
A irmã e cunhado de Ted estão aqui em casa, por isso – e mais outras coisinhas que tenho que fazer – ando sumida. Mas, volto antes do fim do ano, agora vamos passear mais um pouquinho.
Feliz 2008!!!!!

Ouça Comigo:



A irmã e cunhado de Ted estão aqui em casa, por isso – e mais outras coisinhas que tenho que fazer – ando sumida. Mas, volto antes do fim do ano, agora vamos passear mais um pouquinho.
Feliz 2008!!!!!

Já faz 15 anos… pra quem não é Glória Perez, passou voando. Lembro muito bem da consternação que foi o assassinato de Daniela Perez, para todo o Brasil. Eu tinha 28 anos e Bia, cinco.
Claro que todo mundo pode perceber a dor de Gloria, mas acho que só as mães (e pais), podem ter uma dimensão próxima do que deve ser esse sofrimento. Só depois do nascimento de um filho ou filha, a gente convive com esse eterno pavor da perda, esse medo do telefone tocar no meio da noite com notícias que podem destruir a vida da gente pra sempre.
Ontem, minha mãe mandou esse link, sobre a missa pra Daniela que acontecerá hoje, na Igreja do Outeiro da Glória, no Rio de Janeiro, às 19 horas.
Pensei muito em Glória e em como nós mulheres – as vítimas e as mães – além de sofrer a violência, também temos que arcar com todo peso da culpa.
Lembro de teorias absurdas e monstruosas de que Gloria era responsável por ter colocado a filha numa novela com um ator “que tinha sido garoto de programa”*. Como se existisse alguma forma da gente evitar uma coisa dessas.
Mas é que, pra sociedade, mãe tem que ser perfeita, mãe tem que adivinhar tudo que vai acontecer e tem que garantir a segurança dos filhos. É pedir demais. É sobre humano. Não basta o fato incontestável, que alguma criatura monstruosa decidiu tirar a vida daquela mulher, é preciso encontrar alguma culpa nela e na mãe, que não conseguiu proteger sua cria.
Por isso, meus pensamentos hoje vão pra Glória Perez, Denise Rangel, Célia Costa e muitas outras mães que perderam seus filhos e filhas para a violência, tão banalizada no Brasil e que só precisam ser acalentadas.
Email de Gloria Perez
“Denise querida, só hoje vi tua mensagem. Mando sim, um retratinho da Dany pra você, seja para o blog, seja para guardar na sua bagagem de carinho.
Você é mãe, pode imaginar o quanto é difícil viver esse dia. Nessas 24 horas cabem uma vida inteira: o filho que a gente sonha, o filho que a gente pare, o filho que a gente cria e vê crescer, o pesadelo da noite em que dois psicopatas atropelaram uma vida linda, e mataram junto com ela, minha alegria, os netos que eu teria hoje em volta de mim.
Quero escrever para o seu blog, sim, mas hoje nao consigo concatenar palavras. Queria falar sobre o preconceito contra as mulheres, que se revela tanto quando elas são vítimas de um crime. A pressa em procurar uma culpa, um indício de que ela fez por merecer!
O caso da Dany é exemplar nesse sentido. Os assassinos foram condenados por homicídio duplamente qualificado, com agravantes. O júri rechaçou qualquer indício de passionalidade. Ainda assim, volta e meio escuto alguém falar em crime passional, apesar do julgamento ter sido assistido por toda a imprensa.
Denise, mais uma vez obrigada pelo carinho, pela solidariedade.
Mando para você, a título de desabafo, um trecho da sentença:
“O réu Guilherme de Pádua Tomaz foi denunciado, pronunciado e libelado como incurso nas penas do art. 121 §2º, inciso 1 e inciso 4 do Código Penal Brasileiro, por ter no dia 28 de dezembro de 1992, no período noturno, em local ermo existente na Barra da Tijuca, nesta cidade, fazendo uso de instrumento pérfuro-cortante, desferindo golpes em Daniela Perez Gazolla, causando-lhe, em conseqüência a morte, conforme descrito no alto de exame cadavérico de fls. 59/60. A acusação ainda envolve as qualificadoras do motivo torno e de recurso que impossibilitou a defesa da vítima. (….)
A conduta do réu exteriorizou uma personalidade violenta, perversa e covarde quando destruiu a vida e uma pessoa indefesa, sem nenhuma chance de escapar ao ataque deseu algoz, pois, além da desvantagem na força física o fato se desenrrolou em local onde jamais se ouviria o grito desesperador e agonizante da vítima.
Demonstrou o réu ser uma pessoa inadaptada ao convívio social, por não vicejarem no seu espírito os sentimento de amizade, generosidade e solidariedade, colocando acima de qualquer outro valor a sua ambição pessoal (…)
Veja também
Atualização:
Glória tem toda razão, e eu ainda me supreendo com o quanto as pessoas podem ser cruéis. Acabei de apagar um comentário de uma alma infeliz e que perdeu seu tempo espalhando preconceito e ódio, provavelmente gerado por sua vidinha medíocre.
Para poupar Glória Perez de mais opiniões imbecis de criaturas insignificantes como essa, o blog passa a ter comentários moderados, temporariamente.
Atualização 2 – Mensagem de Glória
Denise, em certas circunstâncias de vida a gente conhece o melhor e o pior da humanidade. Eu posso dizer que conheci. Tem quem trate como piada a dor alheia, tem quem manifeste satisfação pelo seu sofrimento, mas tem também gente como você, como a Emília, como os meninos que organizaram essa missa para a Dany, e nem a conheceram.
Aos que ainda não escutaram é bom repetir que ninguém na Globo sabia que Guilherme de Pádua havia sido michê* até o cometimento do assassinato. Nao se pede atestado da vida sexual de ninguém na hora de um contrato. Ele chegou à Globo com uma carteira de ator do sindicato de Belo Horizonte, depois de ter encenado algumas peças no Rio, infantis e adultas.
