Vôos
Meu Vôo
Cheguei de viagem hoje, bem cedinho. Apesar de ter sido apenas 4 horas, num vôo direto de Seattle para Washington, DC (muito menos que na ida) foi muito cansativo, fiquei naquela infame cadeira do meio (resolvi ser boazinha com o marido!), com uma moça que tendo toda a janela pra ela, dormia quase no meu ombro… e eu não consegui dormir nada.
Mas, tive uma boa surpresa. Quando a Varig começou a ter seus problemas financeiros, meu cartão Ouro, conseguido por anos de muita viagem estava expirando. Desde que mudei pra Suécia e pra cá passei a viajar bem menos, então já esperava perder meus benefícios. Mas, acho que para compensar a crise, a Varig renovou, automaticamente, todos os cartões e eu continuei “gold”.
De qualquer forma, achava que o cartão da Varig não estava mais valendo nada, mas quando cheguei no aeroporto, mesmo meu ticket sendo prêmio de milhas (na United Airlines), pudemos fazer check-in na fila de primeira classe, esperar no lounge (sala vip) e até embarcar primeiro. Nada mal. Minhas milhas continuam sem poder ser resgatadas, mas pelo menos o cartão da Varig ainda ajuda muitíssimo num vôo chato como esse.
Estava cansada, sem sono, mas não tenho medo nenhum de viajar de avião. Quanto estou lá em cima, esqueço que estou voando, geralmente durmo a noite toda, me sinto muito segura. Tenho muito mais medo de viajar de ônibus ou carro. Acho que é trauma de uma viagem Recife-São Luis, quando tinha 10 anos e vi muitos acidentes na estrada.
Saimos de lá às 11 da noite e chegamos aqui às 3 da manhã, horário de origem, 6 horas aqui. Chegando aqui estava exausta, fui direto dormir, enm liguei o computador.
O Vôo da Gol
Quando acordei, já mais de uma da tarde, vi a notícia do acidente aéreo da Gol. Gente, que coisa terrível. A gente fica imaginando a dor de tanta gente, tantas familias, fiquei chocada.
Minha mãe me disse, no MSN, que passou a noite acordada rezando, preocupada comigo, porque sabia que eu ia estar num avião. Ela morre de medo de voar (estou lutando pra convencê-la a vir pra cá em janeiro, já tem até passagem na mão, mas só acredito quando ela pisar no Dulles Airport) e com a notícia do desastre, ficou ainda mais apavorada.
Como parte da minha campanha, pra mamma não desistir de vir pra cá, eu acabei de ler na Folha de São Paulo que voar é 11 vezes mais seguro que viajar de carro. Eu pensei que era até mais seguro que isso.
O artigo, também informa que:
Voar é um dos meios de transporte mais seguros que existem. Diariamente, mais de três milhões de pessoas utilizam-no para se locomover daqui para lá. Com base em 1998, quando 1,3 bilhões de pessoas viajaram de avião, houve dez acidentes fatais para um total de 18 milhões de vôos.
O que aconteceu foi uma tragédia, e estamos todos consternados, mas era um avião novinho e um piloto com 26 anos de experiência, não sei ainda os motivos do acidente, mas continuo confiando totalmente no meio como a melhor forma de viajar.
Samba do Avião e Teorias Conspiratórias
Quase ia esquecendo de comentar o que eu li lá no excelente blog do Serbon, sobre o caso.
Segundo ele, tem gente dizendo que a Rede Globo não divulgou logo a notícia porque não queria que o acidente ofuscasse a imagem do dinheiro apreendido no escândalo do dossiê no Jornal Nacional.
E tem gente até achando que o avião foi derrubado de propóstio “por causa das eleições de domingo”. Lá nos comentários, Gi disse que tem gente em comunidade do Orkut falando até de abdução dos passageiros por extra-terrestres… esse povo tem muita imaginação.
Como Serbon é fonte segura, acredito que não houve conspiração da Globo mas, francamente, não me espantaria tanto se adiassem a divulgação do acontecido, pra não prejudicar seus planos, não teria sido a primeira vez, né?
Serra tirando sua casquinha
E pra completar, o amigo blogueiro ainda divulga uma pérola do jeito José Serra de fazer política. Segundo sua assessoria, o candidato cancelou um evento público em Campinas “em pesar pelas vítimas do acidente com o Boeing da Gol” e… Às 15h30, José Serra atenderá os jornalistas para falar sobre o assunto.
Isso sim é indecente, se aproveitar da dor alheia pra capitalizar votos. Serbon, que ia votar nulo, decidiu dar o voto a Marcadante e espero que muita gente faça o mesmo.












Não consegui lembrar de nenhum outro livro, do gênero, que eu tenha lido, além do Mochileiro das Galáxias e Fahrenheit 451, anos atrás.
Eu era apaixonada pelo Will Robinson e podia jurar que ele era meu “primeiro namorado”. Confesso que fiquei até emocionada ao ver a roupinha do Will, bem gasta e tao pequenininha, lá no museu! de tudo, foi o que eu mais gostei de ver!
Entre muitas outras, estavam lá as armas originais usadas por Buck Rogers, Barbarella, Deckard, Han Solo. Um alien enorme e aquela roupa-robot usada pela Sigourney Weaver no Aliens II. A cadeira de comando da Enterprise na serie de TV de Star Trek, o capacete de Darth Vader, vários robots, entre eles o R2D2 de Star Wars.
Um Brasileiro no Museu de Ficção Científica
Segundo a exposição, sempre existiram mulheres escritoras de ficção científica mas, antes dos anos 70 e da sua “New Wave” (como ficou conhecido o movimento de ficção científica, da epoca), elas eram poucas e, muitas vezes, usavam pseudônimos para assinar seus livros.



















Nao me arrependo pela escolha, adoro viver em Washington, DC, mas tambem nao poderia estar mais enganada em relacao a Seattle. Claro que dei muita sorte e o clima esta’ maravilhoso, nos 5 dias que vamos ficar aqui, a previsao e’ de sol, todos os dias, com um clima de 23, 24 graus. Ontem, o dia estava belissimo e hoje, pela janela do hotel ja’ posso ver que esta igualzinho.







A Laura, do blog 




Todos os anos, milhoes de bebes poderiam ser salvos, se fossem amamentados. Uma pesquisa, realizada em Ghana, alertou que a amamentacao na primeira hora de vida pode ser uma garantia para o bebe.
PLEEEEEEASE não digam mais o nome dessa moça por aqui, nos próximos dias, OK? Continuo dando meu apoio total e irrestrito a ela, mas preciso diminuir o movimento por aqui.
Eu acabei de receber um email da Gloria Perez, contando que foram lançados os
Também gostei demais de Hilda Furacão, onde Mateus Nachtergale, roubava todas as cenas. Já “A Casa das Sete Mulheres” tinha um elenco tão ruim, mas tão ruim, que não consegui assistir mais que uns dois episódios.