Translate to English

 RSS

      Blogs Feministas
  • A Barata
  • A Cascuda
  • A Moça do Sonho
  • À quatre pas d'ici
  • Alecrim e Sufoco Atmosférico
  • Aleitamento Materno Solidário
  • Aquelah Deborah
  • Arlequina
  • Arranque Meus Olhos
  • As Agruras e As Delícias
  • Babi Lopes
  • Bad Movie Scene
  • Beauvoir au jour le jour
  • Bidê Brasil
  • Bittersweet
  • Blog Blue Jeans
  • Blog da Glória
  • Borboletas nos Olhos
  • Bruna Provazi
  • Café Velho
  • Camaleônica
  • Caminhar
  • Caroline Bernardo
  • Casa da Gabi
  • Casa da Mulher Oito de Março
  • Chá-tice
  • Clarice Maia
  • Clibing The Clouds
  • Coffee, clear heels and random thoughts
  • Como Assim?!
  • Consciência Feminista
  • Contrabandist@s de Peluche
  • Contracultura
  • Conversa de Psicólogo
  • Cynthia Semiramis
  • Da Cerejeira
  • Desautoria
  • Dialógico
  • Diversão sem Culpa
  • Educação à Distância
  • Em Construção
  • Escreva Lola Escreva
  • Escrito em Ametista
  • Espaço B.
  • Esse Tal Climatério
  • Estou Puta!
  • Explorando Escrevendo
  • Foi Feito Pra Isso
  • Garota Coca-Cola
  • Garrafa ao Mar
  • Groselha News
  • Histórias de Menina
  • Humor Pelas Palavras
  • Inquietudes Na Maresia
  • Krasis
  • Lado D.
  • Lia de Lua
  • Lucy, La Feminista
  • Mana Mani
  • Mandinga
  • Maria Frô
  • Mary W.
  • Matizes Femininas
  • Menina de Sardas
  • Meu Jardim de Interesses
  • Meus Alfarrábios
  • Mulher Alternativa
  • Mulher Pós-Moderna
  • Mulheres em Letras
  • Mulheres Públicas
  • Nails Freak
  • Nelumbo Nucífera
  • Nem Tão Óbvio Assim
  • Nós
  • O Mundo Enlouqueceu
  • O Poeta de Ramelin
  • O Prazer do Texto
  • Ou Barbárie
  • Paisagem Estirpada
  • Paisagem Estripada
  • Para Variar, Variando
  • Pensamentos Desconexos
  • Pimenta com Limão
  • Pin Ups
  • Polivalência
  • Ponto de Fuga
  • Quem Mandou Nascer Mulher?
  • Quem o Machismo Matou Hoje?
  • Reino da Almofada
  • Reload
  • Roupas no Varal
  • Saiwalô
  • Se o poeta pra viver
  • Sem Açúcar
  • SexoAchoLegal.com
  • Solidaliberdade
  • Tempestade e Paixão
  • Tereza Não Existe
  • Todas Nós
  • Tutto Petit
  • Urbanamente
  • Who The Hell is Cely?
    • META

    Blogueir@s com Dilma

    Esse blog teve
    visitantes, desde
    setembro de 2003.

    Lisboa

    Denise | Europa | Wednesday, 26 November 2003

    Oi, gente… estou completamente sem tempo pra escrever aqui… em breve coloco umas notícias… estou de volta ao Brasil, depois de uma parada, linda, em Lisboa… Mais notícias, em breve…

    Se gostar, compartilhe:

    Pátria Minha

    Denise | Literatura,Poesia | Saturday, 15 November 2003

    No dia da proclamação da república, no Brasil, segue um poema para os corações de todos que, como eu, estão vivendo fora da patriazinha:

    Pátria Minha

    Vinicius de Moraes

    A minha pátria é como se não fosse, é íntima, Doçura e vontade de chorar; uma criança dormindo, É minha pátria. Por isso, no exílio, Assistindo dormir meu filho, Choro de saudades de minha pátria.

    Se me perguntarem o que é a minha pátria direi: Não sei. De fato, não sei, Como, por que e quando a minha pátria, Mas sei que a minha pátria é a luz, o sal e a água, Que elaboram e liquefazem a minha mágoa, Em longas lágrimas amargas.

    Vontade de beijar os olhos de minha pátria, De niná-la, de passar-lhe a mão pelos cabelos… Vontade de mudar as cores do vestido (auriverde!) tão feias, De minha pátria, de minha pátria sem sapatos, E sem meias pátria minha, Tão pobrinha!

    Porque te amo tanto, pátria minha, eu que não tenho, Pátria, eu semente que nasci do vento, Eu que não vou e não venho, eu que permaneço, Em contato com a dor do tempo, eu elemento, De ligação entre a ação o pensamento, Eu fio invisível no espaço de todo adeus, Eu, o sem Deus!

    Tenho-te no entanto em mim como um gemido, De flor; tenho-te como um amor morrido, A quem se jurou; tenho-te como uma fé
    Sem dogma; tenho-te em tudo em que não me sinto a jeito, Nesta sala estrangeira com lareira, E sem pé-direito.