E não entrou na casa pela minha novela,como não entrou na minha novela pelas minhas mãos: já havia trabalhado em outras novelas, em papeis de pouco destaque.
Os antecedentes só apareceram depois!
* Esclarecimento
Concordo que dito assim, ficou esquisito, mas é que é mais claro pra quem estava na época. Claro que eu e Glória não temos nada contra profissionais do sexo, homens ou mulheres, e ser michê ou prostituta não implica, jamais em ser um assassino em potencial.
Mas, na época, buscando uma forma de culpabilizar a mãe (claro!), surgiu a teoria esdrúxula e cretina de que as pessoas que trabalhavam com televisão eram ambiciosas por sucesso e não estavam preocupadas em avaliar o comportamento e histórico dos novos artistas, que a culpa era de quem colocava criminosos nas novelas, e rapidinho apressaram-se em dizer que o Guilherme era michê (como se isso significasse que ele deveria ser banido da sociedade) e que Glória não tinha se pensado nisso ao colocá-lo pra trabalhar com a própria filha.
Uma coisa absurda, cruel mas que foi muito discutida, na época. Como eu disse, além de sofrer a perda monumental da filha, Glória ainda teve que se defender (pelo jeito, até hoje) de acusações cretinas como essa.
Acabei de ouvir a notícia da morte de Benazir Bhutto, primeira mulher líder de um estado muçulmano (foi primeira ministra do Paquistão entre 1988 e 1990, depois em 1993 e 1996). Apesar de ser uma morte mais que anunciada, fiquei surpresa e comovida.
Benazir Bhutto foi acusada, por seus rivais políticos, de corrupção e, seus governos, mas isso nunca foi comprovado. Na verdade, ela era um modelo para mulheres de países muçulmanos, em minha visita a Dubai, várias delas (de vários países do Oriente Médio) demonstraram sua admiração pela ex-primeira ministra.
Ela estudou filosofia e ciências políticas e econômicas, em Harvard (EUA) e na Universidade de Oxford (Inglaterra). Depois de oito anos de exílio (ela vivia em Dubai) tinha voltado ao Paquistão em outubro desse ano. Os comentários são que ela era ou muito estúpida (opinião compartilhada pelo marido da irmã de Ted – eles estão aqui, por isso meu sumiço) ou muito corajosa. Eu acho que existe outro fator. Eu acho que ela era ambiciosa (no melhor sentido da palavra).
Lembro uma conversa com uma amiga uruguaia, no comecinho dos anos 90 quando se falava muito em “inteligência emocional” (conceito que eu detesto) e eu dizia a ela (que tinha adorado o tal livro) que, se todos seguissem essa cartilha, não existiriam “Leonardo da Vincis”, “Van Goghs”, “Virginias Woolf”, “Pagus” ou até “Tim Maias” – e “Benazir Bhuttos”. Ela lembrou que quase todos morreram miseráveis ou atormentados. Eu abriria mão de toda minha segurança e mediocridade por uma contribuição genial à humanidade.
Existem pessoas que buscam mais que fama, riqueza, conforto, segurança. E são essas pessoas que fazem História. É aquele ditado feminista “Garotas boazinhas raramente fazem História”. Benazir era uma dessas mulheres brilhantes e corajosas que sabia muito bem o risco que corria, de burra não tinha nada. Mas é que deixar sua marca tem seu preço.
(E ela fez tudo isso usando o véu… ainda vamos voltar a esse assunto!).
Bhutto foi assassinada ao deixar um comício e até agora (11:20h da manhã, em Washington) foram anunciadas as mortes de mais 22 pessoas nesse atentado suicida.
Muito, muito triste.
Eu NÃO fiz essas bolsas, mas quero saber…
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Quais você gosta mais? se pudesse ter uma, em ordem, quais três delas seriam suas preferidas?
Existem umas dez estruturas básicas de bolsas (tote, clutch, messenger etc.), a gente coloca os detalhes, escolhe o tecido, tamanho, muda a alça, acessórios, mas todas vêm de uma base parecida. Como ainda não recebi minha máquina de costura, tenho pensado nos designers, ao invés de executá-los e fiquei curiosa pra saber qual o estilo que a maioria de vocês prefere.
Por exemplo, minha preferida, sem dúvida, é a mensageiro (número 4), não só porque eu gosto do modelo reto, mas porque é super prática e não escorrega no ombro pra carregar (uso tiracolo). Tenho usado muito uma levemente diferente dessa, menor e com o fundo mais largo, depoois mostro a foto.
E vocês? quais gostam mais e por que? não considerem cor, nem tecido, mas o modelo, OK?
Atenção, vou sortear uma necessaire (feita por mim) com um gloss (italiano), entre os que responderem a esse post…
Fotos: Peguei quase todas no Etsy, e coloquei links pra suas lojinhas, apenas duas delas não consigo mais encontrar o link, sorry. Preferi colocar modelos não-brasileiros pra não parecer julgamento das melhores bolsas, a idéia é apenas avaliar os modelos ou estruturas.
Atualização:
Estou adorando saber a opinião de vocês e cada uma eu marco no papel (depois dou o resultado final) e vou lá nas fotos ver o que aquela pessoa gosta, porque eu tenho a minha imagem de cada uma de vocês que conheço virtualmente e é engraçado saber se estou certa.
Sabia exatamente as bolsas que a Alexandra ia gostar.
Também adoro os comentários, podem falar mais sobre o que vocês gostam ou não nas bolsas, isso vai me ajudar muito, quero fazer uma coleção de bolsas bem “interativa”… enfim, vamos que vamos que estou me divertindo muito com esse post!
PS.: Beijão pra você e pra filhota (minha xará), Ducinalva!!!!!!!!!!!!
O sorteio será no dia 24 de dezembro!
Resultado do sorteio
Fiz o sorteio usando esse site que gera um número, aleatoriamente, o escolhido foi 28. Tirando as mensagens duplicadas, 28 é a Menina Voadora, Alessandra, de São Paulo.

