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    ATENÇÃO

    Denise | Brechó | Friday, 31 October 2008

    Tenho muitos emails pra responder, principalmente sobre o bazar, mas tenham paciência, cheguei agora morta de cansada e meu laptop quebou (o cooler parou!), não tô aguentando ficar aqui sentadinha, quase dormindo. Amanhã de manhã respondo a todo mundo e mando o endereço do bazar.

    E atenção, paulistas: no dia 11 de novembro, estarei no aeroporto de Guarulhos. Durmo em um hotelzinho por lá mesmo, e viajo no dia 12 de manhã. Quem topar me fazer companhia, tô propondo um café lá no aeroporto mesmo, sei que é muuuuuuuito longe, mas é o jeito, pra mim. E se alguém quiser encomendar algo do bazar/brechó eu levo e entrego no dia 11 mesmo, já economiza o frete  :-)

    Depois combino melhor hora e local. Agora, vou cair na cama.

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    Posters de filmes no bazar e brechó

    Denise | Brechó,Cinema | Thursday, 30 October 2008

    Gente, acabei de chegar do lugar onde vai ser o bazar, estou MORTA DE CANSADA. Há uns quatro dias que a gente – eu, minha mãe e um antigo funcionário do Origem, Miguel, que está quebrando o maior galho – trabalha das 8, 9 da manhã às 8 da noite. Afinal são quase 100 caixas pra desempacotar e arrumar e quero tudo LINDO.

    Dei uma olhada rápida nos posters que temos e esses 53 acima não são todos não, encontrei vários outros. É que Simon só pegou as fotos desses posters, na internet e mandou pra mim, mas não deu tempo de pegar todas as fotos antes da mudança.

    Eu sempre amei posters de filmes, mas juntamos muitos mesmo, nos EUA, porque Bia trabalhou uns três anos num cinema de filmes de arte e independentes, por isso não tem nada blockbuster. Nenhum Adam Sandler… toc, toc, toc…Tem Ingmar Bergman, Woody Allen, Jim Jarmusch e vários outros feras e cineastas novos.

    Esse é o meu poster preferido, lembram que eu tinha um dele no meu escritório, em Washington?

    Vejam o album com várias fotos dos posters aqui. Eles custam R$ 20,00, cada (mais frete)

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    Violência contra a mulher e o caso Luana Piovani e Dado Dolabella

    Denise | Violência | Wednesday, 29 October 2008

    Todo mundo se emocionou com a morte da Eloá, é a força da imagem, uma morte que virou quase reality show mas, casos como o dela, acontecem todos os dias.

    Só esse ano (até o dia 20 de outubro), já foram registrados 222 mortes e quase 7.000 casos de violência contra a mulher, em Pernambuco. Em todo ano de 2007 foram 228 mortes. Alguém duvida que a violência contrra a mulher está aumentando?

    Na última terça-feira (dia 28), 300 mulheres se reuniram em Palmares, na Zona da Mata Sul, para protestar, numa vigília que acontece todo dia 28, em lugares diferentes e é uma belíssima iniciativa do Fórum de Mulheres de Pernambuco.

    Ela era filha de pobre, mas não de cachorro. Quero que seja feita justiça”, afirma  a agricultora Marli da Conceição, que teve a filha e os netos assassinados pelo marido em Palmares, numa matéria do Interior 360 Graus.

    O que vocês acham que precisa ser feito, nas esferas pública e privada, pra mudar essa situação?

    A Fernanda disse bem:

    Denise, é realmente um quadro muito lamentável na nossa realidade. Eu pude, assim como você,acompanhar casos de mulheres vítimas de violência que frequentavam o Centro de Referência da Mulher da cidade em que eu estudava. E é uma realidade muito delicada, porque o problema maior nas denúncias reside no fato de que as mulheres em questão não se conformam que aquele parceiro que deveria amá-las, acarinhá-las está se portando de maneira violenta. Contudo, elas sempre pensam que foi apenas aquela vez e que não ocorrerá de novo. Passam alguns meses, e lá está ela novamente no Centro pedindo auxílio. O amor ainda está muito mitificado na sociedade em geral, sabe aquele ideal de amor romântico inventado no século XVIII e XIX? pois é, e isso não é verdadeiro. Amar não significa anulação, posse ou coisas do tipo, ao contrário disso, significa respeito, admiração, companheirismo. Nós todas e todos estamos sempre tentando mostrar essa realidade, desmistificar esse ideal a essas mulheres, mas invadir a privacidade é muito complicado. Eu também não sei o que fazer, além de tentar informar. Para as Casas de Acolhimento vão as mulheres que sofreram graves violências ou ameaças, mas isso poderia e deveria ser evitado. Ainda não sei como! Sabemos todas e todos que um dos meios mais eficazes de informar a nossa população é através de novela, algo bem enraizado na nossa cultura. As novelas podem fazer barulhos nesta área, não? Será que elas podem modificar a nossa realidade??? Não sei.

