Translate to English

 RSS

      Blogs Feministas
  • A Barata
  • A Cascuda
  • A Moça do Sonho
  • À quatre pas d'ici
  • Alecrim e Sufoco Atmosférico
  • Aleitamento Materno Solidário
  • Aquelah Deborah
  • Arlequina
  • Arranque Meus Olhos
  • As Agruras e As Delícias
  • Babi Lopes
  • Bad Movie Scene
  • Beauvoir au jour le jour
  • Bidê Brasil
  • Bittersweet
  • Blog Blue Jeans
  • Blog da Glória
  • Borboletas nos Olhos
  • Bruna Provazi
  • Café Velho
  • Camaleônica
  • Caminhar
  • Caroline Bernardo
  • Casa da Gabi
  • Casa da Mulher Oito de Março
  • Chá-tice
  • Clarice Maia
  • Clibing The Clouds
  • Coffee, clear heels and random thoughts
  • Como Assim?!
  • Consciência Feminista
  • Contrabandist@s de Peluche
  • Contracultura
  • Conversa de Psicólogo
  • Cynthia Semiramis
  • Da Cerejeira
  • Desautoria
  • Dialógico
  • Diversão sem Culpa
  • Educação à Distância
  • Em Construção
  • Escreva Lola Escreva
  • Escrito em Ametista
  • Espaço B.
  • Esse Tal Climatério
  • Estou Puta!
  • Explorando Escrevendo
  • Foi Feito Pra Isso
  • Garota Coca-Cola
  • Garrafa ao Mar
  • Groselha News
  • Histórias de Menina
  • Humor Pelas Palavras
  • Inquietudes Na Maresia
  • Krasis
  • Lado D.
  • Lia de Lua
  • Lucy, La Feminista
  • Mana Mani
  • Mandinga
  • Maria Frô
  • Mary W.
  • Matizes Femininas
  • Menina de Sardas
  • Meu Jardim de Interesses
  • Meus Alfarrábios
  • Mulher Alternativa
  • Mulher Pós-Moderna
  • Mulheres em Letras
  • Mulheres Públicas
  • Nails Freak
  • Nelumbo Nucífera
  • Nem Tão Óbvio Assim
  • Nós
  • O Mundo Enlouqueceu
  • O Poeta de Ramelin
  • O Prazer do Texto
  • Ou Barbárie
  • Paisagem Estirpada
  • Paisagem Estripada
  • Para Variar, Variando
  • Pensamentos Desconexos
  • Pimenta com Limão
  • Pin Ups
  • Polivalência
  • Ponto de Fuga
  • Quem Mandou Nascer Mulher?
  • Quem o Machismo Matou Hoje?
  • Reino da Almofada
  • Reload
  • Roupas no Varal
  • Saiwalô
  • Se o poeta pra viver
  • Sem Açúcar
  • SexoAchoLegal.com
  • Solidaliberdade
  • Tempestade e Paixão
  • Tereza Não Existe
  • Todas Nós
  • Tutto Petit
  • Urbanamente
  • Who The Hell is Cely?
    • META

    Blogueir@s com Dilma

    Esse blog teve
    visitantes, desde
    setembro de 2003.

    Sem medo de dentista

    Denise | Corpo & Saúde | Monday, 30 November 2009

    dentistasAntes de Erika e Bruno, eu morria de medo de dentista. Na verdade, hoje em dia, ainda tenho medo dos outros.

    E imagina pedir à dentista que só fala coreano que ela espere “só mais um pouquinho”? =)  não dá.

    Desde o ano retrasado que eu penso em escrever aqui sobre meus dentistas queridíssimos e super competentes, .

    Depois de anos tentando encontrar alguém que realmente faça o trabalho bem feito, eles são um achado. Além de competentíssimos, com material de primera, eles têm um ótimo astral, são gentis, divertidos, o que é fundamental pra gente que vai pra cadeira do dentista, tensa,  como eu.

    Dessa vez, resolvi criar coragem e arrancar um dente siso que não tinha função nenhuma e só estava atrapalhando. Fui morrendo de medo, mas fizeram tudo tão direitinho, que não senti um pingo de dor, nem durante, nem depois, não precisei nem usar analgésico na recuperação.

    Sem jabá nenhum, mas com gratidão pelo excelente trabalho que sempre fizeram, indico o casal com toda confiança, para quem vive no Grande Recife. Eles ficam lá em Boa Viagem e o telefone é 33262398.

    Se gostar, compartilhe:

    Trocaram o corpo da Demi Moore! abaixo a frankesteinização na moda e na mídia.

    Denise | Celebridades,Photoshop | Friday, 27 November 2009

    demimoore

    Francamente, eu concordo com os franceses, tem de botar umn limite nessa frankesteinização na mídia e no mundo da moda. A mulher é linda e metem um corpo esquelético nela, pra quê?

    Na Época, via @ajudaeu

    Se gostar, compartilhe:

    Brechó Arcoverde ao vivo e com muitas cores!