Assim que tiver a necessaire pronta, coloco uma foto dela e do gloss aqui. Parabéns, Alê!

…continuo cansada e sem palavras.

Gente, eu estou me divertindo demais com o Facebook. Reencontrei muitos amigos da Suécia, daqui mesmo dos EUA e até da Suazilândia que não via há anos. Tem familiares de Ted, amigos de Bia, amigos do Brasil, é um Orkut mais internacional (ou o Orkut é um Facebook nacional).
Pra quem gosta dessa movimentação, eu recomendo. Demorei a entrar mas estou achando ótimo. A Gabriela fica fazendo boneco de neve e mandando cerveja pra mim. Fazemos testes pra ver quem se parece mais um com o outro, quem tem mais compatibilidade em preferências cinematográficas (eu e Bia somos “almas gêmeas” nesse quesito).
Minha árvore de natal já tá cheia de presentes virtuais e, de vez em quando, recebo uma mordida de vampiro. É muito divertido. Mas tudo em inglês… bom pra praticar o idioma, pessoal!
Bom, aí, fui fazer, por lá, um mapa com todos os países e cidades pra onde já viajei.

De vez em quando lembro de mais uma, mas até agora, contei 133 cidades.
Engraçado é que toda vez que eu viajo, mesmo quando vou fazer uma palestra com tudo pago pelo evento, como foi em Dubai, sempre recebo comentários de algum(a) trollzinho(a) despeitad(a) a dizer que “também precisa arrumar um gringo rico pra bancar suas viagens”.
Dos 32 países que visitei, fui apenas para China, India e Finlândia com tudo pago pelo marido. Todo o resto fui por conta própria, geralmente com tudo pago por quem me convidou, para dar palestras ou trabalhar e muito. Mas, é dureza pra esse povo com uma mentalidade pequeninha entender como isso é possível. Paciência.
Até um blogueiro já escreveu que eu só viajo porque “vou com o marido” (na época tinha acabado de chegar da India). Mas eu entendo, a pessoa não pode suportar a idéia de que eu possa ter ido muito além do que ele pode imaginar ir um dia. Infelizmente, tem gente de todo tipo nessa blogosfera, o melhor é ignorar. Mas, trollzinhos, basta olhar as minhas fotos (na coluna da esquerda) e calcular as datas. Só estou casada há quatro anos e antes disso, já tinha corrido meio mundo.
Enfim, mas voltando à minha listinha, ‘tava eu achando que 133 cidades era muito, até ver a lista de Ted:

Gente, o homem já esteve em 419 cidades e 59 países, e de vez em quando, lembra mais uma… é muuuuuuuuuuuuuita coisa!!!!!!!
Benzadeus… e que ainda venham muitas pela frente pra mim e pra ele (e pra todo mundo, claro!), que não tem (quase) nada melhor na vida do que viajar!
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Tô aqui enrolando, enrolando, mas tenho um dia cheio pela frente. Já tomei meu banho e vou sair agorinha pra malhar uma hora na academia.
De lá, vou tentar chegar numa loja que tá em promoção somente até meio dia, pra comprar umas forminhas, e outros apetrechos, pra fazer biscoitos de natal e material para decorar a porta do escritório de Ted (tem um concurso de decoração natalina no escritorio em que ele trabalha e ele vai fazer tudo comigo, claro)
Também vou bisbilhotar uns tecidos maravilhosos, na loja ao lado, pras nossas bolsas (comprei alguns anteontem, mas estou apaixonada por outros, que deixei lá, preciso voltar!). Sem falar que eu cismei que quero fazer uma toalha de mesa de linho pra o jantar de natal, afinal, se eu consigo fazer bolsas, não pode ser difícil fazer uma toalha de mesa e jogos americanos, né?
Quando voltar tenho mais presentes pra embrulhar e vamos fazer uma faxina na casa. Dia cheio.
Beijos e bom fim de semana pra todo mundo!
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Receita de amanteigados
A Bel me pediu, e aí vai, tem várias receitas desses biscoitinhos, a que eu fiz foi essa:
Amassar muito bem todos os ingredientes, enrolar, achatar as bolinhas, coloque em uma forma e asse em fogo moderado até que fiquem douradinhos..
Na Inglaterra, o escritor Sean Taylor recusou um cheque oferecido pelo Prêmio Nestlé de Livros Infantis 2007, alegando “questões que envolvem as práticas de marketing da Nestlé de substitutivos de lei materno”.
Numa cerimônia, na última quarta-feira, ele aceitou a indicação de melhor livro, escolhido em votação de milhares de crianças de escolas em toda Inglaterra mas afirmou: “‘Quando um monstro nasce’ é um livro que tem a ver com escolhas. Algumas dessas escolhas parecem mudar nossas vidas e algumas tiram a vida da gente. Espero que eu tenha feito uma dessas escolhas que mudam a vida. Eu decidi recusar o cheque e pedi que voltasse para onde veio”
O autor informou à organização do evento, Booktrust, que tomou essa decisão após consultar o grupo Baby Milk Action, a Nestlé e uma outra autoridade com experiência na área, que prefere não se identificar.
Ele afirma que ainda que “muitas das atividades controversas da Nestlé aconteceram no passado e a indústria esteja dando alguns passos para melhorar suas práticas, ainda existe o risco de que os lucros sejam colocados à frente da saúde das crianças.”
E acrescenta: “as ações de alguns dos funcionários (da Nestle), em campo, são inconsistentes com as políticas da companhia… por essas razões, eu não acho que a Nestlé é o patrocinador mais apropriado para um grande prêmio de livros para crianças”
O Brasil tem um prêmio Nestlé de literatura, francamente, não compraria livros de autor que aceita dinheiro da Nestlé.
Um exemplo de promoção agressiva de leite artifical para bebês é o que está acontecendo ma China. Ao nascer, as crianças já são marcadas com o nome da Nestlé como se fossem gado, desde o nascimento. Eu que guardo as pulseirinhas minhas e de Bia na maternidade, odiaria ter io nome da Nestlé (ou qualquer outra empresa nelas).
Dizer que a empresa está tentando melhorar foi muito boa vontade – e um toque de diplomacia – do autor, basta visitar o site da Baby Milk Action pra ver infrações da indústria pelo mundo afora. Não é em vão que a Nestlé é considerada uma das empresas mais anti-éticas e boicotadas do mundo.
Dinheiro não é tudo, dinheiro não é tudo, dinheiro não é tudo, devia ser um mantra, mas parece que é um conceito difícil de entrar na cabeça de algumas pessoas, mas é a mais pura verdade, tem outras coisas que nos dão até muito mais prazer.
Já contei aqui que, quando o site do Origem, Amamentação Online. recebeu o terceiro IBEST, como melhor site da área de saúde, escolhido pelo juri e pelo público, recebemos um telefonema da agência de publicidade McCann Erickson.
A Nestlé queria fazer uma parceria com a gente, tornar o site em um super portal e, pra isso, oferecia muito dinheiro. Fazíamos o site sem absolutamente nenhum recurso, apenas com muita vontade de compartilhar informação e reunir mães e proifissionais em torno da amamentação.
Ainda assim, nem pensamos em nos “vender” à Nestlé e dizer não à todo o dinheiro que a empresa prometia, foi um dos maiores prazeres que tive na vida. (para total “estupefatamento” do publicitário que nos contactou.)
Apesar do que enfiam na cabeça das pessoas nessas novelinhas nojentas, segundo as quais, o mundo das ONGs é formado por vagabundos de classe média que só querem fumar maconha e sugar dinheiro alemão (!!!), existe muita ética e seriedade nesses trabalhos e eu fico sempre feliz em ver que tanto para ONGs, quanto para intelectuais, como o escritor britânico, nem tudo que é de graça é benvindo.
Em 2003, Mandela recusou meio milhão de dólares da Nestlé, que seria doado para sua ONG que trabalha com AIDS e crianças, dizendo a Fundação para Crianças Nelson Mandela recusa a doação por causa da política agressiva da Nestlé de promover seus leites artificiais para mães com HIV/AIDS em detrimento à amamentação.
Manter uma postura ética pode nos deixar mais pobres, mas tem suas compensações e, acreditem, dá um prazer danado. Isso o dinheiro não compra.