    Esse cara é um nojentinho, asqueroso e, pra mim, representa tudo que existe de pior num tipinho de homem latino, machista e arrogante de quem eu quero muuuuuuuuita distância – de mim e da minha filha. Ele é um bom exemplo do quanto a violência contra as mulheres não existe apenas nas camadas mais pobres da sociedade, tá em todo lugar. Mas a elite brasileira é particularmente podre.

    Já tô de saída, mas não podia deixar de comentar alguma coisa sobre o caso…  o cretino merece os cinco anos de cadeia, mas alguém acredita que tem alguma chance de rolar?

    Violência contra as duas

    Gente, eu escrevi tão às pressas, que nem coloquei link pro caso, nem explicitei que ao falar de violência contra a mulher, obviamente estava falando das duas, a Luana e a camareira dela,que foi covardemente agredida ao tentar apartar a briga.

    Dani, eu concordo com você, a Luana Piovani é bem arrogante mesmo e eu soube da agressão ao repórter, mas isso não justifica o cara agredir a ela e à coitada da D. Esmeralda, que não tinha nada a ver com a história.

    Pra quem tá por fora e quer entender o imbróglio, clique aqui.

    Fiquei sabendo da história porque a fofa Beth Q deixou um recado pra mim. Obrigadíssima, por me manter informada sobre os horrores do mundinho macho brasileiro!

    ________________________________________________
    Com tanta coisa séria pra denunciar e reivindicar o Estadão fez o desfavor de publicar essa enquete para avaliar o que as mulheres gostariam de pedir a(o) prefeita(o) da sua cidade. Deplorável. Dica da Dani. Obrigada, querida.

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    Bazar e brechó ao vivo!

    Denise | Brechó,Mi Casa! | Wednesday, 29 October 2008

    Pessoal, ando sem tempo nenhum pra blogar. Lembram que eu disse que minha mudança estava vindo aqui pra Recife? cansei de mudar de país em país e ter de gastar uma grana de mudança e, como todo mundo, preciso ganhar um dinheirinho a mais, então, decidi exercitar um desapego budista sobre o qual sempre pensei e vou tentar viver com o mínimo que posso carregar de um lugar pra outro (só c0om uns pequenos luxos, que a gente merece), então, estou organizando um bazar, onde vou vender quase tudo que acumulei nos últimos 20 anos.

    Como sou muito perfeccionista, desde que cheguei, tenho passado 10 horas por dia desempacotando quase de 100 caixas que mandei pra cá e arrumando tudo, pro bazar ficar lindo  :-)   vou fotografar pra vocês verem, antes do dia,

    Tem artesanato do mundo todo, quase todos meus (maravilhosos) livros e Cds, alguns dvds, centenas de posters de filmes de arte, muitas roupas minhas e de Bia, brinquedos, e outras coisas totalmente inusitadas  :-)    tem umas obras de arte mais caras, mas também tem muita coisa de 1 real, 4 reais, 10 reais, 15 reais…

    O bazar vai ser no domingo e quem quiser ir, me escreva para sdeestocolmo@gmail.com e eu mando endereço e outras informações. Podem avisar pr@s amig@s. Se eu fosse vocês (e não estivesse numa fase de viver tão light), não ia perder por nada nesse mundo.

    Pra quem estiver longe, na próxima semana vou fotografar o que não foi vendido e coloco no site do brechó (que anda meio abandonado, pela minha absoluta falta de tempo). Quem estiver esperando email meu, aguente só mais um pouquinho, que já respondo (tenho pouquíssimo acesso a internet).

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    “Sweet Avenue”, da banda “Jets to Brazil”

    Denise | Música,POP | Monday, 27 October 2008

    Ou clique aqui para ouvir a música super fofa.

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    Impressões do Brasil III – De olho nos preços
    e meu vestidinho lindo e barato

    Denise | Me myself and I,Moda | Monday, 27 October 2008

    Eu não compro coisa cara. Ponto. Nem é que eu seja “pirangueira” (avarenta, no dialeto pernambucano, que eu adoro), eu até confesso que gosto de comprar umas coisinhas, mas eu (1) detesto fazer papel de consumidora otária, (2) não tenho dinheiro sobrando e (3) mesmo que fosse rica, eu tenho prazer mesmo é em descobrir uma boa pechincha.