    Denise | Brechó | Thursday, 26 November 2009

    BrechóPessoal, meu sumiço se deve ao monumental trabalho de catalogar e dar preço a uns 5.000 ítens que colocaremos à venda no nosso Brechó, a partir de amanhã até o domingo, em Olinda.

    Quem quiser aparecer por lá pra garimpar presentinhos de natal realmente originais e do mundo todo – como bonecos zapatistas, colares com 260 tipos de pingentes diferentes (radiolas, headphones, pianos, microfones, cupcakes, binóculos, castelinhos etc.), dezenas de relicários diferentes, esculturas africanas e indianas, broche russo, matrioskas, livros, roupas, sapatos, coleção completa de action figures, relógio raríssimo de Beetlejuice… etc etc etc – deixe um recado com email aqui ou escreva para vendas.denise@gmail.com e eu entrarei em contato para dar endereço e outros detalhes. As visitas devem ser agendadas.

    Vou colocar fotos de alguns produtos do brechó amanhã, para quem estiver longe.

    Se gostar, compartilhe:

    O que vem após a morte?

    Denise | Diversos,Espiritualidade | Sunday, 22 November 2009

    Estou exausta, passei o dia todo trabalhando no brechó e esqueci meus óculos de leitura por lá, portanto, mal posso ver o que estou escrevendo =) perdoem os erros.  Já estava deitada, mas pensei em escrever uma coisa rapidinha aqui.

    Tenho pensado muito no dpãdua (abaixo) e lembrei de uma conversa que tive há umas semanas com uma pessoa que gosto muito e que se diz agnóstica. Comentei com ela que acho que após a morte não existe NADA, absolutamente NADA. Acaba e pronto. E prefiro assim. Ela teve uma reação inesperada: “Não! de jeito nenhum! Como assim, eu morro e tudo acaba? não pode”  hehehe… uma agnóstica bem crente  =)

    A questão é que eu já ando cansada de mais de 40 anos de culpas, remorsos, arrependimentos, dúvidas… essas coisas que as mulheres brasileiras carregam, peso da nossa formação cristã, cheia de pecados.  Francamente, por mim, se não tiver nada após a morte, é um descanso. Pra quê mais? e ainda tem gente dizendo que aí é que a gente vai “prestar conta dos pecados”, NÃOOOOOOO!!! basta!

    Vejam bem, eu não garanto que não tem mais nada após essa vidinha aqui, porque isso também não foi provado =) mas, duvido muito e juro que prefiro assim. Pra mim, já tem sido muita movimentação  (não que eu esteja reclamando, que continue por muitos e muitos anos!!! toc, toc toc mas uma vida já basta, tá bom.)

    E vocês? dispost@s a refletir sobre uma questão tão profunda num finde prolongado? o que vem após a morte?

    Se gostar, compartilhe:

    Não ache que o mundo é grande demais

    Denise | Blogosfera | Saturday, 21 November 2009

    dpadua

    Você morre.
    Acorde para a realidade e aceite-a.
    Melhore o seu jeito de conviver, tenha bom senso.
    Sinta o instante. Deixe-o te levar, sem expectativas.
    Não tente controlar o fluxo da vida.
    Você não é dono de nada (apesar de achar que pode
    controlar as coisas do mundo).
    Você é só parte da paisagem.
    Suas propriedades e títulos nada valem.
    É a experiência que atrai o ser humano.
    Porque perder a vida acumulando coisas?
    Ser bem-sucedido?
    Que significa isso se todos já estamos mortos?
    Faça o que te agrada.
    Apenas o que te desperta felicidade.
    Ao invés de comprar uma jaqueta, viaje com um amigo para uma cidade próxima.
    Faça o que te instigue a curiosidade.
    Repita um passeio de um parente mais velho.
    Brinque com a vida.
    Mas lembre-se: antes disso existem as outras pessoas.
    Eles são o que há de mais interessante.
    Imaginativas. Engraçadas. Únicas.
    Ame-as. Seja amado.
    Mas não espere nisso uma troca obrigatória.
    Faça a sua parte e procure apostar nas pessoas.
    Confie nelas.
    Seja transparente para evitar especulações.
    O mundo é feito de matéria e informação.
    Os únicos átomos de que você precisa são para a sobrevivência do corpo.
    Porque preocupar-se além disso?
    Compartilhe técnica, ferramentas, matéria-prima.
    Todos podemos criar coisas divertidas com elas.
    E, ao contrário do que você pensa, tudo é público.
    Se mais de uma pessoa pode ter acesso, então é público.
    Não se apegue à matéria. Não queira ser o dono.
    Ter as coisas é perder tempo.
    Para a sua mente, uma experiência é informação pura.
    E essa informação flui através de você, te mudando aos poucos.
    Com bom senso, você muda pra melhor.
    Com amor, você muda pra melhor.
    Sem ansiedade, você evolui espontaneamente.
    Como fazer tudo isso?
    Sonhe.
    Use a sua imaginação.
    É para isso que você tem uma.
    Não se acovarde.
    Não ache que o mundo é grande demais.
    Mude você e ajude os que estão próximos a mudar.
    Sinta-se à vontade dentro de você mesmo.
    Somos todos uma coisa só.
    Você não estará sozinho.