Fontes: Bookseller.com e Baby Milk Action.
Imagens: (1 e 2) Baby Milk Action e (3) Fading-Hope.
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Na frente da livraria, ao lado do cinema
Eu…
Na última sexta-feira eu tava meio deprê. Apesar de tentar manter o bom humor, tem horas em que até eu desanimo. E, acreditem, eu ‘tava muito desanimada mesmo. Na verdade, ainda tô um pouco “jururu”.
Minha máquina de costura tinha quebrado e eu tinha dezenas de bolsas começadas, pra terminar. Quando levei a máquina pra loja, queriam me cobrar 95 dólares de “taxa de manutenção” de uma máquina que custou 400 há poucos meses com garantia de dez anos! imagina! fiz a maior confusão, disseram que iam tentar não cobrar essa taxa, vamos ver…
Também tinha acado de descobrir que vamos engolir um prejuízo de 900 dólares, numa história muito complicada pra explicar, mas que tem a ver com um ano de cobrança irregular na academia de ginástica. Isso aqui pode ser um caos, também. Por desorganização deles pagamos a mais, mudaram umas 6 vezes de gerente que garantia que a gente ia receber o dinheiro de volta e agora a “central” disse que não tem como. Bobeira nossa esperar tanto.
Sem falar que nessa época gasta-se muito e estamos em vacas magérrimas. E além de tudo isso, a casa está uma bagunça e não conseguimos dar conta de arrumar tudo, tem papel de presente, presente, fita adesiva, faços e fitas, espalhados pela casa toda. Faxineira, a 80 dólares, quatro horinhas, nem pensar…
Enfim, tava mal mesmo e cansada de procurar parecer sempre bem. Saí de casa pra resolver outra bronca. Compramos uma câmera digital que veio com uma (ótima!) impressora de graça, só que a gente paga tudo e recebe o valor da impressora depois, por correio, mas no documento que preciso mandar pra receber o dinheiro, veio o nome de outra pessoa… mais um abacaxi…
Aí, eu tava no metrô e resolvi deixar o destino decidir pra onde eu ia (faço sempre isso), o primeiro metrô que viesse eu pegava. Peguei o que ia pro caminho oposto da Circuit City e resolvi cuidar de mim. Fui almoçar num restaurante indiano que tem um buffet baratinho (8 dólares) e cheguei 15 minutos antes de fechar (3 da tarde), ainda tive que discutir com o garçom e jurar que em 15 minutos eu ia almoçar e ainda saía antes do pessoal que estava lá…
Fiz isso, e depois do almoço, passei uma horinha na livraria, lendo a revista Star e outras do gênero, pra desopilar – gente, Britney tá grávida de novo? – e fui pro cinema.
Tava um friozinho danado, neve ainda pelas calçadas, dia nublado, meio sorumbático, dado à introspecção. (Na saída do cinema, tudo escurinho, ainda mais bonito… vejam a foto, tremidinha, mas é que foi sem flash.)
Bia tava lá no cinema, trabalhando e disse que eu não deveria ver Atonement, “É chato e Keyra Knightley ‘tá que é pele e osso” (yeah, way to go, Bia!!!). Ela sugeriu I’m Not There, o filme de Todd Haynes sobre Bob Dylan
… e o filme
Fiquei meio em dúvida no começo. Queria ver I’m Not There, mas não tinha certeza, porque sabia que era um filme meio sem pé nem cabeça e eu não estava com o espírito pra pensar muito (lembrem, estava lendo a revista de fofocas Star, minutos antes… hehehehe…).
Estava enganada. O filme era tudo que precisava, justamente por não ter uma história complexa pra acompanhar, com começo meio e fim, mas por ser uma colagem de imagens e músicas lindas, como o diretor mesmo disse, “uma homenagem aos filmes de arte dos anos 60″, uma coisa pra gente ficar lá vendo, feliz por ser tudo tão bonito. Só isso.
Do diretor, eu adoro Velvet Goldmine, a história de ascenção e queda de um rock star dos anos 70, época de Glam Rock, dizem com “inspiração” de David Bowie (pelo menos o filme leva o nome de uma música dele e esteticamente, ele tá lá), tem nas locadoras, vale dar uma olhada!
Far from Heaven, com Julianne Moore, totalmente diferente, também foi dirigido por Todd Haynes e eu gosto demais. Alguém lembra o nome, no Brasil?
Enfim, mas I’m Not There me pareceu filme de fã e eu gosto muito de algumas músicas de Bob Dylan, mas não sou a sua maior fã. Ainda assim, não sei se é porque eu estava muito sensível, querendo ver coisas que mexessem comigo, mas eu fiquei apaixonada pelo filme.
Seis atores – Marcus Carl Franklin, Ben Whishaw, Heath Ledger, Christian Bale, Richard Gere, e Cate Blanchett – juntam os pedaços do que pode ser – ou não – Bob Dylan. Na abertura os letreiros se misturam, mostrando no título: “I am there – I am here – I am not there”. (Eu estou lá – Eu estou Aqui – Eu não estou lá). Clever…
Cate Blanchet é a única que “personifica” o cantor e tem horas em que eu esqueci completamente que ela era ela e não era ele. Vai ver outras pessoas odiaram, eu achei que ela está maravilhosa, fora pequenos momentos que pareceu um pouco exacerbado, mas a idéia devia ser essa mesmo.
Por meios tortuosos – e bota tortuosos nisso, o filme não é nenhum documentário – acabei sabendo mais sobre Bob Dylan e já botei na minha lista da locadora todos os documentários sobre ele. Quero ver tudo.
Logo no começo de I’m Not There, o garoto afro-americano (que representa as mentiras de Bob Dylan sobre sua infância) canta numa varanda de uma cidadezinha ao Sul dos EUA, com dois homens de vozes divinas. Tão lindo que foi de chorar.