    Os preços, no Brasil não estão dentro de nenhuma normalidade. Eu sei que sempre existiram as lojas mais caras e essas das fotos no post anterior, obviamente, são mais caras que o geral, mas gente, fora a Maria Bonita, todas as outras são marcas desconhecidas. São lojas carésimas que nem existiam há pouco tempo (que eu saiba).

    Mas, mesmo as lojas mais caras, “de marca”, como se diz, há alguns anos, tinham preços que eram possíveis para alguns pobres mortais, como nós. Eu nunca dei a mínima pra etiqueta na roupa, mas por serem coisas muito especiais, cheguei a comprar, por exemplo, uma calça Triton (que é bem boca-de-sino, eu adoro e até coube em mim novamente  :-) ), não lembro o preço, mas se eu comprei não era nada nem parecido com os preços de hoje.

    Bia usou muita roupa da Colcci, ela tinha sapatos, muitas camisetinhas e vestidos. Apenas há uns dois ou três anos, minha mãe deu um vestidinho pra ela super bonitinho (que está à venda no brechó) e que custou cerca de R$ 150,00, caríssimo, na minha opinião mas, hoje em dia, esse é o preço das camisetinhas mais baratas e a loja tem shortinho minúsculo, de jeans, que custa quase o dobro.

    Eu lembro de garota que trabalhava no Grupo origem e comprou um vestido de formatura numa loja que se chama Flor de Maracujá. O preço era caro, mas totalmente viável (inclusive pra funcionária de uma ONG minúscula!), hoje, os vestidos de festa custam sempre mais de mil reais, muitos custam dois mil, três mil… tenho certeza absoluta que ela não comprou nada numa faixa de preço equivalente a isso.

    Pra terminar, as lojas populares (onde eu realmente perco meu tempo garimpando coisinhas baratas), estão com preços igualmente proibitivos.

    Minha mãe me deu um vestidinho lindo, longo, preto, tomara-que-caia, que eu escolhi na Riachuelo. Custou R$ 89,00. Isso são uns US$ 45.00. Gente pra uma loja como essa, é MUITO caro. Aí, eu fui na C&A e fiquei boba com os preços. Vestidinhos por R$ 105,00… R$ 79,00… eu lembro muito bem que um vestidinho custava, no máximo, uns US$ 20,00 por lá. E isso quando o dolar era mais ou menos o valor de hoje. R$ 40,00, R$ 45,00 era o preço que eu imaginava um vestido por aqui.

    Finalmente, consegui comprar três vestidinhos lindos de jersey (adoto o tecido, é confortável, e estou louca por estampas e nos EUA e Coréia não tem nada igual a esses daqui). Um deles é o das fotos aí acima, que eu comprei numa loja que sempre foi super barata, Coliseum (dos mesmos donos da Cenarium). Eles custaram uma média de R$ 45,00, cada. Preço razoável, mas o detalhe é que… estavam com 50% de desconto. Portanto, numa loja popular, um vestidinho de malha custava US$ 50.00!

    Sei não, eu estou mesmo perplexa com esses preços. A gente sempre soube que muitos brasileiros adoram ostentar marca, na verdade, adoram se diferenciar dos outros, através de roupas de griffe, mas fico besta em ver a que ponto essa paranóia por status pode chegar.

    Antes de mudar de Washington, eu comprei na loja Ann Taylor Loft uma blusinha idêntica a essa – que vi aqui por R$ 599.00, numa loja “de marca” desconhecida. A minha blusa é mais bonita, tem um acabamento impecável, é feita numa seda lindíssima, super delicada (vou fotografar em breve). Não lembro quanto paguei, mas sei que foi em promoção. Mas, mesmo se não fosse, o preço normal dela seria US$ 44.00. Não tem absolutamente nenhum motivo pra esse pedaço de pano custar US$ 300.00, no Brasil.

    E nem adianta dizer que a blusinha da AnnTaylor é made in china, porque a maioria daqui também é e quando não é, a produção é feita por pessoas que tem um salário e condições de trabalho bem parecidos com os amigos orientais. O excedente no custo não é imposto de importação, transporte, é ganância muita mesmo.

    Repito, há alguns anos, não existiam, nos shopping centers da vida, blusinhas que custavam US$ 300.00, isso era coisa que a gente ouvia falar na nojentinha Daslu.