    Daniel Pádua, no seu blog, em 25/11/2001.

    @dpadua faleceu ontem. Foi um dos meus vários grandes achados no Twitter, um dos que reavivou em mim a vontade de interagir na Internet. Eu o seguia com toda atenção. Trocamos poucas palavras, mas aprendi bastante com ele.

    Daniel Pádua foi pioneiro no ativismo digital e, atualmente, trabalhava no Ministério da Cultura e era integrante do Metareciclagem. Era arroz de festa em eventos de software e cultura livre no Brasil. Ajudou a fazer o Blog do Planalto, estave na comunidade brasileira de desenvolvedores do WordPress e do Blogchalk Brasil. Acumulava experiências.

    Ele escreveu esse post, acima, muitos anos antes de adoecer e mostra que, apesar de muito jovem, sabia das coisas. Viveu o que realmente interessa: as experiências. Esse post é seu maior legado. Como tudo que ele fez, faz a gente  refletir.

    Vamos ampliar os horizontes.  O que a gente vive, é o que interessa.

    imaginario

    “Tecnologia é mato, o importante são as pessoas”,  DPádua.

    Foto 1: WordPress-br.

    Foto 2: De @Emerluis, homenagem a @dpadua no Festival de Cultura Popular, em Brasilia, ontem.

    Se gostar, compartilhe:

    Helena vai pro tronco porque não cuidou da sinhazinha

    Denise | Televisao | Tuesday, 17 November 2009

    tronco

    Melhor comentário sobre a novela Viver a Vida foi de @francinebarbosa:

    “Tá reprisando Xica da Silva? A negra apanhando porque não tomou conta da sinhazinha.”

    Veja a cena aqui.

    Meus comentários sobre a novela e os comentários de vocês

    • Gente, no Brasil, não adianta dizer pra não ver novela. Todo mundo vê. Não é simplesmente o fato de “quem não gosta do que está vendo, que desligue e vá ler um livro”. Não é apenas que a cena me incomodou pessoalmente, é muito mais que isso. Quando a gente sabe que milhões de pessoas viram a bofetada da senhora de engenho na escrava e estão aplaudindo, sem refletir sobre isso, ignorar não é a solução.
    • Manoel Carlos é misógino, elitista, racista e cafona. Sem dúvida ele tem prazer em criar essas polêmicas cretinas. Mas não é somente prazer, é uma óbvia incapacidade de se destacar de outra forma. Sem um pingo de criatividade e sendo péssimo escritor (basta ver os diálogos constrangedores, patéticos de suas novelas), ele só consegue audiência para suas novelas medíocres criando  polêmicas criadas à custa do escárnio de pessoas que já são discriminadas em seu dia a dia.
    • Odeio suas novelas, mas eu tento assistir (até quando aguento!), para que as pessoas tenham, aqui no blog, um espaço para ver as cenas sob outra perspectiva. E não estou sozinha, basta ver as dezenas de comentários nesse post. Eu só ofereço o espaço para o debate.
    • Televisão é concessão pública. Não precisa ser só educativa, mas se veicula programas que estimulam o preconceito e a discriminação, a gente tem todo direito e dever de reclamar.
    • A Carmel escreveu: “Acho que não tem nada haver (sic)… se ela fosse branca ia passar batido.” Primeiro, Carmel, a gente aqui no blog sempre reclama do excesso de violência nas novelas, que parece uma tendência atual. Eu nunca dei uma bofetada na cara de ninguém e já aprontaram coisas comigo que bem que mereciam. Desde quando é aceitável se resolver as coisas dessa forma? essas cenas oferecem espaço pra uma catarse coletiva que eu acho perigosa (vide UNIBAN).
    • Quanto ao racismo, claro que por ser uma atriz negra é muito pior, sim, vivemos num país que carrega o peso da escravidão, onde o preconceito contra negros ainda é enorme e tudo que a gente NÃO precisa é de uma cena que reaviva essas lembranças, ainda mais uma cena que a maioria considera “justificada”.
    • A tentativa de mostrar José Mayer como garanhão é outra coisa patética. A Helena repetindo várias vezes o quanto o marido é bom de cama e o quanto consegue transar várias vezes no dia, parece uma tentativa desesperada do autor, através do personagem, de recuperar sua própria “virilidade”, coisa de gente que não sabe envelhecer.
    • E o absurdo que é a repetição do “primeiro crime” da Helena, um aborto cometido para salvar sua carreira. Isso a serve a quem? não às pessoas que compreenderam que criminalizar a mulher NÃO é solução de nada.
    • Serve para os hipócritas que preferem se trancar em seus castelinhos brega de vidro fumê no Leblon, com suas mulheres e filhas que fazem aborto em clínicas de luxo ao custo de meses de salário de outras mulheres (a maioria negras) que continuarão fazendo abortos ilegais todos os dias, vivendo momentos de terror e culpa e arriscando suas vidas com carniceiros e curiosas.
    • Enfim, tem muito mais pra se falar, mas estou de saída. Muito pior do que a raiva que dá ver as novelas de Manoel Carlos, seria saber o quanto elas influenciam milhares de pessoas e ficar calada em relação a isso.
    • Ah, pra terminar, eu sou politicamente correta ou tento ser, ao máximo. Acho completamente idiota essa idéia de que “o mundo ficou muito chato depois que a gente passou a se preocupar com o que diz”. Chato pra quem, cara-pálida? Se a gente pode compreender o contexto em que segmentos marginalizados da nossa sociedade vivem e aprender a tratar todos com respeito, o que tem de chato nisso?
    • Dia desses vi um trecho de um programa de píadas dos anos 70 e fiquei pensando o quanto o mundo tá melhor quando as pessoas ao meu redor tentam evitar esse tipo de gozação com negros, gays, mulheres. Ainda falta muito pra melhorar, mas tem um avanço.
    • Às vezes eu acho que as pessoas já nem sabem mais do que estão falando quando criticam as pessoas que escolhem, simplesmente, respeitar as outras.
    Se gostar, compartilhe:

    Dona Canô puxa orelha de Caetano, publicamente

    Denise | Celebridades,Música,Política | Sunday, 15 November 2009

    dcano

    do Jornal Correio da Bahia (via Viomundo)

    Rodrigo Velloso, irmão de Caetano Veloso e Secretário Municipal de Cultura de Santo Amaro fez questão de esclarecer, através de um pedido de desculpas, que a família Velloso não tem nada a ver com a declaração do mano famoso. Eis o teor do documento:

    “Venho a público esclarecer que a recente declaração, feita pelo cantor e compositor Caetano Veloso sobre o Presidente Lula, não expressa, em nenhuma hipótese, a opinião da família Velloso. Sua matriarca, Dona Canô (foto), por meu intermédio, deseja se dirigir ao Governador Jaques Wagner, a todos os brasileiros e, principalmente, ao Presidente da República, com um sincero pedido de desculpas”.

    Numa entrevista ao Estado de São Ppaulo, Caetano Veloso disse:

    “Ela (Marina Silva) é meio preta, é uma cabocla, é inteligente como o Obama, não é analfabeta como o Lula que não sabe falar, é cafona falando, grosseiro.”

    Se gostar, compartilhe:

    Era o que faltava. Cirurgia cosmética vaginal
    aumenta 70% na Inglaterra.

    Denise | Corpo & Saúde,Sexualidade | Wednesday, 11 November 2009

    vaginas1b

    A gente se escandaliza com as agruras explícitas das mulheres na Ásia e Oriente Médio, mas eu acho que todo mundo concorda que, mesmo com toda nossa pseudo-liberdade, está cada vez mais difícil ser mulher no Brasil, EUA e boa parte do mundo ocidental.

    Que fique bem claro que eu não tenho nenhum preconceito contra a prática individual de plástica, botox, mesoterapia ou seja lá o que for. Se tiver grana e um dia achar que ficarei mais satisfeita melhorando o meu aspecto físico – sem parecer artificial – farei plástica com prazer. Tenho uma amiga que colocou silicone e a vida mudou pra melhor, aumentou a autoestima e ela está mais feliz que nunca… então, por que não?

    O que preocupa não é a decisão individual, mas o quanto ela é influenciada por uma pressão pela beleza e perfeição (inalcançável) por parte da mídia, que não dá ponto sem nó.

    Claro que quando eu era adolescente, há 30 anos atrás, a gente já sofria querendo ser mais bonita, mas nada comparado ao que se vê hoje quando nossas preocupações alcançam áreas nunca antes incluidas… e o pior é que essa loucura é estimulada e amplificada principalmente por outras mulheres.

    Aliás, uma coisa que eu percebi nessa minha estadia no Brasil foi que a preferçência masculina por mulheres com formas generosas não mudou, não. Há anos não arriscava um bikini, mas nessa minha fase “bronze”, tenho circulado muito e nunca pensei que atrairia tantos olhares “de aprovação”, mesmo com todos meus muitos quilos a mais.

    Por outro lado, como as mulheres aqui analisam umas às outras, o tempo todo! O caso da Geisy é um bom exemplo de mulheres atacando outra mulher, pela sua aparência física. O fato é que em países onde muitas garotas ainda crescem acreditando que arrumar um bom casamento vai ser solução de vida, onde a expectativa por uma boa formação acadêmica e um bom emprego ainda é luxo para poucas,  a “competição” é exacerbada.