Charlotte Gainsbourg está maravilhosa como a francesa Claire, esposa ficcional de Dylan, e que me lembrou todo o tempo minha amiga Ana Santa Cruz (jornalista, em São Paulo, alguém sabe dela?). Além de ótima atriz, a francesa tem uma beleza diferente, esse tipo de magra natural, magra sem anorexia, nem remédio.
Sem falar que o Heath Ledger está es-ton-te-an-te. Ok, Leiloca, eu reconheço, ele é muito mais interessante que o Jake Gyllenhaal. Claro que Christian Bale e Richard Gere também não são de se jogar fora, mas o Ledger… ay, ay, ay… percebam as pernas…
Se resolver arriscar, não espere sair do cinema sabendo todas as fofocas e fatos da vida de Dylan mas, com sensibilidade, dá pra captar muito da sua história e entender bem mais as suas músicas. Além de ser um colírio pros olhos.
Veja aqui o trailer de I’m Not There.
Vídeos com Bob Dylan (o próprio)
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1 e 2. Adoro essas folhas pelo chão. Foto na volta da academia.
3. Parar para pedestres, nas ruas menores é lei. Mesmo sem sinal (ou farol).
4, 5 e 7. Festinha de hannukah (celebração judaica) no shopping onde fica a minha cademia de ginástica.
6. Bolinhos que já vem prontos, basta colocar manteiga, ovos e leite. Ficaram gostosinhos.
8. Rabanada… hummmm… adoro… não quero nem contar as calorias.
9 e 10. Entrada do meu prédio. Gosto muito desse ecumenismo, tradições cristãs e judaicas.
Presentinhos
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É sempre complicado, pra mim, escolher os presentes da família de Ted, porque não conheço o pessoal tão bem assim. Então, esse ano tive essa idéia. Ted escaneou fotos deles, quando crianças, e montamos esses porta-retratos. Para os dois cunhados (casados com irmãs dele), imprimimos fotos delas bem fofas, quando adolescentes, e colocamos num marcador de livro de couro, chiquérrimo. Não ficou tudo lindo?
Essa minha nova fase “crafts” tem sido bem interessante pra mim e uma verdadeira revolução aqui em casa.
Já contei que fiz e vendi muitas bonequinhas de pano, na universidade mas, depois, passei mais de 20 anos rejeitando qualquer tipo de trabalho manual, porque ele sempre esteve relacionado, pra mim, à mulher “dona de casa”, afastada da vida pública, trancafiada em casa fazendo pullover de tricô pros filhos e pro marido. Mas, uma das coisas que a maturidade traz é uma boa revisão de conceitos.
Também tem ajudado muito descobrir pessoas interessantíssimas em movimentos que usam a produção artesanal como forma de expressão de idéias, como rejeição ao consumismo desenfreado. Infelizmente, as coisas feitas manualmente, claro, costumam ser bem mais caras e nem sempre posso optar por isso, mas sempre que possível, estou evitando o “made in china” plastificado.
Depois de passar todos esses anos vivendo e respirando trabalho intelectual, é muito bom fazer algo com as mãos. Acreditam que, às vezes, sonho com novos modelos de bolsa? acordo pensando em formas de torná-las realidade, tento criar novos modelos. Tudo isso tem sido fascinante. Como já disseram aqui, quando entro em alguma coisa nunca é “mais ou menos”, é sempre com toda intensidade
Infelizmente, essa minha tesão tem empacado num problema prático. Minha máquina de costura não aguenta o tranco da produção de bolsas e quebrou de novo. Levei pro conserto, me estressei, vai ficar pelo menos duas semanas por lá. Nem vou mais falar nisso, pra não ficar com raiva.
Cansei. Comprei outra, muito mais barata, mais forte, feita pra costurar canvas, couro, toda de metal, antiga, máquina usada. O que eu deveria ter feito antes. Agora vou tentar vender a anterior, Bernette 80e. A novela não acaba nunca. Portanto, a produção de bolsas deu uma parada, enquanto espero a nova máquina, que deve chegar em uma semana.
É o pior momento pra ficar sem máquina de costura. Não só estou cheia de idéias e de moldes de bolsas já cortadas, como tinha planos de fazer uns presentinhos de natal.
Na verdade, já comprei todos meus presentes de natal, mas pretendia fazer mais alguns e participar assim, da campanha que pede que todo mundo dê presentes artesanais no natal. Como fazer alguma coisa agora vai ser difícil, resolvi ajudar de outra forma.
Primeiro, queria pedir a quem faz e vende trabalhos artesanais (ou sabe de alguém que faz coisas bonitinhas), que deixe o endereço do site ou blog aqui nesse post e, assim, podemos visitar vocês e, quem sabe, escolher alguns dos nossos presentes dessa forma.
Especialmente, pra quem vive aqui no hemisfério norte, uma boa dica é o site etsy.com, que reúne a produção de pessoas em diversas partes do mundo e, às vezes, tem uns precinhos ótimos. É uma excelente fonte de presentes alternativos aos de sempre…
Sei que o Flickr concentra um bom número de produção e venda de produtos feitos à mão no Brasil, mas não tenho os endereços. Quem tiver, pode deixar aqui.
E pra quem prefere meter a mão na massa, passei a manhã toda escolhendo projetos artesanais dos mais simples aos mais complicadinhos. Sei que às vezes parece complicado, mas acredite, eu não pegava numa agulha há mais de vinte anos e em menos de um mês estava fazendo bolsas lindas (modéstia á parte hehehe).
Está tudo em inglês, achei que seria uma contribuição minha encontrar coisinhas em sites que a maioria não conhece, e não acho que o idioma chega a ser um empecilho em muitos deles. As imagens são auto-explicativas e quase todos tem os moldes. Se precisarem de uma palavrinha ou outra, consultem um bom dicionário.
Enfim, essas são algumas sugestões de coisinhas que eu achei interessantes, boa sorte e mande uma foto pra mim, se fizer algum deles!
1. Porta iPod

