duas campanhas publicitárias estão na tese de doutorado da Iara Beleli (UNICAMP), Marcas da Diferença na Propaganda Brasileira, (que está online e eu recomendo). Lembrei da campanha da Balenciaga (abaixo) quando vi essas duas fotos.

    Mas, não basta colocar corpos negros e exóticos ao serviço das campanhas publicitárias de sapatos. O extremo mau gosto da indústria de moda de luxo bota imagens africanas pra madame pisar. Tudo lamentável.

    Carregando os Balenciaga da sinhazinha

    E não venham me dizer que é “somente uma propaganda”…

    Dica da Samantha, que viu a propaganda nesse blog.

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    Recife, Estocolmo, Washington e Seul
    O Dia das Mulheres nas “Minhas” Cidades

    Denise | Celebrando,Feminismo | Tuesday, 09 March 2010

    Em Recife, a Marcha das Margaridas reuniu cerca de duas mil trabalhadoras rurais ligadas à Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Pernambuco. Elas foram até o Palácio do Governo, onde entregaram um documento cujas reivindicações mais importantes do documento eram a criação da Secretaria de Desenvolvimento Agrário, mais delegacias da mulher e 30% do programa Minha Casa Minha Vida para a zona rural. Mulheres que fizeram história no movimento sindical rural também foram homenageadas.

    Em Estocolmo, no centro da cidade, uma passeata com mais de 600 pessoas, com carrinhos de bebês cobertos de rosachoque, teve como objetivo conscientizar a população para a gravidade da altíssima mortalidade materna em países em desenvolvimento e a importância da Cooperação Internacional Sueca apoiar iniciativas que mudem esse quadro. (fonte e muitas outras fotos)

    Os primeiros dados estatísticos da mortalidade materna na Suécia datam de 1751 e revelam que, na época, 900 mulheres morriam por causas relativas à gestação ou parto para cada 100 mil bebês nascidos vivos.  Em 1900, esse número tinha baixado para 230 a cada 100 mil (fonte) atualmente, apenas 5 mulheres em cada 100 mil nascidos, morrem dessas causas na Suécia. Em Mozambique e Malawi, a mortalidade materna, hoje, é maior que o que era na Suecia em 1751 (1.100/100 mil).

    Em Washington, DC, Michelle Obama presidiu uma reunião na Casa Branca, ao lado do marido.

    Barak Obama disse que concorreu “à presidência para colocar os mesmos direitos, mesmas oportunidades e mesmos sonhos ao alcance das nossas filhas e nossos filhos da mesma forma”. Elogiou Hillary Clinton e a embaixadora dos EUA para ONU, Susan Rice, por colocar como prioridade para a política externa dos EUA as questões das mulheres, incluindo o luta contra restrição ao acesso ao planejamento familiar.

    Espertos como são, os Obamas ainda fizeram uma demonstração de sedução pública e explícita:

    Michelle: ”Eu falo primeiro, enquanto ele fica do lado, olhando. Adoro isso”

    Michelle: “Olhe pra mim, adoravelmente” (aos risos)

    Obama: “Eu posso fazer isso”

    Michelle: “Com sinceridade”  (risos)

    Aqui em Seul, as mulheres se reuniram na praça do Cheonggye, aquele canal sobre o qual já falei aqui. O tema desse ano foi “Mulheres e homens unidos para acabar com a violência contra as mulheres e meninas”.

    Na Coreia, entre 40 e 60% das mulheres casadas já foram abusadas fisicamente pelos seus maridos, 9% foram espancadas tão fortemente que precisaram de cuidados médicos. Um grupo de mulheres que apoia vítimas de violência (Korean Women’s Hot Line) revelou que 42% das entrevistadas tinham sido agredidas mais de uma vez por semana.

    O “MB Out” na máscara acima, refere-se ao presidente (Lee Myung-bak) e a ativista está dizendo “Fora Myung-bak” por causa das péssimas políticas voltadas para as mulheres trabalhadoras.

    ______________________________________________

    E onde você vive, teve alguma ação pública no 8 de Março? conta pra gente (e manda os links pra gente dar uma olhada, se tiver).

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