    Aí é um tal de “você engordou”, “você emagreceu”… e tem uam das frases que eu mais odeio: “-Não Pode!”. Cansei de ouvir outras mulheres a dizer que toda mulher TEM que se cuidar, TEM que malhar, TEM que usar cremes e “Não pode” relaxar”.

    Até eu, com plena consciência disso, já me peguei escrevendo “eu me cuido”, como se fosse uma obrigação, uma satisfação que a gente tivesse que dar, assegurando que não vamos nos deixar “embarangar” (tem palavra mais odiosa?),

    vaginas2

    Eu sou uma mulher vaidosa, não vou a salão de beleza, nunca faço as unhas ou escova – porque não tenho paciência e acho um dinheiro jogado fora – mas gosto de me sentir bem, o que, dentro dos meus padrões e expectativas, não é tão difícil. Mas, imagino que na perspectiva de outras mulheres estou muito aquém do ideal.

    Putz… tem dias em que estou tão envolvida com outras coisas que minha última preocupação seria passar um hidratante nas mãos. Se a gente for pensar em tudo que consideram “fundamental” para manter a beleza e juventude, não faz mais nada da vida. Enquanto isso, os homens, que sofrem muito menos pressão, vão pra rua, pro mundo, têm tempo para pensar na vida pública e interferir nela.

    Estou escrevendo sobre isso porque vi esse artigo agora de manhã, no site da BBC, sobre “rejuvenescimento vaginal” e fiquei pensando nas expectativas e “necessidades” que são criadas com o único objetivo de nos tornar ainda mais vulneráveis e gerar ainda mais lucro para quem é vampiro das nossas inseguranças.

    Era mesmo só o que faltava.

    vaginas3

    Gente, eu nem sei o que é uma “vagina esteticamente perfeita”!

    Eu sempre pensei que éramos todas diferentes. Pra dizer a verdade, nunca vi tantas vaginas assim, mas nunca comparei a minha com outras, claro que já olhei bastante com espelhinho, como todas nós devemos fazer, mas nunca pensei se ela era bonita o suficiente quando estava me relacionando com meu namorado ou marido.

    Quer dizer que, agora, a mulherada também tem que se preocupar em ter uma xoxota (como se diz aqui em PE) “bonitinha”? pelamordedeus!!!

    Isso deve ter a ver com essa onda – que eu acho muito creepy – de depilação total dos pelos púbicos. As “partes” devem ficar mais expostas e aí aparece quem percebe que pode ganhar dinheiro se criar mais esse pânico nas mulheres.

    Cirurgia cosmética vaginal é o tema da nova temporada de Nip Tuck. Os dois cirurgiões plásticos de Miami estão falindo por causa da crise econômica até que descobrem que a saída é convencer as mulheres de que elas precisam rejuvenescer as vaginas e aí o consultório enche de novo.

    niptuck

    Tá bom, muitos médicos dizem que é um procedimento $$eguro, mas um grupo de pesquisadores da University College London revisou todos os estudos existentes sobre cirurgias cosméticas vaginais – geralmente reduzindo a quantidade de tecido labial que aparece fora da vagina – e descobriu que quase não existe documentação dos efeitos a longo prazo.

    No artigo da BBC, a ginecologista Sarah Creighton e psicóloga Lih-Mei Liao questionam – com muita propriedade – a ética de oferecer cirurgias que se alimentam da insegurança e ansiedade feminina, difundindo uma “aparência genital pré-purberal e homogenizada”.

    Acho que esse é o ponto principal. Francamente, eu ficaria muito preocupada se me relacionasse com um homem que tivesse uma expectativa, que me parece bem pedófila, de ver uma vagina quase “infantil”.

    Não, gente, por favor, basta de insegurança, ansiedade, pressão. Se você quer passar pelo sofrimento da depilação à cera quenteou labioplastia porque agrada a você, tudo bem, vá em frente. Claro que, sempre analisando bem se você REALMENTE precisa disso, considerando que existem riscos na cirurgia e os pelos púbicos (pelo que sei) estão lá por uma razão fisiológica, de proteção.

    Mas se você precisa entrar na faca para agradar ao namorado ou marido, eu diria que, você precisa mesmo é de outro namorado ou marido (ou nenhum!).

    Fiquei curiosa, alguém aí (homens e  mulheres) já se preocupou com esse aspecto da sexualidade feminina? o que vocês acham dessa nova “tendência”?! podem responder anonimamente, se preferirem  =)

    Comentário da Capitu

    Olha, ontem mesmo li no twitter um comentário de um homem criticando a estética genital da Fernanda Young, acredita?
    To achando que a playboy com suas vaginas padronizadas está ajudando ao homem desejar o que não é natural com as depilações extremas e photoshop.
    (Que não foi o caso da Fernanda Young criticada).