Esse porta iPod – ou qualquer outro MP3 player, câmera fotográfica, celular ou coisas do gênero – é uma gracinha. Super fácil de fazer e pode ser todo costurado à mão. Veja aqui como. E aqui tem outro tutorial para porta-mp3 player.
2. Bichinhos de feltro

Eu adoro bichinhos de feltro e esses são fofos demais. Aqui você tem o molde pra fazer os bichinhos. Na verdade, são anunciados como bichinhos pra você fazer pra dar de presente pro seu gato (coisa de american@s!), mas qualquer criança vai adorar!
3. Gatinho Mod

Esse gatinho tem um estilo meio anos 60 e não é tão difícil de fazer. O segredo é escolher o tecido certo. Molde aqui.
4. Sapatinhos de bebê de tecido

Gente, esses sapatinhos são o máximo! além de muito fácil de fazer, imagina com uns tecidos coloridos nuns pezinhos bem redondinhos? Eu adorei e você pode aprender a fazer aqui.
5. Porta-garrafa

Eu vivo bebendo água e sempre carrego uma garrafinha comigo, pra onde eu vou, especialmente num verão causticante como o brasileiro. Gostei desse molde pra uma bolsinha de carregar garrafas, é prático se a gente não quer levar uma bolsa enorme e bem facinho de fazer.
6. Brinco fractal

Usando Fimo (não sei como se chama esse produto no Brasil, alguém sabe me informar?), esse site explica como fazer esses brincos maravilhosos.
7. Carteirinha com zíper

Se você tiver um pouco mais de prática, esse tutorial explica direitinho como fazer essa bolsinha.
8. Almofadinhas de alfinete

Estou totalmente apaixonada por essas almofadinhas feitas à mão. Acho o presente perfeito pra quem faz algum tipo de costura. São bem simples de fazer e divertidas. Acho que vou aproveitar que não tenho máquina de costura, no momento e fazer algumas pra mim! Veja como fazer uma aqui. Olha só quantas almofadin has de alfibnetes lindas tem lá no Flickr!
9. Ornamentos de papel

Se você tem paciência e gosta de mexer com papel, esse ornamento “floco de neve” em terceira dimensão é um belo desafio. Aprenda aqui como fazer. Encontrei aqui outro tutorial do floco de neve, com molde em PDF para grandes e pequenos.

Coração sueco em papel. Super fácil de fazer.