    Enfim, como as meninas disseram, se tá na loja, tem quem compre. Uma pena, é uma distorção no país que está melhorando em tantas outras áreas mas, Infelizmente, essa é uma característica do mercado brasileiro, basta rolar um pouquinho mais de dinheiro e os predadores avançam com tudo, capitalismo selvagem é aqui.

    Desabafem também, amig@s…

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    Seoul Fashion Week começou ontem

    Denise | Coreia do Sul,Moda | Sunday, 26 October 2008

    Coloridinhos, esses…

    Adorei o vestido, podia ser brasileiríssimo. Estou apaixonada por vestidões estampados, pena que quando voltar vai ser outono, inverno… vou demorar a usar os vestidinhos que comprei por aqui.

    “I’m bad, I’m bad”… hehehe…

    Leia mais no Korea Times

    Fotos Feet Man Seoul

    _____________________________

    Ted num Fashion Show na Coréia

    Alguns dias antes da minha vinda pra cá, Ted me chamou pra ir com ele a um desfile de modas que o Departamento de Artes e Design da universidade onde ele trabalha estava organizando. Infelizmente, estava super ocupada e não tive tempo pra ir.

    Ele disse que foi um espetáculo coreano, com toda pompa, coreografia, gelo seco e até direito a seio desnudo. Como sempre, ele achopu as roupinhas meio esquisitas, mas era tudo super profissional.

    Ao chegar, ele recebeu luvas brancas e uma orquídea para colocar no bolso do paletó. Coisas da Coréia (saudades…)

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    10 mil dólares para blogar

    Denise | Blogosfera,EUA | Sunday, 26 October 2008

    A organização College Scholarship está abrindo inscrições para que estudantes universitários – americanos ou que residem nos EUA – concorram a uma bolsa de estudos para blogar. Basta que:

    • tenha um blog onde escreve sobre “você e/ou algo pelo qual vocé escreve apaixonadamente”, que não seja spam, claro;
    • esteja na pós-graduação, numa universidade americana;
    • permita que o nome seja divulgado no site da organização.

    A bolsa de estudos é de 10 mil dólares – para pagar anualidade na faculdade, livros etc – e as inscrições vão até o dia 30. Pois é, a blogação é cada vez mais valorizada, nos EUA.

    Via Feministe.

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    Impressões do Brasil – II

    Denise | Brasil,Consumo | Saturday, 25 October 2008

    Blogando do Shopping Center

    EN-LOU-QUE-CE-RAM!

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    Quem são as mulheres nas fotos do template?

    Denise | Feminismo | Friday, 24 October 2008

    Pagu – Hilda Hilst – Tarsila do Amaral – Clarice Lispector – Zuzu Angel – Luz del Fuego – Dina Sfat – Maria Bonita – Cacilda Becker – Anahide Beriz – Simone de Beauvoir – Virginia Wolf – Frida Kahlo – Nina Simone – Frida Kahlo – Billie Holiday – Elza Soares – Dolores Duran – Clementina de Jesus – Jane Fonda – Dorothy Parker – Lia de Itamaracá – Doris Lessing – Isadora Duncan – Isadora Duncan e as filhas – Ana Carolina – Lina Wertmuller – Camile Claudel – Tomie Ohtake – Madonna – Ana Cristina Cesar – Alice Ruiz – Olga Benário – Lígia Fagundes Telles – Lou Salomé – Louise Bryant – Emma Goldman – Audrey Hepburn – Grace Kelly – Laurie Anderson – Mafalda – Elvira Pagã – Aretha Franklin – Bidu Sayão – Geraldine Chaplin (Cría Cuervos) – Rosa Parks – Coco Chanel – Rosa de Luxemburgo – Maysa – Anais Nin – Cecília Meirelles – Nara Leão – Marieta Severo – Adélia Prado- Leila Diniz – Ana Magnani – Lilla Down – Cumade Fulozinha – Gloria Steinem – Angela Davis…

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    Pergunte, que eu respondo

    Denise | Me myself and I | Thursday, 23 October 2008

    “Oi Denise, quais frutas você não vai deixar de saborear em terras brasilis?”
    Jaboticaba Preta

    R.: Já me acabei em tangerinas (em Seul cheguei a comprar três minúsculas por 2 dólares), mas meu sonho seria comer muito siriguela, jambo, pitanga e manga, mas acho difícil encontrar agora. Quero tomar muita água de côco.