    Ah, pátria minha, lembra-me uma noite no Maine, Nova Inglaterra, Quando tudo passou a ser infinito e nada terra, E eu vi alfa e beta de Centauro escalarem o monte até o céu, Muitos me surpreenderam parado no campo sem luz, À espera de ver surgir a Cruz do Sul, Que eu sabia, mas amanheceu…

    Fonte de mel, bicho triste, pátria minha, Amada, idolatrada, salve, salve! Que mais doce esperança acorrentada, O não poder dizer-te: aguarda… Não tardo!

    Quero rever-te, pátria minha, e para Rever-te me esqueci de tudo Fui cego, estropiado, surdo, mudo Vi minha humilde morte cara a cara Rasguei poemas, mulheres, horizontes Fiquei simples, sem fontes.

    Pátria minha… A minha pátria não é florão, nem ostenta Lábaro não; a minha pátria é desolação De caminhos, a minha pátria é terra sedenta E praia branca; a minha pátria é o grande rio secular Que bebe nuvem, come terra E urina mar.

    Mais do que a mais garrida a minha pátria tem Uma quentura, um querer bem, um bem Um libertas quae sera tamem Que um dia traduzi num exame escrito: “Liberta que serás também” E repito!

    Ponho no vento o ouvido e escuto a brisa Que brinca em teus cabelos e te alisa Pátria minha, e perfuma o teu chão… Que vontade de adormecer-me Entre teus doces montes, pátria minha Atento à fome em tuas entranhas E ao batuque em teu coração.

    Não te direi o nome, pátria minha Teu nome é pátria amada, é patriazinha Não rima com mãe gentil Vives em mim como uma filha, que és Uma ilha de ternura: a Ilha Brasil, talvez.

    Agora chamarei a amiga cotovia E pedirei que peça ao rouxinol do dia Que peça ao sabiá Para levar-te presto este avigrama:
    “Pátria minha, saudades de quem te ama… Vinicius de Moraes.”

    Texto extraído do livro “Vinicius de Moraes – Poesia Completa e Prosa”, Editora Nova Aguilar – Rio de Janeiro, 1998, pág. 383.

    Se gostar, compartilhe:

    Dados sobre a Suécia

    Denise | Suécia | Sunday, 09 November 2003

    Só pra variar, alguns dados interessantes que encontrei nesse site Sobre a Suécia:


    Foto tirada, por mim, em um canteirinho da rua

    “Há 15.000 anos, na Suécia existia apenas gelo. Um glaciar de quase 5 km de espessura cobria todo o país. Ele foi se derretendo lentamente e, assim, há aproximadamente 10.000 anos, chegaram os primeiros seres humanos. As primeiras pequenas cidades foram construídas há apenas mil anos.

    Ao sul da Suécia se encontram as terras mais férteis, no norte há imensas florestas entre as cidades e povoados. Mais da metade da Suécia está coberta por bosques que, na sua maioria, são constituídos de coníferas, tais como o abeto e o pinheiro.

    No norte encontram-se as minas de ferro e os grandes rios. Hoje, a maioria das grandes quedas de nível dos rios é aproveitada para usina hidrelétricas.

    Também ao norte da Suécia moram os 15.000 samis (ou lapões), suecos que, durante séculos, dedicam-se à criação de renas. Hoje em dia, somente cerca de 700 famílias dependem dessa criação.

    A Suécia é um país com água em abundância. Além dos rios e riachos, existem milhares de lagos. Conta, além disso, com cerca de dois mil quilômetros de costa e, em algumas zonas da mesma, existem grandes arquipélagos com inúmeras ilhas e ilhotas.

    Na zona norte, a neve permanece de outubro até abril e, no meio do inverno, a luz natural aparece somente algumas poucas horas por dia.

    No sul, o inverno chega um par de meses mais tarde e termina um mês antes, enquanto a luz do dia dura um pouco mais.

    Felizmente a neve brilha com sua brancura na escuridão invernal e possibilita, além do mais, esquiar, coisa que muitos suecos adora. No verão a água dos lagos fica suficientemente quente para poder nadar neles novamente. Nessa estação, as noites tem muita claridade e na zona mais setentrional o sol não chega a se pôr totalmente durante várias semanas.”

    Não existem mais dias com sol ou céu azul, em Estocolmo. Todos os dias, nosso céu é absolutamente nublado e temos apenas uma certa “claridade”, que dura até às 3 horas da tarde. Adoro isso. Acho que tenho energia sobrando, a calma da escuridão sueca me equilibra. Vamos ver até quando… hehehe… de qualquer forma, voltamos ao Brasil no comeco de dezembro e ficamos por lá até 19 de janeiro, ou seja, breve estaremos no super verão nordestino, de frente pra praia… ainda não vai ser dessa vez que vamos “viver o inverno sueco”!

    Se gostar, compartilhe:

    Detesto Paris!