    Muito bem lembrado, Capitu! as coisas estão ficando tãso artificiais que as pessoas perdem totalmente a referência da realidade. Eu não gosto da Fernanda Young, mas achei as fotos dela bonitas, naturais e vi muitos homens criticando.

    Comentário do Thiago

    Olha, acho que isso não tem nada a ver com pressão masculina, não! Principalmente no que diz respeito ao pré-puberal! Acho que é mesmo uma coisa mais “mercadológica”, como o seriado Nip/Tuck aborda, ou até um problema de auto-estima feminina, do que preferência nossa… vc acha mesmo que tem carinha dizendo por aí: “Amor, vai no cirurgião e pede pra ele deixar sua vagina igual a de uma menina de 12 anos, vai!”??? Se tiver… Parei!

    Concordo que é uma pressão de mercado, Thiago, como todas as outras, mas como disse a Capitu, muitos homens vão perdendo a noção da realidade…

    Comentário da Éris:

    (…) Eu nunca tive neura com isso, sequer passou já pela minha cabeça achar que minha vagina precisa de tratamento estético, e acho absurdo ficarem com propagandas de lencinhos, sabonetes íntimos, etc. como se ela fosse imunda, imagina me agredir dessa forma, nem louca.
    Em relação aos rapazes que já tiveram a sorte de conhecer minha região genital xD nunca tocarem nesse tipode tema também. (…)

    Menina, vi dia desses, aqui no Brasil, uma propaganda de absorvente com CAMOMILA. Como assim? acham que ficamos loucas durante o ciclo menstrual e vamos nos acalmar com camomila no absorvente?!

    Comentário do Elias:

    Acho que você matou a ‘xarada’: A preocupação excessiva com a beleza é uma forma de manter as mulheres ocupadas e longe da política.

    Sem dúvida nenhuma. Quem tem tempo pra se preocupar com direitos trabalhistas, quando até a própria genitália está sofrendo escrutínio estético?!

    Ilustrações das vaginas feitas à mão: Vagina Lady

    Se gostar, compartilhe:

    Uniban teme opinião pública e desiste de expulsar Geisy

    Denise | Sexismo | Tuesday, 10 November 2009

    GEISY

    Será que alguém ainda se arrisca a estudar Relações Públicas nessa Universidade? nunca vi tanta incompetência junta.

    “O reitor da Universidade Bandeirante – UNIBAN BRASIL, de acordo com o artigo 17, inciso IX e XI, de seu Regimento Interno, revoga a decisão do Conselho Universitário (CONSU) proferida no último dia 6 sobre o episódio do dia 22 de outubro, em seu campus em São Bernardo do Campo. Com isso, o reitor dará melhor encaminhamento à decisão”.

    Mas, não é suficiente, agora a moça tem de ser indenizada pelo absurdo que foi isso tudo!

    Vejam manifestação ao vivo na frente da Uniban

    Se gostar, compartilhe:

    Manifestação contra a violência às mulheres na UNIBAN

    Denise | Sexismo | Monday, 09 November 2009

    wecandoitOs movimentos feminista, sindical e estudantil convocam todas as pessoas para uma manifestação contra a violência sexista na UNIBAN nesta segunda-feira, dia 09 de novembro, às 18h, na Av. Dr. Rudge Ramos, nº 1501, no Bairro Rudge Ramos (altura do KM 12 da Via Anchieta, sentido Santos,  São Paulo).

    O ato foi convocado para denunciar a violência contra a estudante Geisy Arruda, que foi ameaçada e agredida verbalmente dentro da Universidade, no último dia 22. Não bastasse esse episódio, a UNIBAN divulgou no domingo sua decisão de expulsar a estudante de seu quadro acadêmico.

    A violência contra as mulheres é uma realidade na vida de milhões de mulheres no Brasil e no mundo. Entre as justificativas para a violência estão argumentos relacionados ao que deveria ser o jeito certo de se comportar como mulheres, como se estas não fossem emancipadas e não fossem capazes do ponto de vista moral e ético, para tomar decisões sobre si mesmas.

    A repercussão deste caso e a decisão da UNIBAN seguem essa mesma lógica. A estudante, que foi vítima da violência, foi transformada em ré. A UNIBAN , desta forma, contribuiu para banalizar, estimular e justificar a violência sexista- praticada contra pessoas pelo fato de serem do sexo feminino.

    A Fé-minina, Entre Nós, Marcha Mundial das Mulheres, CUT, UNE, mulheres do PT, Promotoras Legais Populares, estão entre as entidades e movimentos convocantes.

    Estarão presente também diversos parlamentares da região.

    Durante o ato uma comissão entregará à UNIBAN um documento exigindo:

    • suspensão do ato de expulsão
    • retratação perante a aluna e a punição de quem de fato cometeu a violência
    • realização de evento educativo como forma de prevenção de episódios deste tipo.

    Nada justifica a violência contra as mulheres!