    “Bem Denise a minha pergunta é qual o seu maior medo?”
    Jeane.

    R.: Sem dúvidas, meu maior medo é que algo de ruim – doença, acidente, morte -  aconteça com as pessoas que eu amo. Muito, muito medo.

    “Você sabe alguma coisa do Gui, do Ay Caramba? Perdi o contato.”
    Rebeca

    R.: Rebeca, o Gui sumiu do mapa. Ouvi dizer que estaria em Mumbai, mas ninguém sabe, virou lenda  :-) Espero que esteja bem e feliz, seja onde estiver.

    “Só hoje que vi a pesquisa do arroz. Por isso quiz perguntar: vc tentou ou não fazer arroz sem escorrer?” Alexandra

    R.: Nós temos uma máquina de fazer arroz (comum na Coréia), então, hoje em dia ele vai sem escorrer, memso. Mas, quando fiz nos EUA, achei o arroz sem escorrer meio grudadinho demais. Nós só comemos arroz integral, eu adoro.

    “Como sua família reagiu quando decidiu ir embora do Brasil? De todos os países que já conheceu… quais voce moraria e quais não? Porque?” Ro Costa

    R.: Minha mãe ficou meio chocada, mas acho que tanto ela como meu irmão, ficaram felizes em saber que eu ia ficar com meu Tedje e ia ser muito mais feliz com ele do que aqui. Acho que eu moraria em qualquer lugar do mundo, mas detestei as Filipinas. Achei um lugar carregado, a colonização espanhola e americana destruiram a cultura local, é um país asiático com todo peso da cultura cristã. Bangladesh também é meio barra pesada, com tanta miséria, muito triste. Moraria, com prazer em quase todos outros, mas principalmente em Kathmandu (Nepal), Melbourne (Austrália), San Cristobal de las Casas (Mexico) e Amsterdam (Holanda).

    “Qual a expectativa dos sul-coreanos e o impacto na Coréia do Sul da crise financeira mundial?” Eduardo.

    R.: A imprensa é super controlada, na Coréia. aparentemente, eles estão confiantes, até porque o governo passa uma mensagem bem otimista. Mas é difícil pra mim, com tão pouco tempo de Coréia realmente responder a essa pegunta, até porque estive super ocupada, preparando a viagem, mas vou ler mais sobre o caso, perguntar a amigos e depois faço um post sobre isso.

    “Você enjoa em avião?” Amanda

    R.: Eu nem lembro que estou em um avião, durmo o tempo todo, não tenho medo, nem nada. Mas se comer alguma coisa pesada, posso enjoar um pouco, aí tomo um Dramamine.

    ________________________________________________

    Assim que tiver mais tempo, reúno todas as pergunta sobre Bia num post só e respondo ao que falta aos poucos. Podem continuar deixando as perguntinhas  :-)

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    Gula de Expatriada

    Denise | Comida,Pernambuco | Thursday, 23 October 2008

    No café da manhã de hoje: “sanduiche” de queijo de manteiga com bolo de rolo.

    Muito disciplinadamente, eu perdi 10 quilos, desde que mudei pra Coréia.

    Mas… foi só chegar ao Brasil e, da sala de desembarque, fui direto pra lanchonete comer coxinha, pãozinho de queijo e biscoitinhos caseiros. Na sala vip de Guarulhos, comi 24 pãezinhos de queijo (ok, são pequenos, mas são 24!). Ao chegar em Recife, do aeroporto fomos direto pro Tacaruna, onde comi tapioca, a primeira fatia de bolo de rolo, almoço na “Comida de Fazenda”… já devo ter recuperado a metade do que perdi, em apenas dois dias de Brasil   :-)

    Deus me ajude, que ainda tem muito tempo por aqui…

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    ¿Qué haría yo sin lo absurdo y lo fugaz?

    Denise | Frida | Thursday, 23 October 2008

    Frida. Adorei essa foto.

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    Encontrinho em Recife

    Denise | Blogosfera | Thursday, 23 October 2008

    Você está por aqui? que tal a gente marcar uma encontrinho da pracinha, em algum lugar, pra trocar idéias ao vivo e a cores?

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    Impressões do Brasil 2008 – I

    Denise | Brasil | Wednesday, 22 October 2008

    Non sense

    Vestidinho de bebê recém nascido. É bonitinho, é artesanato, é feito à mão, tem de valorizar nossas tradições, mas quem fez não ganhou nem 10% dos R$ 780,00 que estão cobrando, numa loja do Aeroporto de Guarulhos. É um assalto.

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