National Museum of Women in the Arts
“As mulheres precisam estar nuas para ter espaço no Metropolitan Museum? Menos de 5% dos artistas na seção de Arte Moderna são mulheres. Mas 85% dos nus são femininos.” Guerrilla Girls
Museu Nacional das Mulheres nas Artes
Não aqui. Em Washington, temos o único museu de arte criado exclusivamente para abrigar obras artísticas de mulheres. A última vez que tinha ido lá já faz quase 10 anos, então, a visita da Carla, do Baianices, pareceu uma ótima oportunidade para duas mulheres trocarem figurinhas, deleitando-se com arte feita por mulheres.
A Carla é um amor de pessoa, inteligente, sensível, tivemos ótimos momentos falando sobre arte e a blogosfera.

Nem eu, nem ela somos experts, mas adoramos passear pelo Museu, apreciar a suavidade das impressionistas, a explosão de cores das modernistas e, principalmente, encontrar uma linda Frida Khalo, que representa com toda sua história a força que todas nós temos pra ir levando a vida.
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Suzanne Valadon

Gostei muitíssimo desse quadro, de Suzanne Valadon, “A Boneca Abandonada”, que faz parte da exposição permanente do Museu.
Cheio de significados, mostra as várias fases da vida da mulher, a menina que começa a sair da infância (veja a boneca no chão, o laço no cabelo, igual ao da boneca) para a adolescência (a menina com o corpo se formando, vira as costas à mãe e olha o espelho, como que fascinada pelas transformações) e outra mulher mais velha, sua mãe, que já passou por todas essas fases e agora a está apoiando essa transição (enxugando a menina após o banho).
Também gosto da ousadia da nudez adolescente, em contraste com a imagem ídílica e mais comportada de imagens domésticas entre mães e filhas, comuns nas pinturas de Mary Cassat, famosas no início do século.
Suzanne Valadon, nasceu em 1865, filha de uma trabalhadora doméstica, mãe solteira, foi criada no bairro boêmio de Montmartre, em Paris. Desde os 10 anos trabalhou como babá, garçonete e artista de circo. Entre 1880 e 1893 trabalhou como modelo para vários artistas, entre eles Renoir e Toulouse-Lautrec.
Influenciada por esses artistas e tendo Degas como tutor, começou a pintar e foi somente em 1909, aos 44 anos que passou a se dedicar integralmente às artes plásticas (viu? sempre é tempo!). Suas mulheres tinham atitude e postura nada convencionais pra época.
Suzanne teve um affair com o pianista e compositor de vanguarda, Eric Satie, reza a lenda, a pediu em casamento logo após a primeira noite, mas ela acabou o deixando com, segundo ele, “nada além de uma solidão gelada que enche a cabeça com vazio e o coração com tristeza.” Teve vários amantes famosos. Aos 44 anos largou um casamento para ficar com o artista André Uster, 23 anos mais jovem que ela.
Exótica, era conhecida por andar com uma cenoura pendurada na roupa, por ter uma cabra em seu atelier para “engolir os maus desenhos” e alimentar seus gatos “bons católicos”, como ela dizia, com caviar todas as sexta-feiras. Uau.
Seu filho, Maurice Utrillo tornou-se um dos mais famosos e loucos pintores de Montmartre.
“Arte existe para eternizar esta vida que nós odiamos” Suzanne Valadon.
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Endereço do Museu:
1250 New York Avenue, N.W.
Washington, DC 20005-3970
202-783-5000, 1-800-222-7270
Ao contrário da maioria dos museus de Washington, dc, o National Museum of Women in the Arts cobra uma entrada de US$ 10,00.
Horários:
Segunda a sábado: 10:00 h- 17:00h.
Domingo: Meio dia – 17:00h.
Fechado no dia de Ações de Graças, Natal e Ano Novo.
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Leia Mais sobre Suzanne Valadon:









Coloque-se nessa situação… você fica grávida, louca de felicidade, começa a fazer planos para o futuro, a preparar as coisinhas do bebê, a escolher o nome… até descobrir que ele está se desenvolvendo com uma má formação gravíssima e que não tem nenhuma chance de sobreviver… é um feto anencéfalo.
Em Estocolmo, Ted fazia parte de uma Associação de Pessoas de Língua Inglesa e, um dia, fomos pra uma coisa que se chamava “Pizza & Poetry”, onde recitávamos poemas, compartilhando pizzas gigantes. Eu devo confessar que adorava.
Acordei morrendo de vontade de
A primeira vez que eu entrei numa academia de ginástica, tinha 14 aninhos. Todo mundo usava um maiô preto (um collant da Nezita!), sem graça, e Marlene Vilarinho dava aulas numa sala construída em cima da garagem dela.
Fiquei impressionada com o quanto pilates e power yoga podem ser aulas tão puxadas! mas, senti muita dor no pescoço, depois da aula de Pilates, por causa da posição. Não gostei muito. Já a power yoga eu achei excelente!
Hoje tive uma aula deliciosa de kickboxing, mas paguei o maior mico, todo mundo tá sintonizado, faz a aula há muito tempo e eu comecei agora, imagina a cena, chutando pra todo lado… hehehe… mas me diverti muitissimo!
O novo papa e a eleição americana
(Agradecimento a Fátima Oliveira, diretora-executiva da Rede Nacional Feminista de Saúde e Direitos Reprodutivos e Sexuais ter enviado a matéria)
Botei muito no colo, abracei muito, beijei muito.
1. Sabe onde fica o Centro de Meditação do post anterior? Amityville!!! pois é… claro que lembrei de “Horror em Amityville”… aliás, adoro filmes de terror… principalmnte aqueles bem trash.
3. Uma amiga, lá do Multiply, me perguntou porque escrevo tanto sobre essa questão dos transtornos alimentares, se é uma experiência pessoal. Hummmm… preciso explicar, no blog, que nem sempre minhas indignações tem a ver com a vivência.
Bia me deu todas as informações científicas sobre os bichinhos, ela já era uma expert! E ficou tão bacana, que foi traduzida pra vários idiomas, como 







Tem muita coisa bacana na Blogosfera. Tem gente do bem. Tem posts sobre viagens, que eu adoro e viajo junto. Tem resenhas de livros e filmes fantásticas. Tem emoção. Tem papo do bom.




Faltam apenas cerca de 500 visitas, que recebemos em menos de dois dias, portanto, na sexta-feira, vamos saber quem e’ a/o feliz ganhador/a dos bonequinhos suecos… continuem deixando seu recado, em qualquer um dos posts desde o dia 22 de março até agora, pra continuar concorrendo…