Estrela finlandesa. Mais complicada, mas fica linda depois pronta.
10. Almofada iPod

Agora, se você for muito bem prendad@, pode tentar fazer essa almofada em formato de iPod que é super fofa e ainda toca música pra você. Instruções aqui.
Bonus
E, pra terminar, você ainda pode dar uma olhada nesses vídeos aqui e aqui,que ensinam a fazer caixinhas de presente em origami e pode imprimir etiquetas para colocar nos presentes que você mesm@ fez aqui. Se decidir mandar apenas uma cartinha, aqui vai um modelo pra imprimir que é papel de carta e envelope de natal, com um design lindo.
Páginas onde a gente pode admirar ou comprar presentes de natal
(Esqueci de alguém? me avisem!)
Comprem coisinhas feitas à mão, para presentes de natal

Graças ao irresponsável programa de educação sexual de Bush – que gasta, anualmente, 176 milhões de dólares para promover “abstinência sexual” – as taxas de gravidez na adolescência (meninas entre 15 e 17 anos) aumentaram 3% em 2006. Primeiro aumento considerável desde 1991.
Existe coisa mais estúpida que enfiar a cabeça debaixo da terra e se recusar a reconhecer a sexualidade em seu momento de maior ebulição? tem que conversar com a garotada sobre anticoncepcionais e mais que isso, possibilitar seu acesso a eles. Se não fizer isso, eles não vão deixar de transar. Ainda mais no Brasil, com todo aquele calor e apelo erótico pra todo lado.
A foto é do filme Juno, que não vi, mas deve ser uma gracinha.
Via New York Times.
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Caiu a primeira nevasca e eu e Ted estamos felizes da vida. Dá pra vocês verem nas fotos, pela janela, do lado da árvore de natal? A gente adora neve!
Ted ficou trabalhando em casa e eu vou tentar embrulhar todos os presentes agora, aproveitando que minha máquina de costura quebrou e eu não posso levá-la pra o conserto debaixo dessa nevasca (lembrem, não temos carro, seria de metrô e ia andar mais uma quadra!). gente, eu ADORO tudo relacionado ao natal e com neve acho ainda mais aconchegante, tomara que neve no dia 24.
Já Bia acabou de sair pra faculdade toda linda (queria tirar uma foto, mas ela me mataria!), com uma bota maravilhosa, meia calça bem grossa, uma saia curtinha, Simon disse que ela vai chamar atenção por onde passar… hehehehe… mas foi reclamando mais que tudo, ela DETESTA a branquinha espalhada pelas calçadas.
Mais sobre natal
Amigo Secreto
Pra quem não ia fazer nenhum Amigo Secreto, agora estou organizando dois e participando de mais um. O “Amigo Secreto 1″ tem 53 participantes do Brasil, Canadá, Alemanha, Austrália, Peru, Suécia, Itália, Holanda e EUA. “Amigo Secreto 2″ tem 23 pessoas do Brasil, EUA, Canadá, Holanda, Itália, Israel e Bélgica. As inscrições estão encerradas e a diversão já tá rolando por lá.
Ãlbum de Cartões de Natal
Você não está no Amigo Secreto mas quer celebrar com a gente? pode mandar uma foto pra colocar em nosso Álbum de Natal. Basta enviar pra sdeestocolmo@gmail.com.
Árvore Coletiva

E mais… tive uma idéia! tire uma foto de um ou dois enfeites da sua árvore de natal e vamos montar uma “árvore coletiva”! mande a foto pra sdeestocolmo@gmail.com. E eu vou colocar nesse álbum de fotos!
Filmes e músicas de natal

Eu e Ted estávamos conversando sobre filmes “de natal”. Eu ADORO o Natal de Charlie Brown, vejo todo ano e a musiquinha é maravilhosa. A arvorezinha lá no começo da página, na coluna da esquerda é a árvore de Charlie Brown.
Mas acho que, fora Charlie Brown, não tem filme de natal mais fofo que Love Actually. Destaque pro clip de Billy Mack, de morrer de rir e tem aquela declaração de amor natalina linda! Tem que ver!
Você lembra de bons filmes de natal?
A irmã de Ted vem com o marido passar o natal com a gente. Ano passado ela me pediu musiquinhas da época e eu, claro, não tinha nenhuma. Aqui as músicas são uma tradição muito forte na celebração. Então, esse ano resolvi me preparar com antecedência e já comecei a puxar várias. Eu sei que são todas muito, muito brega, mas e o que não é brega no natal?
Minha preferidíssima ainda é War is Over, de John Lennon, sempre acho emocionante e atual (só não dá pra aguentar as mil versões latina, pagode, axé… afe!), mas também adoro All I want for Christmas is You, nessa versão da menininha de “Love Actually”, na festa da escola.
Enfim… viram que a neve me fez enfiar o pé na jaca e entrar de vez no clima natalino, né? hehehehe… sem culpa, nem vergonha!
Atualização – dia 06


Parou de nevar, mas a cidade ainda tá branquinha, só que agora com um sol lindo e céu azul. Vou dar uma saída pra aproveitar o frio