    Denise | Europa,Viagens | Friday, 07 November 2003

    Atendendo aos “gentis” pedidos da minha filha, no post abaixo, vou dar uma atualizada aqui no Blog. Antes de tudo, queria pedir desculpas aos amig@s que têm visitado nossa página e não encontram novidades… estou trabalhando demais, na verdade, o dia não dá pra nada! eu queria ter tempo pra fazer tantas coisas, mas estou super ocupada com meu trabalho, via Internet, com Brasil…

    Enfim, acho que, também, dei uma bloqueada porquê não estava a fim de falar de Paris. Essa foi a segunda vez que vou à Paris, e essa segunda visita só reafirmou a minha primeira impressão. Detesto Paris. É uma cidade grande demais, suja, cheia de turistas e alguns parisienses são extremamente desagradáveis.

    Aconteceu uma coisa, em especial, que me irritou muito. Entrei em uma loja (normal, não turística) pra comprar uns perfumes, fiquei confusa em relacão ao preco e perguntei, em inglês, à vendedora alguma coisa (como faco em qualquer lugar do mundo, se não falar o idioma, na esperanca de conseguir algum apoio)… gente, tinha um cara na fila, um típico francês (ou seja, feinho!) que comecou a GRITAR comigo, mas foi gritar mesmo, que eu não podia falar inglês com ela, que ela não fala inglês etc…

    Eu olhei pra ele e disse “isso é uma brincadeira!” (em inglês) e disse que eu também não falo inglês, mas em meu país a gente faz o possível pra se comunicar e tratar bem os visitantes… ele continuou lá aos berros aí eu disse “estou vendo que o que dizem desse país é verdade mesmo” e ele disse “e o que você está fazendo aqui?”, aí pra aproveitar a briguinha que eles têm com a Inglaterra eu disse “estou apenas a caminho de Londres” e sai…

    Em outro momento, Bia ia sentando ao meu lado e um idiota só faltou derrubá-la e tomou seu lugar, metrô… e todos eram BEM franceses, não eram imigrantes, não… Enfim, as pessoas são chatas e mal educadas, o que é uma SUPER diferenca da Suécia, onde todos que encontrei, até agora, foram muito educados e até gentis, especialmente nas lojas e servicos.

    Em Paris, tudo é muito caro, estava mais frio que a Suécia, por que chovia e ventava muito, fui trocar dóalres por euros junto à Catedral de Notre Dame (ok, eu sei que é um péssimo lugar!) e me “roubaram” em 50 euros, em relacao às outras casas de câmbio… gente, que lugar chato!

    Ok, é uma cidade grandiosa, com lindos monumentos, mas e daí??? o que afz uma cidade é um conjunto de coisas, que inclui você sentir-se benvinda e sentir-se feliz. No geral, não tenho saco pra cidades muito grandes, viajei o mundo todo e algumas cidades que lembro com particular carinho são as menores, como Amsterdam, Kathmandu, Dublin… são lugares aconchegantes.

    Mas, teve algumas coisas legais. Ficamos em um EXCELENTE albergue, em Montmartre, que indicamos a quem quiser um lugar bonitinho, aconhecgante, limpo, barato (25 euros por pessoa, quarto duplo) e muito bem localizado (bem pertinho do metrô Anvers) pra ficar em Paris. É o Le Village e tivemos a sorte de pegar um quarto cuja janela dá de frente pra Catedral de Sacre-Coeur, lindo. Vejam ai abaixo a foto, feita da nossa janela…

    Como boa olindense, de tudo, o que mais me fez bem, em Paris, foi ficar em Montmartre… apesar de ser ponto super turístico, ainda guarda uma coisa meio hippie…

    Pegamos aqueles ônibus de turismo que rodam a cidade toda, o que valeu a pena demais. Por dica da mocinha do albergue, escolhemos o amarelo, que é muito melhor que o vermelho. Por 27 euros a pessoa, podíamos rodar Paris INTEIRA (todos os principais monumentos) durante dois dias. vale a pena , né?

    Outra coisa legal foi encontrar uma ex-professora História de Bia, Cibele, uma gracinha, que está vivendo em Paris há menos de dois meses. Sem dúvida, Cibele ajudou a fazer nossos dias em Paris mais legais!

    E, pra terminar, o ponto alto da viagem, foi curtir o Louvre com Bia e Cibele. Legal ver a animacão das duas e, de quebra, ainda fiz uma super pesquisa sobre amamentacão e arte, encontrando muita coisa legal!

    Enfim, claro que valeu a pena ir a Paris (Bia precisava conhecer!), mas a volta a Estocolmo foi um alívio!

    Fotos de Paris, aqui!.

    Se gostar, compartilhe:

    Fotos de Paris

    Denise | Europa,Viagens | Saturday, 01 November 2003

    Olá, querid@s… acabamos de chegar de Paris. Foi legal, mas muito cansativo, a gente tava querendo muito chegar em casa. Amanhã contamos um pouquinho da viagem. Abaixo, fotos da gente, em pontos bem óbvios…

    Se gostar, compartilhe:

    .