    Contatos:

    • Cristina (Fé-minina- Mov. Mulheres de S.André) – 93623540
    • Haidi (Entre Nós- Asses. Educ. Gênero e Raça) – 91896428
    • Sonia (Marcha Mundial das Mulheres) – 88957693
    • Ana Rosa (Coletivo de Mulheres da CUT-SP) – 7229.87.02
    • Cássia Cristina (Proleg – Promotoras Legais Populares S.André) 2829.46.60

    “Querer-se livre é também querer livres os outros”. Simone de Beauvoir

    Se gostar, compartilhe:

    INCRÍVEL: UNIBAN expulsa garota
    que foi estudar de minissaia e acabou quase linchada

    Denise | Comportamento | Saturday, 07 November 2009

    unitaliban

    Gente, estou passada – e esgotada – com a notícia de que a Geisy se transformou, oficialmente, em GENI. Agora, a UNIBAN resolveu, também, jogar pedra na Geni.

    Passamos algumas horas discutindo o caso no Twitter. Aqui, o que eu escrevi. Aqui e aqui, o que se escreveu no Twitter sobre a UNI-tali-BAN.

    Francamente, bateu um desânimo, uma tristeza…

    UNIBAN para, numa catarse moralista e monstruosa, por causa de uma minissaia

    (Post publicado no dia 29 de outubro)

    (Gentchy, estou em Olinda!!! Cheguei de surpresa, minha mãe quase teve um troço. Por isso tive que enrolar no blog, no post abaixo dizendo que só viajava no dia 09  =)  Estou sofrendo com um jet-lag miserável, depois conto mais sobre minha viagem, que foi bem interessante.)

    Mesmo caindo de sono, tenho de comentar isso com vocês. Recebi o link pra um post no Boteco Sujo sobre esse vídeo abaixo e fiquei PASSADA. Vejam que absurdo:

    Uma estudante de Turismo cometeu o crime de ir para faculdade vestindo apenas uma blusinha que mal chegava até suas coxas. Quando a garota começou a subir uma das rampas da universidade, oferecendo uma vista privilegiada das suas redundâncias, provocou um levante entre marmanjos que provavelmente nunca haviam visto uma mulher sem roupa desde que foram desmamados. Os estudantes começaram a cercar a moça, com gritos e galanteios de pedreiro, e foram se empolgando até que ameaçaram estuprá-la. Ela, então, correu e se trancou numa sala.

    Foi aí que todos os alunos abandonaram as aulas e se aglomeraram numa multidão que ameaçava invadir a sala onde a garota havia se escondido, aos gritos de “puta, puta!”. Homens e mulheres se juntaram para xingá-la. Foi preciso que um grupo de policiais militares entrasse no prédio para evitar que a menina se tornasse a protagonista de um gang bang forçado.

    Veja o post completo no Boteco Sujo.

    Não é de morrer de raiva? que vergonha.

    Nesse outro vídeo, a imagem da moça saindo escoltada pela polícia.  Fiquei tão passada com a história que me deu uma taquicardia, de raiva. Eu já vi muito machismo, muita cretinice, mas nada com essa violência. Foi um estupro emocional, que não deve ficar por isso mesmo.

    Como discutimos no Twitter, a faculdade paulista UNIBAN não é culpada pela atitude canalha dos estudantes, mas é responsável por não ter controlado a situação e ainda deixar a menina ser humilhada ao sair, escoltada pela polícia. Se fosse minha filha, processaria e exigiria milhões de indenização por danos morais.

    Detalhe. A moça era bem gordinha. Será que isso teria acontecido se fosse uma modelo magérrima?

    Queria comentar mais, mas estou caindo de sono, nem sei se o post está fazendo sentido, vou cair na cama e, assim que der, eu volto pra comentar mais com vocês.

    Vejam também:

    Se gostar, compartilhe:

    Como vai a minha vidinha no Brasil, em fotos =)

    Denise | Me myself and I,Pernambuco | Thursday, 05 November 2009

    OLINDA
    OLINDAOLINDA
    OLINDA OLINDA
    OLINDAOLINDAOLINDA
    OLINDAOLINDA
    OLINDAOLINDA
    OLINDAOLINDA
    OLINDAOLINDAOLINDAOLINDAOLINDA
    OLINDAOLINDA
    OLINDA
    OLINDAOLINDAOLINDAOLINDA
    OLINDAOLINDA OLINDAOLINDAOLINDA

    Pessoal, minha ausência não é falta de vontade de blogar, é falta de tempo e de acesso à internet mesmo(estou fazendo esse post offline, pra depois botar no ar).

    O que contar não falta, inclusive da minha parada em Miami, com um passeio de barco (no qual tirei mil fotos e não vou ter nenhuma pra mostrar porque perdi a memória da câmera!), assim que der escrevo alguma coisa sobre isso.

    Em Olinda, minha rotina tem sido a seguinte. Acordo às cinco, mas a internet fica no quarto de mamãe (não trouxe meu laptop porque trouxe um netbook pra meu irmão, ele me emprestou um laptop antiguinho, mas não pega wireless aqui).

    Então, sem internet, vou direto pra praia (pelo menos sou obrigada a fazer algo mais saudável) fico lá até as 9, 10 horas, aí vou caminhando pro meu apartamento, onde trabalho o dia TODO, até umas seis da tarde, arrumando minhas coisas, catalogando, colocando preços, pro bazar que vamos fazer em breve. Ainda não tive tempo nem de encontrar os amigos!

    Volto pra casa de mamãe (onde estou hospedada) às seis e meia, sete da noite ainda dou uma olhada na internet rápida, mas caio no sono, imediatamente. Todo dia igual. Só na segunda (que foi feriado aqui) fui até ao Alto da Sé com mamãe, comer acarajé e tapioca (fotos abaixo).

    Aliás, comer tem sido minha maior diversão  =)  engordei tudo que tinha perdido e algo mais, mas estou tão feliz, que várias pessoas disseram que estou mais bonita que no ano passado (mesmo com muuuuuuitos quilos a mais). O peso se vê logo nas bochechas da fotos abaixo, mas não tô nem aí  =)

    Todo dia como coxinha de galinha, acarajé, tapioca, bolo de rolo, manga, jambo, pão de queijo, macaxeira com queijo de coalho, tomo muita água de côco e suco de maracujá. Quando voltar pra Coreia terei motivo suficiente pra emagrecer (kimchi, bimbibap etc.), pra que começar agora?!   ;-)

    OLINDAOLINDA

    Bazar

    Depois conto mais, mas quem visita o blog sabe que quando decidimos mudar dos EUA pra Coreia, mandei boa parte das minhas coisas, num container, aqui pro Brasil. Foram mais de 100 caixas e decidi me desfazer de tudo porque cansei de gastar com frete de país pra país e como sabemos que a última parada não vai ser a Coreia, não faz sentido ficar carregando tudo. Então, num ato de desprendimento budista  =)  vou me desfazendo de roupas, livros, DVDs, coisas de casa, souvenir de viagem etc etc etc.

    Fizemos um bazar no ano passado que foi um super sucesso. Assim que tiver mais detalhes sobre o desse ano, conto pra vocês, mas provavelmente será nos dias 21 e 22 de novembro (volto pro EUA, e depois Coreia, no dia 26).

    Alto da Sé

    OLINDA
    OLINDAOLINDA
    OLINDAOLINDA
    OLINDAOLINDA
    OLINDAOLINDAOLINDA
    OLINDAOLINDAOLINDA
    OLINDAOLINDA OLINDAOLINDA
    OLINDAOLINDA
    OLINDAOLINDA
    OLINDAOLINDAOLINDA
    OLINDAOLINDA

    Comentários sobre as fotos:

    • Essa é a praia de Casa Caiada. Ruinzinha, mas tá quebrando muito o galho pra mim, que estou A-DO-RAN-DO ficar um pouco mais moreninha, de novo. Estou até vendo tudo com outros olhos e me divertindo muito. Morei aqui dos 12 aos 38 anos (meu apartamento é bem perto do da minha mãe)!
    • Uma coisa que nunca tinha percebido é que, mesmo sendo uma praia poluida,  tem muita vida, muitas conchas, algas, e as crianças se divertem muito com elas. Aqui também tem muita “maria farinha” um minisiri. Vou procurar umas fotos deles pra mostrar.
    • Achei engraçada a adoração da PUCCA coreana por aqui, tinha até canga de praia com a personagem da terra da manhã calma lá no Alto da Sé  =)
    • Viram a foto da menininha trabalhando, vendendo coisas com a mãe, na praia? Uma tristeza, tão novinha.   =(
    • Esse acarajé estava sublime. Tâo bom quanto os que comi no pelourinho. É a Barraca da Elisete! recomendo.
    • Fico super inchada depois de um vôo (no meu caso, vários vôos da Coreia até aqui), nessa foto, que mostra uma pisada numa pedra na praia, dá pra ver como minha perna ficou enorme!

    Escrevi esse post de manhã, mas só estou publicando agora à noite. Acho que a mistura de muita praia, sol, calor e muito trabalho me derrubou, passei o dia de cama, me sentindo mal, mas amanhã eu tenho certeza que estarei melhor  =)

    PS.: Mesmo sem tempo, leio TODOS os comentários. A discussão aí abaixo, no post sobre o caso da menina do UNIBAN está bem interessante, mas é tão triste ver pessoas sendo tão reacionárias e preconceituosas. Uma pena mesmo, a vida é tão melhor quando a gente leva com respeito aos outros, tolerância e sem se preocupar tanto com o que os outros pensam. Passo tanto tempo fora do Brasil, que me impressiona o quanto as pessoas se “ocupam com a vida alheia”, por aqui. Um enorme disperdício de energia, que deveria ser canalizado para coisas muito mais produtivas e interessantes!

    Se gostar, compartilhe:

    .